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Me ensina a dizer adeus por LMdreams

Ver comentários: 3

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Palavras: 1843
Acessos: 5940   |  Postado em: 00/00/0000

Notas iniciais:

 

Capítulo 6 - Encontros

Por conta do episódio na delegacia Angie chegou atrasada ao restaurante. A vontade inconsciente de que seu acompanhante já tivesse ido embora, se foi quando a hostess caminhou a seu encontro com um sorriso perturbador nos lábios lhe dizendo que o cavalheiro lhe aguardava no bar.

O jantar correu sem muito entusiasmo por parte de Angie, embora Marco tenha feito de tudo para agradá-la, fingindo-se indiferente ao seu atraso. Tomaram vinho e falaram um pouco sobre suas rotinas, nada muito especial ou íntimo. Teria sido uma noite agradável para ela se não fosse o atrevimento do rapaz um pouco antes de pedirem a conta.

 

- Então, onde terminamos a noite? Na sua casa ou na minha? – ele disse com o olhar sacana.

 

- O que? – Angie olhou para ele pasma, preferia acreditar que não tinha ouvido direito, ele fora tão gentil e educado durante toda a noite e agora estava fazendo essa pergunta arrogante.

 

- Ora Angélica, eu quero você, somos adultos e sabemos que também está louca por mim, por que esperar então?

 

Ela riu desacreditando no que acabara de ouvir.

 

- Acha mesmo que estou louca pra dormir com você?

 

- Tenho certeza, e garanto que não vou te decepcionar.

 

- Pois seu radar de sex*, meu bem, deve estar quebrado. Na verdade te achei muito interessante, tem um corpo bonito não vou negar, é bom de papo, tirando isso que acaba de falar, mas não passa de um metido e convencido. Eu nunca me deixo levar pelas aparências.

 

Ele deu uma risada gostosa pela espiritualidade dela e continuou insistindo:

 

- Você deve ser daquelas que nunca se entrega no primeiro encontro, mas eu sou paciente, ainda vou te levar pra cama mulher.

 

“Idiota, ela pensou. Como pude sair com um cara desses”, mas falou apenas:

 

- As chances de isso acontecer ficam menores cada vez que você toca no assunto.

 

- Você é linda, excitante, e eu estou louco pra te amar, vai perder essa oportunidade?

 

- E você não se toca. É melhor irmos embora, antes que perca minha amizade.

 

- Carmen me avisou que seria dura na queda.

 

- Contou para Carmen que queria me levar pra cama?

 

- Mais ou menos, ela me deu algumas dicas.

 

- Eu vou fingir que não ouvi isso, pode pedir a conta por favor.

 

- Não quero que vá embora magoada comigo.

 

- Se continuar insistindo é bem provável que isso aconteça.

 

Ele fitou seus olhos com ar de pervertido, revelando que não desistiria tão fácil, colocou as mãos entre suas pernas massageando-a enquanto se aproximou de seu ouvido sussurrando.

 

- Eu posso te levar a loucura, tem certeza que vai me dispensar?

 

Angie revirou os olhos, detendo a mão boba, antes que atingisse seu objetivo. Ela disfarçou, pois percebeu que o casal de velhos da mesa ao lado, lançava-lhes olhares curiosos.

 

- Minha hora já deu, Sr. Cameron, eu realmente tenho que ir.

 

 

***

 

No Domingo passou pegar Katherine às 8:00hs, ela já aguardava de jeans e tênis como lhe fora recomendado. Cumprimentaram-se com um beijo no rosto e Kathy foi logo perguntando como havia sido o encontro. Angie deu um suspiro demorado antes de responder:

 

- Foi bom, no começo e um desastre no fim.

 

Katherine sorriu achando graça do jeito dela.

 

- Ele é bonito, saradão, inteligente.

 

- Nossa! E você ficou caidinha.

 

- Posso continuar... é um babaca, isso sim, queria me impressionar, perguntou sobre mim para Carmen, só queria me levar pra cama.

 

- E você foi?

 

- Não! Claro que não!

 

- E porque não? - Kathy surpreendeu Angie com a observação.

 

- Acha que eu devia? - ela disse estreitando os olhos enquanto dirigia.

 

- Sei lá, parece estranho, você está sozinha à algum tempo,  aí aparece um Deus Grego, querendo te levar pra cama e você não vai? Quem sabe você gostasse e vamos combinar, ele até que se esforçou, pesquisando sobre você.

 

Angélica a fitou, admirada quando parou no sinal.

 

- O que foi?

 

- É estranho ouvir você falar desse jeito.

 

- Que jeito?

 

Então a encarou fixando os olhos verdes nos seus.

 

- Você faria isso? Quer dizer, iria pra cama com alguém que não conhece direito só pelo físico?

 

Kathy de uma risada gostosa.

 

- Você tem razão, eu não faria isso, mas acho que estamos erradas, e devíamos começar a curtir a vida. Um pouco de insanidade de vez em quando não deve fazer mal.

 

O sinal abriu e Angie continuou:

 

- Ahhh! Faz sim, eu sou a prova disso. Prefiro ter meus pés no chão.

 

- Está bem senhora certinha, depois não me venha chorar pelo “Deus” que deixou passar.

 

Finalmente elas chegaram ao destino. Angie parou o carro e olhou para Kathy dizendo:

 

- Preparada para ser bombardeada de beijos?

 

- Acho que posso passar por isso - disse animada

 

- Essas crianças são carentes, e gostam de ficar abraçando e beijando a gente, espero que não se importe – falou enquanto retirava algumas sacolas do porta malas do carro.

 

- De forma alguma – Kathy respondeu sorrindo, enquanto ajudava a amiga a descarregar o carro.

 

O orfanato era administrado por um centro espírita, e se mantinha com ajuda da prefeitura e doações de empresários da cidade. Angélica fazia parte dessa lista, e gostava de participar ativamente como colaboradora, não enviando apenas a ajuda financeira mensal. A instituição abrigava por volta de 55 meninas na faixa etária de 5 a 17 anos, e proporcionava além de suas necessidades básicas, algumas atividades educativas, recreativas e profissionais com o objetivo de prepará-las para enfrentar a vida fora da instituição, uma vez que ao completarem a maioridade eram incentivadas a deixar a casa. Muitas, após vencerem a vida lá fora e constituírem famílias, retornavam como colaboradoras, formando uma corrente de amor admirável de se ver.

 

Elas foram recebidas com bastante entusiasmo e se divertiram bastante na gincana. Angélica passou a maior parte do tempo na cozinha ajudando no preparo dos lanches e refeições que foram servidas, já Kahty participou como monitora ajudando na organização das brincadeiras. Por várias vezes Angie se pegou admirando Kathy, sua delicadeza para lidar com as crianças, sua alegria contagiante. Ela sentia que alguma coisa estranha estava acontecendo, sentia-se atraída por Kathy, ela era linda, espirituosa, inteligente, tinha uma voz que a deixava arrepiada, mas era mulher... “mulher ela pensou, não posso sentir isso!”

No final da tarde foi servido o ultimo lanche, e as crianças menores foram recolhidas para se banhar. Elas organizaram uma grande roda e se sentaram no chão com as meninas que ficaram.

 

- Hoje vamos ter que cantar sem o acompanhamento, já que o Marcel não pode vir. -Angélica avisou as crianças, que protestaram em coro. O burburinho entre elas continuou por alguns minutos.

 

- Vamos lá gente! – tentou animá-las um dos colaboradores – A gente pode acompanhar com as mãos, batendo palmas! 

 

Comovida com a decepção das crianças, Katherine se manifestou dizendo:

 

- Eu posso tocar se arrumarem um violão.

 

- Viva! O coro animado tomou conta do ambiente novamente.

 

Angélica inclinou a cabeça olhando para ela admirada, Kathy retribuiu sorrindo.

 

- Acho que temos um violão velho na sala de música – Um dos colaboradores se pronunciou e Angie animada com essa possibilidade, levantou e foi procurar o instrumento.

 

Rapidamente ela voltou com um violão um pouco velho e bastante desafinado que entregou para Kathy, falando baixinho:

 

- Obrigado por colaborar, sei que não gosta de tocar em público.

 

- Mas esse não é um publico qualquer.

 

Katherine pegou o violão e começou a afiná-lo antes de começarem a cantar. As crianças cantavam animadas músicas que falavam de Jesus, do amor e da caridade. Kathy tentava acompanhá-las, apesar de não conhecer a letra de muitas delas. Crianças que já haviam se banhado, retornavam e trocavam de lugar com as outras, numa perfeita harmonia até que todas já estavam banhadas.

 

Angélica e Katherine se despediram recebendo o abraço e carinho das crianças, tornando o momento difícil de conter as lágrimas.

 

Elas partiram em silêncio, cansadas pelo dia agitado, mas com o coração leve. Angie parou o carro em frente ao prédio de Kathy.

 

- Obrigada por me convidar, foi um dia maravilhoso.

 

Angie sorriu de maneira encabulada.

 

- Não deu nem pra gente conversar, como foi ontem com a Silvia? Conseguiu o nome dos remédios?

 

- Eu dei folga pra ela ontem, precisava de um tempo pra conversar com os outros funcionários, e achei melhor ela descansar um pouco.

 

- Fez bem.

 

- Como acha que devo agir com ela?

 

Angélica pensou e sorriu lhe dizendo:

 

- Sendo você mesma. Com um sorriso carinhoso, respeitando-a, demonstrando que confia nela. Pequenas atitudes do dia a dia que farão com que ela se sinta melhor.

 

- Você tem razão, adoro quando fala assim, sabia?

 

- Assim como?

 

- Sobre o amor, o perdão. Sua beleza vem do seu interior.

 

- Assim, você vai me deixar convencida. Sei que agiria dessa forma, mesmo que não me perguntasse. Nós pensamos igual, já percebeu isso?

 

Katherine apenas sorriu de maneira delicada concordando, e agradeceu mais uma vez antes de descer do carro.

 

Angie voltou para casa, o caminho todo se perdendo em cenas com a imagem de Katherine, seu sorriso, sua voz rouca, seu cheiro... “Devo estar enlouquecendo.” Acordou com o mesmo sentimento de outrora, sempre que se distraía a mente lhe traía pensando em Kathy.  O que ela estaria fazendo?

A semana passou e Angie se afastou de Kathy, não ligou, nem a procurou para almoçarem juntas nenhuma vez, queria manter distância para tentar organizar seus sentimentos. Kathy estranhou o comportamento da amiga, e ligou para ela duas vezes, uma para passar o nome do medicamento do filho de Silvia, e outra para convidá-la para sair, mas Angie deu uma desculpa qualquer. As duas vezes, no momento em que a voz de Kathy soava de forma suave do outro lado da linha, Angie sentia um friozinho correr pela barriga e um conflito em seu coração. Queria vê-la sorrindo, abraçá-la, sentia falta de sua companhia, mas se manteve firme em sua decisão de evita-la. Kathy percebeu a atitude estranha da amiga, mas respeitou seu espaço, sabia que se precisasse conversar poderia contar com ela.

 

Após uma semana sem se verem Angie sucumbiu as suas tentações, sozinha em casa sua consciência brigava consigo mesma.

 

“Ela é mulher Angélica... mulher... o que os outros vão pensar?” E finalmente ela encontrou a resposta para aplacar seu coração, naquele momento... pelo menos. “Dane-se as pessoas eu preciso saber, isso está me matando.”

 

Fim do capítulo


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Comentários para 6 - Capítulo 6 - Encontros:
lucy
lucy

Em: 17/04/2016

Eu disse que esse encontro seria mara maravilhooooso ! rs  vai Ruivona , tô colocando

Fé nessa conversa entre vc e a Kathy que não está imune aos seus encantos...torcendo 

demais pelo casal, bjs belo conto , Nota Mil ....sem dúvidas..... E já estou prevendo essas

duas juntas descobrindo esse mundo de Amor . mas também esrou sentindo.que a.amiga

Lizzie vai surgir em algum momento e dar pitaco nessa relação de sua amiga  Kathy , tomara

que ela continue casada kkkk pra.não atrapalhar demais nossas musas  rs xaaau fuiiiiiiiii


Resposta do autor em 19/04/2016:

Valeu por comentar lind@!. Nota mil pra você que já está prevendo turbulências, mas precisa né, faz parte das emoções que tenho que despertar nas leitoras.

Bjos 

Responder

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Luh-Castro
Luh-Castro

Em: 20/03/2016

Angie já está super envolvida...

Louca pra saber como vai ser o próximo encontro delas.

 

Bjos Lara.

 


Resposta do autor em 21/03/2016:

Oi Luh

Angie é encantadora, será que Kathy vai ceder aos encantos da ruiva e esquecer Lizzie? Vamos conferir esse encontro logo mais.

 

Bjos querid@ e obrigada por comentar

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Mille
Mille

Em: 18/03/2016

Eba capítulo duples que coisa boa.

Angie vai atrás logo da Kethy ela está precisando de ti.

Bjus e até o próximo


Resposta do autor em 21/03/2016:

Oiee Mille, 

Valeu por comentar, vamos começar a esquentar a amizade dessas meninas. ;)

Bjos querid@!

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