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Guerra & Paz por Etoile

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Palavras: 1281
Acessos: 12450   |  Postado em: 00/00/0000

Capítulo 7

Acordei com uma dor de cabeça lascada.. o que seá que tinha naquele Manhanttan? Um copo e me deixou um caco. A semana foi corrida, muitas coisas pra eu assimilar e dormi pouco esses dias. Suspirei fundo, mas é por Lara, preciso ficar mais tempo com ela. Ergui a cabeça e o relógio piscava marcando 6h49. Ainda dá pra cochilar mais uns10 minutin... Fechei os olhos esboçando um sorrisinho por me permitir cochilar. Passaram-se alguns segundos eu acho... e pulei olhando para o relógio. Puta merd* 9h25. Droga, droga, droga. Tropecei no maldito salto que nem lembrava que tinha deixado jogado, me fazendo cair em quatro apoio na porta do banheiro. Porr* ja comecei o dia com o rabo virado pra lua. Dirigia calma ouvindo Lithium do Nirvana arriscando no inglês cantarolando algumas frases. Estou me sentindo estranha, não sei bem o que houve, mas algo tá diferente... melhor continuar cantando, prefiro cantar quando tô assim, minha voz é bem pior que meus problemas. Isso de alguma forma me conforta. Devo está apenas cansada. De repente troca de música e eis que começa Fuck You da Lily Allen. É disso que preciso. E claro, cantar mais alto. Estacionei e o porteiro me olhou com aquele olhar de mosca morta. **** - Bom dia família. Quando entrei na cozinha, o clima parecia ser de velório. Torci a boca e me sentei. - Bom dia pra vocés também, já que ninguém me responde. Lara levantou os olhos e sorrio, amo essa coisa chata. - Oun maninha, bom dia, estava aérea. Que bom que veio. Deixei sua panqueca agorinha, senta que vou te servir. Mia até então na surdina, revirou os olhos e quase eu os arranco, minha vontade era essa. Mas então ela proferiu seca. - Você não tem um namorado que possa te ocupar? - Ela ta falando comigo? Eu não entendi, pera aí, é comigo? Quase eu peço pra Lara segurar meu poodle imaginário, porque minha vontade era rasgar a boca dela. Que, que... que fuleira. Lara entreabriu a boca, pasma! Eu ia pensar em responder, mas apenas olhei rapidamente com um olhar mortal e sentei-me ao lado da minha irmá. Não ia me deixar levar, não agora. Estou ativando a vingança passiva. Na vingança há três passos, prestem atenção: vocês que futuramente ou querem vingar-se de alguém. Primeiro passo: Vingança passiva: aquela que você simplesmente ignora ou despreza o ser. - Respeita Mia, essa agora é sua casa mas não te dá o direto de tratar as pessoas como bem entende. Lauren é da família, tão da família quanto você. - até que enfim Ricardo prestou pra alguma coisa nessa vida. Sorria por dentro, ela me olhou com fúria e apenas ignorei e acariciei a barriguinha mais fofuxa desse mundo. - Então, como está o reizinho ou a princesinha dessa casa? Porque se puxar pra tia, vai ser um espetáculo - sussurrei para apenas Lara ouvir. Mas Mia ouviu e sussurrou baixinho para meu desprezo. - Sendo assim o bebê terá tendências narcisistas e gostará de ameaçar os outros por afogamento. Fechei os olhos e me conectei com Buda no nirvana. Sussurrei entre os dentes. - Meu amor, se você não percebeu, ninguém aqui além de seu querido pai, não gosta de você. Então - fiz um gesto com a mão, fechando como a boca de um pato - Fique calada e não se meta. Ou coma na varanda se quiser, mas não torra a minha paciência porque eu tô de ressaca. Os olhos de Lara e Ricardo se entreolharam, eles perceberam algo, mas eu manti minha pose. Mia levantou-se apoiando a mão na mesa até sumir. Amassei levemente as têmporas e antes que alguém falasse alguma coisa me antecipei. - Que dia bonito, ne? - Vou indo meninas. Se cuidem e Lara, repouso. Ricardo nos deixou e acho que deve ter ido em umas de suas filiais na cidade. Não sei qual a razão, mas Mia me tira do sério, a porr* da vingança passiva não tá dando certo. - Lauren me responde. - Hã, o quê? - Tô com a cabeça no cu? - Que horror, isso são modos? - Ja falei trêss vezes, você tá de ressaca sua irresponsável, depois de velha vai beber pra ficar de ressaca? Não me admira qualquer dia desses ficar amanhecida na esquina. Ainda mais essa agora, essa gravidez tá começando a surtir efeito. Jesus, me ajuda. - Não querida irmã, só tomei um drink, mas como eu ando cansada acho que foi fundo, bem ao fundo... Ta tão evidente assim? Amanheci explodindo mas era de sono apenas. Agora para de me dar lição de moral se não ao invéas da Mia, eu quebro sua cara, coisa fofa. - apertei a potinha do nariz dela e fiquei meneando devagar. - Que psicopata fofa você é maninha. Vou tomar meu ácido fólico, ja volto. - Tá, eu vou guardar umas joias que esqueci lá no quarto, e vou deitar um pouco. Vai pra lá pra gente conversar depois. A paz reinava em meu coraçãoo. Sim. Eu iria dormir mais, afinal, hoje eu não trabalho. E sim sou folgada, pois adoro a casa da minha irmã e ela deixa. Hoje não tem nenhuma palestra marcada. Por enquanto dormir é o melhor remédio. Tomei um susto ao entrar pelo quarto, quando me deparei com uma pessoa assim que abri a porta. - As marcas saíram do seu jaleco? Aquele batom é bem resistente, eu encontrei ele caído no chão e sem querer risquei. Me perdoa. Tudo que eu havia guardado de mágoa no meu coração se esvaiu naquele momento. Peguei pelo braço dela e fechei a porta com força. - Não brinca comigo sua pirralha, ou te deporto pro inferno. Cara porque você é então atentada? - pus os dedos no queixo dela pressionando forte com o polegar e o indicador Mesmo a praga com a boca estilo peixinho conseguiu me atacar verbalmente. - Tu que é uma reprimda que não tem quem te coma e vem poluir com tua presença esse ambiente. Aquilo foi forte, soltei bruscamente o seu rosto e dei as costas. - Saia daqui! Antes que eu te jogue daqui de cima, de pescoço naquele vaso de cactos. Senti mãos sobre minha costa me virando e Mia me puxou pra perto dela, colocou nossos corpos e meu ar sumiu. Não esperava por isso, o que é isso? Ela quer me deixar louca? Impossível. - Se quiser, eu posso te comer. E colou brutalmente nossos lábios, por um momento fiquei sem forças, apenas parada. Não correspondi, não repeli. Porr* nenhuma. Não fiz porr* nenhuma. Minha consciência gritou e finalmente eu afastei e a praticamente joguei pra fora do quarto, bati a porta. Apoiei o braço na parede. E sorri. - Então quer dizer que a jihadista demoníaca é Ana Carolina? Agora minha vingança ativa vai começar. Mas no meu interior, meu coração pulsava com aquela aproximação, deve ser princípio de infarto, apenas isso. Passo dois: Vingança ativa. Aquela vingança onde você entra no jogo do ser, e quando ele baixar a guarda você o ataca.

Fim do capítulo


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Comentários para 7 - Capítulo 7:
dayvieira
dayvieira

Em: 22/05/2023


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Mag Mary
Mag Mary

Em: 11/11/2015

kkkkkkk segurar o poodle imaginário foi boa. Essa vingança já começou mal, não vai dar certo kkkk já ficou balançada com o beijinho.

Bjus

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Srta Petrova
Srta Petrova

Em: 10/11/2015

É acho que Laurem deu uma balançada rsrsrrs mas não caíra facilmente nas garras da MiA, RSRSRS

Bjim

 

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