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  • Quem disse que eu não sabia amar?
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Quem disse que eu não sabia amar? por Srta Petrova

Ver comentários: 3

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Palavras: 1348
Acessos: 6118   |  Postado em: 00/00/0000

Capítulo 16

 

 

Isabel mesmo preocupada com Paula não queria correr o risco de ela acordar e achar que passou uma noite maravilhosa ao seu lado.

 

--Claro, durmo sim, é melhor mesmo para ela não se machucar, já volto vou tomar um banho.  

 

Isabel levou uns 20 minutos para voltar a casa e quando chegou todos já estavam em seus quartos, seguiu para o quarto de Paula e deitou ao seu lado pensando.

 

--Ai meu Deus me de forças para resistir a tentação, essa mulher não é pra mim, não é.

 

Deitou ao lado de Paula que continuava dormindo profundamente, a-olhou mais uma vez e não pode negar como se sentia atraída por aquela linda mulher. Levantou apoiando o corpo no braço foi até os lábio de Paula e deu um beijo –Boa noite coisa linda, durma com os anjos – voltou ao seu travesseiro e se rendeu ao cansaço.

 

Já passava das 11h30min Isabel sentiu algo pesado em seu corpo, acordou olhou e não pode acreditar, Paula estava agarrada em sua cintura com a perna sobre as suas, tirou o braço de Paula, tentou sair o mais devagar que pode para não acorda-la, mas foi inevitável.

 

--Isabel? O que você esta fazendo aqui no meu quarto, quer dizer na minha cama?

 

--Calma não é nada disso que você está pensando.

 

--Paula levantou rápido sentiu sua cabeça explodir de tanta dor, ai...ai...acho que você esta certa não é o que eu estou pensando mesmo não, porque nunca senti tanta dor de cabeça em minha vida.

 

--Fica deitada ai quietinha que vou buscar um remédio pra você.

 

Dito isso Isabel seguiu em direção a cozinha pegar água e um analgésico para Paula, pois sabia o quanto ela bebeu e não seria diferente a ressaca, voltou o mais rápido que pode.

 

--Toma, bebe! Vai melhorar logo e já estará pronta para outra–Isabel falou oferecendo o remédio e sem seguida o copo om água.

 

--Você é sempre assim, é? Perguntou Paula

 

--Assim como?

 

--Boazinha com os que bebem demais–Paula riu e apertou a cabeça em sinal de muita dor.

 

--Não, só com quem se acha esperta demais–pegou o copo da mão de Paula e saiu em direção a porta

 

--Ei, vai aonde?

 

--vou indo acho que já está melhor e com o analgésico ficara disposta em breve.

 

--Não, não vá.

 

--E porque não iria.

 

--Por que sua paciente ainda não está curada.

 

--Ah.... mas logo, logo estará, é só.... deixa pra lá, preciso ir resolver algumas coisas, já retorno para o churrasco, Até daqui a pouco, melhoras.

 

Paula ainda desnorteada se perguntou: --que churrasco é esse que ninguém me falou nada, ai minha cabeça, olha ontem eu devo ter bebido todas e mais algumas, puta merd* não me lembro de nada, e o pior de tudo será que eu ....não, não....não pode ser , será que transei com Isabel e nem me lembro, droga, droga, que merd* colocaram em minha bebida?

 

Paula se perguntava tudo ao mesmo tempo, sabia que tinham saído, mas como voltou ainda é um mistério, resolveu descansar mais um pouco para que o remédio fizesse efeito.

 

 Treze horas!

 

Todos já estão na piscina pulando, bebendo, comendo, realmente a ideia do churrasco foi a melhor que poderiam ter tido, alias que Isabel teve né? Todos estavam lá até Sr. Antônio que geralmente sempre procurava algo para se ocupar. Até que Paula chega.

 

--Boa tarde, bela adormecida – grita André de dentro da piscina.

Paula estava com um short jeans e, uma regata, descalça e óculos de sol.

 

--Meu Deus que coisa gostosa, se controla Isabel, isso já está ficando ridículo, você mete a mão na cara da outra e depois molha a calcinha quando olha pra ela de short e regata, decide o que quer pra sua vida e se você bem lembra, ela não é o seu futuro, tudo bem que ela não seja pra o futuro, mas eu bem que poderia deixar de ser besta e aproveitar o presente. –Se livrou dos pensamentos vendo a Morena se aproximar.

 

  --Menina vem cá, você pode me explicar o que aconteceu ontem com a senhorita–Fernanda falou puxando Paula para um canto, impedindo-a de chegar até Isabel.

 

--Nem vem Fê, pois não me lembro de nada a única coisa que me lembro, e de acordar esmagando Isabel na cama.

 

--Claro, Laís pediu pra ela dormir com você e te vigiar se passasse mal.

 

--Ah... então foi por isso que ela estava lá?

 

--Como assim, não entendi–preguntou Fernanda sem entender o que a amiga queria dizer com aquela pergunta.              

 

--Nada, não é nada, vou beber um refrigerante.

 

Saiu em direção à mesa que estava repleta de coisas gostosas, tentou até beliscar algo, mas preferiu ficar no refrigerante mesmo.

 

--Puta merd*, o que será que fiz, ai odeio beber assim, nunca gostei de ficar bêbada fazendo vergonha.

 

Andou para onde Laís estava e puxou assunto

 

--E ai, o que eu aprontei ontem hein?

 

--Tirando a loira gostosa que você estava quase entrando nela, de resto só bebeu demais que eu saiba né. Laís falava e ria ao mesmo tempo da cara que amiga fazia.

 

--Loira, mas que porr* de loira é essa?

 

--Sei lá, quando você voltou do banheiro estava estranha, parece que um bicho te mordeu lá dentro, falou que ia beber algo mais forte, pois a cerveja já estava fraca e ficou falando coisa com coisa.

 

--Banheiro? Putzzz fiquei mal mesmo, não me lembro de nada que droga, tenho que pegar leve na bebida–sorriu e deu mais gole no refrigerante.

 

Maria Isabel escutando a conversa, não conteve um sorrisinho de lado.

 

Sentou-se em uma cadeira que ficava de frente para Isabel, pôs-se olha-la e detalhar cada pedacinho do seu corpo, como estava de óculos escuros, podia olhar pra onde ela quisesse, Isabel estava com aquelas roupinhas tipo saída de praia, pois não pretendia ficar só de biquíni, mas acho que não foi bem o que Paula viu em sua frente, quando os meninos a chamaram para se refrescar na piscina.

 

--Só posso está sonhando, o que é isso, que corpo perfeito, melhor eu sair daqui, minha calcinha agradece–sorriu disfarçadamente e foi até a mesa buscar mais refrigerante, pois tudo que ela queira naquele momento era saciar sua sede, tanto a da ressaca, quanto a de Isabel.

 

Seguiu até a mesa com aquela imagem no pensamento onde encontrou Fernanda pegando algo na mesa e levar para ela e Julia.

 

--Amiga por que Julia é assim tão calada, desde que chegamos ela é de respostas certas, não muito de se perguntas e papo, sei lá estranho. Perguntou Paula a amiga.

 

--Ai amiga, sabe como é né, ela não é assumida vive com medo de tudo, jamais pensou em contar aos pais, acho que a família é daquelas ao ver um gay se afasta pra não pegar a “doença”, mas eu gosto dela, já havia conversado com ela ha algum tempo e agora ela criou coragem de ficar comigo, por isso falei que iria dar tempo ao tempo, ela terá o tempo dela, entende?

 

--Hum... sei, eu ia te perguntar isso antes, mas sei lá, deixa pra lá, se te faz bem quem sou eu pra descordar, você tá certa de tempo a ela,  logo tudo se resolvera, só acho ela quieta demais –sorriu e deu de ombros.

 

--Na verdade ela fica observando tudo, pois acho que ela não queira viver do jeito que vive, e além do mais ela é maior de idade, trabalha, podia seguir na sua independência, mas ela acha que os pais dela são os responsáveis por tudo que ela tem e é hoje em dia, e faz disso uma ancora para sua vida.

 

--Sei...então que o tempo passe logo –sorriram e Fernanda seguiu em direção a Julia.

 

Depois da conversa com Fernanda, Paula pensa em Isabel.....

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Meninas mais um capítulo ai quentinho pra vocês, acho que esse tá um pouquinho menor, coloquei como sempre falo pra não passar em branco kkkkk

 Mas se merecerem colocarei outro ainda hoje, lembre-se não é uma promessa, porém uma hipótese kkkkkkk apesar que todas vocês merecem, o problema é que estou meio enroladinha hoje rsrsrssr.

 Beijos suas lindas e mais uma vez muito obrigada pelo carinho.

 

PS: Responderei todos os comentários mais tarde!!!! ;)


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Comentários para 16 - Capítulo 16:
Maggie
Maggie

Em: 08/10/2015

Ah muito pequeno rs ... tem que colocar outro capítulo hj rs .... bjos


Resposta do autor:

Olá, Maggie!

 Mais tarde colocarei mais um ok, estou revisando aqui, vocês merecem rs

Beijos!

Responder

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Luh kelly
Luh kelly

Em: 08/10/2015

Salve Sifli, E ai amiga. 

Isa chegando ao limite, pra resistir ao furacão Paula, ai ela bem q podia ter cuidado da paciente. Me divirto com os pensamentos de ambas, ñ querem ceder, mas ao mesmo tempo ficam se desejando e quem sofre são suas respectivas calcinhas.kkkk 

Com esses corpos a mostra, duvida ñ rolar um beijo em breve.

Nossa vou amar se tu postar hoje mais um.

Beijosssss dessa humilde fã.


Resposta do autor:

Olá, minha querida Luh Kelly!

Como estás?

Será até onde Isa vai segurar essa vontande de Dra Paula.

 Coitada das calcinhas srsrsrrs

 Vocês merecem minhas lindas, postari mais um ainda hoje ok

Estou revisando aqui.

 Beijos de luz!

Obrigada, pelo carinho!

Responder

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Sophi
Sophi

Em: 08/10/2015

Perfeito como sempre, espero que poste outro, estou olhando o site desde a parte da manhã, esse ficou muito curto acho que vc tem que postar outro kkkkkkkkk...Sifli amo esse conto vc está de parabéns...Isabel e Paula quando elas vão se beijar rs......


Resposta do autor:

Olá, SOPHI!

Obrigada linda!

Poxa perdoe-me por demorar, eu sempre coloco pela manhã, mas hj foi impossível rsrsrrsr

A pedido colocarei mais um hoje ok.

Fico feliz que esteja gostando.

Beijos SOPHI!!!! rsrsrrs

 PS: A respeito do beijo delas, hummmm acho que Paula tem que aprender alguma coisa ainda, não acha? rsrsrrs masssss....... beijosssss mais nada acompanhe e verás. rs

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