• Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Cadastro
  • Publicar história
Logo
Login
Cadastrar
  • Home
  • Histórias
    • Recentes
    • Finalizadas
    • Top Listas - Rankings
    • Desafios
    • Degustações
  • Comunidade
    • Autores
    • Membros
  • Promoções
  • Sobre o Lettera
    • Regras do site
    • Ajuda
    • Quem Somos
    • Revista Léssica
    • Wallpapers
    • Notícias
  • Como doar
  • Loja
  • Livros
  • Finalizadas
  • Contato
  • Home
  • Histórias
  • A volta do amor que nunca se foi
  • Capitulo 47

Info

Membros ativos: 9620
Membros inativos: 1625
Histórias: 2001
Capítulos: 21,175
Palavras: 53,726,301
Autores: 817
Comentários: 109,191
Comentaristas: 2603
Membro recente: Photos for my escort applicati

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Notícias

  • O e-book do Desafio das Imagens do Lettera — Maio de 2026 chegou!
    Em 25/06/2026
  • Desafio das Imagens 2026
    Em 23/04/2026

Categorias

  • Romances (890)
  • Contos (478)
  • Poemas (237)
  • Cronicas (233)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

Recentes

  • Meu algodão doce
    Meu algodão doce
    Por Scrafeno
  • ObsessivaMente
    ObsessivaMente
    Por Elin Varen

Redes Sociais

  • Página do Lettera

  • Grupo do Lettera

  • Site Schwinden

Finalizadas

  • Escol do Afeto
    Escol do Afeto
    Por May Poetisa
  • Estação
    Estação
    Por ArvoreDaVida

Saiba como ajudar o Lettera

Ajude o Lettera

Categorias

  • Romances (890)
  • Contos (478)
  • Poemas (237)
  • Cronicas (233)
  • Desafios (182)
  • Degustações (28)
  • Desafio das imagens 2026 (7)
  • Natal (7)
  • Resenhas (1)

A volta do amor que nunca se foi por priskelly

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 2395
Acessos: 310   |  Postado em: 16/07/2026

Capitulo 47

Por Hanna

Um ano depois

 

— Hanna, mantenha a calma! Desse jeito, não consigo entender uma palavra do que você diz. Onde você está? — Micaela perguntava, enquanto parava o carro no sinal.

— Naquele café perto de casa. — Respondi, apressada. Minhas mãos tremiam diante do papel sobre a mesa. O peito era um caos de emoção, ansiedade e um pingo de medo.

— Certo! Não saia daí, ok? Estou a caminho.

Assim que ela desligou, voltei a fitar o papel enquanto me forçava a recompor minhas emoções.

Não demorou muito para que Micaela entrasse no café. Seu olhar percorreu o ambiente até me encontrar, e ela veio em minha direção com uma expressão de puro pânico.

— Pode me explicar o que está acontecendo? Você quase me fez bater o carro com esse desespero!

— Desculpa, Mica. Você foi a primeira pessoa que me veio à mente para pedir socorro.

— Percebi. Você quase gritou comigo no telefone! Agora, fale logo, porque eu também tenho uma novidade.

— Por que você não começa, então?

— Porque eu tenho controle emocional o suficiente para esperar. Você, pelo visto, não. Fala logo, Hanna Prado! O que está acontecendo?

Respirei fundo, tentando conter o turbilhão no meu estômago. Resolvi ir direto ao ponto.

— Eu estou grávida.

Micaela engasgou. Ela me encarou, os olhos arregalados, tentando processar a informação.

— Como é que é? Você está o quê?

— Grávida! Micaela, para de ser lenta e me ajuda a pensar.

— Espera... você não pode me dar uma notícia dessas e esperar que eu processe em segundos! — Protestou. — Desde quando vocês estavam tentando?

— Esse é o problema... nós não estávamos.

O olhar de Micaela mudou de choque para uma revolta súbita. Antes que eu pudesse articular uma defesa, ela quase partiu para cima de mim ali mesmo.

— Hanna Prado, sua idiota! Como você teve coragem de trair a Marcela? Ela não merece isso!

Fiquei estática com a acusação. Levei um segundo para recuperar o fôlego e reagir.

— Você enlouqueceu? Como pode achar que eu seria capaz de trair minha esposa?

— Até onde eu saiba, a Marcela não é uma mutante com poderes para te engravidar.  — Ela esbravejou, atraindo olhares curiosos das mesas vizinhas.

— Psiu! Fala baixo e deixa eu explicar! — Ela ergueu uma sobrancelha, mas silenciou. — Olha, você sabe que, desde que casamos, Marcela e Gabriela falavam em aumentar a família. Eu achava cedo, mas há alguns meses, vendo uma família enquanto estávamos no parque da praça perto de casa, o desejo despertou. Voltei à clínica e... bem, acho que me empolguei. Fiz todo o processo sem contar para a Marcela. Queria que fosse uma surpresa.

Micaela sorriu de nervoso. 

— Você é doida. O que eu faço com você?

— Eu escolhi as características do doador baseadas nela. Já pensou se nosso filho for a cara da Marcela?

O rosto de Micaela suavizou. Ela segurou minha mão.

— Você é uma idiota, mas é uma idiota adorável. Marcela vai pirar. Pode ficar chateada no início por não participar do processo, mas você sabe o quanto ela deseja isso.

— Com quanto tempo você está? — Ela perguntou, agora mais calma.

— Quase dois meses.

– E você já sabe como vai contar isso a Marcela? 

– Então, eu estava desesperada justamente porque não sei como contar tudo isso para ela. Você vai me ajudar.

Micaela se engasgou novamente e dessa vez acabei sorrindo do seu desespero.

– Eu? Por que diabos você e Daniela só me colocam em enrascada com as mulheres de vocês? 

– Talvez porque você seja a mais respeitada entre nós. – Dei de ombros.

– E eu posso saber o que você quer que eu faça? Você sabe que sua mulher quando quer, vira o cão em forma de gente e, eu não estou a fim de enfrentá-la na minha situação atual.

– Como assim na sua situação atual? – Fiquei confusa.

Micaela abriu um sorriso radiante. 

— Parabéns, você também será titia!

Fiquei atônita. 

— Mentira! Desde quando?

— Confirmei ontem. Robson está radiante para contar ao meu pai. Imagina só: vovô em dose dupla!

 

Por Marcela

 

Cheguei em casa exausta, após um dia longo de visitas em campo. Nada me relaxava mais do que a perspectiva de encontrar Hanna e Gabriela. Estranhei o silêncio ao abrir a porta.

Hanna surgiu da cozinha, trazendo um aroma irresistível.

— Boa noite, meu amor. Você demorou! — Ela disse, envolvendo meus braços pelo pescoço.

— O dia foi intenso. Cadê a Gabriela?

— Levei para dormir na casa dos seus pais. Eles exigiram a presença da neta e já nos intimaram para o almoço de amanhã.

— Que pena, estava com saudades dela.  — Suspirei.

Hanna sorriu, com aquele brilho de malícia nos olhos. 

— Tudo tem seu lado bom. A noite é só nossa. E podemos explorar cada cantinho da casa.

— Gostei. Me conta mais.

Dessa vez quem beijou meu pescoço foi minha esposa, porém quando pensei que iríamos fazer a festa, ela se afastou do meu corpo me deixando sem entender nada. 

— Só mostrarei mais tarde. Agora, vá tomar um banho e volte cheirosa para jantar.

Tentei protestar, mas ela estava irredutível. Subi resmungando, mas sorrindo. O jantar estava impecável: velas, o meu prato favorito e um capricho que eu não via há tempos. No entanto, Hanna estava inquieta, evitando meu olhar.

— O que você aprontou, Hanna?

— Como assim? Não posso querer fazer um agrado à minha esposa?

— Eu te conheço. Você odeia fazer camarão porque é alérgica ao cheiro. O que está acontecendo?

– Eu sou alérgica, mas você não, e eu gosto de te agradar. – Ela deu de ombros, sorrindo. 

Ela puxou a cadeira para que eu me sentasse. Ergui a sobrancelha diante do gesto, mas fiz o que ela pediu.

O jantar foi tranquilo… Hanna me falava como tinha sido o seu dia, e com alegria me contou sobre a novidade. Eu estava feliz em saber que minha cunhada estava grávida, pois todas nós sabíamos o quanto Micaela e Robson ansiavam por aquilo, e ela vinha tendo dificuldades que acabavam deixando-a frustrada. Eles mereciam aquela facilidade. Além disso, quem não se alegra com a chegada de um bebê? Eu tinha certeza que nossa família iria amar a criança que estava a caminho com todas as nossas forças. 

– O Robson deve estar radiante com a notícia que vai ser pai. 

– Eu não cheguei a vê-lo, mas Micaela me falou que ele estava louco para contar a notícia ao papai. 

– Meu sogro vai surtar com essa novidade. – Segurei em sua mão. – Amor, a comida está uma delícia. 

– Fico feliz que tenha gostado, meu amor. Já te disse que você me faz a mulher mais feliz do mundo? 

– Então vamos dividir o título, porque você me faz sentir igual. – Beijei sua mão e Hanna sorriu.

O jantar foi conduzido na mais perfeita paz e quando terminamos fomos em direção a nossa sala aproveitar o momento para ficarmos um pouco juntas. 

– Vem cá, senta aqui entre minhas pernas. – Ela me chamou e aceitei o convite de bom grado.

– Você parecia tão cansada quando chegou. Me deixa te fazer uma massagem.

Senti as mãos de Hanna pelos meus ombros e costas me deixando totalmente relaxada e entregue. Vez ou outra sentia um beijo em meus ombros ou nuca o que me deixava mais relaxada ainda. Depois de um tempo Hanna me tirou do transe em que me encontrava.

— Tenho um presente para você.  — Ela sussurrou.

Vi Hanna caminhar até o escritório e retornar com uma caixa mediana. Havia ansiedade em seus olhos. 

– Ok, vamos ver o que é isso. 

Desatei o laço vermelho que tinha sobre a caixa e com cuidado fui abrindo observando que dentro continha um urso de pelúcia onde estrategicamente um par de sapatinhos branco com vermelho foram colocados em suas mãos. Ao lado do urso tinha uma pequena caixa de veludo. Eu ainda não conseguia entender o que aquilo significava. Segurei a caixinha de veludo e antes de abri-la busquei os olhos de Hanna, que me analisavam com expectativa. Abri a caixinha e dentro estava uma correntinha banhada a ouro com um pingente de coração. Observei atentamente o objeto e percebi que o pingente abria formando-se dois corações, era exatamente aquele tipo de pingente que podemos colocar fotos em tamanho pequeno.

– Amor, isso tudo é lindo, mas eu não estou entendendo o que significa. – Fui sincera com minha esposa que parecia ansiosa. 

– Dentro da caixinha tem um cartão. 

Procurei o cartão mencionado e logo o encontrei. Observei que a mensagem tinha sido escrita pelas letras perfeitas de Hanna. 

“Agora dentro de mim batem dois corações. Parabéns, mamãe!”

Senti meu corpo tremer enquanto lia e relia aquele cartão sem conseguir dizer uma só palavra. Busquei os olhos de Hanna, que agora estavam petrificados nos meus. Olhei novamente para o ursinho de pelúcia que parecia estar me entregando os sapatinhos de bebê e fez meu estômago revirar.

– Pelo amor de Deus, Marcela, fala alguma coisa ou sou capaz de sofrer um enfarto aqui nessa sala! 

A voz da minha esposa me tirou do transe.

– Por Deus, me explica você tudo isso, porque não estou conseguindo encontrar uma explicação lógica.

Meu coração batia forte e em felicidade com aquela notícia, mas meu cérebro deu uma atrapalhada e não conseguia encontrar uma explicação. Até onde eu sabia, nós não estávamos tentando adotar uma criança, e muito menos estávamos em um processo de inseminação. Em nenhum momento passou pela minha cabeça que Hanna teria me traído, minha esposa jamais faria algo assim, mas eu precisava de uma explicação para tentar conter aquela escola de samba que se formou no meu peito.

– Calma, eu vou te explicar tudo. 

Ao passo em que eu ouvia as palavras de Hanna, meu coração batia ainda mais forte e agora eu me sentia literalmente no Rio de Janeiro bem no centro da Sapucaí durante um dia fervoroso de carnaval. Senti meus olhos umedecer e minhas mãos suarem frio enquanto tremiam. Hanna estava grávida… meu maior sonho estava sendo realizado pela mulher da minha vida. Ela estava me dando um segundo filho, e dessa vez, literalmente eu iria poder compartilhar todos os momentos da sua gravidez. 

– Me perdoa se fiz mal em não te dizer desde o início sobre o processo, mas eu queria tanto te fazer uma surpresa que acabei me empolgando e... – Interrompi Hanna que falava quase sem respirar tamanha era sua rapidez na explicação.

– SHIIIIIIU, não pede desculpas. – As lágrimas agora já caiam sem pedir licença. – Essa é a melhor notícia que vocês podia me dar.

Me ajoelhei diante de Hanna, que agora sorria e chorava ao mesmo tempo parecendo aliviada. Levantei a blusa que ela estava usando e minhas mãos foram de encontro a sua barriga que ainda não apresentava a gravidez. Alisei com carinho e logo deixei vários beijos ali enquanto sentia as mãos da minha esposa fazendo um carinho na minha cabeça.

– Oi meu bebê, aqui é sua mamãe Marcela, eu nem consigo descrever com palavras o quanto estou feliz em saber da sua existência. Saiba que você já é uma criança muito amada por suas mamães. – Beijei novamente o ventre de Hanna que sorria feito boba – Obrigada, meu amor. Você está me dando o maior presente da minha vida.

Busquei os lábios de Hanna em um beijo apaixonado enquanto meu coração batia descompensado. Eu estava tão feliz que eu jamais conseguia descrever aquela sensação. 

– Eu te amo mais que tudo nessa vida, Marcela. Eu amo a família que já temos, e agora nosso bebê só vai chegar para completar ainda mais essa felicidade.

– Eu não sei explicar o que sinto. É muita emoção, é uma sensação única que só quero viver com você. Obrigada pela família maravilhosa que você esta me dando. Eu prometo amar você e nossos filhos para sempre! 

Beijei a boca de Hanna, mas logo voltei a me ajoelhar e encher sua barriga de beijos e carinhos enquanto ela agora gargalhava. 

 

Meses depois

 

Por Hanna 

 

Estávamos na clínica, aguardando a revelação. Marcela andava de um lado para o outro, enquanto eu tentava manter a calma.

— Senhora Hanna Prado Bettencourt.

Entramos na sala, mãos dadas e prontas para saber se teríamos um filho ou uma filha. 

Horas depois, reunimos a família e nossas amigas na casa dos meus sogros. Todos aguardavam ansiosos.

— Então, é menino ou menina? — Micaela disparou.

Gabriela, nos meus braços, também queria saber. Olhei para Marcela.

— A Dra. Celeste preparou uma surpresa para nós. — Eu disse, deixando o suspense no ar.

— Fala logo, Hanna! — Daniela pediu, impaciente.

Marcela sorriu e acariciou minha barriga quando disse:.

— O que vocês vão ouvir agora é um presente em dobro. Nós vamos ser mamães de gêmeos. Dois garotões!

A sala explodiu em gritos de alegria. Meu pai e meu sogro comemoravam como se tivessem ganho a Copa do Mundo. Entre abraços e lágrimas, Marcela sentou-se comigo, acariciando meu ventre.

— Está feliz? — Ela sussurrou.

— Sou a mulher mais feliz do mundo. – Respondi com sinceridade. 

– Já imaginou quando eles estiverem conosco? Aposto que vão parecer com você. 

– Espero que tenham seus olhos castanhos que tanto amo. – Garanti.

– Já eu prefiro que eles sejam iguais a você. 

Ela falou deixando seu polegar desenhar meus lábios. Não demorou para que Marcela tomasse meus lábios em um beijo calmo, porém urgente e cheio de significado. Ter Hanna em meus braços era o meu vício constante, poderia passar anos, e eu jamais deixaria de amar e desejar aquela mulher. 

– Eu te amo para sempre! – Ela falou sustentando meu olhar.

– Nos amaremos até depois do sempre. 

Sorrimos ainda com as testas grudadas e então sentimos o peso de vários braços nos envolvendo, eram nossas amigas que compartilhavam daquela felicidade conosco, era sempre assim, cada uma por todas e todas por nós. 

Estávamos cercadas pelo amor daquelas que sempre estiveram ao nosso lado. Nosso futuro estava apenas começando, e ele seria mais do que poderíamos sonhar.

 

Fim!

Fim do capítulo

Notas finais:

Bom dia! 

Mais uma vez chegamos ao último capítulo da história dessas personagens que marcaram não só a mim em 2019, mas também a tantas outras pessoas. Quem está lendo mais uma vez, espero que tenham gostado dessa edição, e que seus corações tenham sido tocados tanto quanto da primeira vez em que estivemos juntas. Busquei oferecer o melhor para que vocês tivessem o melhor em seus momentos de leitura. Para quem está lendo pela primeira vez, meu desejo é que assim como para tantas leitoras, a história de Marcela, Hanna e suas amigas tenha ganhado um espaço especial em seus corações. 

Obrigada a cada uma que tirou um pouco do seu tempo para estarmos juntas. Que isso possa se repetir por mais vezes :) 

 

Obs: Para ficarem por dentro das novidades do projeto: Os quatro compassos do amor (que terá seu primeiro livro lançado dia 20, sigam o perfil do Instagram: @priskellyautora

 

Um beijo e até já! 


Comentar este capítulo:
[Faça o login para poder comentar]
  • Capítulo anterior

Comentários para 47 - Capitulo 47:
Joanna
Joanna

Em: 16/07/2026

" O amor não se deve somente queimar, mas também aquecer." Johann Goethe

Linda história autora.

Abr

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Informar violação das regras

Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:

Logo

Lettera é um projeto de Cristiane Schwinden

E-mail: contato@projetolettera.com.br

Todas as histórias deste site e os comentários dos leitores sao de inteira responsabilidade de seus autores.

Sua conta

  • Login
  • Esqueci a senha
  • Cadastre-se
  • Logout

Navegue

  • Home
  • Recentes
  • Finalizadas
  • Ranking
  • Autores
  • Membros
  • Promoções
  • Regras
  • Ajuda
  • Quem Somos
  • Como doar
  • Loja / Livros
  • Notícias
  • Fale Conosco
© Desenvolvido por Cristiane Schwinden - Porttal Web