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Entrelinhas de um contrato por millah

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Palavras: 3028
Acessos: 61   |  Postado em: 01/04/2026

Capitulo 43 A senhora W

--quem é você?--a voz calma daquela mulher não diminuiu a arrogância em seu tom.

 

--Abigail..Summer.sou..amiga da Isabela.--revelei e ela arqueou a sobrancelha demonstrando um pingo de surpresa. Seu sorriso se abriu familiar no cantinho da sua boca.

 

--é mesmo?e onde ela está?--perguntou a mulher já lançando olhares para dentro da casa como se não precisasse desta resposta pois ela de certa forma encontraria e isso me deixou curiosa. Quem era essa mulher?

 

--Ela tá dormindo já que está cedo demais para ir ao colégio.--lembrei ela a inconveniência de aparecer tão cedo na porta de alguém. Ela voltou seu olhar a mim mantendo sua seriedade.

 

--hm.isso é novo.que amiga você é.faça um favor,ponha minhas malas para dentro.está frio e alguém pode roubar.--ordenou ela me ultrapassando e entrando como se fosse a dona desta casa e eu deveria ter adivinhado,com certeza era a ex de Daniel e mãe de Isabela.

 

--claro.--suspirei e a respondi quando ela mesma já estava longe dentro de casa.

 

Dei um passo para fora da casa e vi um monte de malas amontoadas na varanda. Eu ia matar o Daniel se eu descobrir que ele fugiu para não receber essa perua.

Guardei as malas e a segui pela casa.

 

Loira pintada e de cabelo cortado precisamente sobre os ombros, ela não me parecia ter mais que quarenta e poucos e a cara nada surpresa com a bagunça da sala, de copos e camisas emboladas no sofá já me deu a pista de como ela seria.

a toalha sobre a mesa que ela avistou de longe fez ela revirar os olhos contendo a imensa e profunda vontade de reclamar.estava nítido que estar ali a incomodava em um grau elevado de estresse que me mantive calada.

 

Ela com todas as suas roupas executivas e bolsa de grife e sem um sorriso no rosto me fez perceber na hora que Daniel só tinha a mesma pose de rico metido que nem ela. Ele era divertido,lindo e acessível.sempre me ajudando no que podia e seu espírito jovem não se comparava aquela dali,que depois de inspecionar tudo ao redor já me lançava um olhar crítico e analítico.

meu pijama curtinho de blusão grande estava sendo massacrado na cabeça daquela mulher. O diabo realmente vestia prada.

 

--anda pela casa sempre assim?--a curiosidade dela foi minha vergonha.

 

--não,eu só..durmo assim. A sorte da senhora é que não está quente,eu costumo dormir sem nada.--não me contive em dizer isto e ela pressionou a mandíbula e seus lábios se comprimiram.

 

Os olhos só não reviraram ao ponto de alcançar o céu porque certeza ela teria um aneurisma.

Ela me odiou.

Suspirou fundo seguindo para o andar acima e pude rir melhor daquela péssima impressão que ela estava tendo de mim. 

Como eu já tinha acordado e com certeza não poderia voltar a dormir depois dessa chegada resolvi fazer o café da manhã. Algo bem caseiro tipo torradas, café com leite,ovos fritos e frios a vontade.a animação da dupla lá encima dava para ouvir de onde eu estava. Isabela conseguiu arrancar uma risada daquela mulher e só sendo filha para tal feito.

Elas desceram e eu já tinha organizado a mesa.

 

--ah mãe você já conheceu a abby?!--Isabela veio depressa trazendo sua mãe a minha vista novamente.

 

--abby?Abigail foi quem me recebeu. Agora sim vejo que as coisas estão em seu devido lugar.--disse a mãe dela me vendo terminar a mesa e não sei porque me incomodei com o olhar dela sobre mim enquanto colocava café em sua xícara.o que ela queria dizer com isto?

 

Olhei para Isabela e ela timidamente negou com a cabeça,um sinal claro para não ligar para o que sua mãe dizia então relevei.

 

--vou me arrumar.fiquem à vontade para comer.--falei mas Isabela estava tão concentrada na mãe que não tinha percebido a peça faltante.

 

--você viu meu pai?--ela me perguntou curiosa.

 

--ele deve ter ido trabalhar.--respondi e ouvi a risadinha daquela mulher.

 

--(rs) Daniel acordando cedo para trabalhar. Eu deveria ter deixado ele tomar mais obrigações quando estava aqui.--disse ela adoçando o café. O tom amargo não melhoraria com aquele monte de açúcar que ela depositava. Meu café não estava tão amargo..

 

--todo dia ele tem se empenhado mãe.

 

--claro, não estou dizendo o contrário.

 

Elas ficaram a mesa com sua mãe perguntando sobre novidades e não esperei um segundo para subir e me arrumar.

 

Depois de um banho vesti meu uniforme e desci mais uma vez e a mãe dela novamente trouxe para o rosto o mesmo olhar,que droga. Eu não estava apresentável agora?me certifiquei no espelho e voltei a ela.

 

--me desculpe ainda não ter perguntado seu nome.--falei me aproximando da mesa.

 

--já sabe o que precisa saber.--ela respondeu e nem mesmo olhou para mim. Isabela ficou chocada.

 

--mãe?!

 

--filha suas amizades nunca tiveram tanta intimidade assim comigo e me chamar de senhora winter já valerá.

 

--(rs) será mais um nome para se conquistar.--falei e Isabela me olhou corada por lembrar de quando nos conhecemos.

 

Engraçado foi o esforço que ela teve para não exibir o sorriso gostoso dela para mim na frente da sua mãe que ficou ali entre nós tentando entender o que aquilo significava mas o barulho da porta se abrindo depressa e Daniel entrando apressado com dois sacos de compras cheios e parando surpreso por nós ver ali encarando sua chegada só deixou ele paralisado.

 

--bom dia Daniel.--disse a ex mulher nada impressionada.

 

--você..chegou cedo.--ele estava mais que pálido parado na sala.

 

--como ficou inteligente dessa forma Daniel?mais uma vez esqueceu que dia eu chegaria e pelas sacolas só está me escondendo que nessa casa nunca tem nada pra comer.

 

--mãe?!

 

--sim.

 

--você já tá comendo.--disse Isabela a lembrando do óbvio.

 

--é que sua mãe filha só quer saber do bom e do melhor.desculpa, eu esqueci de comprar o caviar.--a piada de Daniel seria hilaria se não morressemos no fim.

 

--bem que poderia arrumar a casa neste meio tempo.ela está uma bagunça e que porcaria é aquela lá na varanda?

 

--não fale do meu balanço.

 

--ah ok eu já cansei disso.vou me arrumar para fortcastle.

 

Isabela subiu e segui logo atrás.

 

--minha mãe sempre que vem aqui,leva horas para criticar tudo que meu pai faz e isto se torna um saco em cinco minutos!--o tom aborrecido ja reconhecia a rotina dos dois.

 

--eu acho que ela não foi muito com a minha cara.--falei cuidadosa e Isabela olhou para mim receosa.

 

--não pode de forma alguma deixar ela saber de nós.nunca vi minha mãe gostar de alguém na vida além dela mesma.na primeira oportunidade que teve partiu daqui sem pensar em nós.tenho certeza que vai querer nos separar na primeira chance que tiver.--suas palavras me paralisaram.Isabela estava tão séria que pensei que qualquer erro seria o fim.

 

Ela se preparou e quando pronta descemos já com nossas mochilas em direção a saida.

 

--gente já estamos saindo.--gritou Isabela aos dois que conversavam quase a discutir.

 

--tô vendo e a louça ainda está na pia.--disse ela a nós e não entendi porque desta afirmação.

 

--ela pelo visto não vai se limpar sozinha né.--brinquei mas a senhora winter permanecera em sua espera,algo de mim que para ela deveria ser aceitar e ir limpar. Ela ficou me encarando e eu a ela.

 

--eu limpo. Podem ir meninas.--Daniel se colocou a nossa frente dando encerrada nossa briga de gatas.

 

--valeu Daniel.--sorri satisfeita e isto fez a mulher revirar os olhos.

 

--é por isso que a casa está uma bagunça.--reclamou ela seguindo Daniel.

 

--não começa.--Daniel seguiu a pia e Isabela me chamou para ir.

 

Saímos rápido mas estava na cara da Isabela o quanto estava incomodada com sua mãe.

 

--espero que aguente essa provação.

 

--(rs) ela é quem vai ter que me aguentar.

 

Chegamos em Fortcastle e o dia estava promissor.todo mundo já entrava com um caminho certo,o mural de notas no pátio.

 

Os alunos já se aglomeravam no mural e eu queria distância daquela bomba. 

 

--vamos lá ver.

 

--certeza tirei zero.

 

--para. Seu caderno tem mais anotações do que a professora Irina tem na lousa.--Isabela me pegou pela mão e me levou ate o mural e ela procurou seu nome e o meu e como gelei olhando aquela lista enorme naquele quadro branco de nomes minúsculos, mas Isabela começou sua busca implacável e ver ela ansiosa para encontrar seu nome me deu coragem e procurei o meu. Seria possível que Melo faria esse favor a mim?colocar uma aluna fantasma na lista. Meus olhos pularam tantos nomes que me deixaram mais nervosa a cada momento que ela acabava.

 

--summer..eu fiquei no top três!--Isabela sorriu animada.

 

--(rs) não esperava outra coisa.--falei ainda distante procurando o meu no fim mas Isabela riu.

 

--você tá no top três.

 

--o que??!--olhei desacreditada para Isabela.

 

Meu nome estava lá no alto em primeiro lugar,era inacreditável.Isabela me abraçava me chacoalhando e eu ainda perplexa olhava para meu nome sem acreditar.

 

--eu não acredito que meus rabiscos realmente estavam certos!--me animei deixando Isabela me balançar.

 

--ain sai da frente!--a voz da Morgan veio de longe e já nos atropelou passando na nossa frente.

 

Ela buscou seu nome e seu sorriso foi pro além.

 

--eu nao tô no top três?eu tô no top cinco!?--sentimos a raiva dela.

 

--veja por esse lado você quase nos pegou.Pedro ficou em quarto mas (rs) olha só!--fui sarcastica apoiadando no quadro e vi Morgan ficar vermelha de raiva.

 

--sua culpa!!!--Morgan me empurrou e a olhei irritada.

 

--minha culpa?!--ri desacreditada.

 

--você com seu cheiro de merd* me distraiu!

 

--eu não me cobri de merd* porque quis gata!

 

--aaaagggrrh!!!!--ela agarrou meu pescoço puta mas meu sorriso não durou muito com a diretora vindo na minha direção.

 

Melo me chamou para sua sala e acho que deixei muitas incógnitas na cabeça de quem ficou no pátio. eu fui a esganada e agora estava sendo levada por Melo. Isabela me observou preocupada bem diferente da sorridente Morgan.

Assim que entramos Melo fechou a porta e sempre este simples movimento me causava arrepios.

 

Ela buscou em sua mesa minhas notas e seu sorriso orgulhoso me foi uma surpresa.

 

--parabéns pelo primeiro lugar.foi a nota mais alta do colégio.

 

--e ainda tem gente que desacreditou.

 

--tsc certeza você fez o mesmo. 

 

--ah mas é claro que eu pensaria,competindo com essas mentes de titânio de bolso cheio isso aqui foi uma conquista.pena que não vale de nada.

 

--posso fazer valer.só me pede o que você quiser..--a mão de Melo afastando meu cabelo a procura do meu pescoço me fez ficar em alerta e me afastar,encontrando Melo pasma por ser contrariada.seu sorriso já não existia deixando apenas o punho cerrado próximo da minha cara.

 

--a gente já conversou sobre isso.--falei e ela me olhou seriamente.

 

--claro. Eu deixo você se divetir com aquele pedacinho de gente enquanto só me resta o nada.

 

--eu amo a Isabela!eu não posso trepar com você!

 

--pode!só tirar essa capa de garotinha apaixonada e fuder como summer!--disse ela tentando pegar meu queixo e afastei sua mão.

 

--não vai rolar!--retruquei irritada.

 

--summer essa história com essa garota não vai dar certo.Olha os problemas que você se meteu com ela!tem um assassino atrás de vocês e parece que o mundo é festa.eu posso te dar o que você quiser e em termos de experiência sabemos que eu e você somos as melhores.

 

--não me faz ser rude com você. Eu não quero. Sobre o pedido,sei que isto não vale nada mas mantém meu nome com esta nota se puder é claro.não me faz um fantasma..eu sempre sonhei em estudar em um lugar assim mas infelizmente a vida me cobrou muito.--não escondi minha tristeza vendo aquelas notas na prova.

 

--somente isto?

 

--é o suficiente.

 

--(rs) eu não queria dizer isto..mas tô orgulhosa de você.--disse ela cruzando os braços e finalmente sorrindo.

 

--pra valer?

 

--sim..entendo o quanto isto é importante para você e por causa disto..e apenas isto..te deixo ir.sua aula vai começar.

 

Melo virou chateada mas puxei ela para um abraço e a apertei animada. eu nunca mais a veria como ela queria mas isso era apenas algo que eu sentia.Minhas boas notas tiraram qualquer chateação do meu dia então retornei para a aula e tudo correu maravilhosamente bem.

 

Na cantina meu lanche foi reforçado.até os pivetes aparecerem e levar metade do que eu comia.

Isabela se aproveitou e pegou minha maçã.

 

--vocês são umas pestes.como foram nos exames?--perguntei salvando o resto do meu lanche.

 

--não melhores do que você sabichona. Como fez isto?--perguntou Natalie curiosa.

 

--vou jogar a culpa no assassino. Cai cinco posições e minha mãe vai me matar.--disse Pablo desanimado.

 

--sério que isto é levado a sério pelos pais de vocês?--perguntei e o trio me olhou desacreditado.

 

--(rs) você não tem país não é?

 

--o chato depois disto é que a monotonia vai voltar contudo.graças aos assassinatos o colégio reduziu a feira e com as provas às aulas retornam.

 

--eu agradeço pelo fim do festival.abby viu o assassino muito próximo da gente. Seria uma questão de tempo para ele estar aqui dentro, isso se não contarmos que este realmente não já está sendo um simples aluno ou aluna daqui.--Isabela me deixou pensativa.

 

--não acham estranho o assassino ter sumido?tá calmo demais.

 

--ta sentindo falta dele?eu tô adorando.seja quem for está nos fazendo um favor.

 

--o que não é muito para quem está chorando pelos seus mortos.

 

--o problema é que aqui em Fortcastle ninguém chora por ninguém.

 

Olhar ao redor e perceber que Isabela estava certa com tantos rostos cheios de felicidade totalmente alheios da dura realidade que vivíamos me alertou. Realmente estava calmo demais. 

As aulas correram depressa naquele dia e na saída Isabela deu uma desanimada.

 

--o que foi?

 

--só de pensar que vamos ter que aturar minha mãe no jantar já tá me tirando a fome.

 

--sério que ela é péssima assim?nem percebi.não somos mais crianças e acho que ela pode se comportar um pouquinho.--consegui arrancar de Isabela um sorrisinho.

 

de repente uma buzinada de um carro vermelho que parou na nossa frente me trouxe a visão da senhora winter dentro dele.

Era ela e isabela não estava nada satisfeita. Caminhamos e tinha alguns metros até o carro.

 

--olha lá a sogrinha.--falei apenas para Isabela mas ela me deu um tapinha no braço que me arrancou uma breve risada.

 

--para,não fala nada.--disse ela baixinho quase um sussurro de tão nervosa.

 

--ue.ela tá longe.

 

--mãe?--Isabela avançou os passos assim que ela abriu o vidro.

 

--anda Isabela.seu pai como sempre prefere outra coisa além de nós.precisamos comprar algumas coisas no mercado.quero limpar aquela casa nojenta inteira.

 

Isabela olhou para mim sem palavras e depois de controlar a impaciência ela entrou no carro e caminhei fazendo o mesmo em direção a porta do passageiro a frente mas esta estava trancada. A senhora winter me olhou com estranheza mas botou na cara um sorriso bem amarelo e se aproximou da janela.

 

--pois não?--perguntou ela descaradamente pela janela.

 

--mãe abre a porta pelo amor de Deus. A abby vai com a gente.--Isabela morreu de vergonha pela birra da mãe.

 

--tá bom, tá bom,eu não sabia.você não me diz nada.

 

--tudo bem.--abri a porta e entrei.coloquei o cinto e a senhora winter continuou me olhando o que estava começando a me deixar bem ansiosa.

 

--tá morando com eles?--perguntou ela esquecendo da vida. Sorri e enchi os pulmões para responder.

 

--não mãe!!--Isabela respondeu e girei minha cabeça para o banco detrás encontrando ela com aquela cara de dance conforme a música mas odiei aquela melodia.

 

--ah.--foi uma quebra de realidade minha e a da senhora winter que parecia ter a resposta na ponta da lingua. eu sentia que ela sabia a verdade e mesmo assim preferiu aquela mentira,era um alivio para ela.

 

--algum problema se isto fosse verdade senhora?--confrontei a senhora winter que já se enchia de ar para responder.

 

--mãe a abby só passou a noite lá em casa.somos grandes amigas.--Isabela deu um tapinha no meu ombro me incentivando a mentir e pelo sorriso dela ela estava em pânico com medo da mãe dela descobrir algo, ela só esqueceu que eu entrei naquela porr* de carro pra ir para algum lugar e agora este lugar, a casa dela tinha esta fiscal de amizade, com uma ficha deste tamanho que estava louca para me despachar.

 

--então hoje vai nos acompanhar no supermercado?pode nos levar la mãe?--isabela perguntou e sorriu como se nada estivesse me incomodando. Eu ia ter que participar daquela mentira para agradar Isabela.

 

--pois é..preciso comprar uma pizza.--falei rangendo os dentes para sorrir.-- Hoje é dia de pizza lá em casa.--olhei para Isabela e ela me implorava para continuar essa mentira.

 

--sua mãe deve amar ter uma filha atenciosa assim.tá vendo Isabela.--a mãe dela sorriu religando o carro.

 

Por um momento senti a péssima sensação de que nada ficaria bem.Isabela recostou suas costas no banco péssima sem coragem de me encarar mas dentro de mim um sentimento já conhecido reinou.

 

Aquele maldito sentimento que eu só podia ser dos outros se fosse escondido. Mesmo que em Fortcastle éramos apenas sorrisos apesar de todo dia de luta para existir em paz,isso me trazia para a realidade furando a bolha que eu criei de um mundo só para isabela dentro de mim.nem Daniel sabia da gente e por mais idiota que fosse querer que ele soubesse acho que estou apaixonada o suficiente para me sentir burra e querer gritar para todos que estávamos juntas. De querer que ele nos aceitasse assim como aquela perua mas pelo visto não ia rolar.

 

 

Fim do capítulo


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