Neste capítulo vamos saber um pouquinho do local que Ruama e Maya se conheceram. E algumas coisas que ficaram em aberto por conta da falta de interesse de Ruama de ir em busca de respostas.
Capitulo 2
UNIDADE DE SAÚDE Maria Machado Dantas, fevereiro de 2022.
Conheci Maya no ano de 2022, quando ela foi trabalhar no setor de RX da Unidade de Saúde Maria Machado Dantas, no Litoral Sul da Bahia — Como o antigo ocupante do cargo passou em um concurso noutro município, ela assumiu a vaga deixada por ele.
Nós nos demos bem desde o início, estávamos em constante aproximação por conta do setor em que trabalhava ser vizinho ao dela. — me sentia tão bem em falar com ela — E como ela só trabalhava 2 vezes por semana não tinha como deixar as radiografias na sala dela. — Então era disponibilizada no setor em que eu trabalhava.
Ela era uma pessoa muito prestativa, educada e gentil. — dona de uma beleza sem igual, cabelos pretos, lisos, batiam no meio das costas, o look dela era impecável, de dar inveja em muita gente. — simplesmente, linda. — fazendo jus aos seus 22 aninhos. — A estatura mediana, mais ou menos 1,65 centímetros de altura. — um corpo sem nenhuma grama de gordura adicional, provavelmente frequentadora assídua de academia. — Ficava admirada com o jeito dela se vestir, pois sabia como combinar bem as peças. — Os acessórios se encaixavam perfeitamente nela. — tornando - a destacável em sua beleza.
Na época em que nos conhecemos, trabalhava no setor da farmácia da unidade de Saúde da família. — Ainda não tinha descoberto que era bissexual. — Meus olhos ainda estavam fechados para notar interações no campo à minha volta — Que não a convivência tranquila entre meus colegas de trabalho.
Vivia uma vida apática, voltada apenas para mim. — Sem querer me envolver nas intrigas alheias. — Só tinha interesse em relação aos meus estudos e o trabalho na unidade. — Os horários em que não estava desempenhando minha função. Me voltava para estudar alguma coisa. — Aproveitava o tempo vago para tentar melhorar minha vida. — por isso não me interessava por ninguém e o que elas diziam muitas vezes passavam despercebidos a mim. — Simplesmente fechava meus ouvidos, e entrava num mundo à parte. — O que outras pessoas falavam não despertava minha curiosidade, até porque fazia questão de bloquear as pessoas à minha volta, para que elas não se sentissem no direito de querer saber a respeito da minha vida, só as que me chamavam a atenção.
Certa feita, Maya, se me recordo bem no Dia Internacional da Mulher me deu uma serenata como uma frase referenciando aquela data. — só para esclarecer — (isso não foi único para mim, mas para as pessoas mais próximas dela). E no momento em que me entregou a serenata, me disse algo inteligível aos meus ouvidos. — E que nem procurei saber o que ela havia dito — pois estava muito distraída e também meu radar gay ainda não tinha sido sintonizado para perceber. Cheguei a ficar intrigada, porém deixei passar — Meu mundo era particular, só meu, detestava intrusos à minha volta, então buscava me isolar nos meus pensamentos.
No entanto, ultimamente as coisas começaram a tomar um rumo completamente diferente. Me sinto mais viva, desperta, os instintos mais aguçados. E o mundo a minha volta mais perceptível. — Creio que com a descoberta de minha sexualidade estou me sentindo pronta para vivenciar e explorar novas possibilidades. — E Maya me instiga a querer isso. - Estou permitindo que minha presença seja notada, que meus desejos sejam manifestados. — Mesmo que não dê em nada quanto às minhas expectativas em relação ao outro.
Fim do capítulo
Boa Noite,
Fiquei de trazer o capitulo na terça, mas infellizmente não foi possível. Ok?
Os motivos foram diversos, mas, enfim consegui escrever algo e estar postando aqui para vocês.
Como disse desde o inicio vou necesstar da colaboração de todos para direcionar Ruama em relação a Maya.
Um Abraço!
Espero de vocês, comentários!
Comentar este capítulo:
Sem comentários
Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook: