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A Editora e a Fotograda por candy_davi

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Palavras: 1520
Acessos: 409   |  Postado em: 18/12/2025

Capitulo 1

 

Após mais uma corrida matinal, fiz a minha paragem no café do Sr. Artur que fica pertinho da minha casa, como sempre peço o meu café acompanhado de duas torradas e um copo de sumo de laranja. Dependendo de como o tempo estiver, sento-me na esplanada que fica em frente do parque onde vou correr ou então numa mesa a janela dentro do café.

Aproveito os fins-de-Semana para correr, sempre gostei mas a minha carreira na empresa tira-me o tempo todo.

 Desculpem-me, nem me apresentei, chamo-me Clara Ferrari, tenho 30 anos e sou chefe editora da empresa de publicidade DreamPublish.

Sou aquele tipo de mulher desajeitada, cai, escorrega, tropeça, bate contra as pessoas, derrama bebida quando não deve, a minha mãe diz que eu vivo com a cabeça na lua. Sou solteira, acho que por culpa das coisas que me acontecem que afastam a mulherada.

A minha família sabe da minha opção sexual e sempre me apoiou. A minha mãe ficou triste quando me assumi aos 20 anos, chorou, disse que já podia esquecer a hipótese de ter netos, mas rapidamente recuperou e apenas quer a minha felicidade.

Acabei de tomar o pequeno-almoço, levantei-me para levar como sempre o copo de sumo e o prato para dentro do café e pummmm...

- Nao vês por onde andas? Tas cega? - falou a rapariga irritada com quem eu tinha acabado de chocar

- Eu..eu.. des..desculpa. Estava concentrada nos meus pensamentos e não vi que ias a passar. - respondi olhando para a mulher que tinha a minha frente. Bloqueei olhando para aquela morena de olhos azuis. Ela era linda e senti-me perdida dentro daquele olhar.

- Vais me deixar passar ou vais continuar ai parada a olhar para mim?

- Eu, desculpa mais uma vez, sujaste a tua camisola por minha culpa. Deixa-me dar-te a minha morada, assim poes a camisola numa lavandaria e mandas-me a conta. Acho que e o mínimo que eu posso fazer para remediar o estrago que fiz. - disse

- Olha eu não quero nada teu, ok? Da próxima vez tem mais cuidado. Xau - virou-me as costas e foi se sentar para a mesa

 

Entrei no café do Sr Artur e expliquei o que se passou. Pedi a ele para levar mais um café a mesa da rapariga e paguei. Sai do café sem olhar para ela, afinal de contas eu ja tinha feito asneira suficiente. Coloquei os meus óculos de sol e foi a caminho de casa que ficava a umas ruas de distancia. Após andar alguns metros não resisti e olhei para trás. Vi o Sr Artur a servir o café a morena.

 

O meu apartamento fica no ultimo piso do edifício. Nao vou dizer que é luxuoso, foi decorado a minha maneira, simples e moderno e tem o essencial. Tem 1 quarto e uma Suite, 1 casa de banho, escritório, sala de estar, cozinha e uma varanda espaçosa com vista para a cidade, e o meu refugio, o meu cantinho.

 

Mal entrei dentro dele e dei de caras com a Dª Maria, a minha empregada. Ela trabalhou para os meus pais, viu-me crescer, e quando eu decidi morar sozinha uma das exigências da minha mãe era que eu tivesse alguém conhecido que cuidasse da casa enquanto eu trabalhava. E assim foi, a Dª Maria veio trabalhar para mim e os meus pais contrataram outra senhora para fazer as lides de casa.

Sendo hoje sábado e eu estando em casa ela deveria de tar de folga e não ali em casa.

- Dª Maria, a senhora hoje ta de folga o que esta a fazer cá em casa? Aconteceu alguma coisa?

- Nao aconteceu nada Clarinha, eu foi ao shopping fazer umas comprinhas e aproveitar para passar aqui e ver se precisavas de alguma coisa. Aproveitei e arrumei o teu quarto e já te preparei o almoço. Agora que já chegaste eu posso ir embora. - respondeu-me a senhora na casa dos 55 anos

- A senhora nao existe, nem mesmo nos seus dias de folga deixa-se de preocupar comigo. Ai Dª Maria o que era de mim sem a senhora. Obrigada, agora vou tomar um banho que tou toda suada e suja.

- Suja?? Clarinha o que aconteceu no parque, nao me digas que caiste?

- Nao, não, eu simplesmente no café do Sr Artur choquei contra uma rapariga e acabei derramando o cafe dela em cima de nos duas.

 - Clara! Tu não aprendes! Tua mãe bem diz que tu vives com a cabeça na lua e tem razao. Tenho ate medo cada vez que tu sais de casa. Cuida-te e ate segunda feira. Se precisares de mim liga-me. - Deu-me um beijo e saiu com um sorriso no rosto.

 

Foi para o meu quarto, que era a suite, despi-me e enfiei-me no chuveiro. Fechei os olhos e deixei a agua escorrer pelo meu corpo. Os olhos da morena não saiam da minha cabeça. Nem lhe perguntei o nome. Ela ficou muito furiosa comigo. Ai morena, morena... Sai do banho e decidi parar de pensar naqueles olhos azuis que eu provavelmente nunca mais iria ver a minha frente.

O resto do meu fim de semana passou tranquilamente, fiquei em casa a ler, e vendo filmes. Como diria o meu pai, "na ronha"!

 

Segunda feira chegou com uma rapidez incrível, o despertador tocou as 8:00 em ponto, tomei um banho, vesti o meu fato, olhei me ao espelho, sorri, estava impecavel, tomei o pequeno almoço e sai a caminho da empresa.

 

Ao chegar a empresa Helena, a minha secretaria informou-me que o Roberto estava a minha espera para termos uma reunião. Roberto era o dono e presidente da empresa. Ao longo dos anos fomos criando uma forte amizade.

Após deixar a minha mala no meu escritório, bati a porta do escritório dele, entrei e sentei-me de frente para ele.

 - Bom dia Roberto.

 - Bom dia Clara. Desculpa marcar uma reunia contigo tao cedo mas temos que discutir um assunto que me esta a preocupar. Como tu sabes a Teresa, a nossa fotografa demitiu-se e temos em mãos uma campanha publicitaria para um dos maiores stands de automóveis do pais. Eles querem publicidade televisiva, cartazes, e panfletos. Precisamos de uma fotografa urgente e de uma modelo elegante para as fotografias dos carros.

 - Calma Roberto, fazemos assim, tu tratas das modelos e eu trato de escolher as candidatas para o lugar de fotografa. O que achas? Vou pedir ao Pedro para colocar no jornal um anuncio e faço as entrevistas.

- Obrigada Clara. Vamos la ao trabalho.

 

Voltei para o meu escritório e pedi a Helena para ligar ao Pedro. Expliquei-lhe que queria um anuncio saísse no jornal do dia a seguir. As entrevistas seriam na quarta-feira.

Na terça-feira concentrei-me em ter ideias para a publicidade televisiva do stand. Os donos do stand tinham dado detalhes de algumas coisas que queriam mas deixaram nas nossas maos o projecto final.

A bendita quarta-feira chegou, e eu cheguei atrasada porque tive um furo no pneu do carro e como não sei trocar tive que chamar o reboque. Cheguei eram 09:30, as entrevistas comecavam as 09h00 da manha.

Helena olhou-me com cara de preocupação e eu nem lhe respondi apenas pedi que me trouxesse um café.

Bateu a porta e entrou.

- Dra. Ferrari, o que aconteceu consigo? A senhora não e de chegar atrasada e logo hoje

- Ai Helena, tive um furo no pneu do carro e tive que chamar o reboque e ele nunca mais vinha. Obrigada pelo cafe. Quando sair pode começar a chamar as candidatas.

Passei a manha toda em entrevistas e de 20 candidatas apenas 1 me agradou. Roberto convidou-me para almoçar com ele e com o marido Pedro. Sim esse mesmo. O Pedro a quem eu pedi para por o anuncio no jornal. Eles estavam casados a 1 ano e faziam um casal lindo. Companheiros de vida e companheiros de trabalho. O almoço caiu-me bem, depois de um inicio de manha stressante e um batalhão de entrevistas frustrantes. Contei a eles que de 20 candidatos apenas 1 me tinha interessado mas que esperava a tarde encontrar a fotografa perfeita para a empresa.

Voltamos do almoço mais relaxados. E eu tinha pla frente ainda mais nao sei quantas entrevistas. Entrei no escritório e pedi a Helena para comecar chamar as candidatas. Uma por uma foram entrando no meu escritorio e saindo e eu sentia-me de rastos, pedi para Helena me trazer mais um cafe

-Dra. Ferrari, posso mandar entrar a 6ª candidata?

- Sim Helena pode.

Eu estava a olhar para uns papeis ate que ouvi uma voz que me soou conhecida.

- Boa tarde, o meu nome e Liz Anderson, aqui esta o meu curriculum. - disse a rapariga avançando para a minha a minha secretaria.

Quando levantei o meu rosto, nao quis acreditar no que os meus olhos viam. A morena dos olhos azuis que eu tinha chocado no cafe do Sr Artur.. a dona dos olhos azuis que me atormentaram todo o fim de semana estava ali.

 

Fim do capítulo


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