Me chame de utópica
De ingênua e o escambau
Mas mesmo ferida
Não consigo parar de sonhar
Sou feita de sonhos
Me desprendo do que é real
Quando a vida cobra o preço
E a luta parece não terminar
Sou utópica, mas ferida
Nesta distopia de vida
Que o preconceito fortalece
Mas em meio às lágrimas
Há um sopro de esperança
E me firmo nisso para lutar.
Fim do capítulo

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