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เจ้านายที่รักของฉัน ( Minha querida chefe) por Gn93

Ver comentários: 1

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Palavras: 1617
Acessos: 1305   |  Postado em: 28/10/2023

Capitulo 27

Sisuwan 

 

Fiquei aliviada ao descobrir que Anong não iria deixar a Tailândia, a jogada da tia Malee de ter vindo para cá me ajudou muito a ter uma vantagem, não poderia perder a mulher da minha vida, estava tão difícil de ficar sem ela. 

 

- Então e o casamento? - Perguntou-me fazendo olhá-la, peguei sua mão e beijei, estávamos indo para casa de Ayla, sua mãe parecia que ficaria conosco por alguns meses. 

 

- Minha mãe me libertou, pode ser ilário dizer isso, mas parece que agora estou livre, podemos ficar juntas. - Seu sorriso largo me deixou sem reação, suspirei apaixonada. 

 

- Que saudade estava desse lindo sorriso. - Falei passando minha mão livre no seu rosto, Anong corou de vergonha a deixando adorável, me inclinei para beijá-la, mas logo nos separamos sentindo uma pancada no carro. - Que merd*! - Xinguei olhando no retrovisor, um carro estava nos seguindo, tentei olhar quem era, mas não conseguia ver os vidros escuros. 


- O que está acontecendo? - Anong estava apavorada, tentei desviar da outra pancada, mas não consegui, pisei fundo no acelerador ganhando vantagem. Meu celular tocou na mesma hora, e vi que era Ploy. 

 

- Onde vocês estão? - Olhei para Anong e ela olhou no retrovisor tentando ver quem estava atrás de nós.

 

- Tive que desviar o caminho, parece que estamos sendo seguidas. - Falei franzindo, virei o volante com tudo desviando dos carros na minha frente, olhei para o lado e vi que estava tentando nos ultrapassar. 

 

- Como assim? - Perguntou preocupada, mas não tive tempo de responder. 

 

O carro foi jogado todo na nossa direção, acabei perdendo o controle e Toretto voou, saímos tombando com o carro para fora da estrada, primeira coisa que fiz foi colocar meu braço na frente de Anong para ela não ser atingida pelo airbag, então só vi uma escuridão. Não sei quanto tempo estava desacordada, só sei que acordei com o carro virado, vi que estava saindo fumaça, olhei para o lado e Nong estava desacordada.

 

- Angel por favor acorda! - Chamei, então soltei seu cinto e o meu consegui arrastar seu corpo para fora do carro com muita dificuldade, meu braço estava doendo e todo ensanguentado. - Amor por favor acorda, fala comigo! - Chamei novamente e nada dela responder, comecei a entrar em desespero, passei meu braço por debaixo dela e fui me afastando, logo houve uma explosão atrás de nós, quase perdi o equilíbrio. 

 

Várias sirenes foram ouvidas, me ajoelhei com seu corpo no chão, gritava para ela acordar e nada dela responder, uma dor dilacerante tomava conta do meu peito, não podia perder a mulher da minha vida, não agora que estava ficando tudo bem. Senti ela ser tirada dos meus braços, tentei impedir, mas me seguraram, os médicos eram ágeis, colocaram ela na maca e já enfiaram-na dentro da ambulância me deixando para trás chorando em desespero. 

 

- Anong! - Gritei no chão em meio ao choro. 

 

- Senhora venha conosco, você precisa de cuidados. - Falou alguém tentando pegar no meu braço. 

 

- NÃO EU QUERO MINHA MULHER, CADÊ ELA! - Gritei desesperada, a médica insistiu novamente. 

 

- Ela vai ser cuidada agora, por favor venha conosco, se acalme. - Pediu, não me movi ainda ali no chão em prantos, senti alguém tocar no meu ombro, olhei para cima era Ploy, então me levantei, e cai sobre seus braços, tudo que vi novamente foi escuridão. 

 

Algumas horas depois:

 

Ela está acordando! - Ouvi alguém dizer, pisquei várias vezes tentando assimilar o que estava acontecendo, uma dor na cabeça e no braço me fez não conseguir me mexer, olhei em volta e estava quase todo mundo ali, minha mãe, Ploy, Hange e Ayla. 

 

- Não se mexa filha, você perdeu muito sangue. - Franzi pela dor, então comecei a soluçar lembrando de Anong. 

 

- A-angel, Cadê a Angel? - Perguntei chorando, minha mãe pegou na minha mão me olhando com pesar. - CADÊ A MINHA MULHER! - Gritei entrando em desespero, comecei a me debater novamente pegando todo mundo de surpresa, a médica entrou no quarto aplicando algo na minha veia e fui me acalmando aos poucos. 

 

- Ela vai se acalmar agora, talvez queiram esperar lá fora. - Ouvir dizer antes de apagar mais uma vez. 

 

Acordei com uma claridade vindo de fora, olhei em volta e estava no hospital ainda, achei que tudo aquilo tinha sido só um pesadelo, que ia acordar e veria seu rosto na minha frente, que ela sorriria para mim e tudo iria ficar bem, porque era assim, tudo ficava bem quando via aquele brilho em seus olhos e o sorriso mais lindo do mundo, só ela que conseguia me acalmar. 

 

- Está mais calma querida? - Perguntou mamãe passando suas mãos pelo meu cabelo, balancei a cabeça. - Quer água? - Perguntou, senti minha boca seca e balancei a cabeça concordando, com um pouco de dificuldade sentei na cama e ela me deu um copo. 

 

- Parece que alguém já está acordada. - Disse tia Malee entrando no quarto, ela se aproximou pegando em minhas mãos. - Como você está? - Ela estava com olheiras enormes denunciando que não tinha dormido nada, além de ter chorado muito. 

 

- Acho que bem, só com dor no braço. - Falei mexendo um pouco e parando quando senti latejar. 

 

- Não se esforce querida, você quase perdeu seu braço, estava sangrando muito. - Abaixei a cabeça, ela começou a chorar e olhei confusa, ela beijou minha bochecha. - Muito obrigada minha filha, se não fosse você para parar aquele airbag, sabe lá o que tinha acontecido com a minha menina. - Agradeceu chorando, eu a encarei.

 

- Cadê ela tia? Cadê minha Angel? - Perguntei aflita, tia Malee baixou a cabeça.

 

- Ela está desacordada ainda, ela bateu a cabeça forte, parece que teve um traumatismo, o médico falou que ela está fora de perigo, porém ela ainda não acordou. - Estava atordoada, então fui tentar me levantar da cama. 

 

- Quero vê-la, deixe-me. - Falei quando ela tentou me impedir, então a olhei suplicando e depois para minha mãe.

 

- Deixe-a Malee, essas meninas já ficaram muito tempo separadas, quem sabe se não escutar a voz da minha filha ela não acorde. - Tia Malee concordou com um fio de esperança. 

 

Elas me ajudaram a chegar no quarto de Nong, quando cheguei perto dela meus olhos começaram a se encher de lágrimas, ela estava pálida, um barulho dos aparelhos indicando que ela respirava calmamente. Aquilo parecia um pesadelo, cenas que vemos só em filmes, porém estava acontecendo comigo, ver a minha mulher ali deitada me deixou incapaz, uma inútil. 

 

- Por favor não me deixe Angel, me recuso a ficar sem você, me deixe ver seus olhos, ou seu lindo sorriso para acalmar meu coração. - Não houve nenhuma resposta, segurei em sua mão e nada nem uma sinal, Tia Malee começou a chorar, puxei a cadeira me sentando do seu lado. - Vou ficar aqui com ela, podem ir descansar. - Falei fazendo um carinho em seus cabelos.

 

- Tem certeza filha? - Perguntou mamãe, concordei. 

 

- Leve a Tia Malee, ela precisa de um descanso, pode deixar que agora cuidarei dela até ela acordar. - Falei sorrindo fraco, mamãe concordou e veio até perto da Anong, beijou sua testa me pegando de surpresa. 

 

- Ei menina, acorde logo precisamos conversar, não faça mais minha filha sofrer. - Sorri com suas palavras, ela piscou para mim e saiu com a tia Malee. 

 

- Tá vendo acho que você conseguiu conquistar a sua sogra Angel.- Disse e fiquei parada esperando algum sinal, suspirei quando não aconteceu nada. 

 

Passei a noite toda na cadeira, a médica tentou me tirar da sala, mas acabei discutindo com ela, então com muito custo vendo que já estava bem, ela retirou o soro do meu braço e deixou algumas recomendações de não fazer esforço, concordei com tudo, mas sabia que nada do que ela pediu iria fazer. Já estava de madrugada, acabei caindo no sono, escorada na cama, quando escuto um barulho apitando, olhei confusa e vi vários médicos entrar apressados no quarto.

 

- Ela está tendo uma parada rápido! - Gritou um enfermeiro pegando um aparelho.

 

- Não, não! - Pronunciei já chorando. - NÃO! - Gritei, senti algumas mãos me pegarem e tentei lutar chorando sem parar, vendo minha mulher morrer, eles estavam alvoroçados tentando reanimá-la. 

 

- MAIS UMA VEZ! - Gritou um deles, a máquina ainda sem fazer movimento, me ajoelhei no chão. 

 

- Angel, por favor! - Supliquei baixo. - ANGEL NÃO ME DEIXA! - Gritei abaixando a cabeça e logo tudo ficou em silêncio, escutamos um apito, depois outro, levantei minha cabeça, mais alguns voltaram a apitar. 

 

- Ufaa deu certo! - Comemorou um dos médicos, sai correndo para perto dela sorrindo alegre, encostei minha testa na sua mão e senti um toque, olhei assustada e a vi fechar a mão. 

 

- Ela está mexendo! - Disse olhando para todos sorridente, eles analisaram ela e viram ela resmungar. 

 

- Espere lá fora, senhora Sisuwan, temos que examiná-la. - Concordei e beijei sua cabeça. 

 

- Eu volto logo meu amor! - Falei feliz ainda chorando, sai para fora e vi mamãe abraçada com Tia Malee, Ayla com Ploy e Hange sentanda. - Ela está acordando! - Disse animada, todas gritaram felizes, Tia Malee correu para me beijar e abraçar feliz. 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

" Oii meninas hoje já vim com fortes emoções!"


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Comentários para 27 - Capitulo 27:
patty-321
patty-321

Em: 30/10/2023

Oi . Caraca, que sofrimento. 

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