Capitulo 18
Sisuwan
Agora estava tudo completo, tinha me declarado para Anong, meu alívio de saber que tudo era recíproco, tudo nela era maravilhoso, perfeito, nosso beijo se encaixava perfeitamente, nosso abraço. Estava sentada com ela encostada em mim no sofá, sorri quando ela estremeceu quando beijei seu pescoço e cheirei, era meu cheiro favorito, seu perfume, tinha um doce aroma de paz.
- Eu gosto do seu cheiro. - Falei e ela corou, se levantou para me olhar, tocou meu nariz e me beijou.
- E eu dos seus lábios, são macios. - Disse olhando para eles, fiz um biquinho de peixe a fazendo dar risada.
- Volta para casa comigo? - Perguntei, ela me olhou confusa e eu rir. - Aquela casa é tanto sua quanto minha, tem roupas suas lá. - Ela cruzou os braços.
- Roupas que você comprou. - Me inclinei e beijei sua bochecha, ela era tão fofa bancando a durona.
- Não importa, volta comigo, sem você lá não tem graça, não posso chamar de… casa. - Ela me olhou com um brilho lindo nos olhos, acho que minhas palavras tinha tocado em seu coração, ela rapidamente pulou no meu colo me enchendo de beijos me fazendo dar risada.
- Claro que eu volto, minha pequena Sisu! - Comemorei a fazendo gargalhar, dei-lhe mais alguns beijos e me aconcheguei em seu abraço, era tão bom estar ali com ela.
O dia foi perfeito, Anong voltou comigo para casa, tinha que confessar, aquele lugar não era a mesma coisa sem ela, parecia vazia sem ânimo, ela deixava tudo mais colorido e vivo, até mesmo meu coração, passei um longo tempo na minha vida me preservando, vivendo uma vida sem amor, que agora achava estranho ter alguém que realmente estivesse apaixonada. Já estava beirando a noite quando resolvi tomar um banho rápido para fazer um jantar especial para ela, coloquei uma música baixa ambiente para criar um clima gostoso, abri meu vinho preferido, talvez ela gostasse também de tomar, melhor que soju. Me encostei na bancada, solvi um gole na boca experimentando sua essência, não percebi que estava sendo observada, até ela fazer sinal com a garganta a limpando, olhei para aquela mulher e não pude deixar de sorrir diante sua beleza, ela estava vestida com um short jeans e uma blusa soltinha de bolinhas, os cabelos presos em um coque mal feito a deixava muito sexy.
- Você está linda. - Falei me encostando mais na bancada, ela sorriu tímida e se aproximou, tomei mais um gole de vinho sobre seu olhar.
- Quer vinho?Pego um copo para você. - Ia me inclinar para pegar um copo e ela me impediu balançando a cabeça.
- Eu quero provar daqui. - Disse com uma voz provocativa tocando meus lábios, engoli em seco trocando de pé e tomei mais um gole sobre seus olhos atentos a minha boca, ela se inclinou e colou seus lábios no meu, puxei sua cintura para grudar seu corpo no meu abrindo passagem para um beijo mais quente. - Acho que gosto mais de vinho assim. - Falou se afastando me olhando com intensidade, sorri de canto.
- Uma ótima apreciadora de vinhos então. - Ela deu risada e voltou a me beijar, comecei a espalhar beijo pelo seu rosto, fui para sua orelha puxando com o dente, quando ia beijar seu pescoço ela me empurrou um pouco, ela estava ofegante.
- Acho melhor a gente comer, vai esfriar. - Eu olhei confusa, ela respirou fundo se afastando de mim, ia perguntar o que aconteceu ela logo se virou olhando a mesa fugindo do meu contato. - Ei você aprendeu a cozinhar aonde, você faz tanta coisa! - Falou admirando a mesa posta, essa noite resolvi fazer uma massa italiana que aprendi em um programa culinário.
- Essa não posso revelar, vai ter que me matar para te contar. - Brinquei me aproximando da mesa, puxei a cadeira para que se sentasse. - Hoje fiz um especial, Baccalà alla Vicentina, uma receita italiana que vi num programa de Chef. - Ela me olhou admirada.
- Não acredito que você veja esses tipos de programa! - Eu a olhei indignada.
- Você pensa que sou o que? Acha que fico vendo o jornal, ou aqueles programas de modas? - Perguntei fingindo estar ofendida, ela fechou a boca sem graça piscando várias vezes.
- Não queria ofender, desculpa. - Falou sem jeito, sorri, não aguentava esse jeito dela inocente.
- Calma Angel, só estava brincando. - Me inclinei para beijar sua bochecha e recebi um tapa em troca me deixando perplexa.
Sentamos para comer, tenho que dizer não foi porque fiz, mas estava uma delícia. Anong comia com tanto gosto que me fez ficar ainda mais satisfeita, porém o que estava me tirando a concentração era seus gemidos, algumas vezes ela fechava os olhos, parecia que estava vendo alguma pornografia, me remexi inquieta na mesa. Tomei um longo gole de vinho para me refrescar, estava ficando quente, olhei para ela que estava com o canto da boca sujo, então me inclinei a pegando de surpresa e limpando, nossos olhos se cruzaram, ficamos um bom tempo nos encarando.
- Se toda vez eu cozinhar e você apreciar feito uma atriz de filme erótico… - Ela ficou sem reação com a minha sinceridade, ficando mais vermelha igual tomate, então sorri. - Acho que agora vou ter muito mais gosto de cozinhar. - Falei encarando sua boca, para então puxar sua cadeira para perto de mim e tomar seus lábios em um beijo carregado de desejo.
Desci meus lábios para seu pescoço dando leves ch*padas e mordidas, Anong arfou me dando coragem para ousar mais, apertei sua coxa a fazendo apertar as pernas juntas, ela arranhava minha nuca enquanto a atacava seus lábios, mordi-os puxando, ela me encarou com um brilho diferente nos olhos, sabia que ela estava me querendo, eu também não estava diferente, mas não sabia como faria aquilo.
- Vamos subir? - Ela perguntou me deixando surpresa, concordei com a cabeça tímida, ela agarrou nas minhas mãos e me guiou pela escada.
Chegando no quarto parando em frente a cama, Anong se aproximou me beijando novamente, segurei nos dois lados da sua cintura, ela foi beijando meu pescoço da mesma forma que fiz com ela, apertei sua cintura quando senti uma fisgada no meio das minhas pernas, estava completamente nervosa, nunca tinha feito nada disso com ninguém.
- Está tudo bem? - Perguntou ela se afastando percebendo meu nervosismo, me senti uma inútil por estar tão tímida nessas horas.
- Desculpa é que nunca… - Falei a encarando ficando vermelha, ela concordou, sentou-se na cama e bateu do lado dela para que acompanhasse.
- Se não quiser fazer nada, podemos só ficar… - Balancei a cabeça rápido desesperada, ela ficou confusa.
- Não! Quer dizer, eu quero fazer. - Falei rápido ela deu risada. - Só me desculpa por estar tão nervosa, estou animada, então fico travada. - Ela concordou e passou sua mão no meu rosto em um carinho singelo, sorri.
Puxei seu queixo trazendo seus lábios junto aos meus em um selinho que logo se transformou em um beijo mais intenso, ousei com a minha língua que prontamente ela ch*pou me tirando um gemido, voltei a ter mais coragem, me sentia quente novamente, me afastei a empurrando um pouco para que se deitasse na cama, me inclinei sobre ela rodeando meu braço na sua cintura para que subisse mais um pouco na cama. Nos olhamos com intensidade para que depois começar a nos beijar com fome, ela mordia meu lábio inferior puxando com força, nossos gemidos se misturando, minhas mãos começaram a passear pelo seu corpo, apertando sua cintura, descendo para suas coxas, rodeei até sua bunda cravando minhas unhas, ela começou a beijar meu pescoço, lambendo sensualmente e ch*pando. Já não estava me aguentando de tanto desejo, retirei sua blusa deixando-a apenas de sutiã e short, arfei admirada com o volume que ela tinha, além de estar com um sutiã branco rendado, igualzinho no meu sonho.
- Acho que já vi isso. - Pensei alto, ela franziu confusa.
- Que?! - Perguntou, dei risada e balancei a cabeça voltando a me concentrar no seu pescoço, não podia parar agora só para contar um sonho.
Mordi o lóbulo da sua orelha ch*pando, Anong arranhou meu ombro, fechei os olhos com força sentindo uma leve dor, isso com toda certeza iria ficar marcado, mas estava muito excitada para me incomodar. Passei minha mão por trás das suas costas agora dando atenção aos seus lábios, ia abrir o fecho quando levei um susto.
- Aaah! Merda de novo não! - Falei com a mão na cabeça, Anong tinha me jogado no chão tão rápido com o susto do toque do seu celular que bati a cabeça no móvel.
- Eei, pequena Sisu! Você está bem? - Ela me olhou inclinada na cama preocupada, olhei franzindo por conta da dor e dei um sorriso falso.
- Tudo certo, já estou acostumada a ficar no chão, acho que vou comprar até um capacete. - Zombei ela fez um bico emburrado fofo, não tinha como ficar brava com uma criaturinha daquela.
- Desculpa Sisu. - Ela estava chateada, então sorri me inclinando no chão e puxando seu rosto para junto do meu, depositei um selinho, quando ia evoluir de novo para um beijo, o celular tocou. - Droga quem me liga! - Bateu na cama brava e gargalhei, ela pegou seu celular no móvel e me mostrou a tela escrito "Mãe", fiz um sinal para que atendesse.
"สวัสดี! แม่!" ( Oii, mãe!") - Atendeu se levantando da cama indo até a janela.
Resolvi me levantar do chão e ir para cama, suspirei olhando em volta, " Merda faltou tão pouco!", pensei me repreendendo, encostei a cabeça na cabeceira e fechei meus olhos, em alguns minutos senti mãos quentes tocarem minha face em um carinho, amava aquele contato dela, sorri abrindo meus olhos, aquele olhar doce que ela me lançava me deixava tão calma.
- E então? - Perguntei a analisando, ela me entregou o celular me deixando confusa.
- Ela quer falar com você, te conhecer. - Disse com receio, confesso que fiquei um pouco sem graça, talvez apavorada, peguei seu celular, mas não tinha nenhuma chamada, olhei confusa para ela.
- Acho que ela desligou. - Pegou o celular da minha mão analisando, então respirou fundo dando de ombros, abriu minhas pernas um pouco e se sentou de costas entre elas, comecei a fazer um carinho no seu cabelo, até ouvirmos o toque novamente, ela olhou e era uma chamada de vídeo.
- Acho que ela quer nos ver. - Concordei colocando meu queixo em cima da sua cabeça e passando meu dedo na tela para que atendesse a ligação.
"โอ้ ขออภัย สายหลุด!" ( Ooh, a ligação caiu!) - Disse uma senhora muito bonita, ela era parecida com Anong, só que uma versão mais velha, tirando também que seus cabelos eram pretos, os de Anong eram mais claros puxado para o castanho, seus olhos também eram claros, igual da minha Angel.
"Tudo bem mamãe, quero lhe apresentar Somwang Sisuwan." - A senhora me analisou e sorriu igual Anong, já entendi de onde vem aquele sorriso que me tirava a concentração.
"โอ้ที่รัก ยินดีที่ได้รู้จัก!" ( Oh minha querida prazer em conhecê-la!) - Disse de um jeito animado, fazendo uma referência, dei risada também fazendo uma referência.
" Mamãe consegue nos entender, não precisa falar em tailandês. - Anong explicou ela concordou.
" Prazer senhora Wongsa." - Ela me olhou séria.
" Eita, me senti uma velha agora, só me chame de Malee" - Gargalhei concordando.
" Então tá, que tal tia Malee?" - Perguntei, ela sorriu singela.
"Melhorou agora me sinto mais nova! Oh Anon ela é bonita mesmo!" - Fiquei sem graça, Anong tapou o rosto com a mão de vergonha também.
" Mamãe não precisava falar essas coisas."
" Anong falou muito bem de você minha querida Somwang, ela virou uma fã sua, tinha que ver os olhinhos dela brilhando, faço muito gosto desse namoro de vocês, além de gostar mais do que daquela outra que ela estava, menina sem futuro nenhum…" - Anong não deixou ela continuar a falar e dei risada.
" Mamãe já chega né, não vamos falar de coisa ruim, além disso não estamos namorando, estamos nos conhecendo ainda. " -Anong parecia bem mais sem graça seu rosto estava todo vermelho a deixando adorável.
" Pois bem já tem minha benção viu querida Somwang, quero muito que vocês sejam felizes, um casal muito lindo, olha só a carinha de apaixonada de vocês." - Anong sorriu agradecendo a mãe.
" Obrigada Malee, pode deixar que não perderei tempo." - Falei para receber um beliscão na perna.
" Então tá meninas, boa noite."
" Boa noite mamãe!"
"Boa noite tia Malee!"
Após nos despedir da tia Malee, Anong se virou para mim me analisando queria saber o que ela pensava, então ela sorriu e me puxou para um beijo.
- Vamos dormir? - Perguntou, concordei. - Então boa noite pequena Sisu! - Disse se afastando de mim e se arrumando do outro lado da cama
- Boa noite Angel! - Respondi me inclinando para beijar seus cabelos.
Não demorou para que pegasse no sono, fiquei um tempo admirando-a dormir sem conseguir desligar minha mente, suspirei, estava perdidamente apaixonada por ela, cada detalhe me deixava admirada. Sem fazer barulho levantei da cama, ajeitei o cobertor para cobri-la, então lhe beijei a face e apaguei as luzes, dei uma última olhada para ela antes de sair pela porta. Estava inquieta andava de uma lado para o outro na sala, já fazia um tempo que estava assim, até escutar um barulho de carro na minha porta, corri para atender, fiquei com medo de Anong acordar.
- Finalmente você chegou, já estou sem unha nenhuma de tanta aflição. - Ploy gargalhou alto, olhei desesperada para a escada, fiz um sinal de que fizera silêncio. - Entre logo ela está dormindo não faça barulho.
- Qual a emergência dessa vez querida? - Perguntou assim que a guiei até a sala, servi um copo de vinho e ofereci para ela que recusou, tomei um grande gole nervosa, como amava aquilo, vinho certamente me relaxava e dava coragem. - Pelo visto a coisa é séria mesmo, vai com calma nesse vinho. - Brincou e a olhei séria.
- Não zombe de mim Ploy. - Disse e respirei fundo. - Preciso de uma ajuda sua, umas dicas de… - Travei na hora de falar, estava sem jeito de como levar aquela pergunta.
- Dicas para? - Me encorajou, passei minhas mãos no rosto. - Ei, sabe que pode me pedir qualquer coisa, somos amigas, lembra? - Concordei mordendo a boca nervosa.
- Sexo, preciso saber como fazer sabe... - Falei rápido ela demorou um tempo para assimilar, piscou várias vezes, abriu e fechou a boca, olhou para escada, depois que sua ficha caiu, sua boca abriu chocada.
- Espera, quando isso aconteceu? - Perguntou apontando para escada e para mim, então lembrei que esqueci de contar esse grande detalhe a ela, me joguei na poltrona respirando fundo.
- Hoje, eu disse a ela que gosto dela, ela disse que gosta de mim, nos beijamos, só que não passou mais disso, fiquei nervosa a mãe dela ligou, ela dormiu e agora estou me humilhando aqui para saber sobre sex* com a minha melhor amiga. - Disse tudo rápido, tapei meus olhos com a mão. - Sou um desastre! - Me repreendi, ouvi Ploy dar risada, ela tirou minhas mãos do meu rosto e as segurou entre as suas.
- Minha querida não vou passar a mão na sua cabecinha oca, porque você falhou na missão hoje. - Fechei a cara para ela retirando minhas mãos das suas rápido. - Mas como uma boa amiga, irei te dar uma dica básica. - Olhei para ela, respirei fundo.
- Diga qual é? - Olhei fingindo desinteresse, ela sorriu.
- Querida, você tem duas mãos, cinco dedos e uma língua, use-as, vai saber o que fazer quando chegar a hora, só mais uma dica explore o que você tem, uma hora você aprende. - Olhei para minhas mãos, coloquei minha língua para fora confusa. - Oh meu Deus meu bebê é tão inexperiente. - Falou tocando minha cabeça.
- Isso vai dar certo, tenho confiança! - Falei fingindo ter o que não tinha para não sair feio na história, ela riu, escutamos um barulho e arregalei meus olhos. - Você precisa ir agora, ela não pode te ver aqui! - Me desesperei levantando rápido.
- Ok! Mas por onde eu vou? - Perguntou, logo ouvi a porta do meu quarto ser aberta, corri com Ploy para a porta, mas ia dar na cara, corri com ela até a janela atrás das cortinas, mas dava pra ver seu pé, então tive uma ideia.
- Pule a janela! - Disse batendo meu punho nas mãos, ela me olhou indignada.
- E o que? Nem pensar! - Ouvi barulho na parte de cima vindo para a escada, então empurrei minha amiga até a janela.
- Vai logo! - Ela respirou fundo, se apoiou em mim desajeitada e subiu na janela, ouvi passos na escada e sem querer empurrei Ploy que caiu da janela fazendo um barulho.
- Pequena Sisu? - Gritou Anong da ponta da escada, corri para sentar no sofá, coloquei meu cotovelo no encosto, cruzei minhas pernas. - O que faz aqui? - Perguntou confusa cruzando os braços.
- Ah, oi, Agel, estava sem sono vim para cá. - Falei dando um sorriso rápido, ela olhou para a janela aberta, fechei meus olhos com força, "Burra, esqueci de fechar a janela!"
- Estava sozinha? Escutei um barulho. - Perguntou desconfiada indo até a janela, pensei rápido.
- Eu estava assistindo, desculpa ter te acordado. - Falei e ela se virou para mim franzindo, peguei no controle balançando, ela pareceu se convencer. - Vamos subir, estou com sono agora. - Disse fingindo bocejar, ela sorriu e concordou.subimos as escadas de mãos dadas, quando íamos deitar, ouvi meu celular vibrar chegando uma mensagem, olhei para o visor e suspirei.
Ploy: Amanhã você me paga Somwang, me ferrei toda!
Fim do capítulo
" Oii meninaaas, vamos de mais um capítulo para animar! Até a próxima!"
Comentar este capítulo:
jake
Em: 25/10/2023
Eita que a Ploy teve que pular a janela literalmente rsrs bom quando a gente pensa que vai andar sempre acontece algo,a mãe cascavel e o pau mandado do noivo estão muito quietos oq será que estão aprontando.?
E autora vc bem que podia dar um jeitinho neles né?
A Som bem que poderia abrir o seu próprio negócio ou vc poderia mandar a mãe dela ir pra outro país ou mesmo o Dao poderia sumir se apaixonar por outra .Nossas meninas merece ser feliz...
[Faça o login para poder comentar]
Deixe seu comentário sobre a capitulo usando seu Facebook:
[Faça o login para poder comentar]