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Whitout me por Kivia-ass

Ver comentários: 3

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Palavras: 1196
Acessos: 1633   |  Postado em: 13/02/2023

Notas iniciais:


É algo único!

POV THEO 

A morte de Sam me deixou sem chão, ela não merecia isso, sempre foi tão carinhosa comigo, cuidou de mim como uma verdadeira mãe, não conseguia entender o motivo dela ter partido.

-Já está na hora, meu amor. – Catarina me tirou dos devaneios quando entrou no quarto. – Hey, sei que é difícil, mas pensa nos seus momentos bons ao lado dela.

-Por que tinha que ser assim? – Abracei minha namorada e deixei as lágrimas lavarem meu rosto.

-Isso não tem explicação. – Catarina beijava meus cabelos. – Mas eu tô aqui e não vou sair de perto de você.

-Eu te amo. – Falei baixinho escondendo meu rosto em seu pescoço.

Catarina não saiu do meu lado em momento algum, ela foi meu suporte e até ajudou minha mãe com a parte burocrática, meu pai estava arrasado, se não fosse pela ajuda das duas, não saberiamos se dariamos conta. O velório foi algo íntimo, apenas pra Família, minhas amigas vieram e prestaram condolências, os familiares de Sam vieram de Londres, prestar as últimas homenagens. A parte mais triste foi o momento do enterro, se Catarina não estivesse ali e não teria aguentado sozinha. Parece que essa é a hora que a ficha cai e você se toca que nunca mais vai ver a pessoa.

-Theo, vamos pra casa? – Meu pai e eu estávamos encarando o monte de terra. – Vocês dois precisam descansar.

-Gael? – Minha mãe se juntou a nós. – Você não comeu, não dormiu, desse jeito seu corpo não aguenta mais.

-Pai, meu irmão precisa de você. – Coloquei minha mão em seu ombro. – Vamos pra casa?

Ele balançou a cabeça se virando para me abraçar, o tempo estava nublado e algumas gotas caíram sobre nós. Encarei o céu e depois o meu pai.

-Eu preciso de você, pai.

Gael sempre vai ser o meu pai, ele sempre esteve ao meu lado, cuidou de mim, me protegeu e eu não sou ingrata, agora chegou a minha vez de retribuir tudo o que meu pai fez por mim um dia, vou cuidar dele e do meu irmãozinho, somos uma família.

Minha mãe levou meu pai pra casa dela e eu fui com Catarina para a nossa casa, eu precisava descansar, mais tarde iremos até o hospital ver como meu irmão estava. Agora ele é quem precisa de toda a atenção, tenho fé que ele vai superar isso e em breve vai estar junto da gente, saudável e forte.

-Vou preparar algo pra você comer, tá bom? – Entramos no nosso quarto e Catarina logo foi falando. –Toma um banho e eu trago aqui pra você.

-Fica aqui comigo? – Pedi, com a você chorosa. – Não quero ficar sozinha.

-Claro que fico, meu amor. – Catarina beijou minha testa me ajudando a me despir.

Cat e eu entramos no chuveiro e ficamos ali abraçadas, deixamos a água cair levando minhas lágrimas. Terminamos o banho sem demorar muito, me enrolei no roupão e Catarina fez o mesmo, porém eu me joguei na cama e ela foi pegar algo pra gente comer.

-Mamãe? – A voz baixinha de Luna se fez presente no quarto. – Posso "entar"

-Oi minha princesa, vem cá? – Me ajeitei na cama e ela veio correndo.

-A mamãe "Catalina", disse que você tá "tiste" – Ela se deitou e eu a abracei. – Vim ficar com você, posso ficar?

-Claro, meu amor. – Beijei seu rostinho. – Só de você estar aqui eu já estou mais feliz.

Abracei minha princesinha enquanto Luna fazia carinho no meu cabelo. Fiquei ali olhando aquela garotinha e pensando em como o destino trabalha pra ajeitar tudo no lugar. Quando me mudei pra Londres, meu pensamento era só em Catarina, em que ela estava fazendo, se pensava em mim, e isso estava me deixando muito mal, mas resolvi viver minha vida, esquecer Catarina, esquecer tudo o que ela me fez um dia, sei que quem criou as expectativas foi eu, mas eu estava apaixonada. O tempo passou e parece que mesmo que eu tentasse, eu não conseguia arrancar ela do meu coração, e ainda bem que isso não aconteceu, pois se eu tivesse esquecido meu amor por ela, eu não estaria aqui, vivendo isso, tendo Luna me chamando de mamãe, morando com a mulher da minha vida, e só posso agradecer o destino por isso.

-Oi meu amores, trouxe pra vocês. – Catarina entrou no quarto segurando uma bandeja com tudo que gostávamos de comer.

-Trouxe "futinha"? – Luna pulou na cama fazendo a gente gargalhar.

-Trouxe tudo que vocês amam, meus dois furacões. – Cat beijou a filha e se virou pra mim. – Levanta pra comer um pouquinho, meu amor?

-Obrigada por tudo isso. – Beijei seus lábios e Luna colocou a mão no rosto. – Eu amo vocês.

-E nós te amamos. – Catarina pulou em mim me enchendo de beijos e Luna fez o mesmo. – Você também ama, Lulu?

-Eu te amo, mamãe.


Ficamos naquele momento em família o resto da tarde, liguei pra minha mãe pra saber como meu pai estava e ela disse que ele conseguiu dormir um pouco e mais tarde iriam pro hospital, ela me assegurou que não deixaria meu pai sozinho e isso me deixou mais tranquila. Meu irmão precisa de nós agora, e toda ajuda é bem vinda.

-Sabe de uma coisa? – Catarina me encarou com aqueles olhos verdes que sempre mexem comigo.

-O que? – Passei a mão em seu rosto.

-Eu sempre sonhei com essa cena.  – Cat colocou Luna em seu colo e segurou minhas mãos. – Isso aqui é o que eu sempre sonhei. Ter uma família com você, sempre esteve em meus planos, mesmo quando você estava longe.

{...}

Os dias foram passando rapidamente, e com isso meu irmão foi ganhando pequenas melhoras, ele estava ganhando peso e reagindo bem às vitaminas, íamos ao hospital todos os dias, meu pai não sai da maternidade e minha mãe não sai de perto dele. Meu pai o registrou na mesma semana de seu nascimento e deu o nome do pequeno de Gabriel.

Indo a maternidade todos os dias me fazia refletir em muitas coisas, como seria estar grávida? Eu sempre sonhei com esses momentos, passar por todo o processo, amamentar, o primeiro banho, sorri com meus próprios pensamentos.

-Bom dia Theo. – Ester me abraçou por trás. – Como estão as coisas?

-Oi Ester. – Cumprimentei minha amiga. – Estão indo, tô aqui admirando meu irmãozinho.

-Ele vai ser um garotão lindo, igual a você. – Sorri com o comentario. – Mas no que você estava pensando, pois estava te chamando e você não ouvia.

-Estava pensando em como é a maternidade. – Abracei meus próprios braços. – Como é a sensação?

-Você tem vontade de ser mãe? – Ester me encarou.

-Mãe eu já sou, Luna é minha filha agora. – A médica pediu desculpas. – Só falta resolver a parte legal. Queria saber a experiência da gestação.

-É algo único. – Ester respondeu sorrindo. – E quando você decidir engravidar, pode ter certeza de que eu vou amar cuidar do processo...

......................................................................

Fim do capítulo


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Comentários para 92 - É algo único!:
patty-321
patty-321

Em: 15/02/2023

E o tempo e o amor vão levando a tristeza embora. 

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 13/02/2023

Que bom tudo está fluindo bem apesar da perda.

Responder

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 13/02/2023

Que bom tudo está fluindo bem apesar da perda.

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