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Whitout me por Kivia-ass

Ver comentários: 3

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Palavras: 1581
Acessos: 1576   |  Postado em: 24/10/2022

Você é Catarina Avelar

POV CATARINA

As palavras de Malvina me deixaram desorientada, eu não estava preparada para assumir o lugar dela, não agora, próximo ao lançamento da coleção nova. Ela não me deu chances de argumentar, mas eu preciso assumir esse lugar, sou Catarina Avelar e preciso dar o meu melhor.

-Mas isso é ótimo Cat. – Alê comemorava eu o encarei. – Quer dizer, coitada da Mal.

-Você tem noção do tamanho dessa responsabilidade? – Perguntei mais pra mim mesma.

-Deusa, Você é a Catarina Avelar, você tem noção do peso do seu nome? – Alessandro falava de forma exesperada. – Você se lembra quando Malvina comprou os seus desenhos e fez essa casa aqui sair do fundo do poço? Você tá aqui todos os dias, provando que merece ser a diretora criativa desse lugar e agora chegou a sua vez, mesmo as circunstâncias não sendo das melhores.

-Ela está te dando uma chance que é sua por direito. – Ele me deu as mãos. – Não deixe a neura subir pra cabeça, não faça isso novamente.

Alessandro sabia de toda a minha história, depois que passei a trabalhar com Malvina, Laura e Eduardo se afastaram, eu e ele viramos bons amigos e ele estava comigo nos piores e melhores momentos. Inclusive ele é padrinho da Luna, só ainda não batizei ela, pois espero que Laura volte para São Paulo para batizarmos ela, eu tenho muitas saudades da minha amiga. A gente ainda se fala, mas a vida dela é muito agitada e eu quase não tenho tempo para a minha vida social, e ela ainda me julga pelas minhas atitudes, me lembro quando contei que estava grávida.

Flash back on:

Eu estava ali com aquele teste de gravidez em mãos, sem saber o que fazer e a única certeza que minha carreira estava acabada, quantas vezes Malvina me aconselhou a não ter filhos e logo agora que ela me colocou como sua estilista principal eu me descuidei e engravidei.

-Tá tudo bem? – Isis entrou no banheiro, estávamos em um estúdio fazendo algumas fotos de campanha. – Você está pálida Catarina.

-Estou bem. – Nossos encontros eram sempre ríspidos.

-Quer que eu chame alguém? – Ela pareceu preocupada.

-Não, só preciso ir pra casa. – Isis olhou pra minha mão e viu o teste.

-Você tá grávida? – Ela perguntou com uma das sobrancelhas arqueadas.

-Deu negativo. – Menti, mas Isis balançou a cabeça.

-Parabéns Catarina. – Ela revirou os olhos. – Espero que esse bebê não atrapalhe sua carreira, pois isso sempre vem em primeiro lugar.

-Eu não quero discutir. – Eu sabia o que ela estava falando.

-Eu não perderia meu tempo com isso. – Ela deu os ombros e saiu do banheiro.

Ela saiu e eu fiquei ali aos prantos, me encarando pelo espelho, como eu posso ser tão burra? Mas como eu poderia ficar grávida de um único descuido, uma única vez que eu resolvo me divertir acontece isso? Como vou conciliar um bebê com o ateliê? Tudo bem que tenho condições financeiras, mas eu não estou preparada.

-Laura? – Disquei o número da minha amiga, que atendeu no segundo toque. – Amiga, eu estou grávida!

-Catarina, não estou com graça para pegadinhas, estou no meio de uma gravação.

-Eu não iria brincar com isso. – Eu já soluçava de tanto chorar. – Eu não sei o que fazer.

-Quem é o pai? – Foi a primeira pergunta dela. – É o Rafaela?

Flash back off:

-Cat, eu to falando com você. – Alê estava em minha frente. – Viajou ai.

-Desculpa, o que você ia dizer?

-A reunião de hoje foi só pra confirmar que todos aqui confiam em você.

-Obrigada, eu não sei o que seria de mim sem você. – Nos abraçamos apertado.

Voltei ao trabalho, agora era acostumar com a minha nova posição e dar o melhor de mim. Passei o dia concentradíssima, nem ao menos sair pra comer alguma coisa, essa nova coleção tinha que estar impecável, ainda mais agora com o meu nome sendo o principal.

-Com licença, Catarina, sua mãe ligou e avisou que não vai passar aqui hoje. –Fabiana entrou em minha sala com sua agenda na mão. – Ela pediu que você não demorasse hoje.

-Obrigada Fabiana, já estou terminando aqui.  – Ela acenou com a cabeça. – E você já pode ir, já tá tarde.

Ela se despediu e saiu, Alê já tinha ido, hoje ele tinha aulas de inglês, continuei com meus afazeres até ouvir meu telefone tocar.

-Senhorita Catarina. – Era a voz de Claudia. – A senhora Malvina foi levada ao hospital.

-Como assim? – Me levantei desesperada.

-Eu a encontrei caída no banheiro, e liguei para a emergência.

-Me fale em qual hospital. – Peguei minha bolsa e a chave do carro. – Estou indo pra lá.

Claudia me informou o nome do hospital e eu saí em desespero, Malvina saiu do ateliê bem, como assim ela sofreu um AVC? Liguei pra minha mãe e avisei o ocorrido, ela disse pra eu ficar calma, e que cuidaria de Luna por mim. Eu estava preocupada, Malvina não tinha nem uma familiar em São Paulo, a única pessoa que eu conhecia era a mãe dela, que morava no interior do Espírito Santo. Cheguei ao hospital em poucos minutos, estacionei de qualquer jeito e corri pra recepção.

-Preciso de notícias de uma paciente. – Cheguei ao balcão apreensiva. – Malvina Barcellos.

-Só podemos dar informações para familiares. – A recepcionista respondeu sem dar muita atenção.

-Eu sou filha dela. – Falei no impulso e ela me encarou. – Você sabe com quem você está falando? Não me obrigue a chamar a imprensa.

Alterei a voz e ela me encarou assustada, rapidamente pegou o telefone dando o nome de Malvina. A recepcionista me indicou o caminho e eu fui até a sala de espera. Rapidamente uma enfermeira se aproximou e me deu uma roupa específica para vestir.

-Ela está sedada, mas passa bem. – Ela tinha o prontuário em mão. – Foi muito rápido e isso evitou danos maiores, ainda precisamos que ela acorde para melhores avaliações, mas a senhorita pode entrar.

-Obrigada. – Entrei no quarto e Malvina parecia dormir.

Ela parecia tão vulnerável ali, nem parecia aquela mulher de pedra que era, meu coração estava penalizado e torcendo pra ela sair dessa. Pensei em Theodora, sei que as duas não tem uma boa relação, e não faço ideia do motivo, e não sei se seria o certo em avisar que a mãe dela estava no hospital, desisti da ideia, eu não conseguiria fazer isso, nem devo, não sou eu quem devo dar a notícia.

A noite foi longa, avisei minha mãe que passaria a noite no hospital, ela brigou comigo, mas compreendeu. A cadeira do quarto não era tão ruim, mas eu senti falta da minha cama enorme. Avisei o Alessandro o que aconteceu e pedi que ele cuidasse para que nada saísse na mídia. Eu quase não dormi, passei a noite na esperança dela acordar, mas não aconteceu.

-Bom dia. – O médico entrou na sala logo pela manhã. – Como foi a noite?

-Péssima. – Ele sorriu.

-Que isso, nossas cadeiras são tão confortáveis. – Ele disse com um tom de ironia. – Vamos trabalhar?

Ele examinou Malvina e fez algumas anotações, eu ainda estava apreensiva, e só desejava que ela acordasse, o silêncio dele me deixava ainda mais nervosa.

-Precisamos que ela acorde, e só depende dela. – Suspirei. – Ela está estável, e deve acordar em breve, preciso ver alguns outros pacientes, qualquer coisa me chame.

O dia passou arrastado, minha mãe apareceu por lá para ver como eu estava, minha aparência devia estar horrível. Passei o dia na base do café, e nada de Malvina acordar, a mãe dela me avisou que a família já estava ciente e me agradeceu por eu ter ficado aqui, eu não conhecia a dona Marlene, mas ela parecia ser uma velhinha adorável. Pensei em Theodora novamente, será que ela viria ao Brasil? Eu não sei se estou preparada para vê-la, mesmo sabendo que ela não iria querer esse reencontro, assim como eu.

-Será que tem problema eu ir em casa tomar um banho? – Perguntei a enfermeira que trocava o soro.

-Ela está bem, não se preocupe. – Acenei com a cabeça.

-Eu não demoro. – Ela concordou e eu liguei para Claudia, não queria deixar Malvina sozinha.

Dirigi quase no automático, minha cabeça estava latejando, talvez seja o cansaço. Em poucos minutos cheguei em minha casa e eu só precisava de um longo banho de banheira. 

-Oi filha. – Minha mãe me abraçou logo quando eu passei pela porta. – Como ela está?

-Não acordou ainda. – Me joguei no sofá. – Cadê minha filha?

-Tá no balé, ela foi chorando. – Luna odiava as aulas de balé. – Ela não gosta daquilo, Cat.

-Vai ser ótimo pra ela no futuro. – MInha negou com a cabeça. – Vou tomar um banho.

Minha mãe sempre mimava Luna, fazia tudo o que ela queria, e às vezes até passava por cima das minhas decisões, o balé é ótimo para Luna ter disciplina, e eu não iria tirar ela de lá. Joguei minha bolsa na cama e dei graças a Deus que Antônia tinha preparado meu banho. Entrei na banheira e fui checar minhas redes, me certificar de que nada sobre Malvina tinha vazado, enquanto olhava alguns sites, uma mensagem de Laura chegou ao meu telefone.

Fim do capítulo

Notas finais:

Será que o encontro vem ai? 


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Comentários para 46 - Você é Catarina Avelar:
ClaudGisi
ClaudGisi

Em: 25/10/2022

Estou ansiosa pelo reencontro.

 

Percebi que a Catarina faz a mesma coisa que a Malvina fazia com a Theo, está obrigando a filha a fazer algo que não gosta, só por pensar que será "otimo" pra ela no futuro. Isso não é nada bom.

 

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 25/10/2022

Ansiosa pelo encontro das duas.

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Dessinha
Dessinha

Em: 25/10/2022

Aí meu coração. Cadê esse reencontro? Já sei que vai ser uma loucura :/

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