Sigo atenta aos meus passos
Na estrada torta dentro de mim
A cada curva, renovo meus laços
arranco as pragas do meu jardim
O que passou, não passou
Ainda é vivo, e latejante
E nem dava para ser diferente; nem tudo o que a morte matou
deixou de ser algo pulsante
Viva está, e viva ficará
Enquanto eu aqui estiver, fincada sobre este chão
Consciente de cada ilusão
de cada ato, falho ou não, que me marca o coração
Que o futuro seja leve
Nem precisa mais ser breve!
Vou viver o que não viveu
tentar aproveitar o que você perdeu
De sorte e sol, eu sigo só. Mas te trago na mente, sim!
E de luz acesa, longe do breu
Porque foda-se, você também sou eu
e não consigo mais viver sentindo falta de mim.
Fim do capítulo

Carol Rutz
27/06/2022 às 11:00
caribu,
Eu amei esse poema. Era exatamente o que eu estava precisando ler.
Em geral a gente comenta Parabéns, mas o que eu realmente queria dizer é: obrigada!
Resposta do autor:
<3
Eu que agradeço!
Que o amor, não importa qual, e de qual forma, nos cure sempre!
Beijos!
cris05
20/05/2022 às 20:59
Você é A CARA!
É sempre um prazer te ler!
Sigamos
Beijos!
Resposta do autor:
rsrsrs
Essa cara sou eu! <3
É um prazer receber seus comentários! <3
Simbora!
Beijos!
P.S.: ontem terminei finalmente o livro da Novelinha <3
Marta Andrade dos Santos
18/05/2022 às 20:38
É escrever alivia a alma.
Resposta do autor:
Sim, escrever é quase medicamentoso!
Talvez por isso eu adoeça qdo não consigo escrever...
Beijos!
NovaAqui
18/05/2022 às 14:36
Bom te ler novamente!
Sigamos
S2
Resposta do autor:
Bom escrever novamente!
Espero voltar logo, e com mais frequência!
Sigamos <3
Beijos!