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  • Capítulo 1 - A história.

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Um amor e um segredo por tokiomah

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Palavras: 2440
Acessos: 601   |  Postado em: 17/05/2022

Notas iniciais:

Conhecendo o enredo da historia! ;*

Capítulo 1 - A história.

Naquela noite, tudo parecia dar errado. E, ainda assim, mais uma vez o casal golpista conseguiu escapar das garras da polícia, aplicando um golpe de mais de quinhentos mil reais em um empresário que havia vindo à cidade para ministrar uma palestra.

Ele se envolvera com “Amanda”. Esse era o nome usado por Roberta Campos naquele golpe específico. A cada novo plano, ela mudava de identidade, aparência e história. Era sua principal arma.

 

— Mais uma vez perdemos esse casal de bandidos. Eu não acredito nisso… — a delegada Heloisa reclamou ao sair do restaurante, praticamente soltando fumaça.

— Senhora, fizemos o que foi possível. Mas essa mulher é muito esperta. Nunca deixa rastros. Já é a nossa quarta tentativa — respondeu o sargento Ramos, tentando se justificar enquanto a seguia.

 

Heloisa parou de andar e o encarou.

 

— Você é policial ou é o quê, sargento? Temos meses investigando esse caso. Meses! E vocês ainda não conseguem montar uma estratégia eficaz.

— Eu fiz o melhor que pude, senhora — respondeu ele, baixando o tom.

 

 A delegada apenas o olhou por alguns segundos, sem dizer mais nada. Em seguida, entrou em seu carro e saiu cantando pneu. A frustração a consumia. O casal já era procurado em todo o Brasil e, mesmo assim, parecia sempre estar um passo à frente.

 

Enquanto isso, em outro ponto da cidade…

 

 

— Você é incrível, minha princesa. Mais uma vez, plano concluído com sucesso — disse o homem, abraçando a companheira com entusiasmo.

— Eu sei que sou — respondeu Roberta, afastando-se e sentando no sofá. — Mas hoje foi por pouco. Aquela delegada quase me pega. Juro que ainda vou dar um fim nela.

— Mas não deu. Isso que importa. E agora temos algo maior em vista… o doutor Renan Drummond — disse ele, sentando-se ao lado dela, empolgado.

Roberta suspirou profundamente.

 

— Júlio, depois de hoje eu fiquei com medo. Será que não tá na hora da gente dar um tempo? Já temos dinheiro suficiente. Podemos sair do país, começar uma vida de verdade.

Ele riu, como se aquilo fosse uma piada.

 

— Não, Roberta. Essa é a nossa vida. É a adrenalina que mantém tudo vivo.

— Não…essa não é a nossa vida, essa é a sua vida. Eu não quero isso pra sempre. Eu quero paz, poder viver em paz, livre, sem ser procurada por policiais. Quero uma família, filhos… é pedir demais? — Os olhos dela se encheram de lágrimas.

— Estamos nisso há anos. Você acha mesmo que consegue viver sem isso? Para com esse papo. Agora vamos pensar no próximo golpe naquele macho rico — disse ele, levantando e indo para o quarto jogar videogame. 

 

Roberta ficou sozinha no sofá, abraçando os próprios joelhos. Pensava em tudo o que havia perdido: a família, os amigos, os sonhos de infância. Tudo por amor a Júlio. Um amor que a tornara dependente, submissa e presa a uma vida que não escolheu de verdade.

Aceitava as grosserias, os gritos… e até as agressões. Tinha medo de enfrentá-lo. Tinha medo de ficar sozinha.

 

 

COOPER ASSESSORIA E CONTROLADORIA CONTABEIS

 

 

— Senhora Cooper, seu filho está na linha — anunciou a secretária.

— Pode transferir. Obrigada.

 — Mamãe, o Cauan me bateu, respondeu a tia Maria, não quis tomar banho, não quer comer e disse que vai quebrar meus brinquedos se eu ligar pra você! — Pedro disparou, quase sem respirar.

— Calma, meu filho, respira — disse Milla, tentando entender.

— É mentira! — gritou Cauan ao fundo.

— Não é mentira, mãe!

— Chega, vocês dois. A mamãe trabalha, preciso que vocês tentem se entender.

— Mas ele não colabora…

— Cada um precisa fazer sua parte, Pedro. E você não precisa ligar pra mim a cada segundo.

— Tá bom, mãe… tchau.

 

Milla desligou e suspirou fundo.

 

 Ela e Heloisa foram casadas por onze anos. Um casamento sólido, cheio de parceria. Decidiram ter filhos por inseminação e, na primeira tentativa, vieram os gêmeos: Pedro e Cauan, hoje com seis anos.

Separadas há um ano, a guarda era compartilhada. Uma semana com cada. Mas quase tudo acabava recaindo sobre Milla, já que Heloisa vivia em missões e plantões intermináveis. Esse foi um dos motivos que desgastaram o relacionamento, a Heloisa acabou se dedicando muito ao trabalho e esquecendo da sua esposa, até que um dia a Milla resolveu se separar e foi quando a Heloisa caiu em si, até os dias de hoje a Heloisa tenta reconquistar a Milla, mas ela já está decidida a recomeçar a sua vida com outra pessoa.

 

— Esses meninos… vinte e quatro horas por dia — reclamou Milla para Henrique, seu melhor amigo e sócio.

— Criança é assim mesmo — ele riu.

— Eles quase não ligam pra Heloisa. Quando estão com ela, vivem atrás de mim.

— Ex-esposa com filhos é a receita perfeita pro caos — brincou ele.

 

Milla era uma mulher reservada, dona de uma grande empresa de consultoria contábil, se formou bem nova e seguiu a carreira que sempre quis. Nasceu em uma família muito bem estruturada, abriu seu próprio negócio e teve muito sucesso, sendo uma das maiores empresas de referência, e, com passar dos anos o Henrique virou socio da empresa, sendo seu braço direito e seu melhor amigo, eles tinham uma relação muito boa desde a faculdade e é assim até os dias de hoje.

Desde que rompeu o seu casamento com a delegada Heloisa a Milla não se envolveu com mais ninguém, era lésbica assumida e resolvida, tinha 36 anos, ela sabia que precisava recomeçar a vida e que os seus sentimentos para com a Heloisa era apenas carinho de tudo que viveram e construíram juntas, mas, por causa das crianças ela ainda não se permitia conhecer e se envolver com alguém.

 

 

— Milla, eu preciso ir mais cedo hoje, qualquer coisa você me liga, tá? — Henrique se despede da amiga.

 — Ta bom Henrique, eu também vou sair mais cedo hoje, preciso buscar as crianças na escola, prometi que iria levar eles no shopping, e depois deixar na casa da Heloisa.

 — Hum, ta bom. Já que tocou nesse assunto, você realmente não pretende dá uma chance para a Helô, amiga? —  O Henrique a indagava na porta. — Pense, vocês têm uma família, uma história construída, tem coisas que a gente tenta recuperar no tempo.

 — Não amigo, já conversamos sobre isso, a Helô teve a chance dela, e não foi uma e nem duas, foram várias, mas, ainda assim ela vive e sempre vivera para o trabalho dela, então que seja feliz. 

— Tudo bem amiga, só tentei né. Vou indo, um beijo e te ligo para fazermos algo no final de semana. —  Se despediu Henrique.

 

Algumas horas se passaram e a Milla já estava se organizando para buscar as crianças no colégio e fazer o que havia prometido.

 

 — Mamãe, que bom que você veio buscar a gente. — Entra os dois meninos felizes e falando de vez.

 —  Sim, a mãe prometeu e a mãe cumpriu, lembra? —  Ela foi recebendo beijos e abraços.

 —  Mãe, nós vamos no shopping mesmo, né? —  Pedro a indagou todo animado.

 —  Sim meu príncipe, e depois a mamãe vai deixar vocês na casa da mãe Helô.

 —  Ah mamãe, não quero, quero ficar com você. — Cauan foi falando manhoso.

 — Filho, o que já conversamos? —  Ela o olhava pelo retrovisor.

 —  Eu sei mãe, mas a gente não quer, né irmão?

 — Filhos, não vamos entrar nesse debate, vocês sabem que desde que a mãe de vocês decidiu morar cada uma em sua casa, vocês passam uma semana comigo e uma semana com ela, e é divertido, é bom ter duas casas, lembra? —  Ela tentava explicar novamente para as crianças que ainda sim era relutante diante a isso.

 — Não acho divertido, a mãe Helô só fica no celular, quase nem faz nada com a gente. — Resmungou o Pedro.

 

Toda vez que era a semana da Heloisa era um tormento para a Milla, as crianças iriam praticamente forçados, eles não tinham ainda se adaptado a separação, não conseguiam entender e odiavam o fato de toda semana está em uma casa diferente. Como na separação a Milla ficou na casa que eles já moravam, o apartamento menor da Heloisa não era nada chamativo para as crianças, o local que eles viam como a casa, era a casa que eles cresceram, e toda semana era o mesmo problema que as vezes até passava na cabeça de Milla dá uma segunda chance no casamento porque essa rotina já estava cansativa para ela.

Depois de algumas horas no shopping com as crianças, fizeram de tudo, comeram lanche, cada um ganhou um brinquedo novo, foram jogar nos brinquedos do shopping, deram muita risada, e se divertiram muito, logo após a Milla se encaminhou para a casa da sua ex-mulher para deixar as crianças. Era uma sexta-feira, e todas as sextas era o dia que começava a semana das crianças na casa de uma das duas.

Chegando no condomínio, seguiu direto pois tinha entrada liberada por Heloisa para entrar e sair a qualquer momento, seguiu para o apartamento, onde tocou a companhia diversas vezes e não teve sucesso, e assim resolveu ligar para a Heloisa.

 

 —  Heloisa, onde você está? — Indagou impaciente.

 — Oi meu amor, boa noite pra você também. — Falava descontraída e um barulho enorme no fundo.

 —  Heloisa, não estou de brincadeira, você pode pelo menos uma vez na vida ser responsável com seus filhos?

 — Ah, para Milla, desde quando sou irresponsável? Larga mão pelo amor hein. —  Murmura Heloisa.

 —  E onde está você então que deveria estar em casa aguardando seus filhos?

 — Estou chegando, você pode aguardar pelo menos 10 minutos aí?

 —  OK. 10 minutos e nada mais que isso. — E desligou o celular sem ouvir a resposta.

 

 As crianças já estavam agoniadas, correndo de um corredor para outro, não ficavam quietos um segundo, e a Milla contava os segundos no relógio e tinha prometido a si que seria apenas 10 minutos, pois não foi a primeira vez que a Heloisa se atrasava no dia dela ficar com as crianças.

 

— Oi meus amores. —  A Heloisa chegou e foi direto abraçar as crianças.

 —  Oi mamãe. — As crianças retribuíram correndo ao seu encontro.

 —  Oi Milla, obrigada por aguarda e desculpa, hoje dia de cão. — Ela ia se aproximando da Milla.

 — Quando não né Heloisa? — Milla já sem paciência entregando a mochila dos meninos.

 —  Você nunca vai me perdoar, né? —  Heloisa tenta se aproximar.

 —  Já disse, não tem o que perdoa, na vida temos escolhas, e você fez a sua. —  Foi saindo e já apertando o botão do elevador.

 —  Calma, não se vá, toma pelo menos um vinho comigo. — Ela levanta o saco do mercado onde tinha um vinho.

 —  Ah Heloisa, faça-me o favor. —  Milla reclamou e entrou no elevador sem olhar para trás e sem se despedir das crianças.

 

 

Ficaram todos olhando aquela cena sem acreditar. Até as crianças ficaram sem entender, pois, a sua mãe nunca saiu sem ao menos dá um abraço e beijo em cada um, e visto aquela cena, após abrir o apartamento e acomodar as crianças, Heloisa tratou de mandar uma mensagem para a Milla.

 

Heloisa: As crianças não têm nada a ver com isso não, deveria ao menos ter se despedido, mal-educada, não sei aonde você vai com essa arrogância.

 

Não demorou minutos e logo veio a resposta.

 

Milla: FAÇA-ME O FAVOR ÔH HELOISA, QUEM É VOCE PARA ME DIZER ALGO, PORQUE NÃO PRESTA MAIS ATENÇÃO NOS SEUS FILHOS, PORQUE RECLAMAÇÃO DE VOCÊ EU TENHO TODOS OS DIAS, E ME DEIXA!

 

Heloisa apenas leu a mensagem e balançou a cabeça, não queria render aquele debate pois ela sabia que precisava mudar, pois já tinha perdido o amor da sua vida e não queria perder o amor de seus filhos.

A Heloisa era muito bem-sucedida em sua profissão, era o que sempre tinha sonhado pra sua vida desde criança, era uma delegada muito respeitada, admirada por todos e muito temida pelos bandidos, pois era uma mulher muito firme, decidida e não abaixava a cabeça para ninguém, uma delegada criminalista, todos os casos que iria para a mão dela era solucionado em questões de minutos, muito bem reconhecida na sua cidade.

Seu primeiro e único amor foi a Milla, elas se conheceram ainda nova, fizeram faculdade juntas, apesar de ser cursos diferentes, logo construíram uma linda carreia e uma família, mas, como nem tudo são flores, a Heloisa acabou falhando no quesito de mulher, acabou se dedicando ao trabalho, plantões em cima de plantões, e ainda quando chegava em casa levava mais trabalho, o seu casamento entrou em crise por conta disso, sempre prometia mudança mas, não acontecia, até quando a Milla decidiu romper, e hoje ela ainda a ama e tenta recuperar o tempo perdido, mas a Milla não quer de forma nenhuma.

Desde quando terminaram a Heloisa também não se envolveu com ninguém, se afundou mais ainda no trabalho, e tentando se dedicar as crianças na semana que ficava com ela, mesmo não tendo sucesso, ela tentava.

 

A caminho de casa super irritada com a cara de pau da Heloisa, Milla foi soltando fumaça e reclamando, até que avista uma adega e resolve estacionar e tomar um GYN.

 

— Boa noite senhora, o que deseja? — O rapaz bem simples chega até ela oferecendo o cardápio.

— Traz um GYN por favor.

 

Logo o rapaz foi preparar a sua bebida. Ela nunca tinha ido a esse local, ficava próximo à casa dela, mas, não fazia muito o estilo de local que ela andaria, mas, naquele dia específico ela resolveu parar, perdida em seus pensamentos o rapaz deixa a sua bebida e ela começou a refletir sobre a sua vida, sua solidão, sobre as crianças, sobre a Heloisa e sobre a necessidade de encontrar alguém já que sempre teve uma companheira e não gostava de ficar muito tempo sozinha.

Perdida em seus pensamentos, logo a porta da adega se abre e entra uma linda mulher, sua beleza era singela, chamava bastante atenção, estava vestida com uma calça jeans, um crooped e uma sandália, estava bem simples e no momento que aquela porta se abriu seus olhares se cruzaram, Milla rapidamente desceu a mão com a sua bebida e os seus olhos vibraram em cima daquela bela moça.

Fim do capítulo

Notas finais:

Começamos com tudo, quem sera essa linda mulher que vai tocar o coraçãozinho da nossa Milla?!

Espero que gostem do contexto da nova historia.

 

E nos seguem no instagram: @tokiomaahescritora_

 

Um beijo a todos! ;*


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Comentários para 1 - Capítulo 1 - A história.:
Kamallabsts@yahoo.com
Kamallabsts@yahoo.com

Em: 16/01/2026

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Zanja45
Zanja45

Em: 16/01/2026

Roberta pode até ser bandida mas segundo ela queria uma vida com filhos. Ela é mais por conta do marido, que é abusivo e ao que tudo indica gera uma dependencia emocional que ela só faz o que ele quer.

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Zanja45
Zanja45

Em: 16/01/2026

Bastou Mila fechar a boca sobre não ficar muito tempo sem alguém que avistou essa mulher misteriosa. Será que vai rolar algo entre as duas? Parece que com a ex não dá mais para reconciliar se.

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patty-321
patty-321

Em: 18/05/2022

Aposto q é a bandida. Começo interessante.

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Marta Andrade dos Santos
Marta Andrade dos Santos

Em: 17/05/2022

Eita a fila andou Helô kkkk

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