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Maktub, a vida e seus caminhos.... por alex72

Ver comentários: 1

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Palavras: 4582
Acessos: 559   |  Postado em: 30/04/2022

Capitulo 44 - Quem tem amigo.....

Dois dias depois

 

Helena

 

Tomei café com minhas filhas e pedi a Babá que as levasse para o play do hotel, precisava tomar algumas providencias.

Peguei o carro e fui para a empresa, precisava começar a resolver a vida né?!

Cheguei a empresa e fui recebida com festa pelos colaboradores, fiquei olhando o carinho de todos e fiquei feliz, pelo menos ali eu era amada e respeitada.

Conversei no Rh e com meu gestor, iria voltar na próxima semana, porém ele havia me ofertado uma nova função, gerente de operação, por hora deixei alinhado minha volta, porém não sabia bem se era isso que eu queria.

Me dirigi a minha antiga sala, bati na porta, e escutei a voz da minha amiga.

 

- Pode entrar.

 

Adentrei naquele local que por anos habitei, tantas memorias, boas e ruins passou um filme na minha cabeça em 1 minuto.

 

- Mas olha só, que coisa boa? Já veio me despejar? Fez graça , Camila.

 

- Credo, Cá! Até parece que sou assim! Disse rindo Helena.

 

Minha amiga, abriu os braços e eu me aconcheguei neles.

Aquele abraço era sincero, cheio de amor desinteressado e afeto, Camila era meu porto seguro, minha melhor e talvez única amiga, alguém que eu confiaria minha vida.

 

Sai do abraço e fiz um carinho em seu rosto.

 

- Estou feliz em te ver bem, Cá. Não te falei aquele dia, sua mulher é bem zangada. Não conhecia esta faceta da Agatha, se bem que não convivi muito com ela.

 

Camila ficou me olhando por alguns segundos, difícil saber o que a Loira estava a pensar.

 

- Sim ela é ciumenta, e uma leoa quando luta por algo em que acredita e se tem uma coisa que ela luta de verdade é por aquela baixinha amiga dela. mesmo que eu não goste nadinha das duas juntas, pensou Camila.

 

- Percebi, mas não quero falar sobre isso, Milena está bem, vai casar e ponto.

 

Camila levantou a sobrancelha, característico dela quando não acredita em uma palavra do que eu digo.

 

- Pensei que você era menos covarde Helena, sabia que ela tinha vindo aqui no dia que você sumiu e me deixou como marido traído com um bilhete?

 

- Sério?

 

- Sim ela tinha vindo conversar contigo e tentar acertar as coisas, tadinha, ficou arrasada a baixinha, apesar do que aconteceu ela estava aqui disposta a lutar por vocês, mas você sumiu e pelo que te conheço a tal Lais ajudou no seu sumiço ne?

 

Helena ficou vermelha e sem graça.

 

- Nada a ver Cá, Lais é só uma amiga.

 

- Sei, você sabe o que penso desta frase né, amiga de cú é rola, pois sim.

 

- E eu odeio esta frase chula, Camila!

 

- Anda desembucha Lena, não enrola quem é esta tal de Lais? De onde surgiu?

 

Ela não ia descansar até saber então resolvi contar a breve estória com a linda mulher.

 

- UAU -disse Camila ao fim da minha narrativa- Você então é oficialmente sapa. Quem diria em Helena Albuquerque, seu marido teria um infarto na metade da narrativa. E deu uma sonora gargalhada.

 

-  Deixa de ser chata, Cá! Você tem cada uma.

 

- Bom sério Helena, o que você vai fazer?

 

- Não sei de nada Camila, somente de uma coisa eu sei, vou enfrentar o Fábio e os Albuquerque e lutar pelas minhas filhas o resto somente Deus vai saber.

 

- E quando pretende começar a luta? Perguntou Camila

 

- Neste minuto, posso usar o telefone?

Fábio

 

Fábio deu um murro na mesa, jogando as coisas ao chão, tudo estava desmoronando a volta dele, seus parceiros estavam pressionando por mais grana, e caso ele não arranjasse iriam colocar o nome dos Albuquerque na lama, precisava acelerar os planos e sair do Brasil o quanto antes.

 

Tinha recebido a atualização da vigilância e sabia que tanto Helena, quanto aquela mulher infernal estavam em bH, seria coincidência? Ou as duas sapatonas estavam pensando em se encontrar?

Só se fosse por cima do meu cadáver, antes disso acontecer Helena estaria comigo e minhas filhas no exterior e a talzinha de preferencia morta, deu um sorriso sardônico, ela não perderia por esperar.

 

Estava planejando mentalmente sua vingança quando o telefone tocou, olhou sem acreditar no número no visor, tinha atendido aquele numero milhares de vezes em tempos felizes.

 

-Alo! A voz que outrora tinha acalmando seu ser, agora causava uma sensação misturada de amor e ódio.

- Ora quem é vivo sempre aparece! Falou sarcasticamente Fábio. A que devo a honra a sequestradora das minhas filhas? Sua sorte é que sou um Albuquerque e não quis mandar a polícia atras de você.

- Fábio, precisamos conversar, não sequestrei as meninas uma vez que sou a mãe e falei que estava saindo de férias com elas.

- Ora faça o favor Helena, berrou o homem. Férias sem destino, sem o pai?

A mulher suspirou profundamente do outro lado da linha.

- Gostaria de ir na mansão amanhã, levar as meninas para ver vocês e conversamos como pais.

- Ok, aguardo você e MINHAS FILHAS enfatizou o homem. As 09.

- Levarei nossas filhas. tornou a mulher desligando.

 

Muito bem Helena, que comece a pagar toda a dor que me causou. Pegou o telefone discando o numero do investigador, combinando o que deveriam fazer no dia de amanhã.

 

 

Laís

 

Havia acabado de receber o telefone fatal, o maluco havia dado o ok para iniciar o plano, a primeira parte era grampear o carro de Helena com uma escuta e rastreador para saber os seus passos, e ela que deveria fazer isso, uma coisa que não encaixava ainda na cabeça dela é por que Fábio queria a mesma vigilância com a Milena.

 

Precisava pensar cada passo para que nada desse errado e ela pudesse salvar Helena das armadilhas sem expô-la, precisaria escolher com cuidado em quem confiar na equipe que ela iria montar.

 

De qualquer forma, se havia algo de bom nisso era que iria ver a pessoa que havia roubado seu sono e seu coração: Helena.

 

Vamos ao plano, pensou a mulher, pegando o celular.

 

- Alô linda, ainda se lembra de mim?

 

- Laís, nossa não morre tão cedo falei de você agorinha. Responde Helena.

 

 

 

- Falando bem espero, com quem estava falando?

 

- Com minha melhor amiga, Camila.

 

- Há sei. Fez um muxoxo, sabia bem que ela era doida com a Helena, se recompôs e voltou a falar com a mulher. Estarei fazendo um serviço perto de sua cidade, podemos nos encontrar depois de amanhã?

 

- Uai, já está com saudade? Disse rindo. E o coração de Laís bateu descompassado com o poder da mulher sobre si.

 

- Muita, não posso negar! Respondeu. E aí você vai matá-la?

 

- Me liga quando estiver aqui e a gente vê pode ser? Por que realmente não sei como será minha vida a partir de amanhã.

 

- O que aconteceu linda? Perguntou já sabendo da resposta.

 

_ Irei encontrar com meu marido amanhã.

 

- Boa sorte, dará tudo certo.

 

_ Assim espero.

 

- Bom então te ligo, falando quando chegar.

 

Camila

 

 

Ficou observando as reações de Helena, aos dois telefonemas que ela havia tido, a cara tensa ao conversar com o Imbecil do Fábio, que infelizmente havia se tornado seu quase cunhado, estava bastante preocupada com o que aconteceria a Helena e as meninas, pois bem sabia que ele faria qualquer coisa  para ter Helena, nem que fosse pelo orgulho ferido.

 

Logo após ela desligar o telefone marcando o encontro com ele, o celular tocou e ela abriu um sorriso leve e feliz, falando com a tal Laís.

 

Será que ela estava gostando desta mulher? Se bem que não né Camila, se não ela não teria ficado braba de ver minha patricinha, meu amor, minha linda.

 

Mas era nítido que a mulher havia de alguma forma trago, a Helena de volta a vida, precisava conhecer esta mulher para entender o que estava acontecendo.

 

Ficou esperando pacientemente, nem tanto, a conversa findar.

 

- Nada a ver Cá, Lais é só uma amiga. Imitou Camila a frase dita por Helena pouco tempo atrás.

 

A amiga não se conteve e caiu na gargalhada.

 

O riso dela contagiou Camila, que sempre havia sido fã dele.

 

- Sério, Helena, você já deixou de amar a baixinha?

 

 

O sorriso dela morreu, levantou da cadeira e ficou olhando o movimento da avenida pela janela do escritório que havia sido dela, seus pensamentos deviam estar, conhecia-a muito bem.

 

- Não, respondeu ela por fim.

 

- Então por que não luta por vocês? Ela te ama Helena.

 

- Será Cá? Como me ama, se esta noiva de outra pouco tempo depois?

 

Camila, sabia que Helena estava magoada, era nítido que o noivado de Milena tinha feito ela duvidar da veracidade do amor da baixinha.

 

- Mas você também não se envolveu com outra?

 

- Bem diferente Camila, com a Lais é sex*, companhia, amizade nada além disso.

 

_ Pode até ser, porém a Milena se soubesse também ficaria em dúvida, ainda mais que você fugiu de vocês, sabe Lena, acho uma meleca tudo que aconteceu com vocês, muita ponta solta, muita falta de diálogo.

 

Helena deu de ombros.

 

- Bom, fato que ela esta noiva da Maura e eu estarei em breve no meio de um divorcio que tenho certeza será difícil, já é problema demais né?

 

-Então vai fugir de novo dela?

 

- Não estou fugindo Camila, somente estou deixando-a viver a vida dela, por que sei que fui eu que dei mancada de não acreditar que elas não estavam me traindo.

 

A loira ficou vermelha, lembrando da foto da sua mulher com a baixinha.

 

 

- Ainda bem que não, por que se não tinha matado ela.

 

Helena, não pode deixar de sorrir, sua amiga estava mesmo apaixonada pela Agatha.

 

- Então você será enfim uma Albuquerque? Tanto falou que pagou língua. troçou a mulher

 

- Não serei não, jamais terei este sobrenome.

 

- Ta apaixonada heim.

 

- Não minha amiga, estou amando, como jamais pensei ser capaz depois de todos estes anos.

 

- Que bom, agora me conta todos os detalhes, não perguntei em sua casa pois ainda tenho algumas restrições com sua mulher.

 

E assim as duas amigas ficaram por algumas horas conversando sobre o romance das duas.

 

 

 

 

 

Foi um longo dia, depois da saída de Helena, me concentrei no serviço, e vez por outra vinha em minha memoria todas as coisas que aconteceram nestes últimos meses.

Agora eu tinha a impressão que viria fortes emoções, Helena teria uma longa briga com o Fábio, sabia que não seria fácil, e ainda tinha Milena.

 

Agora só queria o colo do meu amor e curtir a nossa boa fase.

 

- Oi Patricinha. Entrei chamando o meu amor.

 

- Oi loira da minha vida.

 

Minha mulher linda e cheirosa, apareceu em um robe minúsculo, acendendo em mim todo tesão que eu tinha, baixei para depositar um beijo demorado no pescoço, sentindo o seu corpo arrepiar.

 

- Hum, deliciosa e cheirosa. Falei com minha voz rouca.

 

- Você me deixa bamba, loira. Quero você agora.

 

- Preciso de um banho, meu amor.

 

Minha Marina, minha patricinha, fingiu que nem escutou e foi me empurrando para o quarto, tirando minha roupa, ela tinha o dom de me deixar maluca.

 

Tirei o robe, para descobrir que ela estava totalmente nua, senti meu sex* molhar totalmente, peguei-a no colo e levei para nossa cama.

Desci a boca, fazendo um caminho de beijos até chegar ao monte róseo dos seios fartos da minha mulher, totalmente minha. Enquanto sugava e sentia- arfar debaixo de mim, minha mão encontrou o sex* úmido pronto para mim, comecei a estoca-la sentindo-a cavalgar na minha mão, brutalmente tal como uma amazona, nua, plena, sedenta.

 

Ela gritou chamando meu nome ao esparramar seu liquido nos meus dedos, tirei devagar, lambendo o doce mel de seu corpo.

 

Fiquei olhando o rosto amado, suado e vermelho de prazer.

 

- Te amo, Patricinha.

 

- Te amo, Loira. Quer casar comigo? Falou sorrindo com os olhos e com aquela boca que me levava sempre ao paraíso.

 

Fiquei olhando com a cara de boba, senti as lagrimas descer no meu rosto.

 

- Que foi amor, ela sentou. A gente já falou sobre casar, por que está chorando?

 

- De felicidade, de gratidão com Deus, por depois de tudo me fazer amar e ser amada, por alguém que me completa e deixa assim, panguá. E claro a resposta sempre será sim.

 

-Ufá, pensei que tinha desistido. Disse a menina sorrindo, entrelaçando a mão à minha.

 

- Mas tem uma condição. Falei.

 

- O que loira?!

 

- Nada de Albuquerque no meu nome. Disse gargalhando.

- A loira, você não tem jeito. Disse puxando-me para a cama.

 

               - Agora precisamos marcar a data do casório, quero uma festa pequena e lógico uma lua de mel, quem sabe não casamos nós quatro juntas?

 

             - Nós quatro? Nós e Milena com Maura?

 

               - Tá maluca? Claro que não, será Nós e Milena com Helena.

 

   - Virei, sorrindo para ela. Você não desiste né!

 

-Não, amor! Elas se amam, mas são orgulhosas e imbecis demais para entender, que serão infelizes longe. Amanhã vou encontrar com a Milena e começar a por juízo na cabeça desmiolada.

 

- Bom, sei que se tem alguém para fazer isso será você, porem linda, num sei se isso vai adiantar. Helena esteve no escritório e senti que ela esta magoada com o noivado da baixinha, além disso tem o tsunami Fábio ainda para lidar.

 

- Por isso mesmo amor, elas precisam estar juntas, unidas para passar por isso tudo. Agora antes disso tenho outra missão.

 

- Qual linda?

 

E dando aquele sorriso safado disse.

 

- Amar demoradamente você. Dito isso me carregou pro banho.

 

 

 

Helena

 

Acordei cedo, meditei e pedi a Deus que me desse discernimento e calma para tratar com Fábio as questões do divórcio e das nossas filhas.

 

Pedi a babá, para arrumar as meninas, não era fácil, elas tinham uma dificuldade de acordar cedo, a motivação foi ver o pai e os avós.

 

Fui no caminho, pesando na minha vida, em tudo que ocorreu nestes meses, nas mudanças, nas descobertas, Milena, Laís, Camila, Agatha, e naquilo que estava por vir.

 

Olhei pelo retrovisor e vi as meninas a carinha séria da Sofia a tranquilidade da Camila, a vida delas também tinha sido impactada pelas minhas decisões, pelos caminhos que escolhi, só queria que elas vivessem de forma diferente de mim, na verdade e de verdade.

 

Fiquei assim pensativa pelo caminho, até chegar à porta da mansão dos Albuquerque, de uma coisa eu tinha certeza, nunca fui feliz ali. O Portão foi aberto e adentrei com o carro, tirei as meninas do mesmo e abaixei a altura delas.

 

-Filhas, já conversei com vocês e hoje a mamãe veio resolver as coisas com o papai. Quero que vocês, aproveitem e comporte-se ok.

 

Elas assentiram tristes, não era fácil.

 

 

 

Peguei a mão das minhas filhas e entrei no território do inimigo, que Deus nos ajude.

 

Fábio

 

Acordei, sabendo que hoje era o começo do fim, tudo iria definitivamente mudar, para qualquer lugar que seja a decisão, nada será igual.

 

Daqui algumas horas Helena iria vir com a crianças, estava com saudades das minhas filhas, apesar de tudo de ruim que estava acontecendo e o que ainda estava por vir, elas eram talvez a única coisa boa que tinha realizado na vida.

 

Onde será que eu errei? Era a pergunta que eu me fazia diariamente. Mas a resposta era: Milena, a vagabunda era a culpada por tudo, e ao pensar nela o demônio me possuía.

 

- Tudo certo? Vocês já estão a postos? Falou Fábio com o detetive.

 

- Sim, todos já a postos, Laís já está com tudo pronto para dar início a operação.

 

- Ok, me dê os detalhes quando eu voltar a ligar.

 

Fiquei no escritório, aguardando a chegada de Helena.

 

- Sr Fábio, Dona Helena, chegou. Anunciou a governanta.

 

- Peça ela para subir.

 

Depois de algum tempo a porta se abriu e Helena surgiu, meu olhar passeou no corpo da mulher que amei, a única talvez e a mistura de desejo e asco subiu pelas minhas entranhas, lembrava bem de todos os detalhes dela com a Lais.

 

- Ora, ora, quem é vivo sempre aparece. Sorri sarcasticamente.

 

Helena, altiva não se deixou abalar e adentrou o espaço, com toda a beleza e classe que a profissão dela exigia.

 

- Fábio, não vamos por este caminho, por favor. Vim aqui para acertarmos as coisas e não brigar.

 

- Quero que você se exploda Helena, falei entre dentes. Você não está em posição de exigir coisa alguma, sua adultera de uma figa, para não falar outra coisa.

 

- Meu Deus Fábio, quando você se tornou este homem? Eu fico sem entender? Você fingia ser outra pessoa?

 

Dei dois passos largos em sua direção e peguei ela de surpresa, pegando-a pelos braços.

 

- Você é a culpada, VOCE. Não venha colocar a culpa em mim, sua sapatão.

 

Helena, ficou vermelha e empurrou Fábio.

 

- Eu vim aqui para conversar, mas já vi que não será possível ter uma conversa civilizada com você, precisamos pensar nas meninas, eu quero o divorcio e se não for amigável que seja da forma que for, nosso casamento acabou.

 

- Uma coisa te garanto Helena, você JAMAIS ficará com aquela mulher e você também não terá nada meu NADA, ouviu! Berrei.

 

- Bom, não irei discutir contigo, a advogada te procurará. As meninas estão lá embaixo., vou ficar aguardando-as na piscina. Virou deixando um furioso Fábio.

 

- Maldição, tenho que me controlar.

 

Respirando pesadamente Fábio tentava se acalmar, precisava ver as filhas e não queria que os pais o vissem descontrolado, tudo que ele menos precisava neste momento era o pai em cima dele.

 

Depois de se acalmar desceu as escadas para encontrar as filhas, elas não tinham culpa de nada e estava com saudades das meninas.

 

Helena, ficou aguardando as meninas matarem a saudade dos avós e do Pai, passeou pelo jardim e sentou na espreguiçadeira da piscina, ficou olhando aquela mansão, repensando a vida, nunca havia sido efetivamente feliz ali e no fundo sabia que a única razão de ter permanecido naquele casamento era as filhas, passou anos da sua vida em uma sub felicidade e sempre que pensava assim, lembrava dela, do olhar, da intensidade que seu coração batia e de como o corpo reagia a ela, tinha uma saudade louca dela, porém sabia que estavam em lados muito opostos agora, ela iria se casar e esperava conseguir um dia esquece-la.

Passou assim o tempo absorta nas lembranças quando as meninas vieram correndo atrás dela, o pai de Fábio acompanhou as meninas até a piscina.

 

- Olá Helena. Cumprimentou com a mão estendida em sua Direção.

 

- Como vai o Sr?

 

- Bem Lena, queria falar com você um pouco pode ser?

 

Helena balançou a cabeça e pediu a babá para levar as meninas para ir até o jardim um pouco.

 

- O que aconteceu Helena, por que você e Fábio estão se separando? Sei que a vida é de vocês mas meu filho anda irascível e estou preocupado com as atitudes que ela anda tomando.

 

- Realmente não é um assunto que eu gostaria de discutir com o Senhor que é pai do Fábio, mas gosto do senhor, nosso casamento desgastou e descobri que não amo mais seu filho. Gostaria de que separássemos com tranquilidade por causa das gêmeas, porém o Fábio insiste que as coisas sejam feitas de forma litigiosa.

 

- Fábio, puxou a mãe, que ela não me escute, ambos são passionais, gosto de você Helena e so te peço que tente ser o mais discreta possível neste caso, para que isso não caia na mídia e se torne um circo.

 

 Helena ficou rubra e surpresa com o sogro, de alguma forma ele sabia do que estava acontecendo.

 

- Irei tentar, mas como o senhor bem sabe nem sempre depende da gente.

 

- Ok, da minha parte tentarei fazer com que meu filho entenda que você deu a ele e as minhas netas o seu melhor, pode contar comigo, e Helena diferente da minha mulher te desejo tudo de melhor.

 

Helena ficou feliz de ver que pelo menos ele entendia.

 

- Obrigada, agora preciso ir.

 

Despediram e Helena se encaminhou ao jardim para buscar as filhas.

 

No escritório Fábio estava conversando com o investigador.

 

- Conseguiu?

 

- Sim, já instalaram no carro, Laís hoje começará a aproximação da Helena, assim marcamos a data.

 

- Preciso disso para ONTEM, entendeu? Disse berrando o Fábio.

 

- Tudo precisa ser perfeito, pois se o senhor não sabe o que estamos planejando é crime. Bufou o homem do outro lado, já havia perdido a paciência com aquele doido.

 

Fábio bufou, estava perdendo novamente o controle e a paciência.

 

- Ok, espero notícias suas.

 

Precisava agora planejar a vingança contra a Milena, esta seria por sua conta.

 

Milena/Agatha

 

Minha loira estava bicuda, eu ficava olhando de rabo de olho para ela ao volante resmungado, Camila era muito expressiva e engraçada, ainda mais com ciúmes.

 

- Loira, vai ficar assim emburrada?

 

- Mas tenho motivo né? Você vai encontrar aquela baixinha, naquele apart de novo e queria que estivesse rindo?

 

- Camila, quando este ciúme idiota vai acabar? Já to ficando sem paciência, você já devia saber que te amo e sou somente amiga da Milena, ta doido? Ralhei com ela.

 

Ela tornou a resmungar.

 

- Vou tentar colocar juízo na cabeça daquela doida, e armar um encontro entre ela e a cabeça dura da sua amiga.

 

Ela finalmente me olhou com a cara melhor.

 

- Você pretende juntar as duas como?

 

- Esta parte nos duas vamos fazer, mas primeiro vou pagar um discurso na orelha daquela maluca.

 

- Quer que eu vá dar um murro nela? Falou sorrindo finalmente. Ela está mesmo me devendo.

 

Meu Deus, não muda.

 

- Amor, acho que precisamos casar logo, assim quem sabe você para com esta idiotice.

 

- Amanhã?

 

_Amor, você é mesmo doidinha e por isso te amo.

 

 

 

 

Camila deixou Agatha no apart contrariada e seguiu para o trabalho.

 

Agatha encaminhou para o restaurante do hotel, já tinha ligado para o quarto da Milena e falado que estava esperando-a para tomar café.

 

Sentou-se aguardando a baixinha e pensando em como iria convencer a mulher a dar seu melhor para conquistar Helena e uma ideia passou por sua cabeça fazendo-a sorrir.

 

Avistou a baixinha entrando no restaurante e banou a mão para ela, ficou observando-a se aproximar, Milena era baixinha, mas por onde passava chamava a atenção.

 

- Oi meu bem! Levantou Agatha, beijando o rosto da menina.

 

- Oi Marina! Sorriu Milena.

 

Só você me chama de Marina falou a menina.

 

- Pois é, você é minha Marina então.

 

-Deixa a Loira te escutar falando isso, te mata.

 

- Bem capaz mesmo, riu a mulher.

 

- Mas como estão as coisas Milena? Vai ficar em definito em BH? Já desfez está loucura de noivado.

 

- Nossa quantas perguntas heim! Bem, não sei, não disse rindo.

 

- Eita, ta econômica nas palavras.

 

- Sabe Marina, não sei de nada mesmo, estou bem enrolada com as coisas, somente sei que agora não tenho nada que me prenda aqui, apesar de eu amar minha terra, e a vida da Maura é em São Paulo.

 

- Problema é dela, você não vai casar com ela mesmo ! Disse a menina.

 

Milena, virou a cabeça para trás soltando uma sonora gargalhada.

 

Marina sorriu com ela, gostava muito dela e queria ela assim sempre feliz.

 

- Você não existe! Tenho dò da sua mulher, tão mandona!

 

- Ainda bem que Camila é boazinha disse Marina, concordando. Meu bem você sabe quem ama, não é possível que vai estragar sua vida novamente?! Já basta o que fiz você sofrer e agora quer casar com aquela chatonilda da Maura?

 

- É por causa disso que quer me ver tanto com Helena? Se sente culpada?

 

- Não Milena, por que gosto de você, porque você é especial e especialmente que sei ser ela quem você ama.

 

- Sim amo, acho que jamais deixarei de ama-la, ela conseguiu o que ninguém conseguiu nestes anos todos fazer eu te esquecer, então não é pouca coisa, mas ela me abandonou e não deu chance a nós, ou seja, a estória se repete.

 

-  Olha eu sei minha culpa na nossa estória, mas sabe uma atitude sua que não ajuda você nunca, e aceitar a derrota de um jeito passivo, não corre atrás do que você diz querer, foi assim comigo e agora está sendo assim com Helena. Bradou Marina, sabendo que isso ia mexer com os brios da mulher, a conhecia, este era sua cartada para faze-la sair da inercia.

 

Milena suspirou, não era de todo uma mentira.

 

- Sabia que já tem gente ciscando no seu terreiro? Que se você não deixar este seu orgulho de lado vai perder Helena de vez? Ela está em BH, veio acertar o divorcio do meu irmão, ou seja, ela já sabe o que quer e VC? Quando vai admitir e tomar atitude?

 

- Quem esta ciscando ?

 

Touché, sorriu intimamente Marina.

 

- Uma tal de Laís que Helena conheceu na viagem fugindo de vocês e do meu irmão.

 

- A è?! Disse em tom de raiva. Esta vendo que ela não me ama?!

 

- Uai você fez pior né?! Em meses ficou noiva, com direito a capa de revista! Pois saiba, que ela viu, e esta extremamente magoada e triste.

 

- Você esteve com ela? O que ela te disse? Como elá esta?

 

Sorrindo Marina ia dar a facada final.

 

- Respondo a todas as suas perguntas, com uma condição.

 

- Qual? Desconfiou Milena.

 

- Almoçar comigo e Camila no sábado.

 

- So isso? Levantou a sobrancelha.

 

 -Só isso- Respondeu Marina.

 

-ok!

 

Eu, você, Camila e Helena! Mas isso você só saberá lá ne rsss, sorriu mentalmente a menina.

 

- Agora me conta tudo.

 

- Vamos lá.

Fim do capítulo

Notas finais:

Ola meninas,

 

Mais um capitulo, agora em breve saberemos se o amor relamente é mais forte que as mágoas ou se o Fábio irá atrapalhar o amor de Milena e Helena.

 

Camila e Agatha vão ser felizes para sempre? Maura irá conseguir amarrar Milena de vez? Laís sublimará seu amor por Helena, ou o dinheiro falará afinal mais alto? Até onde será que vai a loucura do Fábio?

 

Espero que gostem do final que estou escrevendo para vocês.

 

Bom fim de semana a todas.


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Comentários para 44 - Capitulo 44 - Quem tem amigo.....:
Helenna
Helenna

Em: 01/05/2022

Bom fds!

Aguardando!

Com  a expectativa de um.final.feliz .

Abraços

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