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this is what you came for por tisthedamnlover

Ver comentários: 1

Ver lista de capítulos

Palavras: 3118
Acessos: 995   |  Postado em: 10/05/2021

Capitulo 1

“ Isn't this why we came? Gotta get with you ”

— Hayley Kiyoko: Girls Like Girls ♡

 

Emma 

 

Existem momentos que mudam nossa vida, marcando-a para sempre, definitivamente. E eles nos fazem questionar sobre tudo, quem somos, porque estamos aqui, passado, presente e futuro. Mesmo que eles pareçam ser nosso próximo erro, como vamos saber se nunca arriscar uma tentativa? Em I Did Something Bad, Taylor Swift disse: “ se eles dizem que é ruim, então por que me sinto tão bem? ”. 

 

Eis uma lição importante que aprendi sobre o amor: é um sentimento inexplicável, intruso, traiçoeiro e quando ele bate à nossa porta, não adianta dizer não. Ele entra sem ser convidado e faz a bagunça que quiser. 

Mas às vezes, precisamos dessa bagunça. 

 

A primeira vez que eu a vi foi no corredor da escola, no meio de uma multidão. Mas, em meio a tantas pessoas, ela se destacou. Como uma luz no meio da escuridão, uma mistura de pureza, amor, paixão, ternura, charme e tantas outras coisas que eu nem conseguia explicar direito. Não acreditava em amor à primeira vista, isso é coisa só de ficção. Mas eu não posso negar que quando eu a vi naquele dia, de alguma forma eu soube. Ela tinha cabelos loiros, pele branquinha, mais baixa que eu, apenas um pouco, olhos verdes. Era linda, mas não uma beleza qualquer: uma beleza sensacional, única, diferente. Daquelas que se destacam a distância de quilômetros. O nome dela, descobri horas depois já que estávamos na mesma sala, era Ceci. Incrível. Até o nome era lindo, marcante e gostoso de pronunciar. Nossos olhares se cruzaram quando ela sentou bem na minha frente, segundos antes de sorrir pra mim. Um sorriso puro e sincero, que me fez sorrir também. 

 

O resto da aula seguiu tranquilamente, exceto pelo fato de que eu não conseguia me concentrar em mais nada. Mesmo de costas para mim, ela me atraia e fiquei torcendo do fundo da minha alma para que ela se virasse e eu pudesse encarar suas orbes verdes novamente. Apenas olhe para mim, pedi, como se ela realmente pudesse ouvir meus pensamentos. Num passe de mágica (ou como se o universo estivesse ao meu favor) ela atendeu meu pedido, o que fez meu coração acelerar e minhas mãos tremerem. 

 

Ah, eu estava perdida. 

 

{...}

 

Assim que a aula terminou, cogitei ficar na sala, mas desisti quando avistei a loira sair enquanto o sinal acabava de tocar. Tive vontade de falar com ela, mas o que eu diria? De qualquer forma, eu provavelmente não conseguiria dizer nada. Fiz um coque em meu cabelo enquanto ouvia minha playlist aleatória no fone de ouvido e fui direto para a minha mesa, que ficava afastada da multidão de estudantes, no refeitório. Coloquei minhas mãos no bolso do meu moletom — por Deus, estava bastante frio — e me encostei na parede, meus olhos passeando pelo local à procura de qualquer sinal da dona do par de olhos verdes. Nada. Isis veio sentar do meu lado e antes de qualquer coisa, ela perguntou:

 

— O que você achou da aluna nova? — com toda intimidade do mundo (e era realmente essa a que nós duas tínhamos) ela pegou um lado do meu fone de ouvido e colocou no seu. 

 

— Oi, tudo bem com você? Sim, eu estou ótima. Acredita que a minha melhor amiga chega pra mim e não diz sequer boa tarde? — ela revirou os olhos. Isis era minha melhor amiga desde que eu me entendia por gente. Alta, cabelos castanhos na altura do ombro e de olhos claros, ela tinha uma personalidade única e muito forte. Sempre dizia o que vinha à cabeça sem se importar com a opinião alheia e eu sentia uma certa inveja da sua autoconfiança. 

 

— Babados primeiro. — respondeu. Foi a minha vez de rolar os olhos. 

 

— Ainda não sei o que pensar sobre ela, é cedo demais para qualquer conclusão. — dei de ombros. 

 

— Tá, agora me conta das suas observações. — ela deu uma mordida em seu hambúrguer, não sem antes me oferecer, mesmo sabendo que eu detestava. 

 

— Cabelo loiro bem claro, olhos verdes, beleza rara, sorriso sincero, uns 15 ou 13 cm mais baixa que eu. — será que eu tinha esquecido alguma coisa?

 

— Hum, observação interessante. Se eu não te conhecesse bem, diria que você gostou dela. — contive um sorriso, que não passou despercebido pela morena. 

 

— Eu nem a conheço, Isis. — argumentei. Não sabia se estava dizendo aquilo para ela, ou para mim mesma. 

 

— Isso não quer dizer nada quando se trata de coisas do coração. 

 

— Podemos mudar de assunto? — pedi, mudando a música. 

 

— Ei, tava tocando Getaway Car! 

 

— E por que você acha que eu mudei? — mas ela não me deu ouvidos e perguntou: 

 

— Alguma coisa me diz que você gostou dela sim, mas não sei porquê está mentindo para mim. Sou sua batata frita forever, ou não sou?

 

— Claro que é, sua dramática! E eu já pedi para mudarmos de assunto, deixa de ser chata.

 

— Não é ela bem ali, olha. — apontou para frente.

 

— Onde? — perguntei, imediatamente, procurando pela loira, mas não a encontrei. Ouvi a risada vitoriosa de Isis do meu lado. 

 

— Eu sabia! Emma Gomez, você não me engana. Lembra o nome dela?

 

— Ceci. — falei, o que fez minha mente viajar. 

 

— É o apelido de Cecília, certo? — perguntou, mas eu não respondi, presa em minha própria mente. Nem percebi quando ela tirou o celular do meu bolso traseiro. — Significa "cega", porque ela ainda não percebeu que você é o amor da vida dela! — praticamente gritou, com o celular na mão. 

 

— Para de gastar meus dados móveis, não é você quem paga! — fingi estar brava.

 

— Hum, alguém ficou bravinha. — zombou. Tomei meu celular da mão dela e espiei o resultado da pesquisa. 

 

— Também significa " sábia" ou "a guardiã dos músicos". — falei. 

 

— Viu só? Você tá caidinha — acusou, maliciosa. — devia falar com ela. 

 

— E o que eu diria? 

 

— Qualquer coisa, puxa assunto sobre algum desses seus livros! — apontou para a minha pasta. 

 

— Não toque, é arte! — brinquei, bloqueando a tela.

 

— E como estão as coisas na sua casa? — perguntou, escolhendo uma música da minha playlist. 

 

— Bem, né? — falei, vagamente. 

 

— Tem certeza? — insistiu, preocupada. — Eu já te falei que qualquer coisa, você e a Hannah podem ir morar comigo sem problemas né?

 

— Claro, obrigada. Isso significa muito pra mim. — ofereci um sorriso para ela. Pensei no motivo de sermos amigas: nos meus piores dias, ela era a única capaz de me fazer sorrir. Uma irmã de outra mãe, talvez até trocada na maternidade. Conversamos sobre assuntos aleatórios e depois que o sinal bateu, voltamos pra sala.

 

{...}

 

No final da aula, convidei Isis para ir ao parque comigo, mas ela recusou porque iria ajudar a mãe com alguma coisa. Nos despedimos e eu segui sozinha até meu lugar favorito, já que era cedo e eu não queria voltar pra casa. Coloquei minha mochila no canto do banco e me sentei com as pernas esticadas. Tirei meu caderno de desenhos e procurei por folha limpa e um lápis. Observei à minha volta a procura de inspiração. Eu estava sozinha ali, então não seria difícil me concentrar. Notei os arbustos com rosas brancas e por algum motivo, decidi que elas seriam minha próxima obra de arte. Foi quando ouvi vozes, mais especificamente gritos não muito longe dali. Era uma discussão de um casal. Deveria pegar minhas coisas e ir embora, mas eu congelei naquele banco. E se acontecesse alguma coisa? 

 

— Você não tá falando sério, tá? — perguntou a voz feminina. 

 

— É claro que eu tô. — ele falou, como se fosse óbvio. — A partir de agora você só vai sair comigo. Sou o seu namorado, eu tenho o direito de exigir qualquer coisa de você! 

 

— Não grita comigo! — pediu, gritando também. Silêncio durante alguns minutos. 

 

— A gente não costumava brigar tanto assim, o que tá acontecendo com você? — perguntou. Que cara de pau! 

 

— Comigo? — a voz dela soou tão baixa que eu quase não entendi o que ela disse.

 

— É, éramos um casal e agora parecemos dois estranhos. A culpa é sua. — poucos segundos depois da pausa, ele voltou a falar: — Você anda muito estranha, isso tá afetando a gente também. — explicou, decepcionado. 

 

— Preciso pensar… — ela falou baixinho. 

 

— Eu vou te buscar hoje lá pelas 19h, vamos sair pra jantar fora, se distrair um pouco, talvez isso te faça bem. E por favor, cuidado na hora de escolher a roupa. Não quero ninguém olhando para o que é meu. — ele saiu pisando fundo. Tudo o que eu escutei foi um choro. Dela. Olhei pro lado e levantei do banco, me aproximando. Não foi preciso muito para reconhecer os mesmos cabelos loiros do corredor e da aula. Era Ceci quem estava chorando.

 

— Você está bem? — me ouvi perguntar, ainda de pé e próxima a ela. Sei que é uma pergunta idiota levando em consideração o que acabou de acontecer, mas me surpreendi por conseguir falar. 

 

— Vou ficar, eu acho. — ela disse, a voz falhando por conta do choro.

 

— Olha, minha opinião pode ser irrelevante por se tratar de uma estranha, mas você não deveria deixar ele te tratar assim... — comecei, mas ela me interrompeu, ainda sem olhar nos meus olhos.

 

— Quem você pensa que é pra se meter nos meus assuntos? — pelo tom da sua voz, sabia que ela só estava dizendo isso pelo calor do momento.

 

— Você tem razão, desculpe. Só quis ajudar. — dei meia volta, pronta pra ir embora quando ouvi sua voz novamente. 

 

— Ei, espera... Me desculpe. Isso tudo é demais pra mim. — me virei para encará-la. Ceci estava secando as lágrimas. — Mas obrigada por querer me ajudar. — ela forçou um sorriso. Por algum motivo, senti meu peito doer. 

 

— Relaxa, não precisa agradecer. — sorri também, olhando pra baixo. — Sei que não é fácil lidar com homens, mas ele não deveria te tratar desse jeito.

 

— Ele só tava nervoso, foi coisa do momento. Mas foi muita gentileza sua vir até aqui só pra me ajudar e... — ela finalmente me encarou e sorriu. — Você não é aquela garota da aula que fica atrás de mim?

 

— Eu mesma. Você deve ser a... — ela me interrompeu, estendendo a mão pra mim.

 

— Cecília Martinez. — apertei sua mão e sorrimos uma para a outra. — Mas você pode me chamar de Ceci. E você?

 

— Emma Gomez. — sorri. Ela fez sinal para que eu me sentasse ao seu lado. — Seu nome é muito bonito. — deixei escapar.

 

— O seu também é. — e então começamos a conversar. Ela me contou sobre o que gostava de fazer, sua família, seu irmão mais velho e o pai que trabalhava de segunda a segunda para colocar comida na mesa. E sobre Ian, seu namorado. Eles estavam juntos há quase dois anos e se conheceram em uma festa dada por um amigo em comum. Ah, o destino...

 

— Eu sei que o que você ouviu a fez pensar que ele é um babaca, mas Ian é uma boa pessoa. Só que às vezes, é difícil enxergar as partes boas dele. — me perguntei se existia alguma.

 

— Eu espero que fique tudo bem entre vocês, é normal brigar — mais normal ainda ele gritar daquele jeito com ela, né? — mas você deve ter cuidado. 

 

— Sim, obrigada mais uma vez. Você é a única pessoa que conseguiu me aturar por horas. — seu sorriso fez com que meu coração tropeçasse na própria batida. Fique quieto. 

 

— Você é incrível. — eu disse baixinho. — Okay, sei que vai parecer estranho porque a gente acabou de se conhecer, mas se importaria de me passar seu contato? Já que a gente estuda na mesma sala, pode ser que seja necessário em algum momento. — tentei não parecer nervosa. Seguir o conselho de Isis não estava sendo fácil, ela tinha namorado, então eu não tinha chance alguma. Mas quem sabe não poderíamos ser amigas?

 

— Claro, qual você quer? Tenho instagram, twitter…

 

— Hum… — eu ri. — Então você tem twitter?

 

— Sim. — ela sorriu, um pouco tímida. — E então?

 

— Eu vou parecer muito invasiva se ficar com o twitter? A primeira opção nunca é válida. — falei, mesmo sabendo que ela não entenderia a referência. Eu e esse meu lado fanfiqueira. 

 

— Eu vou fingir que não. — e sorriu. 

 

— Okay. — mostrei meu perfil para que ela me seguisse. — A conversa tá boa, mas se eu demorar mais um pouco pra chegar em casa, vai acontecer uma terceira guerra mundial. — eu me levantei, colocando as mãos no bolso. 

 

— É uma pena, eu adorei conhecer você. — ela estava sendo sincera. 

 

— Digo o mesmo, nos vemos na aula então?

 

— Combinado. — ela me abraçou. Seu abraço era quentinho e confortável ao ponto de eu não querer soltá-la, mas tive que fazer. Ainda conseguia sentir a tensão quando seus braços soltaram meu corpo.

 

{...}

 

Quando cheguei em casa, subi correndo. Antes de me trancar no meu quarto, entrei no de Hannah rapidinho e vi minha irmãzinha dormir feito um anjinho no berço. Observei seus traços delicados e angelicais e então segui para o meu quarto, trancando a porta assim que eu entrei. Deitei na cama, pensando em tudo o que tinha acontecido: conheci uma garota chamada Ceci que é incrível, mas que tem um namorado babaca e tóxico. O pior é que ela nem se deu conta disso. Ainda, eu espero. Pelo pouco que conversamos, deu pra perceber que ela merece alguém melhor, que cuide dela, que a ame com cada batida do coração e não alguém que grite no meio de um parque e se ache no direito de exigir coisas. Mas quem sou eu pra julgar?

 

Peguei meu caderno de desenhos e procurei uma página em branco. Tentei desenhar qualquer coisa só para passar o tempo, mas era impossível por conta do barulho. Gritos. Minha mãe e meu padrasto estavam brigando mais uma vez. Também ouvi um vidro sendo quebrado, provavelmente depois de ser jogado no chão ou contra parede. Saí correndo para buscar Hannah e a trouxe para o meu quarto, trancando a porta novamente. Ela estava chorando, os olhos arregalados denunciando o quão assustada ela estava. Balancei seu corpo pequeno em meus braços, tentando fazê-la se acalmar.

 

— Shhh... Vai ficar tudo bem, tá bom minha princesa? Eu prometo. — comecei a cantar call it what you want. Os gritos aos poucos se transformaram em apenas um barulho que a porta da frente faz ao ser empurrada com força. Eu deveria estar assustada, mas já virou costume.

 

Eu fiquei muito feliz quando mamãe contou que estava grávida de uma menina porque sempre quis ter uma irmãzinha. O problema é que depois disso, ela simplesmente esqueceu que eu existo. Mas tudo bem. Eu tinha um emprego desde o ano passado e vivia dele desde então. Toda quarta-feira era meu dia de folga, mas em compensação eu trabalhava no sábado durante o dia todo. O salário era ótimo, me permitia comprar tudo o que eu precisava, alguns trocados pro cofre da faculdade e alguns mimos pra minha irmãzinha. Não era uma vida tão ruim assim, eram apenas alguns dias piores do que os outros. 

 

Hannah ficou quietinha em meus braços então a deixei brincando no tapetinho do meu quarto enquanto eu voltava a desenhar. Minha mãe veio buscá-la para jantar e como não estava com fome, permaneci no meu quarto até a hora de dormir. O sono parecia não querer vir, então me lembrei da loira de olhos verdes com quem conversei durante a maior parte da tarde. Me revirei na cama de um lado para o outro e assim que fechei meus olhos na inútil tentativa de pegar no sono, meu celular começou a vibrar na mesinha ao lado. Era uma dm de Ceci. 

 

@americanqueen: oi, gostei da bio. 


Sua mensagem me fez sorrir imediatamente. O fato de ela reparar num detalhe como esse, pequeno mas tão importante, faz meu coração bater mais forte no mesmo instante. 


@swiftiebilier: hey, obrigada! Como você está?


@americanqueen: muito bem e você?


@swiftiebilier: tô ótima, o que você está fazendo de bom?


@americanqueen: nada demais, só deitada e você?


@swiftiebilier: também estou deitada, tava pensando em ler alguma coisa pra pegar no sono! 


@americanqueen: perdão, eu não queria te incomodar. 


@swiftiebilier: não se preocupe, você não está incomodando. Eu consigo me concentrar perfeitamente em fazer várias coisas ao mesmo tempo. 

 

Eram quase 1h30 da manhã quando me despedi, os olhos pesados implorando por algumas horas de sono após todo o tempo que tínhamos passado conversando sobre assuntos aleatórios. Eu queria poder dizer a Ceci que aquele cara não sabia nada sobre amor e muitos menos como tratá-la. Mas eu não podia me meter no relacionamento dos dois. Ela merecia ser feliz e se essa felicidade estiver com ele, bem... O que eu podia fazer? Ele com certeza não merecia a garota incrível que a Ceci era. Se em algum momento eu percebesse que ele continuava tratando ela daquele jeito, coitado. Tentei pensar em coisas boas para me distrair. Como por exemplo, o fato de que ela sorria não só com os lábios, mas com os olhos também. Era algo sincero que não podia passar despercebido. Lembrei do desenho das rosas brancas que eu comecei no parque. Acendi a luz e peguei meu caderno novamente, sentando na cama determinada a terminar. O resultado com certeza não foi capaz de captar a beleza delas, mas eu gostei, então assinei meu nome e coloquei a data como sempre. Deixando o caderno de lado, voltei para a cama e me cobri até o pescoço. Adormeci pensando nela. 

Fim do capítulo

Notas finais:

playlist da fic. as primeiras 16 faixas pertencem a primeira temporada, enquanto todo o resto é da segunda que se chama “ cruel summer ”. 

https://open.spotify.com/playlist/4BmydQx9SV043pMsAJSF0c?si=01XloHMvSDW659JI0CG1NA


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Comentários para 1 - Capitulo 1:
cinderaelin
cinderaelin

Em: 10/05/2021

MEU ORGULHO, toma aqui uma frô de comemoração pra você ????


Resposta do autor:

TE AMO SABE, obrigada. amei a flor ?

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