OIOIOI TÁ TARDE, MAS TÔ AQUI!!
Tudo bem? Então esse capitulo tá o bixo. hehe
Sugiro que leiam em local seguro hehe
Capitulo 43 Meu fim!
POV NATÁLIA
Fechei os olhos assim que sua boca encontrou a minha, o beijo era urgente e suas mãos apertavam minha cintura fazendo com dar leves gemidos involuntários. Ela me empurrou um pouco fazendo meu corpo se chocar na pia e com facilidade ela me levantou e me sentou de frente a ela. Arfei quando seus beijos encontraram meu pescoço e naquele momento minha calcinha já davam sinais de como eu queria aquela mulher.
Rafa sem muito esforço meu pegou no colo e fomos em direção ao meu quarto, nossas bocas não se desgrudaram em nenhum momento. Senti meu corpo de colidir com o colchão macio e o corpo de Rafa pesando sobre o meu. Nosso beijo ia se prolongando quando ela parou por um instante e fitou no fundo dos olhos e eu pude notar o desejo que havia naquelas íris escuras. Era loucura, mas aquele olhar me deixou fodidamente ainda mais excitada. Sem demora ela retirou minha camiseta e se encaixou entre as minhas pernas pressionando meu centro com o joelho. Deixei um gemido fraco escapar dos meus lábios e ela deu um sorriso safado. Suas mãos habilidosas soltaram meu sutiã de forma rápida e ela não demorou a dar atenção a eles. Minha respiração estava descompassada e quando Rafa passou a língua pelo meu peito eu arfei e cravei as unhas no lençol da minha cama. Ela lambia, ch*pava com maestria e com a outra mão brincava com meu outro mamilo que estava livre. Era torturante ver a boca dela me maltratando daquela forma, eu precisava de mais, eu queria mais.
-Caralh* Ra..rafa – Falei ofegante e ela parou de repente. – Não para, eu quero mais.
Fechei os olhos e dei um grito quando ela deixou uma mordida em um dos meus seios.
-Tira a calça. –Ela disse autoritária e eu rapidamente retirei minha cala enquanto ela tirava a própria blusa.
Ela capturou meus lábios novamente e minhas mãos ganhavam vida pelo seu corpo seminu, Rafa desceu sua não pelo meu abdômen e massageou meu ponto de prazer me fazendo arquear a linha da coluna levemente, eu não aguentaria por muito tempo ela percebeu isso e driblou o elástico da minha pequena calcinha de renda e serpenteou seus dedos em meu clit*ris. Os meus gemidos eram cada vez mais altos e não conseguia segura-los.
-Cacete, como você está molhada. – Ela disse ofegante e eu sorri timidamente.
-Culpa sua.
Ela mal deixou eu terminar de falar e penetrou seus dedos dentro de mim, fazendo eu gritar de prazer. Ela começou com um vai e vem lento até que eu me acostumasse com aquele contato, mas eu queria mais então comecei a rebol*r sem pudor algum em seus dedos. Minha respiração saia de forma pesada e eu sentia que não aguentaria aquilo por muito tempo.
-Eu vou go..goz.. – Eu não conseguia ao menos falar direito e Rafa foi mais ágil que eu me impedido de fechar minhas pernas.
-Ainda não. – Ela disse de forma firme retirando os dedos de dentro de mim iniciando uma masturbação em meu clit*ris novamente.
Rafela me deixava alucinada, quanto mais ela me possuía, mais eu queria. Eu tinha uma lista um tanto que extensa, mas nada se comparava com aquele momento ali com Rafaela.
Em um movimento rápido, Rafa me virou me fazendo fica de quadro em cima da cama em uma posição totalmente exposta á ela. Senti meus cabelos sendo enrolados em sua mão e seus dedos me penetrando sem pudor. Urrei alto e sentia o suor brotando em minha testa, ela não tinha piedade alguma de mim naquele momento e quanto mais ela estocava seus dedos em mim, mais eu rebol*va em sua mão.
-Goz* pra mim Natália. – Aquelas palavras foram o meu fim, cheguei à borda com aquela voz rouca de tesão pedindo que eu goz*sse pra ela.
Senti meu corpo todo convulsionar em um orgasmo violento, não consegui sustentar meu corpo de desabei na cama e rafa caindo por cima de mim. Minha respiração descontrolada e entrecortada me fazia tentar puxar o ar com mais dificuldade. Ela deitou ao meu lado com a mão no rosto e eu ainda tentava me recompor, ela abriu os olhos devagar e eu sorri. No impulso eu subi em cima dela e tomei seus lábios em um beijo feroz.
-Eu preciso de mais Rafaela. – Ela nada disse, apenas agarrou minha cintura com força e li eu sabia que nossa noite estava longe de acabar.
[...]
Acordei com alguns raios de sol que entrava pela minha janela, meu corpo estava levemente dolorido e eu sorri de leve ao me lembra do motivo, ontem Rafa e eu nos permitimos desfrutar do desejo que sei estamos tendo uma pela outra e com certeza essa foi uma das melhores noites da minha vida. Me virei passando a mão pelo colchão e estranhei estar sozinha em minha cama, me sentei rapidamente e puxei o lençol, caminhei até o banheiro na esperança em que ela estivesse lá, mas foi em vão. Rafaela tinha ido embora, sem ao menos se despedir ou deixar um adeus. Estava me sentindo usada, sentia meu coração partido, me sentia burra por ter me apaixonado por ela e ali eu senti que jamais seria correspondida, sentei no corredor e deixei que o choro viesse de forma intensa e compulsória.
POV ALISSON
O jantar com Sofia corria perfeitamente bem até o momento que Alice entrou no restaurante e foi até a nossa mesa. Meu coração gelou quando ela chegou até mim e perguntou se atrapalhava.
-Alice você está atrapalhando sim. – Falei ríspida.
-Desculpa meu amor, mas foi mera coincidência encontrar você aqui. – Ela disse de forma cínica e Sofi revirou os olhos. – Vi você aqui e deduzi que precisa de companhia melhor.
-Já estou muito bem acompanhada, não está vendo. – Alice era muito cara de pau, de falar isso.
-Você anda se contentando com pouco demais meu amor. – Sofi me olhou com raiva e eu tratei de concertar aquilo.
-Alice, quer nos dar licença, por favor. – Falei de forma grosseira e Sofia se mantinha calada.
-Tudo bem, eu vou. – Ela me deixou um beijo no canto da boca. – Mas quando sentir saudade sabe onde me achar.
Ela saiu e notei que Sofia tinha parado de comer, seu semblante era fechado e eu senti raiva de Alice nesse momento.
-Me desculpe.
-Acho melhor eu ir embora. – Ela disse rápido colocando o celular na pequena bolsa.
-Não Sofi, me desculpe por isso. – Tentei segurar sua mão por cima da mesa, mas ela puxou rapidamente. – Então me deixe te levar em casa.
- Acho melhor não, eu pego um taxi. – Ela se levantou e saiu, chamei o garçom com certa pressa, não poderia deixar ela sair daquele jeito.
Não esperei o garçom voltar com a conta e deixei uma quantia que sugeri que seria o suficiente e corri atrás dela. Sai apressada do restaurante e cheguei a tempo de ver o carro de Ricco cantar pneu e Sofi já não estava ali mais. Eu corpo gelou e eu lembrei de suas ameaças.
[...]
- Quando você aceitou trabalhar pra mim, eu disse que só saem do meu esquema quando eu decido. – A voz dele era cortante.
-Ricco, entenda isso está ficando perigoso pra mim. – Falei em tom de suplica e ele sorriu maquiavélico.
-Quem manda nessa cidade sou eu, eu decido quando fica perigoso. - Ele levantou levemente a blusa me mostrando a pistola em sua cintura. – Se Alice tivesse me dito que você era um problema eu teria acabado com você na primeira divida.
-Eu já não lhe devo mais nada. – Falei de forma petulante, mesmo morrendo de medo. – Eu sinto muito Ricco, mas não posso mais trabalhar pra você.
-Tem razão Alisson, sua divida já está paga. – Meu coração batia sem parar, meu medo era ser morta ali, naquele momento. – Mas toma cuidado por onde você anda.
Foram suas últimas palavras antes de me colocar pra fora do carro e arrancar com o mesmo me deixando em uma rua escura.
[...]
Isso não poderia estar acontecendo, torcia pra que Sofi tivesse pego um taxi qualquer, mas o telefona dela só dava caixa de mensagem, e um frio estranho percorreu minha espinha. Minhas mãos estavam trêmulas e eu comecei a perguntar os seguranças se viram em qual carro ela havia entrado. E quando ele disse que tinha sido no VOLVO preto meu mundo caiu.
Não era possível, Ricco tinha pego Sofi e a culpa era inteiramente minha. Comecei a ligar pra algumas pessoas em busca de algum tipo de ajuda, sei que seu eu chamasse a polícia Ricco acabaria com a vida de Sofia. Passei a noite rodando a cidade e quando eu já não via saída liguei pra ultima pessoa em que eu pediria ajuda.
-Alô Rafaela? – Ela atendeu com uma voz de sono e eu falei sem rodeios. – Rafaela eu preciso da sua ajuda, Sofia está em perigo.
Fim do capítulo
EITAAAAA, AGORA O BIXO PEGA E PEGA MUITO.
ATÉ MAIS!!
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AndressaSilvah
Em: 03/10/2020
Agora Nathalia acha que foi usada , a risco dizer que esse é um dos piores sentimentos! Alisson foi extremamente burra.
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