OIOIOOIO
TUDO BEM COM VOCÊS?
EU TO BEM!!
SE PREPAREM!!! E NÃO ME ABANDONEM!
PLAYLIST PRO CAPITULO!
Capitulo 22 Você me deixa louca!
POV RAFA
Sai da delegacia o mais rápido que consegui. Meu corpo ainda estava em chamas e ainda sentia a sensação da boca de Natália na minha. Subi na moto em busca de esquecer a perdição que essa mulher me leva, Pilotei o mais rápido que devia, e com certeza tomei alguma multa pelo caminho, mas isso era o que eu menos me importava agora. Cheguei em meu prédio e subi apressadamente, arranquei toda a minha roupa e fui pro chuveiro, deixei a água cair pra tentar me acalmar. Sai do banho e me enrolei na toalha enquanto ligava pra Sofia, pois ela havia me ligado mais cedo e eu já estava mais calma.
-Oi Sofi. – Falei assim que ela atendeu.
-Oi amor, tudo bem? Chegou agora?
-Sim, estava no banho! Tudo bem com você?
-Sim amor, estou aqui na Alisson!
-Como assim? Estudando? – Já estava bem tarde pra Sofi estar lá.
-Não amor, ela sofreu um acidente e eu vim ver como ela estava. – Depois que Carla implicou com Alisson eu comecei a implicar também, mas eu não ia bancar a namorada chata, até porque eu estava beijando a prima dela até umas horas atrás. – Acho que ficarei por aqui amor, não quero deixa-la sozinha.
-Tudo bem Sofia, faça como preferir. – Eu não queria me irritar com Sofi, mas tudo que me aconteceu hoje não estava deixando que eu raciocinasse direito. – Eu vou descansar um pouco e conversamos depois, beijo!
Desliguei e senti que ela ficou meio chateada, mas não era um bom momento pra mim. Eu estava me sentindo péssima por novamente ter cedido ao beijo de Natália, e agora me sentia mal por sentir de ciúmes de Sofia com Alisson. Isso era cruel com Sofia, nosso namoro sempre tão sólido e eu me deixar levar por essa atração que eu não consigo mais controlar. Passei o resto da noite em branco, pensando em como eu encontraria uma saída pra essa loucura que minha vida estava, pensei varias vezes eu contar tudo pra Sofia, mas eu não queria que ela e a prima se tornassem inimigas. Eu irei ter uma conversa séria com Natália e a pediria pra nos afastarmos, eu encontraria uma forma de controlar isso que ela me causa.
Cochilei por algumas horinhas e no sábado cedo eu resolvi tirar meu stress malhando um pouco, não voltei a ligar pra Sofia e ela também não me procurou, acabei desligando meu celular e fui treinar. Passei a manhã toda na academia e só à tarde fui pra casa me dando de cara com Carla com cara de poucos amigos.
-Onde você estava Rafaela? – Ela mal esperou eu descer da moto e já foi me interrogando.
-Eita, eu estava na academia. – Deixei a moto na entrada do prédio mesmo. – Aconteceu algo?
-Você simplesmente não me atendia, fiquei preocupada né? – Subimos até meu apartamento. –Ainda mais você andando de moto nessas ruas perigosas.
-Desculpa, eu deixei o celular em casa. – Dei passagem e ela entrou em meu apartamento. – Está tudo bem?
-Sim, só estou um pouco estressada. – Carla sentou no sofá. – Mas e você? O que te deu pra ir malhar em uma manhã de sábado?
-AAh, me desentendi com Sofi. – Contei pra Carla o que rolou, mas omiti a parte do beijo.
-Eu te disse que não fui com a cara dessa garota. – Carla disse com desdém. – Mas relaxa, tem cerveja ai?
-Tem, vou pegar. – Fui até a cozinha e trouxe duas cervejas pra nós. – O que rolou pra você estar tão estressada assim?
-Perdi uma causa ontem, e hoje o advogado da outra parte ainda tirou sarro de mim. – Ela bufava de raiva. – Como eu detesto esses porcos arrogantes.
-Relaxa, não vale a pena. – Conversamos o resto da tarde e tomamos algumas cervejas.
Carla já estava melhor e eu já não pensava tanto no que tinha acontecido, eu preferi omitir o beijo dela, pois eu tinha prometido que não aconteceria novamente e eu fui fraca. No fim da tarde Carla decidiu ir pra casa e eu fui tomar um banho rápido, eu queria dar uma revisada nos estudos. Estava vestindo a roupa quando ouvir a companhia tocar, imaginei ser Sofia, mas lembrei de que ela tinha a chave do meu apartamento, então só podia ser Carla que esqueceu algo.
Abri a porta e todo o meu sangue sumiu, apenas fiquei parada olhando a figura presente ali.
-Eu vim aqui terminar o que a gente começou ontem. – Natália estava em pé escorada no batente da porta, e foi dizendo isso abrindo um por um dos botões de seu sobretudo.
Eu não esbocei nem um tipo de reação, apenas senti meu corpo sendo empurrado pra trás e ela avançando sobre mim com um beijo cheio de desejo.
-Não podemos fazer isso. – Tentei dizer, mas foi tudo em vão.
Natália nem se quer ouviu e envolveu seus braços em meu pescoço, fazendo com que descemos alguns passos pra trás e encontrássemos o sofá. Ela empurrou meu corpo e eu cai sentada tendo suas pernas sendo posicionadas uma em cada lado. Nossas bocas praticamente não se desgrudavam e minhas mãos começaram a ganhar vida, apertando suas coxas desnudas. Ela me puxava pela nuca, fazendo com que nossas bocas engolissem uma a outra. Aquele era meu fim, eu não tinha pra onde correr, eu não tinha como fugir.
-Você não tem ideia de quanto me deixa louca Rafaela. – Eu não consegui responder nada, apenas capturei seus lábios novamente em um beijo fodidamente urgente.
Inverti nossas posições e a deitei no sofá encaixando meu corpo por cima do dela. Natália esteva entregue a mim e eu a ela, eu só pensava em como eu precisava ter aquela mulher. Desci meus beijos pelo seu pescoço, e ela arfava de prazer, comecei a massagear um de seus seios ainda por cima do sutiã, senti suas pernas me agarraram pela cintura fazendo nosso contato ficar mais intenso. Passei a distribuir beijos por todo o seu colo e ela mordia o lábio de uma forma sexy, ela sorriu com malicia, daquele jeito que me atinge em cheio.
Me acomodei no sofá e passei a beijar a parte de dentro de suas coxas, o cheiro dela com certeza era algo que devia ser afrodisíaco, pois poderia chegar ao meu limite só com o aroma, Natália se contorcia embaixo de mim e sem demora levei minhas mãos a lateral de sua calcinha e puxei deixando livre o meu caminho. Senti ela arquear a linha da coluna quando minha língua encontrou seu ponto de prazer, um gemido alto ecoou em meu apartamento e logo vários preenchiam meus ouvidos. Eu segurava suas pernas com uma certa força enquanto sugava todo o seu sex*, e com certeza aquilo ficaria marcado.
-Não para Rafa. – Ela disse com uma voz arrastada e não demorou para que ela se desmanchasse em minha boca.
Nossas respirações estavam descompassadas, mas ela não queria perder tempo, me puxou novamente pra cima dela provando o próprio gosto em minha boca. Perdi as horas que passamos no sofá e nem vi em qual momento fomos pra minha cama. Natália era incansável e com um sorriso malicioso me atacou novamente, estava empenhada em fazê-la atingir mais um orgasmo naquela noite e eu estava amando ver ela se desfazendo mais uma vez, mas agora era nos meus dedos. Não me lembro o exato momento em que pegamos no sono, e quando acordei vi seus olhos verdes me encarado de uma forma diferente.
-Oi. – Ela disse meio sem jeito.
-Oi. – Respirei fundo, me situando do que estava acontecendo, passei a mão no rosto tentando raciocinar.
-Acho que precisamos conversar. – Ela se acomodou na cama puxando o lençol.
Balancei a cabeça e nessa hora meu mundo inteiro caiu quando vi Sofia parada na porta do meu quarto.
-Sofi? – Eu não tive resposta e ela saiu correndo do meu apartamento com lágrimas nos olhos.
-Merda. – Vestia qualquer roupa pra tentar ir atrás dela.
Fim do capítulo
PUTAAA MERDAA MERMÃO!!
DESCULPA GENTE, TINHA QUE ACONTECER!
Comentar este capítulo:
Marta Andrade dos Santos
Em: 19/08/2020
Miserável pega a prima Sofia não merecia essa punhalada.
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AndressaSilvah
Em: 19/08/2020
Não acredito nisso ??!! É sério ??!!
Isso foi cruel , coitada da Sofia !!
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