Pseudonimo por caribu
Crônica
Sinto-me nua. Estou despida do meu histórico, dos meus conceitos, de todas as minhas idealizações. E não há pudor simplesmente porque nenhum olhar me alcança nesse instante. Estou blindada.
O anonimato me cobre como quem se esconde atrás de um véu. É um grande baile a fantasia onde ninguém nunca será capaz de me reconhecer. Por isso, posso até voar.
Sou caribu, uma sequência de tantos eus que nem consigo enumerar. Este é meu primeiro contato.
Fim do capítulo
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rhina
Em: 15/08/2020
Olá
Boa noite.
Baile.
Anonimato
A máscara ideal. Para não saber quem és. Para não ser reconhecida.
Mas Anonimato sob o prisma do que escondo ou talvez da liberdade. Mas qual liberdade de escrever e não ser mensurada ou de ser o que quiser ser.
Anonimato e todas suas vertentes.
Pena que não se possa ser anônima de si mesma. Não dá para ser anônima entre os que te conhece.
Quantos Eus possui Autora.?
Como os vive no dia a dia?
Rhina
Resposta do autor:
Que bonito! Comentário poético!
Não posso ser anônima de mim mesma, mas sou para muitos dos que me conhecem. Esta é a capa da invisibilidade a que me refiro!
Quanto aos eus, somos muitas. Às vezes nem sei quem é que assina!rs
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