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SAFE por Howtosavealife

Ver comentários: 2

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Palavras: 2062
Acessos: 1351   |  Postado em: 21/04/2020

Nightmare

 

Os dias seguintes se passaram arrastados pra mineira. Havia conversado todos dias com sua família por telefone, tentava amenizar o medo que estava sentindo. Na faculdade a novidade se tornou fofoca, chegou até mesmo escutar no banheiro algumas meninas comentando em tom de piada que não sabia que a família tinha tanto dinheiro assim e que ela estava parecendo a filha do prefeito, na hora a vontade era sair da cabine sanitária e bater boca, mas respirou fundo. Olhares de pena ou curiosos se tornaram comuns quando passava ao lado de Daniel pelos corredores. Em casa o desanimo era o mesmo, passava bastante tempo deitada vendo alguma série na intenção de se distrair. Começou evitar ao máximo de cruzar e conversa com a segurança, sendo apenas formal. No domingo sentia que estava chegando ao seu limite e um pequeno bate boca matinal apenas aumentou sua tensão.

- Bom dia - disse a segurança quando a outra chegou na cozinha.

- Hum...

- Com fome? Faço uma pra ti? - fazia uma tapioca no fogão.

- Na verdade não... vim tomar só um café.

- Ana Clara você não tem se alimentado direito... - comentou e recebeu um olhar de reprovação da outra que fez ela não prosseguir.

Ficaram em silêncio até a segurança tentar novamente manter uma conversa.

- Você vai sair hoje?

- Não!

- O tempo está lindo... não quer ir a praia?

- Não!

- Guria você deveria sair um pouco, ficar trancada em casa não adianta...

- Que saco Luísa ocê não é minha babá e cê própria disse que sua única obrigação é minha segurança, então me deixa em paz sô... não quero comer e não quero sair aliás eu nem deveria ter decido do quarto.

Subiu apresada com uma xícara de café na mão, não dando atenção pra gaúcha que chamava pelo seu nome.

 

 

Estava chateado no geral com todo mundo, ainda mais com Luísa, sentia falta de conversar com ela e não sabia ainda como lidar com isso. Deitada na cama parou seu pensamento pra atender seu celular.

- Oi Carol - disse desanimada.

- Oi Clara - respondeu suspirando - Como cê tá?

- Sinceramente, mal - suspirou pesado - Não tô com vontade de fazer nada... Tô quase trancando a faculdade, até conversei com vovô sobre. nb

- Ele me disse, aí Clara te intendo... Num queria i pra escola também não.

- Hoje foi um saco, acredita que escutei umas meninas falando de mim no banheiro? Pra completar gente que eu não gostomuito  - suspirou.

- Gente fofoqueira é o pior.

- Mas e ai como estão as coisa? Já tá o povo tudin dessa cidade sabendo né?

- Já sim, cidade todinha véi... Um saco povo olhando tudo. Vô conversou com o prefeito hoje, eu e Gaab vamos andar com policial também.

- Hum - puxou o ar e controlou a vontade de chorar - Queria estar aí com ocês ou cês aqui comigo, mas nem sei o que mais seguro... tô com medo de sair de casa, toda vez que meu celular toca eu me tremo toda com medo de notícia ruim... Que machucaram cês.

- Oh Clara, eu também... Mas vai ficar tudo bem... Nós reza e pensa positivo tá baum?

- Tá...

- Eu vou desligar prima, só liguei pra ouvir sua vozinha chata mesmo - brincou - Agora vou pra aula de dança... Pelo menos lá fico bem e esqueço tudo.

- Vai lá meu bem, amo cê.

- Também beijos.

 

 

De tarde Luísa abriu a geladeira e sorriu ao ver que a outra tinha acabado com a panela de risoto que fez no almoço. Já que a mineira não queria escutar, o jeito foi apelar para algo que ela não negaria, um risoto de queijo.

 

A noite caiu e a segurança estava quase terminando de revisar as gravações, dos dias anteriores, em frente ao computador no sotão quando seu celular vibrou. Pati havia mandado um link.

- Amiga

Olha isso 😲

Acabou de passar no Jornal da Meia Noite, assiste tudo até o fim.

 

O link tinha um trecho da reportagem

"Procurador Geral do estado do Rio de Janeiro comemora prisão de empresários do ramo da construção que formavam cartel para ganhar licitações públicas nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Na entrevista concedida a poucas horas atrás o secretario deu mais detalhes:

Hoje fizemos um total de 14 prisões e conseguimos fraguimetar esse esquema que ocorria a mais de 4 anos - a segurança abriu a boca várias vezes quando reconheceu o homem que falava como o mesmo que estava com o buquê para fernanda no hospital - Infelizmente não conseguimos prender o chefe do esquema, o empresario August Bongiovanni Vitti, ele estava na França e deveria voltar ao Brasil devido a uma fatalidade com sua esposa, porém quando esperávamos seu desembarque fomos supreendidos com a informação que o mesmo continua na Europa, mudando agora pra Suiça onde não podemos estradita-lô."

 

- Puta que pariu Nanda... onde foi que você se meteu?! - disse passando a mão pela cabeça e mandando mensagem para a amiga

- Patricia...

o procurador é o cara do buquê que foi visitar a Fernanda 😵

- Olha isso tá me cheirando a problema dos grande Lu 😷

- Sim, será que ela tá metida ou entregou o marido?

- Não faço ideia amiga 

mas se afasta disso

escutou?

- Fica dificil de escutar 😅

você tá digitando rs

- Vai a merd* engraçadinha

- Fica tranquila

- Sei 🤔

 

 

Bufou enquanto andava pelo quarto, sua cabeça estava fervendo pensando em várias possibilidades sobre aquela notícia que tinha acabado de receber. Foi tirada de seus desvaneios quando escutou duas batidas leves na porta.

- Oi Clara, aconteceu alguma coisa? - disse apressada quando abriu a porta.

- ... - esticou as mangas do moletom que vestia e abaixou a cabeça sem saber o que falar.

- Ana Clara?! - peguntou confusa.

- Eu... Eu tô tentando ser forte ... - disse com a voz fraca e tremida - Mas nem meu corpo tá guentandu mais Lu.

- Tá passando mal ? - peguntou preocupada vendo ela respirar com dificuldades e lembrando do que tinha conversado com ela dias atras.

- Aham - cruzou os braços e levantou o olhar meio sem jeito.

- Vem cá - puxou a mais nova pra um abraço - Ninguém consegue ser forte o tempo inteiro guria.

Sentiu a outra encostar a cabeça na curva de seu pescoço e logo em seguida molhar aquela região. Passava a mãos pelas costas lentamente até sentir o abraço terminar.

- Desculpa - limpou o rosto com as mãos - Eu não deveria ter vindo aqui... Te pertubar

- Eu disse que se sentisse mal era pra me falar, não disse?

- Sim... mas isso foi antes de...

- Não tem nada a ver uma coisa com a outra Ana Clara - suspirou - Fica aqui?! Você não tá bem... Eu só tenho que terminar de revisar uma coisa e já vou dormir também.

A mineira concordou com a cabeça e entrou em silêncio, logo se deitou no colchão e esperou a outra terminar de ver algo no computador.

- Pronto terminei... como tá se sentindo? - perguntou se deitando na cama e virado de lado para olhar pra mais nova.

- Coração já desacelerou mas ainda tô com um pouco de falta de ar.

- Não tem nada que possa tomar agora?

- Nem sei o que tomar nesses casos... Podia ter pedido pra Nicole me passar algo natural até ir no médico.... Dei mole.

- Quer ir no médico amanhã?

- Acho que sim... Podemos ir cedo? Não quero ir a aula - disse fechando os olhos - Não tenho conseguido prestar atenção nas aulas e não suporto os olhares de pena... andei conversando com meu vô, queria trancar, vou acabar bombando esse período, se isso demorar mais tempo.

- E ele o que disse?

- Pra eu não desistir... ele andou conversando com o prefeito lá da cidade sabe?! Disse que vão se empenhar mais no caso... acho que tudo logo vai melhorar, né?

- Hum... - se limitou a dizer - Não tem como saber Clara se isso vai durar mais uma semana ou mais 6 meses... O conselho que te dou é de não largar a faculdade, você precisa se ocupar guria, cabeça vazia numa situação dessas não faz bem.

- Eu sei... mas sei lá ... tipo me bateu um desanimo tão grande essa semana, por mim nem sai mais de casa véi... é transtorno demais pra ir até na esquina, preocupação demais. Meu aniversario é daqui uns dias e nem to afim de fazer nada, tipo é data mais importante do ano sempre faço algo legal.

- Não gosto de te ver assim guria... Sinto falta do seu sorriso e da sua alegria.

- Acho que não tô tento muito motivos né?! - disse triste.

Passaram a olhar pro teto e ficaram em silêncio até a segurança pergunta algo.

- Qual o seu tipo de filme favorito?

- Uai - a mineira soltou uma pequena risada - Que pergunta do nada foi essa Bah?

- Ah - riu sem graça - Nada demais... só que tava pensando em ir no cinema amanhã depois do médico... acho que vai ser bom pra você se distrair...

- Tipo eu não tenho nenhum estilo de filme favorito não, acho que gosto de tudo.... Gostei da ideia...

- Está passando Malévola, Coringa, o novo do Will Smith...

- Qual cê quer ver?

- Coringa.

- Queria ver Malévola.

- Bah pra que se me perguntou então? - disse rindo da mineira.

- Uai pra saber... podemos ver os dois, que tal?!

- Fechado... agora vamos dormir tá.

- Vou tentar - choramingou - Andando morrendo de cansaço e não consigo dormir direito.

- Quer que eu faça um chá? Tem Camomila lá embaixo.

- Não Bah deixa disso - segurou o braço quando a outra fez menção em levantar.

Ficaram conversando por um tempo até o sono chegar, mas logo escutarem um barulho vindo do andar debaixo. Ana Clara arregalou os olhos e a mulher tatuada levantou da cama olhando o monitor de câmeras.

- Droga... Tem alguém aqui - foi até a cama e pegou a arma que estava embaixo da mesma.

- QUE????

- Calma tá, fica aqui ok?!

- Não mesmo...

- Se lembra do que falamos... Sem perguntas e faz tudo que eu mandar, fica aqui Ana Clara!

A mais nova concordou e fico em frente as câmeras observando, a segurança no segundo andar e alguém se movimentando no primeiro. Quando o invasor acendeu as luzes a modelo saiu do quarto em disparada atrás da outra mulher.

- BAH BAH É MEU IRMÃO.

A gaúcha desceu a escada e abaixou a arma assim que viu que era realmente Gabriel

- Você assustou a gente Gaab - disse a mineira rindo ao chegar no primeiro andar.

- Desculpa - disse com a voz trêmula - Eu não tive escolha.

- Aham? - a modelo não entendeu.

Um barulho seco e fino ecoou pela casa e o corpo da segurança tombou para lado, logo em seguida a cor vermelha do sangue começou a se espalhar pelo chão, enquanto Ana Clara sentia uma mão puxando ela e duas pessoas de capuz fazerem o mesmo com seu irmão. O grito finalmente saiu da garganta mas foi abafado por um pano. Gritou mesmo assim. Como se alguém pudesse escutar e lhe tirar dali.

 

- Ana Clara... Ana Clara... O que foi? - disse Luísa segurando seus braços na cama - É só um pesadelo ... Calma guria calma.

- Baaah - não conseguia mais falar nada só chorar agarrada na mulher ao seu lado.

- Calma... Passou passou - apertava com força tentando passar o máximo de proteção que conseguia.

A segurança forçou o corpo pra trás e escostou as costas novamente na cama, mas agora trazendo a mais nova para cima de seu peito. Não sabe ao certo por quando tempo ficou ali escutando os soluços da outra e fazendo carinho em suas costas e cabelo, mas mesmo quando Ana Clara apagou de cansaço ela continuou os movimentos. Como se pudesse protegê-la até de seu pesadelo. 

 

Fim do capítulo


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Comentários para 14 - Nightmare:
Bertha
Bertha

Em: 02/05/2020

No Review

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Sonne
Sonne

Em: 22/04/2020

Wowwww... Que adrenalina nesse final! Coitada da Ana Clara, está parecendo um bichinho encurralado.


Resposta do autor:

é de dar dó essa situação

Responder

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patty-321
patty-321

Em: 22/04/2020

Poxa que susto. Pensei q fosse verdade.


Resposta do autor:

hehe essa que é a ideia 

funcionou 

Responder

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