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Minha Professora Particular por Sorriso e

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Palavras: 1225
Acessos: 941   |  Postado em: 15/05/2019

Sou boa demais.

Olhava pela janela enquanto o avião se preparava para a decolagem, recostei minha cabeça na poltrona e fechei os olhos, era estranho saber que a Cecília ainda tinha todo esse poder sobre mim, infelizmente estava tentando me enganar ainda a amava, era a mesma pressa de se aproximar o mesmo cuidado, e a mesma sintonia, não conseguia sentir nem isso pela Luana, antes pensava que isso era o certo, mas depois do que aconteceu só me deixou mais perturbada, no fundo eu era boa demais ao ponto de me entregar a ela novamente e a deixar com o ego nas alturas. 

-Depois de ver aquela boneca sai de seu quarto sem freio, várias coisas passavam pela minha cabeça, peguei umas peças de roupa coloquei numa mochila e deixei o hotel, precisava por a cabeça no lugar aquilo era demais para mim. Me instalei numa pousada simples perto da praia, e me isolei em meu quarto, ela não conseguiria me encontrar naquele lugar, evitei ao máximo sair e até esqueci de me alimentar, havia tantas promessas sonhos e planos, de tardezinha voltei ao hotel e arrumei minhas coisas e fechei a conta, peguei o primeiro ônibus e parti para o aeroporto, não havia nada a dizer ou o que dizer não iria me rebaixar mais ainda, ao me preparar para embarcar ouvi sua voz me chamando, aquilo não podia ser real respirei fundo e me virei a encarando, Cecília estava vermelha e ofegante devido a corrida até o embarque, o que ela queria me atormentar não bastava aquela noite, ela tentava me convencer de algo ou me dizer algo, estava cansada daquele lugar só precisava voltar para casa, então me pus a segurar suas mãos e a intimida-la forçando uma possível rejeição igual aquela que me fez passar em Londres, como fui burra! Disse tudo o que estava sentindo enquanto meu coração batia afoito no peito, era mais a razão falando do que o coração, qualquer uma no meu lugar faria pior, minhas palavras a atingiram  e suspirei aliviada e peguei minhas coisas, mas suas mãos foram mais ágeis e pousaram em meu rosto me fazendo olha-la mais uma vez. Que inferno não queria mais isso, desfi o contato e fui pega de surpresa com suas palavras suaves e francas. 

-Me espera. 

-E o que mais aconteceu? 

Olhei para Clara que ansiava por uma resposta a minha altura como esses romances de televisão, só que tudo que estava vivendo e o mais real possível. 

- Eu fui embora, tinha que ir. 

Senti que Clara ficou decepcionada e se levantou tirando o meu prato e pondo na pia. 

-A senhora acha que a Cecília está com a chefe dela ? 

-Talvez, aquela Magnólia parecia a dona dela, ai Clara será que esse sofrimento não acaba nunca!

Senti suas mãos em meu ombro e a abracei. 

- Só o tempo é o trabalho curam tudo, esse me espera pode nem se quer acontecer. 

Olhei para Clara e pela primeira vez não defendia a Cecília, tive que concordar esse dia poderia nunca chegar. Estava cansada e subi para dormir, foi o sono mais tranquilo que tive depois que voltei. No dia seguinte Clara estava preparando o meu café da manhã e ouvimos batidas na porta, ao atender era Ester que sorriu ao me ver. 

-Bem vinda de volta!

Me deu dois beijinhos e entrou. 

-Obrigada Ester, que animação toda é  essa.

Questionei ao me sentar de frente pra ela que me colocou em dia a par de tudo. 

-  Não está sabendo, a mãe da sua ex foi presa, parece que ela vendeu um imóvel para um casal bem rico e a casa veio a baixo.

-E eles morreram ?

-O marido está internado e a mulher ela não sobreviveu, só sei que está o maior bafafá na região não se fala em outra coisa, te contei pra depois você não levar um susto quando ver a Cecília do outro lado da calçada. 

Clara apenas me olhou do fogão, e nada disse. 

- Como estar a Lara?

-Bem, está com uns planos em mente com o novo amigo, mas quero saber sobre o investimento.

-Melhor vim comigo que te mostro. 

Deixei a casa com Ester iríamos caminhando mesmo, tinha vários planos para a academia e para a instituição que ajudaria as crianças. 

Enquanto isso em Londres: 

Estava terminando de me arrumar quando ouvi batidas na porta ao atender era Magnólia, esperava por sua procura depois que me despedi da Amanda não cheguei a tempo do desfile, todos diziam que ela me procurava e estava furiosa, terminou o desfile mais cedo. 

-Aonde você estava.

Magnólia entrou e sondou todos os cantos do meu quarto, inclusive a cama, ao fechar a porta a olhei e a mulher a minha frente estava séria e de braços cruzados. 

- Eu não estava me sentindo bem para entrar no palco.

-Falsa!

Me assustei com sua acusação.

- Eu não sou nenhuma falsa! 

Comecei a me alterar e ela se aproximou ao máximo e me olhou nos olhos. 

-Eu vi a Amanda aqui. 

Engoli seco não sabia como contornar a situação agora. 

- Se quer se iludir ótimo, mas não me faça perder dinheiro, Não me faça! 

Magnólia se afastou e passou a mão nos cabelos, caminhou até a janela e puxava o ar com toda a sua força. 

- Não é o que está pensando, a encontrei aqui, também foi uma surpresa pra mim.

Ela balançou a cabeça em negação.

- Como se você se importa-se com o que eu penso. 

-Pelo menos eu olho no olho!

Ela se virou e se aproximou novamente agora com uma posse mais autoritária, como quando a conheci. 


-Sexo não é de graça, garota. 

Não acreditei no que Magnólia me disse, estava insinuando que era algum tipo de puta, levantei a mão para desferir um tapa, mas a mesma o segurou e permaneceu com minha mão no ar. 

-Escuta bem o que vou te dizer, vai surgir muitas pessoas na sua vida como a Amanda, mas não deixe elas te dominarem se não vai acabar em maus lençóis. 

Ela soltou minha mão e caminhou em direção a porta.

- Só existe uma Amanda, e é ela quem eu amo! Ou você já se esqueceu desse sentimento ? Já se esqueceu a Yumi ? Pensa bem Magnólia o dinheiro separa as pessoas de bom caráter, mas não se preocupe ainda estou aqui, ainda pode contar comigo. Mas se da próxima vez que entrar no meu quarto desta maneira e se meter em minha vida amorosa, ou até mesmo me intimidar vai estar perdendo além de uma modelo uma grande amiga. 

Nada disse apenas se retirou do meu quarto batendo a porta, soltei o ar e me sentei na cama. 

Desci as escadas e encontrei com Miguel no bar e me juntei a ele. 

-Santo Deus, viu o Diabo!

- Por favor Miguel, hoje não, garçom!?

Pedi duas bebidas da região e tentava me acalmar aos poucos. 

-Quanta petulância dessa garota, acha mesmo que pode falar comigo daquela maneira, fui eu que a coloquei num patamar elevado não é atoa que seu rosto está em todas as revistas da cidade! Minha bebida chegou e tomei num único gole. 


- Engraçado ela é o oposto da Yumi que estava jogava aos seus pés sempre.

- Não vamos falar da Yumi, já não basta o advogado me ligando e falando da papelada. 

No fundo sentia muita falta da Yumi só ela me trazia o aconchego necessário e me freiava em momentos assim, a Freedom estava de pé com sua ajuda, pois ela era o meu pilar. Decidi não perder mais tempo no México, próxima parada San Diego. 

Fim do capítulo


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