Capítulo 1
Meu nome é Luciana e a pouco tempo me mudei de Minas para São Paulo, fui morar com meus tios e primos em Tatuapé, logo conseguir uma bolsa de estudos e um trabalho de recepcionista numa clínica médica. Tudo estava indo bem até haver alguns desentendimentos entre eu e meu primo, com algumas economias guardadas decidir alugar uma kitnet o mais próximo da faculdade, comprei poucos móveis afinal era muito pequeno o local, apenas uma sala conjugada com cozinha, quarto e banheiro. Uma colega do trabalho me aconselhou a dividir as despesas com outra universitária, e não deu outra fiz um anúncio e coloquei no mural da facu, não demorou dois dias já havia quatro candidatas à vaga, a escolha não foi nada fácil todas com suas histórias dramáticas. No final de semana recebi minha primeira colega de quarto, era estudante de fisioterapia cursava o sétimo período, trabalhava o dia todo inclusive foi um dos critérios de escolha que usei a favor, não queria gasto exagerado de energia, água etc.
Viviane era uma moça quatro anos mais velha, bem responsável com suas coisas, e assim como eu seus pais também moravam em outro estado, se virava como podia. Nossa convivência nos primeiros dias não tinha o quê reclamar, ela fazia de tudo pra agradar, mas as coisas começaram a desandar muito a partir do momento que suas vestimentas acompanhado do seu jeito despertou em mim coisas inéditas, nos finais de semana ela passava estudando, enquanto eu trabalhava até meio período nos sábados, porém quando chegava em casa a encontrava só de calcinha e uma regata curta, até aí tudo bem no início, mas começou a ficar incômodo quando ela saia do banho praticamente pelada, deixava suas peças íntimas jogadas pela kit. Houve um dia que fiquei muito contragida, ela sabia que eu evitava olhá-la porque já começava sentir coisas no meu corpo nas quais eu não conseguia controlar, e na minha cabeça aquilo era totalmente errado, se tivesse que fugir eu não pensaria duas vezes. Nesse dia ela quis me levar no limite pediu pra ajudá-la a se depilar. Como pode uma coisa dessas, porque alguém pediria pra outra isso? Algo tão íntimo... eu fiquei desconcertada e fingi está ocupada, não me importei com o que ela poderia pensar definitivamente aquilo não se pede pra ninguém.
Depois disso comecei a evitar ficar nos finais de semana em casa passava mais com meus tios, de nada adiantava ela perceguia meus pensamentos com as imagens do seu corpo esbelto, no meio da semana era até mais fácil ela sempre saia mais cedo que eu, quando chegava já estava dormindo na beliche de cima, ou seja mal nos falávamos. Levei essa situação por um tempo, mas tudo saiu do controle quando ao chegar da casa dos meus tios, no final de tarde de um domingo a encontrei deitada de bruços só de calcinha no sofá, parecia dormir num sono profundo, não conseguir desviar os olhos dela, meu sex* pulsou forte respirei fundo e entrei no quarto fechando a porta, dei conta que meu corpo estava em brasas, eu precisava de um banho gelado pra ajudar espantar aquela imagem e junto com água levar aquelas sensações de mim. "Não da mais... preciso dar um basta nisso". Pensei comigo mesma.
Demorei alguns minutos no banho, como estava exausta logo preguei no sono acabei sonhando com nós duas naquele sofá, despertei com a porta se fechando, ela estava vestida com uma saia jeans batendo no meio das coxas e uma regata branca.
___ Desculpa te acordei Lu?
___ Não tudo bem, que horas são?
___ Já passa das nove. Preparei uma lasanha, vem guardei pra você.
Precisava mandá-la embora, mas faltava coragem o que eu alegaria? "Olha Viviane quero que você desocupe minha casa, porque estou sentindo atração por você, e isso é errado", nem pensar que eu confessaria isso. Ou porque não falar de uma vez? E foi isso que fiz cheguei nela e coloquei pra fora o que estava sentindo, não foi fácil me enrolei toda dei voltas e mais voltas pra chegar no assunto de fato. Viviane percebeu meu nervosismo, mas o que eu menos esperava dela aconteceu.
___ Não vai falar nada diante de tudo que eu disse? ___ Perguntei depois de alguns minutos de silêncio, levantei o semblante ela me encarava com um sorriso safado nos lábios, o olhar um tanto malicioso no qual me surpreendi, a moça comportada estava se transformando na minha frente, ela começou a tirar a blusa revelando um par de seios médios, tirou a saia ficando de calcinha de renda branca, tentei desviar o olhar o que foi em vão, logo ela venho em minha direção
___ O que você está pensando em fazer? ___ Falei ofegante com medo e excitada
___ Cala a boca. ___ Abriu as pernas sentando no meu colo ficando de frente, jogou os cabelos loiros pro lado do ombro e inclinou no meu ouvido enfiando a língua dentro, fechei os olhos tentando criar forças pra tirar ela de cima de mim, foi descendo a língua pela extensão do meu pescoço no ponto de pulso ch*pou sugando forte eu sabia que ia ficar manchas ali, mas a sensação daquela mulher fazendo isso me deixou completamente nas suas mãos, se afastou olhando nos meus olhos e alcançou minha boca num beijo lento, macio e muito excitante. Nossa que boca gostosa! Enquanto sugava minha língua, pegou uma das minhas mãos e levou nos seus seios, estavam úmidas e quentes assim como todo meu corpo pelando de tanto tesão por dentro, sem abrir os olhos peguei nos mamilos duros entre o polegar e o indicador apertei de leve fazendo ela gem*r na minha boca, uma vontade desmedida de ch*pá-los se apossou de mim, de forma que a afastei e abocanhei um dos biquinhos, a outra mão brincava com o outro. Nossa que gostoso fazer isso numa mulher! Olhei pra cima ela estava observando tudo e mordendo os lábios, deslizei os dentes de leve entre o mamilo e suguei deixando melado, passei pro outro fazendo a mesma coisa, meus dedos escorragavam entre o biquinho duro, apertei de leve o seio que enchia toda minha mão, ela gem*u fazendo minha intimidade melar ainda mais. Levantou do meu colo tirou a calcinha jogando pra mim toda molhada, levei no nariz e inspirei aquele cheiro de sex* lambuzado e excitado embriagando todos meus sentindos, e tirando todo meu juízo. Quando abrir os olhos ela estava sentada na minha cama com as pernas abertas me chamando com o dedo, levantei retirando o shorte e a blusa, nunca havia ficado nua na sua frente, percebi que ela não tirava os olhos do meu corpo, ajoelhei entre suas pernas Viviane deitou apoiando os cotovelos na cama abriu mais as pernas dando uma visão da sua bocetinha toda molhada com vontade de ser provada como uma fruta suculenta a minha disposição.
___ Me ch*pa, me come gostoso vai...
Encarei aquela entradinha tão convidativa, sem perceber eu salivava sem parar fui totalmente por instinto, com os polegares afastei aqueles lábios, e enfiei a língua úmida bem devagar, ela jogou a cabeça pra trás gem*ndo alto incentivando a proceguir, abrir mais suas pernas e forcei a língua entrar no buraquinho, com indicador comecei a brincar ali, quanto mais enfiav* o dedo e tirava, mais saia melado, sempre prestando atenção nas reações dela percebi que quando enfiav* tudo ela sentia muito prazer, foi aí que enfiei dois dedos e ch*pei o clit*ris, num movimento de vai e vem ela começou a gem*r mais alto e a se contrair toda, o líquido intensificou melando meus dedos e minha boca, logo ela relaxou deitando todo o corpo na cama, mas o gosto era muito bom não parei, suguei todo aquele líquido estimulando novamente o clit*ris, quanto mais ch*pava mais queria, aquilo tornou viciante eu não queria parar.
___ Que ch*pada gostosa, você já fez isso antes neh?! ___ Não respondi e continuei com meu trabalho até ela anunciar outro orgasmo. Depois de um tempo ela disse que era sua vez, levantou e foi me empurrando pro banheiro, ligou o chuveiro e entrou me agarrando e desabotoando o sutiã tirando a calcinha com urgência. Se afastou olhando pro meu corpo com cobiça
___ Gostosa pra caralh*, vai ser toda minha. ___ Disse atacando minha boca com vontade, ch*pando minha língua e mordendo meus lábios, enquanto uma das suas mãos deslizavam no mamilo rígido outro dedo entrava e saia sem parar de dentro de mim, fazendo gem*r em sua boca, estava tão sensível que estava goz*ndo nos dedos dela, escorei a cabeça no azulejo do banheiro, fechei os olhos sentindo seus bicos junto dos meus, enquanto ch*pava meu pescoço aquilo foi minha perdição, meu ápice foi tão violento que fiquei mole me apoiando no seu corpo pra não cair, ainda com as pernas trêmulas ela me sentou na tampa do vaso sanitário acoplado, fiquei ali recuperando o fôlego.
___ Porr* Viviane que foda foi essa?!
Mas não terminou ali não, foi a noite toda depois conto...
Fim do capítulo
Espero que gostem rs
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