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Maktub, a vida e seus caminhos.... por alex72

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Palavras: 1397
Acessos: 1620   |  Postado em: 27/03/2019

Capítulo 37 - Novas descobertas, velhas convicções

Um mês antes, quarta semana – Parte 1 

 

Helena 

  • Acho que o vinho vai ficar para depois. E descendo a boca tomou os lábios de Helena em um beijo voraz. 

A boca de Laís deixou seu lábio e foi descendo pelo pescoço dando pequenas mordidas, deixando ainda mais intenso o desejo e o calor que corria pelas minhas entranhas. A muito eu não tinha a sensação de outro corpo percorrendo o meu, a mulher sabia o que fazia, as mãos habilidosas percorriam minha coluna e pegou minhas nadegas trazendo para que eu montasse em sua perna, comecei a me mexer em movimentos para frente, pressionando o centro do meu prazer nela, sua mão adentrou minha blusa colada, pegando o meu seio e apertando o biquinho com força -arrancando um gemido dolorido de minha boca. 

  • Deliciosa – Diz Lais em meu ouvido- Com sua voz rouca, me deixando instantaneamente molhada. 

Sua língua entrou em meu ouvido, de forma libertinosa enquanto uma de suas mãos mexiam em meus seios e a outra sustentava meu corpo em movimento em sua coxa, eu estava entregue, meu corpo queria a satisfação que a muito tempo não tinha. 

Minhas mãos tiraram o robe da mulher deixando à mostra o corpo malhado e forte de Laís, sua pele morena contratava com a camisola curta e branca que ela usava, seu cheiro de femea estava impregnado no ambiente misturado ao perfume masculino dela, mordisquei seu ombro, enquanto ela ainda alternava sua língua em meu ouvido ou sua boca mordendo meu pescoço, ch*pando me deixando maluca. 

Nesta altura minha calcinha já estava ensopada naquele vai vem, daquele sarro gostoso, encostadas na parede do bangalô, ela se afastou de mim, deixando meu corpo em brasa sedento de mais, seus olhos fortes me fitaram em um convite mudo e safado. 

Laís estendeu a mão e eu aceitei seu convite mudo, ela nos encaminhou para o quarto despindo no caminho minha blusa, expondo meus seios entumecidos de desejo, sua boca abocanhou o mesmo, sugando. 

Meus gemidos estavam ficando mais fortes a medida que a boca da mulher trabalhava de forma habilidosa em seus seios de forma alternada, sua mão buscou o botão de meu short e sua boca fez o caminho pela minha barriga até a beirada dele, a mulher ajoelhou aos meus pés, deixando um meio sorriso pairar em sua boca enquanto fitava minhas reações ao descer o short pelas minhas pernas. 

Sua língua e boca mordiscaram o meio de minhas pernas, depositando pequenos beijos, eu arquei o corpo buscando mais contato, gem*ndo, implorando que ela me tomasse.  

-Você quer delicia? Quer me dar gostoso? Quer que eu te coma deliciosamente? 

Confesso fui a loucura com o jeito dela, com a voz rouca e enlouquecedora da Laís e em resposta esfreguei meu centro do prazer em seu rosto. Ela levantou  virando-me de costas para ela, empinando minha bunda e rasgando minha calcinha com um puxão, os dedos dela sem pedir licença entraram em mim com força, a outra mão apertava meus seios, enquanto ela me metia em mim , rapidamente, eu estava desfalecendo, todo o desejo acumulado estava cobrando, empinei mais ainda minha bunda, quase dobrando o dorso, e desta forma os dedos ficaram ainda mais livres para trabalhar rapidamente dentro de mim, eu gemia alto, gritando seu nome e escutando as obscenidades que ela falava, meu gozo veio forte, intenso, amolecendo todo meu corpo que só não caiu, por que a mulher era forte e amparou me abraçando.  

Minha respiração acelerada foi acalmando aos poucos enquanto Lais com o corpo colado a mim, me acariciava devagar e me beijava calmamente. 

-Tudo bem linda? Perguntou ela. 

Virei-me para ela e a imagem de outra mulher veio a minha mente. Inferno pensei, acabei de ter um orgasmo delicioso e Milena tem que vir a minha cabeça. 

Notei o olhar de Lais me observando e tratei de empurrar a imagem da outra para fora da minha cabeça, afinal as mulheres não tinham nada de parecidas a não ser a tez morena. 

-Sim, estendi minha mão em sua direção, acariciando seu rosto. Você é deliciosa. 

-Sou é? Falou dando aquele sorriso safado. 

-Sim é, e safada. Dei uma risada. Minha mão desceu até os seios da mulher que ainda estava vestida com a curta camisola, apertei os seios deliciosamente duros, nossos olhares se cruzaram, peguei as alças e desci pelos braços dela, deixando a camisola descer sedosamente pelas suas pernas longas e torneadas, a visão daquele corpo nú reacendeu meu desejo. 

Minha boca desceu até abocanhar os seios da mulher enquanto meus dedos se lambuzavam no mel da mulher, meu dedo começou a brincar com o clit*ris dela, enquanto eu sugava com sofreguidão seus seios, ela puxou meus cabelos, suspendendo minha cabeça e tomando meus lábios, mordiscando-os s arqueando o corpo para minha mão. 

-Me fode, Helena, me come com desejo, quero me derramar para você. 

Novamente uma descarga elétrica percorreu meu corpo e beijei a mulher enquanto entrei com dois dedos em sua cavidade melada e quente, estocando , puxei sua perna com a mão suspendendo-a enquan fodia ela com toda a força e desejo que tinha, ela começou a movimentar cavalgando minha mão, falando besteiras. 

-Me come de quatro. Pediu Laís. 

Sai de dentro dela, que se encaminhou para a enorme cama, posicionando de quatro para mim, a visão de seu centro de prazer todo aberto para mim, elevou minha pressão e meu desejo a pino. 

Ela empinou a bunda se oferendo para mim, baixei meu corpo e minha lingua passou por toda extensão do seu centro, lambendo e sugando todo o mel que escorria dela, a mulher pareceu gostar e começou a rebol*r enquanto eu lambia e ch*pava toda ela. 

Enfiei dois dedos nela enquanto minha língua lambia seu anus deliciosamente, a mulher ficou enlouquecida e senti suas paredes internas moendo meus dedos, até que ela urrou derramando seu liquido em meus dedos. 

E assim foi durante toda a noite, varando a madrugada até que ambas as mulheres tivessem satisfeito todo o intenso desejo que tinham. 

 

Milena 

Na manhã daquele dia, acordei com Maura a meu lado, a escultural mulher estava nua em minha cama, seu rosto sereno pairava um sorriso e eu fique admirando seu rosto perfeito, não podia deixar de se questionar o por que tendo ela não conseguia esquecer Helena. 

De uns dias para cá a lembrança dela estava ainda mais forte como a lembrar que estava traindo o sentimento por ela.  

Deixa de ser besta Milena,traindo? Ela que não te quis e duvido que não tenha ninguém. 

Voltei minha atenção a mulher que dormia serena ao meu lado, o fim do mês havia chegado o projeto do Hotel estava finalizando e seu curso também. 

Ainda não havia me descido qual rumo tomar, se fixava residência em São Paulo ou se voltava para Belo Horizonte, de certo somente o fato de que não iria mais trabalhar com o Luís. Desta forma no começo da próxima semana iria na terrinha e aproveitaria para ver as amigas Marina e Camila. 

Maura remexeu na cama, abrindo devagar os olhos, sorrindo ao me ver lhe observando. 

-Não existe nada melhor do que acordar com seus olhos em mim, meu amor. Disse Maura sorrindo. 

-Hummm, não sei se acredito nisso não. Brinquei com ela. 

-Você sabe que sim, eu te amo Milena. 

Era raro ela falar abertamente assim e isso me desarmou, sem saber bem o que responder para ela. 

-Eu sei que não é reciproco, falou Maura, sua voz soando um pouco magoada. Você não esta me engando. 

Dei um suspiro e beijei o tampo de sua cabeça. 

-Desculpa Linda, não sou uma pessoa fácil. 

-É não é mesmo, mas não mandamos no coração né? Desta forma somente posso aproveitar o que me dá e continuar tentando te conquistar. 

Fiquei olhando, pensando mesmo se ela acreditava ser possível, eu me conhecia o suficiente que o máximo que Maura teria de mim era o que ela já tinha meu corpo e meu carinho, de resto tudo era de Helena. 

-E por falar nisso, por que não começamos bem o dia? Disse Maura me convidando para perto de si. 

-Não senhorita, temos uma reunião de fechamento do projeto, você sabe que no início da próxima semana tenho que ir a BH. 

O semblante da loira, anuviou no mesmo instante, era o que ela temia. 

-Mas você volta? Perguntou corajosamente a mim. 

-Não sei linda, ainda não sei. 

Ela tentou sorrir, mas seus olhos estavam marejados e aquilo doeu ainda mais em mim. 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Sei que ando sumida, mas não desistam de mim. Minha vida deu uma embolada, falta tempo, mas não vontade.

Ta ai mais um capitulo e espero escrever mais um até sexta, ja costurando a volta e o reencontro.

Beijos e boa leitura, comentem.


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