Capítulo 35 E a vida continua caminhando!
Camila há muito não sabia o que era ser tão feliz, Agatha conseguia dia a dia demonstrar a mulher o tamanho de sua atitude dentro daquele corpo minúsculo e toda a sensualidade que levava a loira a loucura.
As duas se revezavam entre a casa de Camila e o flat de Agatha, naquela manhã a loira olhava embevecida a patricinha deitada na cama de bruços seu corpo seminu a mostra, seus pelos loirinhos que desciam pelas costas até o começo do paraíso, a boca da loira salivou lembrando do gosto adocicado de sua mulher goz*ndo em sua boca e rebol*ndo loucamente na noite anterior, o cabelo curto solto pelo travesseiro e um sorriso pairava em sua boca, levando a crer em bons sonhos.
Aleluia senhor! Até que enfim o seu cupido acertou a flecha e eu estou passando bem heim?! Cansou de me deixar de castigo, com as sobras das mesas dos ricos é?!
A loira sorriu largo com o dialogo particular de sua mente doidinha, desceu os lábios pelo pescoço da menina deitada, depositando beijos curtos e molhados, escutou o ronronar de sua mulher acordando e começou a mordiscar suas costas posicionando seu corpo muito maior que a menina em cima dela.
- Bom dia minha delicia, disse a loira no ouvido da menina.
- Oi minha loira maravilhosa! Acordou inspirada é?
- Sempre gostosa, como não ficar inspirada com esta pequena delicia comigo na cama?
A menina virou-se para sua mulher olhando safadamente para a mesma.
- Sou delicia é? Que tal vir me mostrar então?
Camila desceu os lábios pelo pescoço da garota ch*pando bem devagar, suas mãos faziam o caminho até os seios volumosos da sua mulher apertando e massageando, arrancando gemidos dela, que começou a rebol*r o corpo embaixo da loira, esta estava com o corpo ainda sem encostar na garota, Agatha implorava com movimentos o toque da loira, que resolveu saciar sua gatinha.
Desceu o corpo em cima da garota se movimentando libidinosamente enquanto as unhas maiores de sua gatinha arranhavam as costas, doendo mas deixando a loira ainda mais molhada. Camila tomou os seios fartos em sua boca, ch*pando com força como ela gostava enquanto a outra mão massageava seu outro seio, abriu as pernas da mulher posicionando seu joelho a altura do centro de seu prazer, a menina montou em seu joelho esfregando- se, gem*ndo, falando palavra desconexas implorando para ser fudida com força.
Os olhos azuis de Camila escureceram naquela loucura que somente a patricinha era capaz de fazer com ela, foi descendo o corpo, colocando as pernas da menina em cima de seu ombro e enfiando sua língua dentro dela, estocando com força enquanto com as mãos apertava as nadegas dela e a movimentando com força e rápido de encontro a seu rosto, desceu o polegar de sua mão até a entrada do anus da garota massageando-a enquanto agora sugava o clitoris dela, lambendo, enquanto a garota enlouquecia de prazer, desceu o corpo dela e sem avisar enfiou dois dedos dentro dela estocando com força sentindo os músculos dela enrijecer e contrair e seu grito de prazer ecoar dentro do quarto enquanto os espasmos expeliam seu liquido quente dentro da boca da loira que feliz bebia todo ele.
- Deus loira assim você me mata. Disse a menina.
-Só se for de amor, patricinha, só se for de amor.
A garota respirou profundamente buscando o ar que ainda faltava e olhando nos olhos azuis profundamente iluminados da loira abriu seu melhor sorriso.
- Quando você vai parar de me chamar de patricinha em amor?
- Hummm adoro quando me chama de amor! E você sempre será minha patricinha.
A garota fez um muxoxo que arrancou risadas da loira.
- Boba é carinhoso a Patricinha, agora não te acho mais uma pedante Albuquerque.
- Menos mal. Amor você está lembrando que hoje é o coquetel ne?
Foi a vez da loira fazer cara feia.
- Nem patricinha, odeio estas festas de alta sociedade, com este povo aborrecido ainda mais com sua mãe presente e amigas.
- Amor, não tenho como deixar de ir, e não quero esconder você da minha vida, por favor, vai?
A loira ficou olhando a menina nua a sua frente, sorrindo com aquelas covinhas que deixavam ela mole e suspirando assentiu com a cabeça.
- Fazer o que né!
Fábio, estava cada dia mais inconformado e endoidecido com a distancia de Helena, com afronta dela em abandonar a mansão, levando suas filhas sem dar satisfação.
Vivia resmungando sua vingança aos quatro cantos da casa, e descontando nos empregados toda a fúria. Na empresa também as coisas iam mal, a construtora passava por uma investigação de propina em obras do governo e o cerco se apertava sobre ele, que era responsável pelos contratos.
Pegou o telefone e discou o número já conhecido.
- E ai como andam as mulheres?
- A mulher está em São Paulo, fazendo o curso e trabalhando para sua amiga do hotel, parece pelos encontros entre as duas que elas estão se envolvendo.
- Hum muito bom, quero fotos das duas caso elas fiquem realmente próximas, podem ser útil.
- Ok pode deixar.
- E minha mulher, sua contratada já conseguiu se aproximar.
- Finalmente hoje ela conseguiu uma oportunidade de se aproximar da sua esposa.
- E? Falou semicerrando os olhos Fábio.
- Parece que ela conseguiu criar um clima propicio.
- Ótimo, siga com o plano.
- Tem certeza senhor?
- Claro, disse berrando no telefone. Faça o que estou mandando.
- Ok o senhor manda. Homem doido este.
Desligando o telefone, Fabio disse para si mesmo.
- Agora você tomará do seu próprio veneno Helena.
As duas garotas vestidas socialmente com vestidos longos, a loira com um vestido justo azul claro os cabelos loiros soltos em cascata e Agatha com um longo preto e um racho nas coxas da menina que com um salto bem alto ficava a altura do queixo de sua mulher, entraram de mãos dadas na festa e podia-se escutar o burburinho causado pela atitude da Albuquerque, Camila estava orgulhosa de sua patricinha que tomava a atitude agora de se mostrar para seu mundo de forma verdadeira.
Abriu para ela seu melhor sorriso e no seu ouvido disse uma frase que até então era pouco falada por ela.
- Eu te amo, patricinha. Muito.
Os olhos de Agatha marejaram e sua mão entrelaçou os dedos da loira, depositando um beijo cálido em seu rosto respondeu-a
- Eu também amor, eu também.
Passaram o coquetel inteiro, trocando carinhos, com os olhares de todos sobre elas e sua mãe que a fuzilava com os olhos sem se aproximar.
Uma revista que cobria o evento se aproximou de Agatha, solicitando se podia tirar foto delas, a garota concordou, afinal o objetivo dela era deixar explícito que as duas eram mais que amigas e não mais se esconder no armário que sua mãe insistia em coloca-la.
- E o atelier Agatha como esta? Disse a repórter.
- Está indo bem, desenhamos interiores e amo também desenhar roupas, são caminhos bem diferentes, mas minha alma é assim inquieta. Disse sorrindo.
- E a moça bonita que te acompanha? Perguntou a mulher.
- É minha namorada. Respondeu sem medo.
- Posso citar isso na reportagem?
- Claro.
- Ok, obrigada e felicidades.
- Você ta certa disso, patricinha? Sua mãe vai comer seu fígado.
- Cansei de me esconder Camila e quero muitas coisas com você para me privar de ser eu.
A loira ficou muito feliz aquela noite, e quando voltaram para casa se amaram madrugada adentro.
No outro dia, todas as revistas de fofoca e de moda so falavam na designer da alta sociedade que havia se assumido gay.
A família Albuquerque diga-se sua mãe surtou de ódio e chamou Agatha para um almoço, onde o clima esquentou no que a menina se posicionou que não iria voltar atrás na decisão tomada.
Um mês antes, segunda semana.
Helena tinha acabado de colocar as gêmeas para dormir, a soneca da tarde, as meninas estavam exaustas do dia na piscina e nas brincadeiras promovidas pelos monitores, tagarelas contavam para a mãe tudo, que pacientemente escutava as peripécias de ambas.
As garotas já não perguntavam pelo pai com tanta frequência dos primeiros dias, e quando o faziam Helena dava um jeito de introduzir o fato de que mesmo que elas ficassem distantes do pai elas deviam ama-lo e sempre o veria.
Ela sentia que as meninas sabiam que algo estava esquisito, mas isso ficava em segundo plano diante das “férias” promovida pela mãe.
Helena tomou um banho longo, deixando a água escorrer pelo seu corpo nu, e seus pensamentos voaram para um manhã em que ela e Milena tomaram banhos juntas se amando, os corpos molhados se movimentando naquela sincronia que somente com ela Helena teve. Imediatamente seu corpo ficou desperto e sua mão desceu até o centro de seu prazer massageando o clitoris entre seus dedos até que o espasmo tomou conta de seu corpo e involuntariamente seus lábios pronunciaram o nome dela Milena.
-Meu Deus será que um dia eu irei esquece-la? Irei deixar de desejar seu corpo, seus lábios, sua pele na minha? Por que Milena, por que me fez isso?
Lagrimas vieram a seus olhos e saiu do banheiro envolta no roupão azul escuro, os cabelos molhados soltos, era realmente uma mulher bonita.
De repente um barulho assustou a mulher, a sineta do apartamento tocou e Helena demorou alguns segundos para entender.
- Já vai! Respondeu. Quem será?
Arrumou o roupão no corpo verificando se estava composta e encaminhou-se para abrir a porta. Com a surpresa estampada no rosto Helena mirou a morena alta, vestida com um micro short branco e uma blusa azul decotada que mostrava o vale dos seios da mulher, era impossível deixar de admirar uma mulher como ela.
- Uau! Que bela visão! Falou Laís.
- Oi, respondeu Helena sem graça. Tudo bem?
- Melhor agora, vendo você, ainda mais assim.
- Você é sempre assim?
- Já te disse, so com o que me interessa e você meu bem me interessa e muito, disse sorrindo abertamente.
O rosto de Helena na mesma hora se tingiu de vermelho e sem saber o que responder virou o corpo entrando para dentro do apartamento.
A mulher sem esperar o convite entrou no quarto atrás de Helena.
- Vim buscar sua saída para lavar.
- Não precisava.
- Eu disse que fazia questão e assim aproveitei para te ver novamente.
- Sei.
- Então você podia pega-la.
Helena querendo ficar livre daquela situação foi até o banheiro e pegou a saída manchada com o drink e estendeu em direção a Laís, a mulher se aproximou de Helena ficando o seu corpo a centímetros dela, que pode sentir todo o calor e magnetismo da morena, percorrendo seu corpo, ai Senhor, isso não é um bom sinal, estou muito carente.
Laís pegou o roupão e fez um carinho no dorso da mão de Helena.
- Que tal jantar comigo esta noite? Convidou olhando nos olhos de Helena.
- Não posso estou com minhas filhas.
- Deixe com a babá.
- Ela está de folga hoje e não gosto de deixar minhas filhas sozinhas a noite.
-Hum então as leve, quero ficar perto de você Helena.
Helena engoliu em seco e ficou olhando aquela mulher a sua frente.
- Não posso.
- Vou te esperar hoje as 8 horas na minha suíte com suas filhas, estou no bangalô 302, e não aceito não como resposta e abaixando depositou um beijo no canto da boca de Helena, retirando-se em seguida, deixando a mulher de perna bambas dentro do quarto.
Fim do capítulo
Mais um capitulo da saga das meninas e os desencontros que sendimentam e demonstram para as pessoas quem é quem no nosso jogo da vida.
Abraços e boa leitura.
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