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Amor sem limites! por Bia Ramos

Ver comentários: 6

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Palavras: 3061
Acessos: 6293   |  Postado em: 30/10/2018

1º Caps. – Gitana

Saí do banheiro enxugando os cabelos, estava apenas de calcinha e um top preto que era meu favorito, segui para o guarda roupa e do espelho pude ver a marca roxa na altura de meu quadril, limpei o pouco do sangue que escorreu com uma gaze. Mais cedo quando estava ajudando uma égua a dar luz a um lindo potrinho, não desviei rápido de um coice que ela deu e acabou me acertando.

Passei a mão sobre o hematoma, estava dolorido, mas a satisfação de mais um trabalho cumprido era maior. Distraída não percebi que a porta se abriu e tomei um susto quando ouvi logo atrás:

– Com licença, você é a Dra. Beatriz?

– Sim, mas quem é você?

– Sou a Eduarda, desculpa! – senti os olhos dela correrem rapidamente pelo meu corpo, mas logo se recompor continuando: – Eu estava esperando por você a quase vinte minutos na outra sala.

– E por estar demorando, você invadiu meu quarto?

– Mais uma vez peço desculpa, mas é urgente. – aquilo chamou minha atenção, em dois passos alcancei ela perguntando preocupada:

– O que aconteceu?

– Estava cavalgando aqui perto, parei para tirar umas fotos e de repente minha égua empinou relinchando alto, quando me aproximei vi que uma cobra havia picado a pata dela. – senti que a moça estava realmente preocupada perguntei:

– Onde está a égua? Sabe me dizer como era a cobra?

– Eu não conheço espécies de cobras, mas a matei. – olhei admirada para ela que continuou dizendo: – Minha égua está aqui perto não quis forçar ela andar por não saber a gravidade do ferimento, pedi que um senhor a olhasse enquanto vinha procurar alguém para a ajudar e ele me indicou você.

– Claro! – inspirei fundo e gesticulei com as mãos: – Se puder esperar, em cinco minutos estarei pronta.

– Eu espero. – encostou na parede e olhei sorrindo para ela que ficou envergonhada sussurrando: – Me desculpa, espero na outra sala.

– Certo. – saiu, coloquei uma calça, minha bota e uma camiseta regata, passei um pente nos cabelos e os deixei solto, ainda estavam molhados, saí do quarto e a encontrei sentada com os cotovelos apoiados nas pernas cabisbaixa, levantou assim que me viu. – Vou pegar minha maleta e seguimos para lá.

– Obrigada e mais uma vez desculpa por estar sendo tão invasiva.

– Tudo bem moça, esse é meu trabalho. – entramos na minha caminhonete e seguimos primeiramente para onde ela havia matado a cobra, precisava ver qual era a espécie para saber quais os cuidados para com o animal.

– Eu a matei perto daquela árvore. – seguimos para lá, embora ela tenha mantido distancia, encontrei a cobra facilmente, olhei em volta e logo à frente tinha um riacho, voltei e ela perguntou: – E então?

– É uma sucuri. – colocou a mão na boca e a tranquilizei: – Tudo bem, não é venenosa, provavelmente a égua se assustou com ela e ao se sentir ameaçada acabou picando, deve ter vindo do rio. – olhei para ela que segurou meus braços perguntando preocupada:

– Gitana vai ficar boa? – sorri, devido o nome que ela batizou a égua dizendo:

– Vai sim, me leve até ela agora, por favor. – entramos na minha caminhonete e ela perguntou curiosa:

– Porque sorriu quando eu disse o nome de minha égua? – olhei de relance para ela respondendo:

– Achei interessante apenas, diferente também. – sorriu discretamente balançando a cabeça.

Não dissemos mais nada e em menos de cinco minutos estava estacionando na frente da cabana do Josias, que ao me ver sorriu e seu filho veio correndo me cumprimentar:

– Oi Dra. Bia, eu cuidei da égua. – sorri pegando na mãozinha do menino dizendo:

– Você vai ser um grande veterinário Pedrinho, pode até me ajudar um dia. – ele abriu um sorriso lindo e caminhei até o pai cumprimentando-o: – Josias, tudo bem?

– Dra. Bia, estou ótimo e a senhora, fiquei sabendo que levou um coice essa manhã? – sorri.

– Estou bem, apesar de ter pegado de raspão está doendo um pouco. – levei a mão de leve em meu quadril, senti a moça ao meu lado olhar onde coloquei minha mão e sorri perguntado:

– Onde está a égua Pedrinho? – ele saiu correndo mostrando o estábulo, enquanto o pai explicava:

– Tiramos a cela dela Dra., demos comida e água, o que aconteceu? – perguntou interessado.

– Picada de sucuri. – ele apenas balançou a cabeça, pedi que a moça ficasse de frente a égua e conversasse com ela para acalmá-la, me aproximei amarrando o cabelo e logo analisei o local do ferimento, apliquei o antibiótico e limpei o local fazendo um curativo.

O menino animado ao meu lado me ajudou, ele não tinha medo e isso era bom. Assim como todos os animais sentem as vibrações de nossos corpos, o medo é perceptível e o cavalo é um tipo de animal que se sentir esse medo vindo das pessoas, normalmente ficam arredios. Mas, estávamos indo bem, ela era mansinha.

Estava cuidando da pata e sentia o olhar da moça em minha direção, as vezes nossos olhos se cruzavam, noutras ela desviava disfarçando, sorri terminando.

– Acha que ela vai ficar boa Dra. Beatriz? – perguntou preocupada.

– Pode me chamar de Bia. – arrumei minha maleta e me dirigi até ela dizendo: – Como a cobra não era peçonhenta, quer dizer que não era venenosa, o tratamento será por meio de antibióticos, apliquei a primeira dose nela agora a pouco e vamos monitorizar.

– Quanto tempo mais ou menos?

– Depende muito do organismo de cada animal, vejo que ela é forte e sadia, provavelmente alguns dias, uma semana mais ou menos, mas é bom mantê-la em repouso por mais tempo até estar totalmente recuperada.

– Obrigada Bia, não sei como agradecer, além é claro de pagar pelos seus serviços.

– Não se preocupe com isso moça, está tudo bem.

– Por favor, eu insisto. – peguei minha maleta e olhei para ela sorrindo, parecia determinada, me aproximei dizendo:

– Podemos ver isso ao final do tratamento, já que insiste, concorda?

– Claro, ficarei grata!

– Certo, agora precisamos levá-la para casa. – passei a mão na cabeça da égua perguntando: – Onde vocês moram?

– Do outro lado da colina, na Fazenda Recanto Bela Vista.

– Na Fazenda do Coronel Antônio?

– Conhece meu avô? – sorri concordando:

– Dona Laura era muito amiga de minha tia e eu praticamente cresci naquela Fazenda. – olhei admirada para ela perguntando: – Porque eu nunca te vi por lá?   

– Cheguei faz menos de um mês, sempre morei fora do Brasil, meu avô e meu pai não se davam muito bem, infelizmente isso me afastou da convivência com meus avós, até completar maior idade, terminar minha faculdade, segui minha própria vida e carreira e resolvi dar um basta nisso.

– Voltou para o Brasil e agora está correndo atrás do prejuízo.

– Mais ou menos isso. – sorriu lindamente, ficamos em silêncio por alguns minutos, mas o quebrei dizendo:

– Eu levo vocês até lá, só preciso ir até a minha casa pegar o trailer.

– Não precisa se incomodar, ligarei em casa e peço para alguém vir nos buscar.

– Por favor, agora sou eu quem insiste. – sorri e ela concordou.

Segui até minha casa com o pequeno Pedrinho, engatamos o trailer na caminhonete e voltamos. A égua estava mancando, a colocamos com jeito e ajustei os cintos em volta dela, a moça agradeceu ao Josias e ao pequeno menino que cuidaram delas. Nos despedimos e seguimos para a Fazenda, menos de meia hora estava estacionando próximo aos estábulos, os rapazes que estavam por ali nos ajudaram a levar a égua.

Expliquei exatamente o que havia acontecido e os cuidados que deveriam tomar com ela durante algum tempo. Depois de respondido muitas perguntas, certifiquei de que me avisariam se algo acontecesse, e marquei de vir aos finais das tardes daquela semana para aplicar a medicação.

Me despedi deles seguindo de volta para minha caminhonete, dona Laura apareceu sorrindo, estava cavalgando. Desceu do cavalo me abraçando forte, e depois a neta perguntando:

– A que devemos a sua visita Dra. Beatriz?

– Somente de passagem dona Laura, estava ajudando a sua neta. – ela olhou para a moça que narrou o que havia acontecido, ao final de toda a história a senhora me olhou dizendo:

– Nesse caso, a senhorita irá jantar conosco. – e antes que eu dissesse alguma coisa ela disse: – Não aceito não como resposta.

– Como posso dizer não para a senhora? – sorriu e se dirigiu ao interior da casa, ajeitei o trailer na caminhonete, a moça ao meu lado me ajudando, sorri agradecendo e depois seguimos para a escadaria onde sentei com ela perguntando:

– Há quanto tempo trabalha na área?

– Tenho a minha clínica há dois anos, e antes disso trabalhava e ainda trabalho na região atendendo as fazendas e ranchos, no total pode se dizer que uns seis anos.

– Muito tempo. – sorriu me olhando, sorri também e nos perdemos por alguns minutos até perguntar novamente: – O senhor disse que você levou um coice essa manhã, verdade?

Levantei a camiseta, estava sangrando um pouco e nem tinha me dado conta disso, levantei indo até a caminhonete dizendo:

– Devo ter machucado quando estávamos forçando a égua a entrar no trailer mais cedo. – peguei umas gazes da maleta e limpei dizendo: – Estava ajudando no parto de uma égua essa manhã, e não desviei a tempo da patada que deu quando estava fazendo força. – ela se aproximou e disse:

– Não era o caso de você ir até o hospital para ver esse ferimento? – olhei para ela e disse sorrindo:

– Eu fui mais cedo moça, acontece que esqueci de fazer um novo curativo quando a senhorita apareceu no meu quarto me chamando.

– Desculpa... – sorri a tranquilizando:

– Relaxa, está tudo bem! – fechei a maleta e abaixei a camiseta dizendo: – Pode avisar sua avó por favor, vou na minha casa tomar um banho, trocar de roupa e aproveito e faço o curativo também, depois retorno.

– Não... – olhei para ela estranhando, se recompôs dizendo: – Você não precisa ir, pode tomar banho aqui, temos mais ou menos o mesmo manequim, pode usar uma roupa minha, e tenho certeza que o quite de primeiro socorros da casa está completo e pode te ajudar, evitando assim que você... – olhei para ela que falava sem parar, sorri e perguntou em seguida: – O que foi?

– Estava tentando associar o que você disse, foi tudo tão rápido. – vi um leve rubor no rosto dela, sorriu dizendo:

– Só quis dizer que você não precisar ir, podemos dar um jeito aqui mesmo.

Fechei a porta encostando as costa no carro cruzando os braços, olhei atentamente para ela e sorri balançando a cabeça dizendo apenas:

– Não quero incomodar moça...

– Duda...

– Oi?

– Me chame de Duda ou Eduarda. – sorriu colocando uma mecha de cabelos atrás da orelha: – Você me chama de moça o tempo todo, não que isso me irrite, mas gostaria que me chamasse pelo nome ou apelido.

– Certo, peço desculpa. – sorri e ia explicar algo quando dona Laura apareceu.

– Meninas, o jantar está quase pronto. – fiz menção de falar e ela mesma disse: – Bia, porque não toma um banho, seu quarto ainda continua do mesmo jeitinho que você deixou, acredito que ainda tenha algumas roupas sua lá, certo?

– Sim senhora.

– Então faça isso! – olhei para a moça ao meu lado que me olhava intrigada e curiosa, ia falar algo, mas a vó também interrompeu dizendo: – Eduarda, acredito que a senhorita precisa de um banho também, estou aguardando as duas em meia hora para jantarmos.

– Sim senhora! – dissemos as duas, nos olhamos e sorrimos, seguimos para o interior da casa com ela perguntando ao meu lado:

– Então a senhora tem um quarto aqui com roupas e tudo mais?

– Ainn! Não me chame de senhora, me sinto velha assim. – sorri e vi que ela esperava uma resposta, inspirei fundo dizendo: – Minha tia morava aqui, cuidava da casa e de toda a família. – seguimos para a escada que levava para os quartos superiores e o corredor onde ficava o meu, encostei no corrimão com ela me olhando do segundo degrau e conclui: – Costumava dormi aqui quando vinha visitá-la ou tinha algum trabalho grande na fazenda para fazer, mas tem um tempo que não venho, então não seria justo me oferecer para ficar.

– Entendi! Nesse caso, sinta-se à vontade para ficar. – começou a subir as escadas, segurei o braço dela de leve dizendo:

– Não vou ficar moça... – sorri: – Eduarda, tenho a minha casa... – me interrompeu:

– Depois conversamos sobre isso, pode ser?

– Não temos o que conversar moça! – ela me olhou e ainda sorrindo dizendo: – É só um banho, depois que jantarmos, irei para minha casa. 

Virei as costas e segui pelo corredor antes que ela questionasse, estava sentindo dores na região lombar, logo acima de onde estava o ferimento. Entrei no quarto e dele para o banheiro, quando retornei vi que tudo estava do mesmo jeito que havia deixado a um ano atrás. Embora as roupas tivessem sobre a cama, provavelmente foram lavadas a pouco tempo pelo cheirinho gostoso que tinha nelas.

Inspirei fundo lembrando, logo depois que minha tia faleceu, saí de viagem e fiquei fora seis meses fazendo um curso especializado em Reprodução Equina, aproveitei para espairecer e dar um tempo.

Quando voltei para a cidade, quase não vinha a Fazenda, sentia falta de minha tia e vir aqui abria certas feridas dolorosas. Como por exemplo agora, estava eu aqui saudosa em frente do espelho limpando e preparando um curativo no meu ferimento. Quando terminei, peguei uma mochila e joguei a roupa suja dentro dela e alguns pertences em outra bolsa.

Organizei tudo e fui de encontro aos donos da casa que nos esperavam na sala. Coronel Antônio quando me viu, levantou e veio em minha direção me cumprimentando e dizendo:

– Menina Bia, Laura estava me contando o que aconteceu hoje, você está bem, espero.

– Sim senhor, estou ótima. – apertou minha mão e me puxou para um abraço, quando nos separamos disse feliz:

– Conheceu nossa neta pelo que vejo.

– Eu praticamente invadi o quarto dela essa tarde vovô. – olhamos para a porta e lá estava a bela moça, em um vestido na altura das coxas, cabelos soltos e uma sandália nos pés, me perdi nos olhos divertidos dela e na conversa também, porque o Coronel perguntou preocupado ao lado:

– Você está bem minha filha?

– Estou sim senhor! – sorri encabulada.

– Nesse caso vamos jantar! – seguiu com dona Laura na frente, e a moça se aproximou dizendo:

– Vamos jantar Dra. Beatriz?

– Vamos sim.

Seguimos animadamente para a sala de jantar onde fomos agraciados com uma belíssima refeição. Conversamos animadamente, contamos o que aconteceu durante a tarde e respondi algumas perguntas referente ao tratamento da égua nos próximos dias.

A moça de sorriso sincero e divertido estava sentada a minha frente, impossível nossos olhos não se cruzarem a cada instante, sentia a curiosidade exalar dos dela todas as vezes que isso acontecia, e eu tentando não me deixar levar por eles. Descobri que ela era Fotógrafa profissional, onde morava trabalhou alguns anos com artistas locais, mas deu um tempo quando resolveu vir embora.

Assim o tempo foi passando, trocamos algumas informações além de olhares claro, logo estávamos na sala, com eles me oferendo vinho, levantei dizendo:

– Agradeço a hospitalidade de vocês e o jantar que estava uma delícia, mas eu preciso ir. 

– Porque não passa a noite conosco menina Bia? – dona Laura disse também se levantando: – Sempre é bem vinda em nossa Fazenda.

– Eu até gostaria dona Laura, mas preciso organizar alguns papéis na Clínica e separar a medicação que chegou essa manhã. – olhei para a senhora que provavelmente sentia a tensão em minhas palavras, provavelmente associando a falta de minha tia na casa, não que isso não fosse relevante, mas não era o único motivo, fui de encontro ao casal, recebendo abraços: – Prometo que numa próxima oportunidade ficarei.

– Sendo assim, está convidada para meu aniversário no final do mês, será o final de semana todo, afinal, você é de casa, e precisa aparecer mais vezes para conversarmos.

– Obrigada Coronel, agradeço o carinho, sei que estou em falta com vocês, mas os meus dias andam tão corridos.

– Entendemos minha filha! – dona Laura disse me abraçando também: – Mas não some viu, sentimos sua falta.

– Farei o possível para passar mais vezes por aqui. – sorri: – Com certeza virei ao seu aniversário Coronel, preciso me divertir um pouco.

Nos despedimos, avisei que levaria algumas roupas e assim segui para o quarto para pegar as bolsas, em seguida Eduarda me acompanhou, fomos em silêncio até minha caminhonete, quando cheguei ela apoiou de leve a mão em minha cintura e me deu um beijo no rosto agradecendo, quando apertou levei minha mão sobre a dela fazendo uma careta, logo ela disse sentida:

– Me desculpa, esqueci.

– Tudo bem, não foi nada. – sorri, nos perdemos naquele contato e logo saí do transe novamente abrindo a porta e entrando, abaixei o vidro e entreguei meu cartão dizendo: – Qualquer coisa, pode me ligar.     

– Ligarei sim, mais uma vez obrigada por tudo.

– Disponha moça! – sorri e ela devolveu com outro sorriso lindo, inspirei fundo e liguei a caminhonete seguindo para minha casa.

Segui o caminho todo com aquele sorriso na cabeça, quando cheguei em minha casa organizei a clínica, separei a medicação. Passava das onze quando tomei outro banho, aquela noite estava quente, fiz outro curativo, tomei um suco e voltei para minha cama, precisava descansar, e aquele dia foi exaustivo. Assim que deitei o sono bateu e logo adormeci, acordei na madrugada apenas para tomar um remédio para dor e adormeci novamente.

Fim do capítulo

Notas finais:

Bjs, até a próxima meninas!!

Bia


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Comentários para 1 - 1º Caps. – Gitana:
Lea
Lea

Em: 28/03/2022

O encanto entre ambas foi visível!

Responder

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rhina
rhina

Em: 08/03/2020

 

Oie

Esta não conhecia.

Rhina

Responder

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Val Maria
Val Maria

Em: 16/11/2019

História fantástica. Adoro história de Fazenda e mulheres fortes.

 

Responder

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Thayb
Thayb

Em: 30/10/2018

Eiii Bia.Que saudades de "ler" você. Não nos abandone moça. Adorei a Bia veterinária misteriosa.bjs linda


Resposta do autor:

Oiie Thay, tudo bem?

Feliz em retornar moça... Bom, eis que surge mais uma história para vc me "ler"... hehe

Vamos ver o que a Bia vai aprontar dessa vez...

Bjs, se cuida

Bia

Responder

[Faça o login para poder comentar]

luaone
luaone

Em: 30/10/2018

Gostei!


Resposta do autor:

Oiie Lua, tudo bem?

Que bom que gostou moça... Fico feliz

Bjs, se cuida

Bia

Responder

[Faça o login para poder comentar]

Socorro
Socorro

Em: 30/10/2018

Amei... continua viu .

Esaa duas prometem 

bjs 


Resposta do autor:

Oiie Socorro, tarde moça... Tudo bem?

Continuando já... rs 

Bora ver o que elas vão aprontar...

Bjs, se cuida

Bia

Responder

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