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  • Por Acaso | A história de duas mulheres e seus acasos
  • Capítulo 8 - Diga que já não me quer, negue que me pertenceu

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Por Acaso | A história de duas mulheres e seus acasos por Poracaso

Ver comentários: 3

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Palavras: 640
Acessos: 3203   |  Postado em: 19/06/2018

Capítulo 8 - Diga que já não me quer, negue que me pertenceu

Quando ela sentou eu recuei um pouco instintivamente. Ela então perguntou:

- Você quer que eu sente no chão?

- Não precisa - disse fungando.

Então, ela começou:

- Luísa, queria conversar sobre o que aconteceu lá em Londres...

- Eu sei exatamente o que aconteceu e não adianta você querer me enganar.

- Meu bem, veja só, me deixe falar, ai depois você diz o que quiser, tá certo? - pediu.

Não respondi e limitei-me a enxugar, com a mão, o nariz que insistia em escorrer, mas não mais a interrompi.

- Eu sei que o que aconteceu não tem explicação, nem pretendo arrumar uma. Quero apenas que saiba que foi uma mistura de carência, bebedeiras e fraqueza - disse com as lágrimas escorrendo. - A ideia de viver sem você me mata por dentro e por fora. Você é a minha história perfeita, meu plano bem sucedido. É a mulher que eu sempre quis pra construir uma família, para envelhecer comigo. Peço que reconsidere sua decisão em relação a mim, em relação a nós, que deixe eu te mostrar que eu errei, mas que quero consertar, por favor - concluiu.

Eu tinha permanecido de cabeça baixa enquanto ela falava e as lágrimas já tinham formado uma grande mancha no sofá, logo à frente das minhas pernas que estavam cruzadas em posição de yoga.

Ela, ao contrário, olhava fixamente pra mim, em busca dos meus olhos. Mesmo sem vê-la, podia ouvir sua voz embargada e já fanhosa pelo choro contido.

Quando ela parou de falar, ficamos algum tempo em silêncio até que ergui a cabeça. Meus olhos encharcados cruzaram com os dela, que me olhavam como no dia em que acordei gritando no meio da noite na casa dela.

- Ainda está doendo demais - eu disse aos soluços.

- Lu, você não precisa responder agora. A gente pode ir conversando, retomando aos poucos o contato - sugeriu.

- Mas eu não sei se eu quero. Não sei se consigo fazer isso - duvidei.

- Meu bem, você está confusa, normal. Estamos vivendo uma situação de estresse, não se cobre - disse ela, segurando minhas mãos.

Eu puxei as mãos e ela me olhou como se tivéssemos voltado à estaca zero.

- Lu, veja só, vamos combinar uma coisa então. Você me promete que vai atender minhas ligações, aí nós vamos nos falando e quando você estiver mais segura a gente se encontra, o que você acha? - propôs.

Balancei a cabeça concordando, mas ainda soluçava sem conseguir conter o choro.

Ela se aproximou para me abraçar, mas eu consegui escapar. Ela então levantou, foi até a cozinha e voltou com um copo d'água, o qual me entregou. Ela afagou meus cabelos e subiu em direção ao meu quarto. Pude ver ela e Solange conversando como se fossem amigas. Ver aquilo me lembrou o quanto eu ainda precisava amadurecer. Elas desceram as escadas juntas e se aproximaram de mim. Carol então beijou minha cabeça e disse:

- Fica bem!

Solange sentou ao meu lado e eu me atirei nos braços dela, enquanto Carol se dirigia à porta. Ela já estava quase com a mão na maçaneta quando voltou pra perto de nós, dirigiu-se à Solange e perguntou:

- Você vai ficar por aqui? Digo, vai dormir aqui?

- Tenho feio isso há uma semana - respondeu ela sem me soltar do abraço.

- OK. Não deixe ela só, por favor - pediu.

- Não vou deixar - disse.

- Obrigada - agradeceu Carol.

Escutei ela fechando a porta, mas continuei abraçada com Solange, que sugeriu:

- Lu, por que a gente não come alguma coisa, vai pra praia, fica um pouco lá sentada, toma uma água de coco, depois a gente almoça e volta pra casa? O que você acha?

- Pode ser - respondi, me soltando dela.

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Será que a confiança de Luisa será reconquisyada?


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Comentários para 54 - Capítulo 8 - Diga que já não me quer, negue que me pertenceu:
mtereza
mtereza

Em: 25/06/2018

Como já foi dito aqui realmente a Luiza pareve uma adolescente eu em falta paciência as vezes.

Responder

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Nocturne
Nocturne

Em: 21/06/2018

A Luísa já é desconfiada por natureza... Depois de uma situação dessas, acho difícil a Carol conseguir retomar as coisas como eram antes. Nunca será igual.


Resposta do autor:

Com jeitinho, quem sabe?

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patty-321
patty-321

Em: 19/06/2018

Que situação difícil. Vaso quebrado e não dificil colar.


Resposta do autor:

A gente até cola, mas sempre fica uma marquinha.

Responder

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