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  • Por Acaso | A história de duas mulheres e seus acasos
  • Capítulo 45 - EPÍLOGO (Carol)

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Por Acaso | A história de duas mulheres e seus acasos por Poracaso

Ver comentários: 5

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Palavras: 1066
Acessos: 3733   |  Postado em: 16/04/2018

Notas iniciais:

------------------------------------------------------------

Capítulo 45 - EPÍLOGO (Carol)

Carol esperou as duas se despedirem no calçadão e seguiu Solange até em casa. Era uma aposta alta, ela sabia. Aquela atitude poderia ser encarada de diversas formas, inclusive, como uma espécie de invasão de privacidade. Ela mesma tinha a sensação de que o que estava fazendo era errado. Mas não desistiu, era mais forte que ela.
A vontade de tirar aquela história a limpo só não era maior do que a dor de ver Luísa escorregando cada vez mais da sua vida.
A caminhada foi de cerca de 10 minutos, até Solange entrar num prédio de 8 andares, vintage, sem porteiro, que ficava a 150 metros da praia. Pouco depois de ver Solange fechar o portão do prédio, Carol aproveitou a entrada de uma outra moradora e disse que estava indo para a casa de uma amiga, mas que não tinha como interfonar porque tinha esquecido o número do apartamento da moça. Gentilmente, a moradora perguntou de quem se tratava e, diante da resposta, além de deixar-lhe entrar, ainda lhe disse o andar.
A campainha da casa de Solange tocou.
– Estava esperando você – disse Solange.
– Me esperando? – perguntou Carol.
– Exatamente! – respondeu Solange.
– Isso é algum tipo de ironia? – se defendeu Carol.
– Carolina, sei que você é uma mulher inteligente, que está louca para ter sua mulher de volta e eu sou uma mulher experiente que sabe exatamente o que está passando pela sua cabeça. Sendo assim, não podia esperar que você ficasse sentada na areia da praia, olhando sua mulher cair nos braços de outra pessoa – disse.
– Que bom que você entende, então! – disse Carol.
– Senta. Aceita um suco, uma água? – ofereceu Solange.
– Aceito uma água, obrigada – agradeceu Carol.
– Mas diga lá, em que posso ajudá-la – dispôs-se Solange.
– Vou direto ao assunto, pois não pretendo tomar muito seu tempo. Eu sou completamente apaixonada pela Luísa, sou louca por essa mulher. Quero saber qual a sua relação com ela – questionou.
– Carolina, gostaria de deixar claro, antes de qualquer coisa, que tanto eu como a Luísa somos pessoas livres, desimpedidas, adultas, capazes de tomar decisões e que não precisamos dar satisfação das nossas vidas a absolutamente ninguém. Vou responder a sua pergunta, não porque te deva satisfação, mas porque quero ver a Luísa feliz. Mas, se eu fosse você, seria um pouco menos arrogante, já que sua situação não é das melhores – despejou Solange.
– Desculpe. Então vamos fazer isso pela Luísa – disse Carol com tom ameno.
– Isso, porque se temos algo em comum, é ela –concluiu Solange, continuando. – Bom, Carolina, a Luísa é uma mulher forte, mas que tem acumulado fracassos na vida pessoal, o que faz com que ela se proteja demais, inclusive das ousadias. Acho que ela é apaixonada por você, que te ama de maneira pura e incondicional. No entanto, você há de convir, que pisou muito feio na bola e que, para ela, isso foi fatal. Ela acreditou em você, assumiu você por achar que era diferente das outras, mas você rompeu o contrato. Eu até entendo que a carne é fraca, que muitas vezes a gente mete mesmo os pés pelas mãos por um rabo de saia, mas a Luísa é uma menina dentro de uma mulher. Uma menina medrosa, que treme só de pensar que vai ter que sair por ai juntando seus próprios cacos. Quanto a nós – eu e ela – fique tranquila, somos apenas amigas e garanto a você que não foi por falta de tentativas minhas – riu Solange.
– Você está me dizendo que está dando em cima da minha mulher assim, com essa cara? – perguntou Carol rindo.
– Carolina, minha querida, ela não é mais sua mulher e você, mais do que eu, inclusive, sabe quem é Luísa e como ela é encantadora – respondeu Solange.
– Você tem toda razão. Eu tenho bom gosto e seria até estranho se você não tivesse se sentido atraída por ela – concordou.
– Pois então! – confirmou Solange.
 – Solange, você acha que eu tenho alguma chance de concertar essa burrada? – perguntou Carol.
– Primeiro me responda: o que você fez com a mulher com quem você a traiu – questionou Solange.
– Foi realmente uma aventura, nada além de sex* que se resumiu a algumas noites regadas a muito vinho, mas não havia nenhuma ligação mais estreita. Era apenas sex* para ambas – respondeu Carol.
– Bom, como eu já disse, acho que ela é louca por você, mas que você vai ter que ter muita paciência para fazer um trabalho de formiguinha, de conquistar a confiança dela diariamente. Esteja preparada para você ouvir infinitas vezes que você a traiu. Assuma suas culpas sempre que for acusada disso. Não a pressione, dê espaço a ela. Ela acha que não ser infantil é provar que é capaz de resistir a você. Fique atenta ao tempo dela. Não queira apressar as coisas, nem tente recuperar o tempo perdido. Vá com calma. E não deixe essa mulher fugir, porque ela vale a pena – falou Solange.
– Nem sei como lhe agradecer, Solange. Obrigada mesmo. Farei tudo o que for possível para reconquistá-la – disse Carol, abraçando Solange.
– Não precisa agradecer. Só me faça um favor, não magoe esta menina, senão, dessa vez, eu não vou te perdoar. Juízo, D. Carolina – decretou Solange.
– Pode deixar! – disse Carol dirigindo-se à porta.
– Ah! Carol, se eu fosse você, voltava na praia agora e ia ver um pouco o mar – falou Solange.
– Entendi. Obrigada! – disse Carol.
Assim que chegou à praia, Carol viu Luísa sentada de frente para o mar. Foi caminhando em sua direção sem que ela pudesse vê-la. Sentou ao seu lado, calada. Até que Luísa se virou e cruzou seu olhar com o dela.
– Carol, eu não vou conversar, não quero falar com você! – disse Luisa.
– Tudo bem. Não vim aqui para te forçar a nada, só vim ver o mar – explicou Carol.
– Justamente aqui, nesse lugar? – agrediu Luísa.
– O mar perto de quem se ama assume contornos diferentes, diminui sua inconstância e até o horizonte parece nos revelar novas possibilidades – respondeu ela.
– Será? – perguntou Luísa.
– Não sei, só saberemos se tentarmos.

Fim do capítulo


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Comentários para 46 - Capítulo 45 - EPÍLOGO (Carol):
DriiH Rossi
DriiH Rossi

Em: 02/05/2018

Olá...
Esse perdão da Luiza, será bem suado para a Carol.
Bjin :)

Responder

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Naiara Gopin
Naiara Gopin

Em: 29/04/2018

Querida autora!

Posta novos capítulos, por favor! Estou super ansionsa para saber o que vai acontecer. rsrsrs

Desde já, agradeço!


Resposta do autor:

Oi Naiara,

vamos recomeçar as postagens com muitas novidades. Fica com a gente!

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_mesiac_
_mesiac_

Em: 27/04/2018

Eu tenho acompanhado essa história desde o começo, mas só agora criei uma conta e pude vir comentar.

Amo não só a história e as personagens, como também a forma com que a autora se coloca. Muito gentil da sua parte compartilhar sua arte conosco. 

P.S Bem curiosa pela continuação!


Resposta do autor:

Aguenta firme, qua tá saindo do forno!

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mtereza
mtereza

Em: 16/04/2018

Vamos esperar o epiloge da Luiza ansiosa 


Resposta do autor:

Tá saindo...saiu!

Responder

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mtereza
mtereza

Em: 16/04/2018

É vamos ver no que dar eu realmente não sei o que pensar sobre o perdao ou não da Luiza kkk 


Resposta do autor:

Melhor não pensar, só sentir!

Responder

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cidinhamanu
cidinhamanu

Em: 16/04/2018

No Review

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