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Tomada de assalto por Cristiane Schwinden

Ver comentários: 2

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Palavras: 1229
Acessos: 6090   |  Postado em: 13/04/2018

Capítulo 4 - Surpreendida

Capítulo 4 — Surpreendida

 

— Alô?

— Juliana?

— Sim.

— Não sei se você vai lembrar de mim, quer dizer, lembrar até deve lembrar... Mas não fomos formalmente apresentadas, meu nome é Flávia...

— Flávia?? — Juliana a interrompeu. — Então você está viva? Como você está? — Ela mal podia acreditar que estava falando com a assaltante.

— Olá moça, lembrou de mim então? — Respondeu com agradável surpresa.

— Sim, sim, claro, não tem como esquecer, né? — Seu sorriso podia ser percebido mesmo do outro lado da linha.

— Escute, antes de qualquer coisa eu queria te pedir mil desculpas, se arrependimento matasse... Por favor, me perdoe. Como está seu braço?

— Ah, está tranquilo, até que está cicatrizando bem, removeram a bala no mesmo dia.

— Que bom, eu estava preocupada com você.

— E você tomou um tiro? Eu vi sangue, como está?

— É. Tomei um tiro de raspão no pescoço, me incomodou um pouco, na verdade ainda me incomoda, mas tenho sorte de estar viva.

— Desde aquele dia eu fiquei me perguntando o teria acontecido com você depois que saiu por aquela porta.

— Nem queira saber... Desde então minha vida virou um inferno, eu fugi.

— Deve ser horrível se tornar fugitiva da polícia, isso é coisa séria, podem matar você.

— Estou tentando me manter viva e longe de encrencas.

— Mas onde você conseguiu meu número?

— Não estou perseguindo você, não... — Flávia disse sorrindo. — Achei seu nome numa matéria sobre o assalto num jornal, daí joguei no Google e achei um site com seu currículo, e tinha seu número lá.

— Por que você queria falar comigo?

Flávia emudeceu por um segundo, tinha medo da reação dela.

— Você vai me achar uma maluca, mas desde aquela noite que eu penso em você, o tiro, se você ficou bem, e... Você não faz ideia do quanto eu queria falar contigo de novo, desculpe se estou te assustando, mas eu precisava te ligar, isso estava acabando comigo... Juliana? Você está aí ainda?

— Sim... Confesso que você me surpreendeu, mas pode ficar tranquila, não estou te achando uma perseguidora, nem nada parecido. — Ela sorriu, correndo o pé pela areia. — Se eu tivesse seu número provavelmente te ligaria também.

— É mesmo? — Flávia abriu um sorriso bobo e incrédulo. — Bom, então vou te falar mais uma coisa, eu resolvi me entregar para a polícia, não quero mais essa vida de terror que estou tendo, tenho medo de sair do quarto, de andar na rua, não quero mais isso.

— Tem certeza? Eu vi no jornal que os outros assaltantes que estavam com você vão pegar uns cinco anos de prisão no mínimo.

— Eu quero recomeçar, acho que todo mundo tem direito a uma segunda chance, eu vou pagar pelo que eu fiz, se tiver que ficar cinco anos trancafiada, então eu ficarei, eu só quero paz, quero minha vida de volta... E quero mais uma coisa... Sei que não estou em condições de te pedir nada, mas queria muito te ver de novo, claro que em outra situação. Você me visitaria? Não sei para onde vão me mandar, mas dou um jeito de te falar depois. Estou pedindo muito? — Ela fez Juliana rir do outro lado.

— Acho que você tem todo direito de recomeçar, e acho que é o melhor caminho agora, recomeçar sem dívidas com a justiça. Eu prometo que te visitarei um dia.

— Promete mesmo? Não quero complicar sua vida nem nada, mas eu ficaria bastante feliz em te ver de novo, nem que seja uma vez só.

— Já que você é boa em me achar, me passe depois o local onde você ficará, ok?

— Com certeza! Darei um jeito.

— E levarei um bolo com uma serra dentro.

— Que nada, a moda agora é infiltrar celulares.

— Tá bom, depois eu decido o recheio do bolo.

— Juliana, só uma última coisa... Eu queria que soubesse que nunca havia feito aquilo, foi uma decisão muito errada que tomei e que me arrependo até o último fio de cabelo. Pode parecer ingenuidade, mas eu não imaginei que acabaria disparando uma arma, eu não quis atirar em você, a arma disparou quando você reagiu, e eu me sinto muito mal por ter feito isso.

— Eu percebi que você não era uma profissional. — Juliana riu.

— Não sou mesmo, nunca cometi crime algum, sempre trabalhei honestamente, mas tive um revés na minha vida recentemente, e num momento de desespero acabei aceitando essa roubada. E ainda por cima prejudiquei pessoas inocentes, como você e sua colega.

— As coisas já voltaram ao normal por aqui, não se preocupe com isso. E tudo vai ficar bem para você, logo você sairá desse redemoinho.

— Espero que sim, não aguento mais esse caos. Tenho que desligar, mocinha, mas vou ficar esperando você, eu vou contar com isso.

— Você vai ficar bem? Os policiais podem ser violentos com você. — Perguntou Juliana, aquele tom de preocupação desmontou Flávia.

— Vou sim, acho que o pior já passou, não irei mais vacilar. Se cuida, tá bom? E cuida desse braço.

Após o fim da ligação Juliana ficou olhando o aparelho em suas mãos, com um sorriso aberto e incrédulo. Seu coração pulsava acelerado em seu peito.

***

A breve conversa que teve com Juliana a tinha feito ver uma luz à sua frente, decidiu viajar de volta a Santa Catarina na segunda-feira, se entregaria prontamente.

Acordou no sábado radiante, cheia de disposição. Saiu para correr, no trajeto pensou que aquela seria a última vez que correria por aquelas ruas, que andaria naquela cidade. Comeu algo numa lanchonete, chegou à pensão, tomou um banho e deitou-se para ver TV. Ligou para seu primo Maurício, que morava também em Florianópolis, contando sobre a decisão que havia tomado e pedindo para contratar um advogado para ela.

No início da tarde alguém bateu na sua porta, nem teve tempo de abri-la, dois investigadores da polícia trajando coletes pretos com letras amarelas abriram a porta.

— Você é Flávia Andrade, correto?

— Sim.

— Somos do DEIC de Florianópolis, você é acusada de roubo, estamos aqui para levá-la para a delegacia, então não tente nenhum revide. Há alguma arma no quarto? E drogas?

Ela ficou completamente sem reação, sua rendição havia sido antecipada de forma abrupta.

— Não... Não tem, não... Posso pegar minhas coisas? Eu quero colaborar, eu iria me entregar na segunda-feira. — Flávia disse, ainda atordoada com a investida.

— Pode pegar o que estiver ao alcance. Nelson, pegue os objetos pessoais no banheiro.

— Minha bolsa está em cima da cadeira.

— Pode pegar... Você está esperando alguém?

— Não, ninguém, estou sozinha na cidade.

Um dos homens pegou a bolsa dela, o outro foi até Flávia.

— Não tente nada, ok? Temos que algemá-la, estenda as mãos.

Ela estendeu as mãos prontamente, estava agindo no automático, entristecida por ter deixado as coisas chegarem nesse ponto.

— Meu nome é Valdir, nosso carro está aqui próximo, vamos fazer uma viagem sem paradas até Florianópolis.

— Sim, senhor.

Ela balançou a cabeça de forma afirmativa e respeitosa.

A viagem de volta no carro dos investigadores pareceu muito mais longa que a viagem de ida. É o fim da linha.

Fim do capítulo


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Comentários para 4 - Capítulo 4 - Surpreendida:
Anamel
Anamel

Em: 21/05/2018

Poxa

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mtereza
mtereza

Em: 21/04/2018

Assustador mais como dizem causa e consequências esperar que der certo mais conhecendo vc Cris acho que teremos alguns dramas pelo caminho rsrs

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