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Duas faces por ROBERSIM

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Palavras: 2628
Acessos: 5171   |  Postado em: 20/03/2018

Capítulo 33

Fala depois  que seu corpo para de convulsionar, pelo prazer sentido.

O prazer que senti naquela noite,  nem se comparava a  que tínhamos anos atrás,  estávamos mais maduras , mas consciente do prazer dado ao parceiro, foi diferente , mas não deixou de ser maravilhoso.

Dormia profundamente acordo com   barulho , sons de vozes  que vinham ao longe, parecia mais um sonho , as vozes alteradas de fizeram despertar, tateio  a cama em busca de Carol , mais não a encontro.

-Carol!- chamo baixo e nada dela responder, levanto-me indo em direção às vozes. As vozes aumentavam da feita que me aproximava mais da sala.

-você não vai me deixar Carol, eu te amo.

Katia estava totalmente embriagada e Quanto me ver, abraça Carol a beijando.

Foi então que Carol me viu, cheguei perto empurrando a ex dela, um ciúme grande me abateu quando a vi, abraçada a minha amada.

-Calma Vanessa, ela está totalmente embriagada.

- então é por essa que quer me deixar- a mulher falava que mal dava pra entender.

-Katia como conseguiu chegar aqui- Carol perguntava- porque não me devolveu a sua chave quando terminamos. Desculpa-me amor, ouvi um barulho e vim ver o que era não quis te acordar- ela parecia não furiosa, mas preocupada com o estado da outra que mal se mantilha de pé.

-você é uma traidora, me deixou pra ficar com ela.

-Katie não vou discutir com você  nesse estado. E melhor você deitar nesse sofá e dormir.

-como assim ela vai dormir aqui!- me estressei ao ouvir aquilo.

- amor eu não posso manda-la embora nesse estado, não ia me perdoar se acontecesse algo com ela.

Minha vontade era mandar aquela mulher pra bem longe, mas não estava em minha casa!

-Tudo bem Carol, faça como achar melhor.

Enquanto estávamos falando a tal da Katia se deitou no sofá e parecia dormir.

-Katia se ajeita senão acordará toda dolorida-Carol sacudia a mulher que parecia ter desmaiado- não adianta, ela já dormiu! Vou pegar uma coberta pra ela.

A sigo até seu quarto, enquanto pegava a coberta a olhava.

-não fica com raiva meu amor, só não queria que algo de pior acontecesse, se acaso ela fosse embora sozinha- chega perto me abraçando- só vou cobri - lá e já volto pra dormimos.

- tudo bem, te espero aqui.

Na manhã seguinte quando saímos para ir trabalhar , Katia ainda dormia , parecia não haver se mexido desde a hora que deitou.

...

André tinha viajado no dia anterior, Diana e eu fomos leva-lo no aeroporto, queria dar-lhe algumas instruções.

Tinha conseguido negociar um apartamento no condomínio em que meu amor morava, estava empolgada, louca pra mudar. Quem não gostou muito foi meu pai, apesar de já ter falado desde o início em que cheguei ao Brasil,  que não moraria com eles , meu pai não aceitou muito bem minha mudança,  só se acalmou quando soube ser próximo de minha sócia.

Estava em minha sala lendo uma proposta de uma nova empresa, estava distraída que nem noto a porta se abrir, como estava sem secretaria e Suzana não largava a sua mesa, não via quem entrava.

-dona Jessica tem um rapaz aí fora, querendo falar a respeito de um documento que trouxe pra senhora assinar- tomo um susto ao escutar a voz de Suzana.

-nossa Suzana bata na porta antes de entrar, me deu um susto!

-me desculpe, tentei ligar, mas não consegui- só então lembrei que tinha deixado o telefone fora do gancho.

-tudo bem Suzana, peça pro rapaz entrar,  estou aguardando esses documentos.

Eram os documentos de meu apartamento que a imobiliária havia enviado.

-estão aqui, fale para o senhor Bruno, que resolva tudo o mais rápido possível- falo depois de ter assinado e devolvido os documentos para o rapaz.

-quem é o rapaz- Diana adentra em minha sala,  logo após a saída do office boy.

- e da imobiliária,  trouxe os documentos do apartamento.

-não vejo a hora de se mudar pra perto de mim, por mim moraria comigo, mas como ainda não pode, me contento de tê-la próxima. 

Tranca a porta e se aproxima de minha mesa, fazia dias que não nos tocávamos,  desde do final de semana, eu estava louca de saudades de toca-la, de ama-la, nosso contato era sempre assim; ou na minha sala , ou na dela.

-quero que se mude da casa de seus pais, antes da chegada do Marcos, sei que ele não sairá de lá com você ainda na casa.

-já pensei nisso, minha intenção é sair de lá antes. Por isso a pressa em agilizar esse contrato com a imobiliária.

-amor dorme lá em casa hoje, faz dias que não ficamos juntinhas-  ela falava com manha.

-eu também estou morrendo de saudade de ficar contigo, vou dormir com você hoje, nem que meu pai fique chateado. Não resisto a um pedido seu, ainda, mas falando desse jeito- Me levanto e me aproximo de onde está , ela me abraça fazendo com que me aconchego e em seus braços,  parecia que ali em seus braços,  era meu verdadeiro lugar.

-falei com a Carol hoje, queria saber como esta se saindo na gerencia da loja.

-e...

-ela é bem organizada,  passou para nossos e-mail o andamento da loja , com a saída de eletrodomésticos e mandou a lista de materiais do estoque.

Meu telefone toca, nem bem atendo ouço a voz de André todo animado.

-tsunami porque não me preveniu sobre seu namorado, senhor que homem e esse!- parecia animado- eu quero esse bofe!- tinha colocado o aparelho no viva voz , Diana ria do jeito do amigo.

-se quiser ficar com ele,  pode ficar a vontade !-ela é quem responde.

...

Ria do jeito afetado do meu amigo ele parecia bem empolgado pelo tal Marcos, ia me fazer um favor se conseguisse ter algo com o sujeito.

Estava com muita saudade de Jessica,  todas as noites conversávamos, mas queria senti-la em meus braços. Durante aquela semana falei poucas vezes com Vanessa, ela não saia do lado de Carol, o relacionamento delas parecia está sério.

-como esta tudo aí no Japão,  quando será a reunião com os meninos ?

- amanhã pela manhã, o Marquinho vai junto pra traduzir nossas conversas- dessa vez nem Jessica aguentou e caiu na risada.

-o Marcos já te ouviu falar assim, ele odeia que o chamem assim.

-lógico que não tsunami, falo assim só em meus pensamentos, que já até  sonhou com ele. Jessica agora falando sério, esse homem não para é falar em você,  desde que cheguei , inclusive até me perguntou se esta interessada em alguém,  pois desde  que voltou anda distante dele.

- só estou esperando ele chegar, pra conversarmos André!

Escutava a tudo me corroendo de ciúmes,  So esperava não ter problemas quando ele chegasse ao Brasil. Não via a hora dela mudar , poder te- lá todos os dias.

Quando se encerrou a ligação, Jessica me olha curiosa.

-amor,  onde você estava ontem depois que saiu daqui- fiquei surpresa com a pergunta, no dia anterior tinha ido falar com Vanessa já que não nos víamos a alguns dias- quando cheguei  casa liguei pro seu celular , como não atendia liguei pra sua casa e também não me atendeu - tinha ficado sem bateria, e quando cheguei em casa esqueci de ver os recados na secretaria eletrônica.

-fui à loja da Victoria,  amiga da mamãe. Já falei dela pra você.

-realmente me falou- falava desconfiada, não gostava dessa situação já tinha falado com meu pai que falaria de sua irmã, com seus amigos e pessoas mais próximas.

-linda vou ter que sair agora, preciso resolver um problema que meu pai pediu ,acha que não dará tempo de voltar- olho o celular e percebo que já passavam das 16: 30- vai direto pra casa?

- não,  tenho que ir em casa pegar uma muda de roupa, e conversar com minha mãe. Tenho que inventar uma desculpa pra dar pro senhor Akira dobre minha dormida fora hoje.

-te espero então  em casa! - lhe dou um beijo antes de sair.

O que tinha pra resolver era na verdade a compra do carro que ia dar pra Vanessa em nosso aniversário, queria escolher um modelo básico,  pois sabia que ela ainda ia dar alguma desculpa pra não receber o veículo.

Quando sai da empresa, tive uma nítida impressão de estar sendo observada, olho para os lados e não percebi ninguém conhecido, tinha deixado meu carro na frente da empresa, pois minha vaga no estacionamento estava Ocupada por algum funcionário.

Era uma sensação forte, lembrei-me do homem que Vanessa tinha me alertado, mas logo Tiro da cabeça,  não tinha como ele saber de minha existência,  até porque quando fugiu do orfanato com minha irmã e Dudu,  ela nem sabia que tinha uma irmã.

Encontrei com a advogada particular de meu pai, ela me entrega papéis para que entregasse a ele. Não sabia do que se tratava, mas com certeza era questão burocrática que tinha resolvido.

Como ainda era cedo aproveito e pra falar com Vanessa, a loja estava lotada, Victória havia contratado um rapaz, para trabalho temporário, para ajudar Van, assim que me vê sorri e acena pedindo pra aguardar.

Era a segunda vez que ia ali e o ajudante de minha irmã não parava de me olhar, Vanessa havia me falado que o rapaz achava incrível nossa semelhança.

-Oi Di , porque não avisou que vinhas? -Vanessa pergunta, quando se ver livre dos clientes que atendia.

-tive que resolver um negocio pro papai e aproveitei que estava aqui perto, mas não vou demorar a Jessica vai lá pra casa.

-daqui a pouco está casada com ela-Vanessa ri de suas palavras- isso não vai demorar muito né, já que irá se mudar pra perto de você!

- hum olha quem fala não me diga que não anda frequentando a casa de Carol, ou ela a sua!- ela sorri confirmando minha pergunta- e a tal Katia, não tem dado notícias.

-graças que não,  desde o dia que apareceu porre , tomou um chá de sumiço, deve está com vergonha ou esquematizado o que aprontar da próxima.

-Vanessa, você na viu, mas aquele cara, o Lauro?

-não,  outro dia achei ter visto o mesmo cara que me seguiu aquele dia, mas acho que não era ele.  Porque a pergunta, por um acaso aconteceu alguma coisa, viu alguém suspeito- falava preocupada.

-não é nada não,  só que hoje tive a impressão de alguém está me observando, mas não vi ninguém.

-por favor, Diana tenha cuidado se acontecer algo contigo jamais me perdoarei!

-não vai acontecer, tenho certeza que foi só paranoia minha! - tento acalma-la - ainda vai demorar, te dou uma carona!

- não precisa,  Carol ficou de passar aqui, Valéria vai dormir com os avós, na casa da mãe dela , o senhor Ricardo está tentando aproximar as duas. Pedi a ela que dormisse em casa.

- ainda bem que me avisou,  era bem capaz de aparecer em seu apartamento pela manhã.

-duvido! Com a Jessica dormindo em sua casa, isso seria quase impossível- rimos juntas, nos duas sabíamos que a chance de eu aparecer lá,  com Jessica comigo, era mínima.

-e o André, tem dado notícias?

-falei com ele hoje, tá apaixonado pelo Marcos, tomara que fique cm ele.

-essa bicha e louca mesmo!-  sentia muita falta dessa nossa cumplicidade, da amizade quando passava alguns dias sem vê-la , não via a hora de apresenta-la a Jessica,  queria que as duas fossem amigas, assim como éramos.

-me deixa ir , me liga pra conversamos a respeito de nosso aniversário.

-ainda falta um mês Diana, muita coisa pode acontecer- toda vez que tocava no assunto ela protelava, principalmente quando falava em apresenta – lá Jessica oficialmente.

-tudo bem, mas já te falei que esse ano estaremos juntas, com as pessoas que nos são importantes.

-ok  , depois falamos sobre isso.

...

P/VANESSA

Vejo Diana afastar-se é um aperto em meu peito se fez presente, tinha medo que meu aparecimento, estragasse o relacionamento dela com Jessica, e agora aquilo dela achar estar sendo vigiada,  tinha pavor só de imaginar lhe acontecer algo por minha causa.

-tua irmã e Rica, porque não trabalhas com ela- Artur o ajudante contratado se aproxima sem que eu notasse, o rapaz era um bom menino, mas se intrometia em tudo.

-porque o que e dela... E dela, e o que é meu... E meu!- voltei para o que fazia antes da chegada de Diana.

Como havia falado, Carol passou na loja na final de meu expediente, estava me acostumando a vê-la tidos os dias , ficar com ela e com Valeria , a pequena amava me ter por perto, sempre querendo dividir minha atenção com a mãe.

-Oi amor,  vamos passar em sua casa, ou vamos direto pra minha?- não sabia se ela havia levado roupas pra pernoitar em minha casa.

-eu trouxe roupa,  quero só passar em algum restaurante  pra comprarmos algo pra comer , hoje só quero ficar juntinha de você - suas palavras me embeveciam, sabia que o que sentíamos era intenso, mas ouvir suas palavras era alegria para meu coração .

Depois de passar no restaurante próximo a meu apartamento, seguimos pra lá.

-não falou, mas com Diana?- pergunta quando estávamos jantando.

-ela foi hoje à loja, foi rápido, pois Jessica ia para sua casa!

-Jessica me falou que está negociando um apartamento no mesmo condomínio, acho que dessa vez sua irmã tem que resolver essa situação.

-ela quer resolver tudo no antes do nosso aniversário!

Ela me olha como se lembrasse de algo.

-seu aniversário já é mês que vem! Sempre me lembrava dessa data com saudade...

- agora não precisa, mas ter saudade, pois quero voltar a passar essa data a seu lado.

Ficamos conversando sobre o assunto por algum tempo, falei que Diana pretendia me apresentar para seus amigos e conhecidos em uma festa que pretendia dar pra comemorarmos, inclusive que minha irmã já havia pedido que convidasse ela é sua pequena.

Naquela noite meu sono foi agitado, acordei com Carol me abraçando, pois estava chorando chamando por Diana.

-o que aconteceu amor?-parecia assustada.

-sonhei que algo muito ruim acontecia com minha irmã,  ela me disse ontem que sentia estar sendo vigiada.

-se acalmar, seu sonho foi somente uma reação ao que ouviu dela.

Volto a me aconchegar em seus braços,  mas aquela sensação ruim , de perda , estava cravado em meu peito.

...

Apesar da implicância de meu pai, sobre minha mudança minha vida estava a mil maravilhas,  no dia em que Diana exigiu que dormisse em sua casa , meu pai ficará com raiva,  pois havia dado a desculpa de dormir na casa de uma amiga, sabia que sua implicância era justamente por Marcos, que os dois viviam se falando. Conversei com minha mãe e falei que não ia deixar minha felicidade pra trás e tinha a, mas absoluta certeza ser com Diana.

Naquele dia ia me mudar para o apartamento novo,  Diana ia pra lá pra ajudar a organizar tudo, a única coisa que levaria da casa de meus pais eram alguns objetos pessoais que trouxera do Japão.

Estava na minha sala,  André voltaria no dia seguinte , tinha resolvido tudo com os meninos e o contrato já traria o contrato todo assinado. Estava esperando por Diana, que no dia anterior havia saído da empresa sem me avisar, a noite liguei para seu apartamento e nada dela atender, não era à primeira vez que acontecia isso, apesar de confiar nela, ter certeza que me amava, tinha algo que estava me incomodando.

- pode entrar- respondo quando escuto baterem na porta do escritório.

- Oi amor – levei um susto ao ver Marcos a minha frente- vim mais cedo pra conversarmos.

Fim do capítulo

Notas finais:

Boa tarde meninas!

como anda acontecendo nos ultimos tempo, estou postando atrasada, me desculpem mais uma vez. Como escrevi pra uma leitora agora a pouco , agora que estou me ajustando as mudancas que aconteceram nos ultimos tempo em minha vida.

mudei de cidade, de emprego e agora que estou me ajustando a tudo.

bjsss


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Comentários para 33 - Capítulo 33:
rhina
rhina

Em: 30/03/2018

 

Boa tarde Autora 

Marcos voltou ....e.agora Jessica? 

Tem alguém de olhos nas gêmeas. .....e o sonho da Vanessa. ...

Rhina


Resposta do autor:

Boa noite anjo!

Marcos vai dar trabalho.

bjss

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