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Duas faces por ROBERSIM

Ver comentários: 3

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Palavras: 2296
Acessos: 3717   |  Postado em: 14/02/2018

Capítulo 27

Apesar de Diana falar pra que parasse de beber, consumi ainda alguns copos de bebida. Estava bem tonta, não conseguiu a entender muito bem o que falavam.

-amor quero água,  vou comprar.

-vou lá comprar, mas você vai parar de beber.

-tá bom, mas vou com você- falava meio grogue,  tinha certeza que as palavras não saiam normal de minha boca.

Quando chegamos ao bar, barman atendia uma moça que olhava pra Diana insistentemente. Diana parecia não perceber está sendo observada, enquanto ela comprava minha água olhava na direção que a moça caminhava. Apesar da tonteira pensei em ver Carol abraçada a uma moça que me parecia bem familiar, forcei minha visão e estranhei o que vi.

-está aqui meu anjo sua água!

-Diana o que está fazendo ali abraçada com a Carol?- não consigo lembrar mais nada depois disso.

...

Estava passando um sufoco aquela boate. Nunca fui adepta a surpresas e aquela situação estava fugindo do controle. Jessica já havia bebido mais do que o normal,  a todo momento ficava olhando ao redor pra ver se tinha alguma possibilidade de ver Vanessa entre a multidão,  minha sorte e que a iluminação da boate me ajudava a não visualiza-la. Em certa hora respirei fundo e pensei “ era só  não deixar Jessica sair de perto de mim” , mas parece que o destino quis me contrariar que ela resolve ir ao banheiro, enquanto sai pra avisar André,  Jessica se mete na multidão.

-André a Jessica foi sozinha ao banheiro- estava desesperada, não dela ver Vanessa que com certeza saberia se sair, ainda mais que eu não estava perto. Minha maior preocupação era dela pegar minha irmã e sua assistente fazendo alguma coisa que me comprometesse.

-o  que tem Deusa, ela ir ao banheiro?

-ANDRÉ,  JÁ ESQUECEU QUEM ESTÁ AQUI! -falo aos berros, meu amigo parecia ter encontrado  seu príncipe encantado e não queria deixa-lo escapar - VANESSA!

Ele me olha como se só agora percebendo a gravidade da situação.

-por favor, vá atrás dela.

-fiquei com o rapaz- depois descobri ter o nome de Silvio , quando eles retorno percebi que nada aconteceu de diferente, sentamos e eu tentando fazer com que Jessica não bebesse mais.

-amor você estava com essa blusa?-sua fala estava lenta, parecia arrastar as palavras.

-estava sim meu anjo!- André me confidenciou que ao chegar próximo ao banheiro, só faltou ter um colapso ao ver Vanessa e Carol junto com Jessica, minha sorte foi que só estavam conversando e inventou uma desculpa pra minha presença ( Vanessa) ali sem levantar nenhuma suspeita.

Mas agora a vendo perder os sentidos, como explicar depois que sim, ela viu duas de mim na boate!

A segurava em meus braços e uma multidão estava ao redor, querendo entender o que acontecia, Vi Vanessa se aproximar com Carol, e logo em seguida André.

-o que aconteceu?- as duas pareciam preocupada.

-ela desmaiou quanto te viu- Vanessa arregala os olhos- por favor, Vanessa,  me ajude com ela.

Com a ajuda de minha irmã a coloco nos braços,  enquanto Carol e André abriam caminho entre a multidão até chegar na saída, procuro por meu carro e a coloco no banco de trás,  estava preocupada com seu estado , assim como poderia ter sido o susto de ver Vanessa, poderia ser da bebida que sorveu em demasia.

-aí Deusa ainda bem que você parou se beber!- André falava.

-vou leva-la para o hospital- tinha que leva-la na emergência, jamais se perdoaria se alguma coisa acontecesse a ela.

-está aqui a bolsa dela- meu amigo me entrega sua bolsa, ele parecia ter ficado sóbrio depois de tudo aquilo.

-quer que a gente vá com você?- Vanessa pergunta, mas estava com medo de Jessica acordar e dar com nos duas outra vez.

-acho melhor não Van,  vai que ela acorda no meio do caminho.

-Diana- ouço sua voz vindo do banco , em que estava deitada. Vanessa mas que depressa volta junto com Carol pra entrada da boate.

-Oi meu anjo, o que está sentindo?

-vontade de vomita- ela ainda estava porre, fazia carreta como se a qualquer momento fosse despejar tudo o que consumiu.

-vem, vou te ajudar.

Tiro ela do carro , que mais que depressa se curva vomitando, prendo seus cabelos e passo minha mão em sua Costa.

-André volta lá e compra duas garrafas de água.

Meu amigo parecia assustado com minha atitude, ele já tinha me visto em situação menos embaraçosa com outras mulheres e que nunca fiz questão de continuar perto, mas com Jessica era diferente, eu sabia que muito daquilo era também minha culpa.

-acho que vou morrer!-ela choramingava enquanto tentava ainda vomitar, já não tinha mais nada pra colocar pra fora e mesmo assim a ânsia não passava.

-não vai não,  calma que André já está trazendo água pra você.

-amor -pausa- você vai cuidar de mim?- sua fala arrastada, era quase incompreensível. Ela parecia uma criança indefesa, com aqueles olhos marejados.

-vou sim meu anjo, não vou te deixar nunca – a aninho em meus braços, acalentando.

-está aqui deusa,  a água -André chega com as duas garrafas.

-beba meu amor,  você irá se sentir melhor- ela bebe todo o líquido de uma das garrafas. A outra abro, deposito um pouco em minha mão e lavo seu rosto- tá gelada, mas vai melhorar.

-André eu vi duas Diana- paralisei ao ouvir aqui “ será que ela se lembrar?”- a outra Tava dançando.

-eu também vi tsunami,  acho que bebemos demais...

-eu também acho...André porque tsunami?

-depois  Jessica... Depois te conto. Diana vou ficar mais um pouco com a Carol e a Vanessa.

Não me importei,  já que as duas vieram com ele e Vanessa parecia está sóbria.

-quem é Vanessa?

- e uma amiga da Carol. Amor vamos que ainda quero te dar um banho – ela sorri com malícia apesar de não está se segurando em pé- nem adianta me olhar assim que a senhorita vai tomar um banho e dormir- ela torce o beiço me fazendo rir muito- André amanhã nos falamos, te cuida e cuida das meninas.

- vou cuidar direitinho  deusa gêmea.

-Quem é deusa gêmea?

- vamos amor, o André já está porre também- a tirei dali antes que meu amigo falasse mais do que devia, como já estava acontecendo.

...

P/VANESSA

Foi um susto ver Jessica ali a minha frente, percebi que a garota estava bem alta, só não entendia como Diana a deixou sozinha.

Enquanto procurava uma resposta vejo André se aproximar, quando ela entra no banheiro com a Carol a pedido do rapaz, ele me conta o quanto minha irmã estava preocupada, pois sua namorada praticamente fugiu dela.

-então deixa sair daqui, fala pra Carol que a espero Onde estamos.

-Tá bom deusa gêmea, tomara que a tsunami não apronte mais nenhuma!

Voltei pra onde estávamos,  a garota que Carol praticamente dispensou mais cedo por esta conversando comigo se aproxima novamente,  era muito nova, em nada me chamava atenção,  em outros tempos talvez só quisesse mesmo uma noite de sex*, mas naquele momento só queria que ela se afastasse.

-Oi você é linda, onde está sua namorada que te deixa sozinha.

-foi ao banheiro e já deve estar voltando – ri silenciosamente com que falou, percebi o ciúme de Carol a primeira vez que a garota se aproximou, fico encantada, pois era um sinal que ela sentia mais que amizade por mim.

-e te deixa aqui, deve confiar muito em você!

- e confio!- Carol chegou a tempo de escutar as últimas palavras da moça – eu sei que ela não vai me trair, principalmente por saber seu gosto mulher, e definitivamente ela não gosta de crianças.

A garota sem falar mais nada, volta outra vez pra seus amigos deixando pra trás uma Carol brava.

-que garota inconveniente,  será que ela não percebeu que não é bem vinda aqui em nossa mesa!- Carol falava como se realmente tivéssemos algo- porque ela não vai procurar uma mulher desimpedida- não falei nada, mas pelas palavras seguidas, deve ter caído em si em suas frases- me desculpe mais uma vez, mas essa garota e abusada mesmo.

-não precisa se desculpar... De novo- ela me olha sem jeito- já te falei que te convidei por querer ficar perto de você e de mais ninguém- ela estava bem perto de mim, apesar da pouca iluminação era como se sentisse seu olhar brilhar em minha direção.

-eu também quero muito estar com você!

Sem esperar por mais nada, me aproximo ficando quase que colada a ela, nossas respirações no mesmo compasso. Sentia seu olhar em minha boca, boca essa que estava sedenta por um beijo.

Devagar aproximo de seus lábios que estavam meio abertos, como se esperando por aquele momento. Minha mão toma sua nuca puxando delicadamente pra que houvesse o tão esperado encontro.

Seus lábios eram como eu lembrava macios, delicados. Minha língua passeava saboreando sobre eles, não queria ter presa somente, desfrutar daquele prazer que por anos me foi roubado. Quando começo a explorar a parte interna de sua boca era como se todo meu ser acompanhasse aquela sensação,  aquele ritmo. Intensifico aos poucos aprofundando ainda mais, escuto seu gemido e aquilo me estimulou a prosseguir.

-saudade de sentir seus beijos- falo próxima a seu ouvido depois de abandonar seus lábios- eu...

-o que está acontecendo ali- desistir do que ia falar, estava louca pra me declarar, falar que nunca a esqueci de que ela tinha sido a única mulher que amei.

Viro-me da direção daquele tumulto, e vejo se tratar de Diana debruçada sobre Jessica.

-Meu Deus, aconteceu alguma coisa!- Carol se preocupa.

-Diana... Vamos lá!

Quando me aproximo Diana me pede ajuda, daquele momento em diante só me preocupei com minha irmã que estava transtornada. Nunca a vi assim por ninguém, parecia frágil. Lembrei o quanto já havia feito por mim, até mesmo em relação à Carol, Onde poderia ter se prejudicado mas não,  fui prioridade pra ela.

Já no carro me ofereço pra ir com ela, estava realmente preocupada, mas ela achou melhor não,  lógico que entendi seu receio, pelo que me falou Jessica havia me visto e se acordasse no meio do caminho, e desse outra vez comigo e Diana juntas , ia surtar.

Voltei com Carol para dentro da boate, assim que percebo que Jessica estava reagindo, mas mesmo sabendo que ela estava melhor, pois André havia voltado conosco, minha preocupação não cessava , a noite pra mim não teve mais o mesmo efeito.

-você quer ir embora- Carol me observava enquanto estava distraída- sua irmã e Jessica estão bem!

-eu sei, só queria saber se as duas chegaram bem em casa.

-vamos sair daqui aí você liga pra ela.

-não era pra nossa noite ser assim...

-não tinha como saber o que ia acontecer. Vamos procurar o André e avisar que estamos  indo.

-esse é outro que já bebeu além da conta, não vou deixa-lo aqui, ainda mais que está de carro.

-concordo! Então vamos procura-lo pra irmos embora.

André estava aos beijos com um rapaz, que desde a hora da confusão percebi está por perto.

-André nos já vamos, e você vem com a gente!

- mas já,  agora que a noite ficou boa – fez muxoxo.

-estou preocupada com a Diana, e você não está em condições de dirigir, então vamos.

-eu também já vou amorzinho, amanhã nos falamos - retiro os olhos ao escutar aquele tratamento.

-então vamos. Amanhã então nos falamos bebê!

- aff  eu merecia escutar aquilo!

Os dois começaram em um beijo de despedida que não tinha fim, sem falar nada puxo André pelo braço o levando pra perto de Carol.

-amorzinho amanhã você fala com ele – imitei o rapaz que estava com ele – agora vamos embora.

Deixei André em sua casa, que falou que levasse o carro pra deixar Carol, combinei que assim que acordasse levaria.

Apesar de prometer que levaria Carol em sua casa não queria me separar, minha vontade de te-lá em meus braços outra vez me fez ter coragem.

-o que foi Vanessa?- ela pergunta quando paro o veículo no acostamento- aconteceu alguma coisa?

-vem pra casa comigo, quero muito ficar com você!

Ela me olhava, um olhar enigmático.

...

Minha cabeça parecia que ia estourar, o enjoo que sentia fez com que quisesse correr pro banheiro, através da luz opaca vi o semblante de Diana próximo a mim.

-ai- exclamei quando quis sair dos braços de Diana pra ir ao banheiro.

-o que foi meu anjo, como você está?

-tô mal!- queria lembrar os detalhes da noite anterior, mas somente flash vinha em minha cabeça, algumas coisas consegui distinguir, outras não. Lembro-me da paciência de Diana comigo no carro, da hora em que tomava banho, da delicadeza que me tratava, mas isso vinha como flash em minha cabeça – me desculpe por ontem, nunca fui de beber muito.

-eu sei meu amor,  toma isso aqui que vai melhorar o enjoo- me entrega um comprimido com um copo de água que estava em cima da cabeceira, com certeza deixou ali , adivinhando a situação em que acordaria.

-não consigo lembrar quase nada do que aconteceu- ela faz com que deite em seu peito acariciando meus cabelos – lembro numa hora que fui a banheiro e você estava conversando com a Carol- sentia o acelerar de seu coração.

-fui atrás de você que não me esperou, já estava preocupada.

Algumas coisas vinham rapidamente a minha mente, não sabia diferenciar o que era real ou algum efeito do álcool que ingeri.

-amor tinha uma moça com a Carol, quem era ela. Lembro que a vi e depois apagou tudo!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

Boa noite meninas!

capitulo postado, espero que gostem.

bjss


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Comentários para 27 - Capítulo 27:
Blume
Blume

Em: 16/02/2018

Ola

 

Não é mais fácil Diana contar a verdade em vez ter essa gincana toda. 

Querendo mais capítulos...

Parabéns bjbj


Resposta do autor:

Boa noite linda!

realmente seria mais facil, so que Diana esta com medo de Jessica nao entender o porque escondeu a irma, ainda tem seu pai que acha que Vanessa nao esta pronta pra ingressar nesse mundo que Diana vive.

bjss

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Ana Luisa
Ana Luisa

Em: 15/02/2018

Impressão minha ou o cap foi curto? Ah não!!!


Resposta do autor:

Boa noite linda!

nao foi impressao , mas queria postar logo o que tinha , me desculpe.

bjss

Responder

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patty-321
patty-321

Em: 15/02/2018

Que confusão. Jessica tomou todas e viu dobrado, literalmente kkkj.


Resposta do autor:

Boa noite linda!

kkkkk ainda bem que estava bem alta , ja pensou se tivesse sobria e ver duas Diana!

bjss

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