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Antes Que o Sol Se Ponha por Ka_fornari

Ver comentários: 4

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Palavras: 2433
Acessos: 2354   |  Postado em: 04/02/2018

Então não há desculpa Chaplin!

 

O sol daquela manha que se iniciava estava acolhedor. Ao longe Cecília observava a bela mulher que estava sentada em um banco, perto da enorme árvore naquele gracioso jardim. A trança lateral fazia-se presente. Cecília lembrava-se de como eram felizes naquele imenso jardim, com suas irmãs e seus pais.

            Como uma pessoa cheia de vida poderia estar daquele jeito? A ruiva queria ajudar sua mãe a encontrar a alegria de viver... Não desistiria dela! Jamais...

            Aproximou-se vagarosamente, sentando ao lado da mulher que no auge de seus 52 anos, continuava tão bela quanto as lembranças de Cecí. Sorriu ao recordar de seu pai, contando como teve que lutar para conquistar aquele coração rebelde! Fechou os olhos e respirou fundo...

            - Bom dia, mamãe... – Depositou um beijo carinhoso, no entanto, a mulher sequer piscou. – Você viu que lindo está o dia hoje? – Ao fundo ouvia-se o canto dos pássaros e o som do vento ao balançar os galhos das árvores. Cecília depositou um lírio amarelo nas mãos de sua mãe, como sempre fazia quando ia visitá-la.

            Nas manhãs que sua mãe tinha consulta com o psiquiatra, Cecília, fazia questão de leva-la. Não só porque queria ficar mais tempo com sua mãe, mas também por ser no hospital onde a ruiva trabalhava. Ajoelhou-se entre as pernas de sua mãe e fitou os lindos olhos verdes...

            - Vamos mamãe... Por favor, apenas um sorriso? – Pedia com os olhos lagrimejando, mas não recebeu nenhuma resposta. Respirou fundo e tentou sorrir o mais feliz que pode. – Acho que já está na hora de irmos encontrar o doutor Velásquez, o que me diz mamãe? Está pronta para se aventurar pelas ruas? – Em algum lugar, Cecília buscava as forças que nos últimos anos não estava mais conseguindo encontrar.

 

§

 

Os olhos azuis estavam frenéticos, olhando aquele belíssimo lugar... Realmente seu pai havia escolhido a melhor empresa de arquitetura do Coronado, pois o trabalho estava magnífico. A moça andava por todos os cômodos daquela “casa” fascinada! O lugar não somente seria sua casa, mas também seu atelier. Do alto do mezanino Theodora olhava para baixo, de onde conseguia ver as mesas estrategicamente dispostas, com os materiais de arte distribuídos nelas. A parede entre o atelier e a parte de fora, era composta por imensos vidros, de pé direito duplo, dando uma visão privilegiada para Theo, que ao mesmo tempo em que conseguia ver seu atelier do alto, teria uma imagem esplendorosa do por do sol de Coronado.

Abaixo do mezanino havia os dois banheiros, uma área para descanso com TV e um gostoso sofá, a modesta cozinha e a estante com livros, filmes, fotos... E em cima, a dois metros do guarda-corpo, uma linha reta de vidros, que acompanhava toda a extensão do mezanino, fazia a separação do atelier para a casa, assim Theo poderia fazer uso de cortinas para ter total privacidade dentro da casa, que era conectada por uma porta de correr nos dois sentidos.

- Já senti que vou amar morar aqui! E que bom gosto essa arquiteta... Uma pena eu não ter podido acompanhar o processo da construção. – Sorriu mais uma vez, pois estava apaixonada por aquele lugar! – Agora vou ver o ancião! Já estou com saudades daquele curioso...

Theo deu mais uma olhada antes de ir em direção do hospital.

 

§

 

Naquela manhã o doutor Velásquez estava esperando uma de suas mais queridas pacientes! Ficava imensamente feliz por ser Cecília quem cuidava do tratamento de sua mãe... Pois do contrário, provavelmente, aquela bela mulher já estaria internada em uma clinica.

Olavo compreendia a dor pela qual Roselly havia passado. E como psiquiatra, sabe que cada ser é único, reagindo a sua maneira... O luto se caracteriza como uma perda de um elo entre uma pessoa e seu objeto, portanto um fenômeno mental natural e constante no processo de desenvolvimento humano, isso segundo as contribuições conceituais de Freud e Klein.

Algumas vezes Olavo questionava seus grandes mestres, pois em momentos desafiadores, nem mesmo ele se compreendia. Afinal, a ideia de luto não se limita apenas à morte, mas o enfrentamento das sucessivas perdas reais e simbólicas durante o desenvolvimento humano.

Respirou fundo... Ficando a espera de sua visita. Após sete minutos de intensos questionamentos, o psiquiatra fora informado que as duas mulheres já estavam a sua espera.

- Bom dia Cecília! – Abraçou calorosamente a jovem, que retribuiu o carinho. – Milady, é sempre um prazer vê-la... – Beijou levemente as mãos da mãe de Cecí. Como sempre a mulher esboçou um piscar de olhos, movimento que apenas o doutor Velásquez obtinha dela.

- Espero que o dia continue ótimo Olavo! – Sorriu para ele, feliz por ver como continuava um galanteador com sua mãe, nada que prejudicasse a relação médico paciente. Já trabalhavam a alguns anos juntos nas dependências do hospital, encontravam-se na hora do almoço, quando dava tempo. Olavo era um grande amigo para Cecília, além de ter sido o professor mais querido por ela. Tinham uma relação de amizade mútua.

Cecília despediu-se dos dois, pois iria aproveitar para dar uma adiantada em alguns relatórios de pacientes que estavam guardados na mesa de seu escritório. Deu um beijo afetuoso em sua mãe e mais um abraço em seu amigo. Saiu da sala esperando que algo de diferente pudesse acontecer naquela manhã, sempre deixava a sala de Olavo com essa esperança, mas nunca, nada, mudava...

 

Depois de longos minutos conversando sozinho, Olavo indagou-se mentalmente, como ela podia ter perdido a libido de viver... E isso sabia, era uma das características do luto que assombrava aquela mulher.

A sessão deles já havia acabado há alguns minutos e Olavo esperava pelo retorno de Cecí. Mas não foi Cecília quem adentrou aquela sala e sim alguém mais alta, que arrancou um lindo sorriso de Olavo.

- Bom dia papai! Opa não sabia que estavas acompanhado, volto mais tarde... – Estava fechando a porta quando Olavo falou.

- Dorinha meu amor entre! – Sabia que sua filha odiava aquele apelido. – Deixe-me apresenta-las, Dorinha essa é a Senhora Roselly Jones, uma amiga muito especial e minha paciente.

Theodora ficou de frente para a mulher, havia percebido como ela estava nesse mundo só de corpo... Com certeza aquela mulher era parente de Cecília, pois tirando o cabelo comprido da senhora e a cor esverdeada dos olhos, tinham as mesmas feições. Theo sentiu um carinho muito grande pela mulher, caminhou até ela e falou algo em seu ouvido, que Olavo não pode escutar.

- Sabe odeio quando ele me chama de Dorinha... Mas não conta para ele, vai ser nosso segredo! – Sorriu encarando-a e foi agraciada por um singelo sorriso da mulher.

Olavo estava atônito! Em dois anos Roselly nunca havia sequer demonstrado qualquer tipo de afetividade por ninguém, o máximo que seu corpo demonstrava eram o piscar dos olhos. Foi nessa hora que teve uma ideia... Talvez, só talvez, Theodora conseguisse algo que ninguém mais conseguiu! Deixou o prontuário da mulher em um local estratégico, onde a filha poderia ler... Esperava que Theodora continuasse tão curiosa quanto ele! Olavo deu uma desculpa qualquer e deixou as duas naquela sala.

Theodora prontamente leu as anotações sobre Roselly, sabia que não era ético de sua parte, mas queria ajudar... “Então ela não responde a estímulos? Mas porque sorriu para mim?” Questionava-se Theo. Olhou em volta e lembrou-se de sua mochila, que usava na lateral de seu corpo. Tirou-a e abriu, pegando tintas e pincéis, havia feito uma “pequena” compra antes de ir ver seu pai.

Tinha plena consciência de que sua abordagem não estava correta, mesmo sendo arteterapeuta, no entanto algo dentro dela queria... Necessitava ajudar aquela mulher a voltar a viver...

- Acho que o papai não vai se importar se pegarmos umas folhas, né?

Roselly acompanhou cada movimento. Viu quando a moça abriu as tintas e colocou os pincéis na mesa, mas apenas colocou uma folha em branco próxima a Rose.

- Sabe... Quando eu morava no orfanato com as freirinhas... Eu passava o meu tempo escondida pintando as paredes, creio que elas invocavam vários nomes impróprios! – Riu divertida enquanto começava a fazer uso dos materiais, sem prestar atenção se Rose estava ou não se expressando... Tinha que ser algo natural! – Às vezes... Eu só precisa ficar quieta no meu “mundo”, pintando, desenhando ou criando histórias em minha mente... Nem sempre eu queria conversar, pois as pessoas jamais saberiam como é carregar às minhas dores...

Theodora sabia que estava entrando em um campo pesado... Poderia estragar anos de trabalho de seu pai... Mas não falava com a intenção de instigar a mulher, mas sim... Reviver um pouco sobre si.

Foi quando Theo viu movimentos ao seu lado, apenas deu uma breve olhada e voltou a sua pintura, sorrindo... Nenhuma palavra mais fora dito, pois não havia necessidade... Aquelas duas mulheres compartilhavam silenciosamente suas dores...

Theo observou quando Roselly parou de pintar. Ficou surpresa ao ver o desenho formado pelo pincel que estava na mão daquela mulher, a técnica desenvolvida por ela era simplesmente incrível... Um lírio amarelo! Mas ao olhar feliz para Rose, notou como a mulher havia voltado ao seu estado inicial.

Uma enfermeira, a pedido da filha de Roselly, havia entrado no consultório para busca-la... E Theo só percebeu que o desenho havia ficado ali, quando a mulher já havia sumido pelos corredores...

- Não posso acreditar! – Olavo estava abismado com tudo o que Theodora lhe relatou. – Como você conseguiu essa façanha meu amor? – Estava deveras orgulhoso de sua filha.

- Ah papai... Arte, né! – Sorriu para ele. – Mas então... Você sabe o significado do lírio para ela? – Estava muito curiosa.

- Claro... A filha dela sempre lhe presenteia com um lírio amarelo, todas as vezes que vai visitá-la... – Respondeu sem tirar os olhos de Theo.

- E só para confirmar, essa filha é a Cecília? – O pai notou a forma como Theo ficou ao falar o nome dela.

- Sim... Theo, eu vi a tela e... – Foi interrompido.

- E nada papai... Ela é mulher da Isa! – Falou séria.

- Mas meu amor... Você nunca demonstrou interesse em ninguém...

- E vai continuar assim, pai! – Levantou-se arrumando suas coisas. – Olha... Eu não sou nenhuma criança, sem contar que não tenho a mínima vocação para me meter em relacionamentos alheios, principalmente se for da minha melhor amiga... – Respirou fundo e continuou – É como sempre digo, existem milhares de mulheres no mundo... – Mas nenhuma será a Cecília, por um milésimo de segundo esse pensamento lhe invadiu a mente, bagunçando sua alma.

Despediu-se de seu pai e seguiu em direção ao estacionamento do hospital.  

Theodora resolveu almoçar no restaurante próximo ao hospital, não estava muito a fim de ir para casa. Foi quando seus olhos enxergaram uma conhecida, sozinha, a algumas mesas de distância e resolveu ir até ela.

- Que bom que nos encontramos Elly – falou carinhosa, obtendo a atenção da mulher – você esqueceu uma coisa que lhe pertence! – Theo estava tirando a pintura de sua pasta quando uma voz conhecida prendeu-lhe todos os sentidos.

- Devo esclarecer que minha mãe é uma mulher de família? – Cecília fingiu-se de séria.

- Oh... Garanto que minhas intenções são as melhores! – Theo ergueu os dois braços em forma de rendição.

- Tenho certeza que são! – Cecília estava feliz por encontra-la, pois não há tinha visto desde que acompanhara ela e Isa até em casa. Sentou-se ao lado da morena, que agora era uma quase loira, sorriu ao pensar naquilo.

Cecília notou como sua mão fitava Theodora e aquilo lhe emocionou... Pois sua mãe não “percebia” as pessoas.

- Almoça conosco? – Perguntou rápido demais, em meio às estranhas sensações.

- Eu não sei...

- Já tem algum compromisso? – Esperava que a resposta fosse não!

- Não. – Disse simplesmente.

- Então não há desculpa Chaplin! – Falou sarcástica.

- Você gosta de se sentir no comando né? Doutorinha! – Theo piscou para Rose. – Sinto dizer Elly, mas sua filha tem um alto grau de vaidade nas veias... – Falou divertida, mas o olhar de Cecília foi de arrepiar.

- Você não faz ideia do que esse corpo é capaz de fazer!

- Tenho certeza que com essa altura... Não pode muita coisa! – Brincou Theodora e recebeu empurrão no ombro.

- Você é muito irritante sabia? Theodora! – Sorriu divertida Cecí.

- Fazer o que... Cada um com suas qualidades! Cecília!

Nem notaram que o contato visual das duas só aumentava. Estavam bem próximas e foi quando Theo sentiu a respiração de Cecília em seu rosto que prontamente de afastou... Por algum motivo aquilo entristeceu Cecília, mas ao olhar em direção a sua mãe, viu que ela direcionava um sorriso engraçado para Theo.

- Mamãe? – Sorriu imensamente, mas logo sua mãe voltou ao normal. Theo vendo como Cecília ficou ao ver sua mãe voltando para seu estado normal, não aguentou e lhe abraçou, falando em seguida em seu ouvido.

- Ei... Ela está reagindo, não fique assim na frente dela, só porque algo a levou de volta... – O corpo de Cecília reagiu àquela aproximação. - Tenho uma coisa pra você...

Nesse momento Theodora lhe entregou a pintura, mas seu braço esquerdo continuava em volta da cintura da jovem. Contou-lhe tudo que havia ocorrido desde que foi ver seu pai no hospital. Cecília ficou surpresa, mas descobrir que seu Chaplin era filha de Olavo a deixou imensamente feliz. No entanto o fato de sua mãe ter pintado um lírio lhe revigorou as forças! Sabia que sempre houvera esperança... Mas foi por causa de Theo que essa esperança continuava viva...

- Gostaria que ela voltasse para mim... – Falou deitando a cabeça no ombro de Theo. Sentia como se nada pudesse lhe atingir ao lado daquela mulher.

- Tenha certeza que é o que ela mais quer... Lia...

E foi envolvendo cada vez mais Cecília em seus braços, queria protege-la e ajudaria a trazer Rose de volta daquela dimensão em que ela se encontrava.

Em uma mesa mais afastada uma pessoa observava tudo... Riu ao notar que não havia sido vista e um enorme sorriso gélido formou-se em seus lábios. Ela iria se divertir muito com tudo aquilo, mas primeiro teria que descobrir quem era a bela mulher que estava ao lado de Cecília. E agora teria mais um motivo para retornar, até porque, a sua vida estava um tédio...

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

Notas finais:

... E então ... 

A vida de alguém ai também tá um tédio?? XD . Só não vão sair por ai distribuindo sorrisos gélidos, heim!!

aushaushaushasu

Até mais meninas, espero que gostem!!

Bjaoo

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Comentários para 5 - Então não há desculpa Chaplin!:
rhina
rhina

Em: 21/02/2018

 

Oi

Boa noite 

Quem é a figura que vai retornar com  péssimas intenções? 

Theo e Cecília são lindas. ...mas ....puxa e a Isa? 

Rhina


Resposta do autor:

Oii Rhina,

Bom diaa

Isso é surpresa!! hehehehh...

Creio que alguns caminhos se cruzam para que outros possam se encontrar...

Bjaoo

0/

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Silvia Moura
Silvia Moura

Em: 05/02/2018

Olá autora! Essa estoria me encantou, alias, Theo me conquistou, o conjunto da obra toda é interessante, por isso quis eu vim aqui e registrar esse comentário... continue assim, nos agraciando com sua bela narrativa... beijos!!!


Resposta do autor:

Oii

Muito obrigada pelo seu comentário Silvia!! É muito gostoso saber o que os personagens e o enredo desperta em vcs... heheheh

Eu que me sinto agraciada pelas suas palavras!!

Bjaoo e até ++

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Mille
Mille

Em: 05/02/2018

Bom dia Ka

Sera que alguma rejeitada pela Théo a novinha?????

Olha aí a Théo conquistando a sogra kkkkk, vamos saber como é o dia a dia da Cecília com a Isa??? Saber como ela lida com o luto da sogra???

Bjus e até o próximo capítulo, uma ótima semana 


Resposta do autor:

Oi Mille

Boa noite

Será???

kkkkkkkkkkk Theo sempre conquista, principalmente a sogra kkkkkkkkkkk.

Bjaoo e se cuida!!

0/

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Nanni
Nanni

Em: 05/02/2018

 Vishi que lá vem treta por aí...

 

Amando a Theo 

Continuaaaaa.... Volta aqui moça 


Resposta do autor:

Eita, to aquiiiiiii... Volteiii

hehehehheh

Fico feliz que estejas amando a Theo!! <3 

Altas tretas...

Bjaoo Nanni

0/

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