Capítulo 49

A lua de mel

de Coração Valente , por Sorriso

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-Acorda meu amor.

 

Escutava ao longe a voz da Rafaela aos poucos fui acordando ao abrir meus olhos me deparo com aqueles topázios chamativos e fascinantes.

 

-Você dormiu bastante sorri.

 

-A onde estamos me sento na cama tentando me orientar.

 

-Em Toscana, Itália.

 

-Não acredito meu queixo quase caiu ao saber a onde estávamos.

 

Rafaela se levantou usava seu robe preto clássico e abriu as cortinas os raios solares invadiram o quarto revelando a beleza dos moveis de carvalho, observei que o quarto era simples demais pra um luxuoso hotel cinco estrelas.

 

Logo me levantei me juntando a mesma que olhava a sacada a vista deslumbrante do local, a abracei por trás enquanto me falava que escolheu este hotel simples pra podermos aproveitar tudo o de melhor que Florença pode nos oferecer.

 

-Fez isso por mim.

 

-Faria qualquer coisa por você meu amor.

 

Beijou minha testa e depois meus lábios desta vez decidiu não comandar então em vez de café da manhã no quarto descemos já bem vestidas.

 

O hotel era muito simples com madeiras de demolição sobre nossos pés a área do restaurante quentinha e aconchegante, desfrutamos de um delicioso café da manhã depois fomos dar uma volta.

Decidimos não ir de carro Rafaela me disse que se quisesse ver o melhor da toscana que deverá ser a pé.

 

-Já veio aqui varias vezes ?

 

- Poucas por que ?

 

-Parece conhecer o lugar tão bem.

 

-Experiência querida, o bom daqui é que ninguém nos conhece, beijou minha mão e sorriu.

 

Andávamos pelas ruas abraçadas livres de fotógrafos uma imensidão de paz tomou conta de nós, chegamos em Monteriggioni município de siena me encantei com  o lugar com sua igrejinha e casas construídas em tijolos antigos, todos os lugares muito bem floridos e com pessoas alegres.

 

Depois fomos ver as videiras de perto pra mim era tudo novidade e o meu amor não se fez de rogada me explicava tudo sobre a fabricação dos vinhos, sentir a terra nos pés até o ambiente era surreal parecia que estava num sonho.

 

Estava vestida um short florido com uma blusinha lisa e sandália Rafaela estava linda com sua calça preta justa realçando aquele corpo lindo e uma blusa lisa de manga que vinha até o punho com seus cabelos longos caindo por cima do ombro. Almoçamos por ali mesmo acompanhadas de muita música massas e vinho que por sinal era bem forte.

 

-Cuidado não quero me aproveitar de você Gabriela.

 

Suas palavras contendo segundas intenções fizeram o meu corpo todo estremecer é não era pelo clima do local.

 

-Talvez peça pra ser abusada sorri maliciosamente.

Então isso era o casamento uma cumplicidade semi igual sem isso de meu ou seu ou sentimento de posse,  depois fomos andar um pouco pelos montes claro não muito longe do hotel a onde estávamos ficamos em baixo de uma arvore olhando a vista ineguimatica do fim de tarde.

 

-Eu amo esse lugar.

 

-É eu amo você, podemos vim sempre que quiser.

 

-Há não por que se bem que te conheço vai enjoar logo.

 

-Passo muito tempo atrás de uma mesa de escritório, mas não me fará mal ficar o tempo necessário com a minha esposa.

 

Beijou minha mão enquanto sorria olhando pra mesma acho que aquele vinho estava começando a fazer efeito.

 

Rafaela se levantou pra que fossemos embora pois daqui  a pouco iria chover, mas a puxei de volta colando nossos corpos.

 

-Eu não quero ir.

 

Minha mão segurava sua cintura enquanto a mesma me lançava aquele sorriso que já conheço muito bem um sorriso malicioso cheia de múltiplas intenções.

 

-O que pretende Gabriela.

 

Aproximo-me do seu ouvido e mordo sua lóbulo a fazendo se arrepiar.

 

-Te comer.

A encostei na arvore estávamos uma distancia generosa do hotel aproveitei pra desabotoar sua calça e abrir seu zíper.

 

-Amor.

 

-Shhi calada.

 

-Não acho isso uma boa idéia.

 

Consegui pegar o ponto fraco de  minha esposa transar em lugares públicos era o seu maior medo, puxei sua calça até as pernas tirando por completo a estimulando que logo jogou a cabeça pra trás mordendo os lábios.

 

Comecei a rir  abaixei sua calcinha a deixando quase nua tive uma visão linda, a chupei com força não queria perder tempo seus gemidos estavam me atiçando mais ainda, colocou sua perna em meu ombro melhorando a minha performance disto ela nunca poderia reclamar.

 

Senti seus dedos em meu couro cabeludo e sua mão forte os puxando com um pouco de força, a olhei e os botões de sua camisa branca estavam desabotoados tocava os seios com força.

 

 Intensifiquei os movimentos de vai é vem com meus dedos que entravam e saiam com rapidez e elegância de dentro do seu interior, seu corpo tremia ainda mais as vezes acelerava outras vezes diminuía o ritmo pra sua ira.

 

-Porra Gabriela continua não para.

 

Falava entre gemidos nunca tinha ouvido minha esposa xingar e aquilo foi muito excitante, ao sentir que estava prestes a gozar fiz uma coisa da qual não deveria, mas queria ver até a onde ela iria.

 

Parei e a encarei ainda ajoelhada naquela grama macia e úmida devido a garoa que caia sobre a toscana, seus topázios me fuzilavam me olhava sem entender nada.

-O que pensa que estar fazendo.

 

-Há não quero mais sabe começou a garoar é bom já ta bom.

 

Tentava segurar o riso pois ela estava muito engraçada e muito linda com aqueles seios volumosos por cima do sutiã e nua por baixo.

 

-Começou agora vai ter que terminar.

 

Sua voz era de auto afirmação quase com uma fera disposta a perseguir a sua presa.

 

-Não quero mais.

 

Ia me levantando quando suas mãos me forçaram a ficar ainda de joelhos perante a mesma, ao me olhar nos olhos percebeu o meu joguinho e sorriu.

 

-Ta bom não quer fazer tudo bem eu mesmo faço.

 

Começou a se masturbar na minha frente estava a centímetros da mesma olhando aquela visão esplêndida que ficaria gravada em minha memória para sempre, seus gemidos se tornaram mais altos e agudos não se importava mais se alguém fosse nos ver e eu ali contemplando aquela mulher que é só minha.

 

Arfava enquanto os dedos frenéticos entravam e saiam do seu interior ensopados mostrando o seu brilho e seu aroma natural me aproximei pra ver melhor, mas a mesma me impediu com uma mão pousada em meu ombro.

 

-Isso é por ter me renegado.

 

Uma ardência em meu rosto e uma queimação interna estava quase que ebulição dentro de mim, a olhei dando  a outra face e mais um tapa ela estava gostando disso via em seus olhos que estavam mais escuros.

 

Gemeu alto então pude perceber que seu liquido estava chegando me agarrei a sua cintura e abri o caminho tão conhecido e desejado a muito tempo por mim é bebi matando a minha cede daquela mulher, suas mãos apertavam minha nuca e pressionava contra seu sexo que não parava de me alimentar.

 

Aos poucos sua respiração foi voltando ao normal o suor descia pelos seus seios beijei cada um depois beijando seus lábios carnudos selando pra sempre o amor que permanece em nós duas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fim do capítulo

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