Capítulo UNICO
Não agüentava mais aquela cidade, não agüentava mais a rotina, acordar todo dia de manhã, ir ao trabalho, sair para o almoço, voltar para o trabalho, voltar para a casa, tudo aquilo estava me deixando completamente louca. Foi quando tive um surto e resolvi mandar tudo pro espaço. Graças a Deus que eu podia me dar ao luxo de fazer isso, o final do ano me rendeu uma quantia interessante que poderia me deixar alguns meses sem me dar ao trabalho de ter que enfrentar aquela rotina entediante.
Cheguei em casa, joguei a pasta em um canto, peguei minha mochila preferida, e comecei a arruma-la, não sabia o que colocar, tanto porque, não sabia nem para onde iria, só sabia que subiria na Princesa e deixaria o vento me guiar para onde quer que fosse.
Mochila arrumada, já trocada, capacete na mão, desci do apartamento, olhei se a Princesa precisava de alguma coisa, mas que bom que ela estava em ordem. Então subi, acelerei e a única preocupação que vinha a minha cabeça era se virava para direita ou esquerda. Nada mais me importava nada mais na cabeça, só queria paz, tranqüilidade, ar puro. Estava tão absorvida pelos meus pensamentos que quando dei por mim estava entrando em uma cidadezinha daquelas que só vemos em filme, onde existe apenas um posto de gasolina, uma lanchonete, e todo mundo se conhece.
Resolvi parar para dar uma geral na Princesa, afinal, estava pilotando a mais de 3 horas e não tinha parado ainda. Deixei a moto no posto e me dirigi para a lanchonete, precisa urgente de um café e uma garrafa de água trincando.
- Boa tarde, o que posso servir?
- Boa tarde senhor, um café por favor e uma garrafa de água com gás.
- Claro. Trago em um instante. Margarida, vem aqui por favor.
- Sim tio.
- Uma xícara de café e uma garrafa de água com gás. Ela já trás senhorita.
- Obrigada.
- A propósito, a moto é sua?
- Sim senhor. Por quê?
- Nada, só a achei muito bonita. Ah, me desculpe, meu nome é Francisco.
- Prazer Sr. Francisco, eu me chamo Gabriela.
- Muito prazer. Vou deixar você em paz. Já a minha sobrinha trás seu pedido.
- Tudo bem.
Passados alguns minutos, a menina de olhos azuis, cabelos castanhos claros, sorriso tímido, que atendia pelo nome de Margarida veio com o meu pedido.
- Aqui está, um café e uma água com gás. Posso servir mais alguma coisa?
- Por enquanto não Margarida, obrigada.
- De nada. Mas como sabe meu nome?
- Ouvi seu tio lhe chamar.
- Ahh, e seu nome é?
- Gabriela. Prazer.
- Margarida, não incomode a cliente. – ‘gritou o seu tio do lado de dentro do balcão.’
- Imagina Sr. Francisco, não me incomoda em nada. Pelo contrário, a companhia está agradável. – ‘o rebati, já que realmente estava gostando de olhar para aquela menina linda’.
- Obrigada, rsrs, meu tio às vezes me da uns puxões de orelha, ele acha que incomodo os clientes, mas não sou assim, só gosto de conversar com pessoas que me parecem interessantes.
- Hmm, então quer dizer que você me achou interessante?
- Não é todo dia que vemos uma pessoa como você por aqui.
- Como eu, como?
- Ah, você me parece ser diferente, tem um estilo não muito comum do pessoal da redondeza. Não sei você me chamou atenção.
- Nossa tudo bem, quando você tiver mais tempo, eu deixo você me entrevistar, ok? Hehehe.
- Desculpe isso foi ironia?
- Não, é que seu tio já está te olhando com uma cara não muito boa. Hehe. Façamos assim, para você ter mais uma desculpa pra vir aqui, me traz algo para comer.
- O que?
- Me indica o que você acha mais gostoso.
- Gosta de maçã?
- Sim, muito por sinal.
- Temos a melhor torta de maçã da região. Te trarei um pedaço.
- Tudo bem, vou esperar.
E assim fiquei mais de 2 horas na lanchonete daquela cidadezinha perdida, quando dei por mim, a menina já estava sentada a minha frente tagarelando sem parar e rindo das coisas que ela mesma falava. Eu estava achando tudo uma graça. Ela era encantadora. Olhei para o relógio e vi que já era quase 7 horas da noite. Então me levantei de repente e lembrei que a moto ainda estava no posto.
- Desculpa, acabei de me lembrar que deixei a minha moto no posto.
- Hmm, não se preocupe, meu pai e meus irmãos cuidarão bem dela.
- Nossa, o senhor que me atendeu no posto é seu pai?
- Sim.
- Que engraçado. Seu pai dono do posto, seu tio da lanchonete, quase donos da cidade ein?!!
- Na verdade, podemos dizer que a família é quase dona da cidade mesmo. Minha tia é dona da venda e minha mãe da lavanderia.
- Nossa, coisas que só se vê em filmes.
- Hehehe, sim, é mesmo. Os forasteiros acham engraçado mesmo.
- È, até que é engraçado. Bom moça, o papo está muito bom, mas eu infelizmente tenho que ir. Foi um prazer enorme te conhecer. Pode ficar com o troco.
- Nossa, obrigada. O prazer foi todo meu.
Deixei a lanchonete pensando no belo sorriso que ficou para trás, se fossem em outras circunstancias eu não deixaria aquele sorriso passar sem roubar um beijo daquela boca convidativa. Cheguei ao posto com um sorriso safado estampado no rosto, e fiquei muito sem graça ao perceber que o pai da menina que estava me deixando com aquela cara de boba, estava olhando para mim.
- Oi, a senhorita está feliz pelo jeito ein!
- Rsrs, desculpe, só estava pensando em algumas coisas. Quanto lhe devo?
- Então, sinto te dar uma noticia ruim.
- Ruim? Como assim ruim?
- Calma moça, calma, sua moto está em perfeito estado, ótima, funcionando perfeitamente bem, mas o problema é que com a gasolina que você tem no tanque, não da nem pra chegar à metade do caminho da cidade vizinha, e aconteceu um acidente e a bomba do posto entupiu, só vamos conseguir dar jeito nisso amaná pela manhã.
- Ai meu Deus, mas tudo bem, dos males o menor. Eu não tinha nada programado mesmo. Me diz uma coisa, tem algum lugar que eu possa passar a noite aqui na cidade?
- Tem sim, a senhorita segue até a lanchonete de novo, lá a senhorita vira à esquerda e verá uma casa verde, lá eles alugam quartos.
- Obrigada.
- De nada. Amanhã lá pelas 7 da manhã, a senhorita pode vir buscar a moto.
- Lá pelas 7 da manhã vou estar dormindo ainda, hehe. Boa noite.
Fui até a pensão indicada, e acertei tudo com a dona, deixei a mochila no quarto indicado, peguei somente a carteira e sai em direção à lanchonete novamente, mas sem segundas intenções, somente para poder comer de verdade agora, já que ficaria ali pelas próximas 10 horas no mínimo.
- Voltou senhorita?
- Ah sim, tive um problema com a moto.
- Vai passar a noite na cidade então?
- Sim, já fiz reserva na pensão, vim aqui comer algo e me abastecer para noite.
- Entendo. Já sabe o que vai pedir, ou quer dar uma olhada no cardápio?
- Eu aceito o cardápio.
- Margarida, vem aqui servir a Srta. Gabriela.
- Sem senhorita, por favor.
- Hehe, me desculpe.
- Tudo bem.
Ele então saiu e deu lugar para a mais nova beldade da minha vida, ai, ai. Fico imaginando como seria a minha noite pensando naquela menina com a boca mais linda que já vi.
- Voltou é?
- Ai, todos me perguntando isso, assim vou pensar que não me querem aqui.
- Imagina. Não é isso, é que pensei que estivesse indo embora.
- Estava, mas aconteceu um probleminha com a moto, então tive que ficar.
- Que bom.
- Como?
- Nada não. Olha o cardápio.
- Obrigada.
Depois de jantar e comprar todos doces possíveis e imagináveis, revistas e livros sem noção que se possa vender em lugares assim, eu decidi pedir um cafezinho antes de ir embora. Isso foi uma péssima idéia, ou uma ótima, depende do ponto de vista. Minha mais nova beldade acabou tropeçando em algo e o café ao invés de vim parar sobre a mesa parou sobre mim, eu tinha tirado a jaqueta quando entrei no quarto da pensão e coloquei uma camisa mais fresca sobre a regata que estava usando, o problema era, a camisa era branca. Mas o pior de tudo foi que a pobre menina ficou tão, mas tão preocupada que eu fiquei morrendo de dó dela.
- Desculpa, por favor, mil desculpas.
- Imagina, não precisa se preocupar.
- Como não, eu te sujei toda.
- Já falei, tudo bem, não precisa se preocupar.
- Me da um minuto, a minha mãe está logo ali.
Ela então saiu de perto e foi para uma mesa que estava localizada ao fundo da lanchonete, uma mesa bem animada, cheia de pessoas rindo e conversando, mas mesmo assim, não pude deixar de ouvir uma parte da conversa.
- Mamãe, eu sujei a roupa daquela pobre moça ali – ‘começou ela, olhando para uma mulher que aparentava ter no máximo uns 40 anos e era tão bonita quanto, pelo jeito, beleza era hereditário’ – Posso usar a lavanderia para dar um jeito na roupa dela.
- Sim filha, mas não pode esperar até amanhã? Melhor não é mesmo?
- Acho que amanhã ela vai embora cedo, e eu estou me sentindo mal pela roupa.
- Sim Magda, a moça só esta esperando encher o tanque da moto, ela foi ao posto hoje, a moto dela está quase sem gasolina. – ‘disse o pai dela para a tal de Magda, que era a mãe da menina’.
- Então tudo bem, mas cuidado ein, quando entrar, tranque a porta. Já estamos indo para a casa, qualquer coisa, liga.
- Sim mãe.
- Tio...
- Pode ir, eu fecho tudo.
Ela então veio em minha direção com o sorriso largo e me dizendo que poderíamos levantar que ela daria um jeito em minha roupa. Nem perguntei do que se tratava porque já sabia o que era. Então deixei ela pensando que iria me fazer uma surpresa me levando para lavar a minha camisa.
- Chegamos.
- Hmm, lavanderia.
- Sim, vou lavar sua blusa, e já seco hoje mesmo.
- Não precisava, mas já que você quer tudo bem.
Entramos na lavanderia, e eu ouvi a chave virar atrás de mim, ela pediu para que eu tirasse a blusa suja e foi até uma parte de trás da lavanderia buscar sabão e amaciante. Quando voltou, ainda me pediu para tirar a regata porque o café havia passado da camisa, e havia uma mancha pequena na de baixo.
- Não precisa, imagina, ninguém vai ver isso.
- Tira a camisa e para de frescura. Estará limpa em 10 minutos.
- Mas...
- Já tirou?
- Ok, ok. – ‘menina insistente, não pude negar, mas seria muito mais legal se ela tirasse a dela também, ok, parei, mas nossa, não pude não pensar nisso’.
- Pode ficar ali no fundo, tem uma TV, uma maquina de refrigerantes e doces, coisa que percebi que você adora.
- Hehe, sim, doces são meu fraco.
O lugar indicado era uma salinha onde havia 3 secadoras daquelas de chão enormes, uma maquina de refrigerante, uma de doces e salgadinhos, uma maquina de café. E um sofázinho. Eu liguei a TV, peguei um copinho de café, fiquei encostada na secadora pensando na doidera que estava sendo aquele dia. À ouvi colocar as roupas na maquina e a ligar, então ouvi passos se aproximando e ela finalmente entrando pela porta.
- Me desculpa mesmo pela roupa. Não costumo deixar esse tipo de coisa acontecer.
- Imagina, acidentes acontecem.
- Pode ser, mas me senti mal.
- Não se sinta. Ok?
- Mas me conta, o que você veio fazer aqui?
- Bom, eu tenho um emprego legal, porém estressante, então me cansei da rotina que estava vivendo e resolvi fugir um pouco.
- Hmm, impulsiva você ein. Queria ser assim.
- Ué, não é porque não quer. Acho que nem todo tipo de impulso é bom, mas alguns são bem vindos.
- E como você faz pra saber os que serão bem vindos?
- Não faço. Só descubro depois que a coisa toda já aconteceu.
- Nossa, e não se arrepende?
- Na maioria das vezes não. A vida é feita de escolhas, se você escolher algo errado, aprendeu que não deverá fazer aquilo de novo, se tudo sempre for certo, que graça tem?
- É, acho que você tem razão.
- Pode ser que tenha, mas cuidado, se conselho fosse bom, não se dava, vendia.
- Hoje eu acordei meio com vontade de viver, de deixar as coisas acontecerem, mas não sabia o que fazer pra me sentir melhor.
- Hmm, interessante, e então...
- Bom você entrou na lanchonete, e foi então que depois de 10 minutos de conversa, eu tive vontade de fazer algo. Mas não sabia como, onde ou por que.
- Não entendi.
Ela então se levantou do sofá, veio até a minha direção, parou na minha frente, colocou as mãos no meu cinto, ficou me olhando por uns instantes, e finalmente me deu um beijo. O beijo veio meio sem jeito, dava para sentir sua pele tremendo, seus lábios estavam frios e sua respiração passava o seu nervosismo. Depois de menos de 1 minuto de beijo, ela parou e ficou um tempo ainda de cabeça baixa. Eu estava ainda sem saber como reagir a aquele momento.
- Por quê?
- Não sei, desde que te vi, você me chamou a atenção.
- Chamei é?
- Sim, vi em você o incentivo que me faltava para parar de programas tudo, planejar meu dia desde a hora que acordo. Você é nada mais, nada menos que um convite pra perdição.
- Nossa, gostei disso ein.
- Rsrs, seu sorriso, seu olhar, tudo chama a atenção.
- Hmm, e o que você pensa em fazer?
- Não quero pensar. Que tal não pensarmos em nada?
- Também gostei dessa idéia.
Ela novamente veio me beijar, mas dessa vez eu correspondi com uma maior intensidade, já que ela queria, quem eu era pra negar, não é mesmo. A segurei pela cintura, enquanto deixava ela me beijar levemente e delicadamente, até que minha língua invadiu sua boca com mais fome, eu fiquei esperando para ver qual reação receberia em troca, a reação foi positiva, porque suas mãos apertaram meu cinto e foram subindo para a minha nuca, senti suas unhas arranharem pelo caminho e com isso me senti convidada à continuar. Minha língua brigava com a sua, nosso beijo foi se intensificando, minhas mãos deslizavam pela sua cintura e começavam a explorar levemente a pele que estava aos poucos ficando descoberta devido ao movimento causado pelo beijo intenso, como ela não reclamou de nada, eu continuei a beijando com fome e com desejo, como já estava sentindo suas unhas cravarem em minha pele, resolvi levantar a sua blusa e deslizar as minhas unhas pelas suas costas, arrancando assim arrepios da menina que estava me deixando doida.
Ela sem nem esperar interrompeu o beijo e logo tirou sua blusa, deixando assim desnudo seus seios pequenos e rijos, eu não resisti e fui de encontro ao seu pescoço, descendo a boca pelo caminho convidativo, parei em seus seios e os devorei com vontade, a minha companheira então gemia e tremia a cada movimento de minha boca em seus seios. Ela me apertava com força, como quem dizia, “vai, pode continuar”. Eu não me fazia de rogada, claro que estava louca para continuar, como se quisesse aprender o que eu estava fazendo, ela então abriu o feixe do meu sutiã e com as mãos começou a acariciá-los, eu estava louca já, meu corpo estava em chamas e eu só pensava em apagar esse fogo que me consumia a cada minuto.
- Eu quero te ter...
- Eu estava só esperando você agir.
Com essas palavras eu não precisava de mais nada, a segurei firme, virei seu corpo, encostei-a na secadora que estava atrás de mim, inclinei seu corpo para trás e comecei a beijar seu pescoço, seu colo, seus seios com mais intensidade que anteriormente, desci uma de minhas mãos até seu sex* e o apertei com vontade, ela então cravou suas unhas em minhas costas que me fez até estremecer pela leve dor causada. Continuei com o contato, até que ela não conteve as palavras em sua boca.
- Por favor, não me tortura mais.
- Rsrs, não estou te torturando, estou te apreciando.
- Você está me deixando louca, isso sim.
- Que bom.
Abri o botão de sua calça, abaixei seu zíper e agilmente coloquei minha mão em seu sex* úmido e quente, esse contato a fez soltar quase um grito, eu então comecei os movimentos que já me eram normais exercer e a deixei apreciar aquele momento. Porém ela me surpreendeu quando segurou minha mão e a conduziu mais para baixo, até que a penetrasse, eu então a penetrei com vontade, e ela gemia e me apertava mais e mais. Até que retirei meu dedo de dentro dela e retirei sua calça que só estava atrapalhando naquele momento, então segurei a moça que estava em meus braços, a levantei e a coloquei sentada sobre a secadora que estava atrás de si. Com a mão livre, voltei a penetrá-la, mexendo meus dedos em seu sex* pulsante, ela jogou seu corpo pra trás e começou a rebol*r para mim, aquele movimento estava me deixando louca, cheia de tesão, a cada mexida de seu corpo eu aumentava o ritmo dos dedos dentro daquela menina surpreendente. Até que ela explodiu em um orgasmo forte e intenso. Suas pernas tremendo me indicavam que ela estava mole e sem forças, mas seus olhos vermelhos me diziam que ela queria mais, e claro que eu não ia negar.
Seu corpo deslizou de cima da secadora, e ela ficou parada na minha frente, nua, apetitosa, eu então a virei e comecei a beijar suas costas, passar a unha em todo caminho marcado pela minha língua quente, sentia seus pelos arrepiarem, suas pernas tremerem, então passei minhas mãos para frente e enquanto mordia sua nuca, acariciava seus seios apetitosos, finalmente desci minhas mãos até seu sex*, ela então percebendo minha intenção, inclinou seu corpo mais para trás, o que me ajudou a chegar ao local desejado. Seu sex* intumescido mostrava o quanto ela estava louca de tesão, eu então comecei acariciar seu clit*ris, ora ou outra mudando os movimentos, isso fazia com que ela abrisse mais as pernas me deixando mais livre para continuar com os movimentos que estava fazendo, quando senti duas pernas bambearem, parei o que estava fazendo, e depois de alguns protestos dela, a levei para o sofá, me ajoelhei diante de seu corpo e comecei a lamber seu sex* para voltar a provocá-la e deixa-la novamente no estado que estava.
- Por favor, eu não agüento mais. Vai...
A ch*pei com vontade, desejo e força, seu corpo tremia seus olhos fechavam involuntariamente, suas mãos puxavam meu cabelo, apertavam meus ombros, seus gemidos foram ficando cada vez mais fortes, sua respiração mais ofegante, até que depois de alguns minutos ainda sentindo o gosto do seu sex*, ela explodiu em um grito forte e intenso, suas pernas tremeram mais que o normal, sua respiração parou por um instante e logo em seguida ela suspirou.
- Uau. Você me surpreendeu ein mocinha.
- Sério?
- E como é sério!!!
- Não está falando isso só pra me deixar feliz não, né?
- Não mesmo.
- Que bom, porque agora quero mostrar que sou uma boa aluna.
Sem nem me dar tempo de responder, ela se virou sobre mim e antes que eu pudesse piscar, sua mão já estava dentro de minha calça me arrancando gemidos e fazendo com que meu corpo tremesse a cada movimento seu. É, ela realmente aprendia rápido.
Nosso momento acabou lá pelas 3 da manhã, quando ela se tocou que já estava tarde, e deveria voltar para a casa, eu então envergonhada, tive que ir para a pensão aquela hora e dizer que aconteceu um acidente e por isso estava chegando tarde.
Deitei e dormi sorrindo o resto da noite. As 7 da manhã, por incrível que pareça, eu já estava de pé, e pronta para ir buscar a Princesa, como previsto pelo meu quase sogro e futuro assassino, digo isso, porque se ele soubesse o que fiz com a filha dele a noite passada, ele me mataria. Hehehe. Minha moto estava pronta, abastecida, limpa e me chamando para a estrada. Subi na Princesa, dei meia volta e fui até a lanchonete, lá chegando, pedi um café da manhã reforçado. E fiquei esperando.
- Oi, já vai embora então...
- Sim, já vou.
- Hmm, foi bom te conhecer.
- Também achei bom te conhecer.
- Será que vamos nos ver de novo?
- Quem sabe, talvez eu passe por aqui na volta.
- Eu vou esperar então.
Ela sorriu e saiu para atender outra mesa.
Quando olhei para baixo da minha xícara, estava um numero de telefone celular e um e-mail, fiquei contente de ver aquilo, sorri para ela de longe e continuei a tomar meu café.
Depois de alguns minutos, dei tchau para ela, e fui embora daquela cidade pensando se talvez um dia voltaria lá para vê-la.
Fim do capítulo
Olá meninas, espero que tenham gostado do conto, a Gabi fez mais algumas viagens e vocês vão poder conferir aqui.
Beijos.
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Campez
Em: 19/12/2017
li sim. mas nao havia visto que tinha o 1 kkk eu procurei nao achei... comecei lendo o 2 depois o 3 e por ultimo sem querer achei o 1.. entretando acho que ela devia voltar pra curitiba hein ...
Resposta do autor:
Hahaha, você terá uma surpresa, mas acredito que não é a que queria. Gabi terá seu coração roubado, aguarde.
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