Sentimentos
-Cecília, eu estava sorrindo toda boba ali com sua presença.
-Boa noite Amanda, ela disse sem jeito mais seria.
Eu sabia que aquela ira toda, uma hora ia passar.
-Eu vim aqui pra saber o que realmente você quer falar comigo.
Olhei pra cozinha ,fiquei com medo que clara ouvisse, vem comigo.
Meu coração palpitava a cada subida de escada, as gotículas de água desciam pelo meu corpo como se fosse uma corrente elétrica.
Fomos pro meu quarto, ao entrarmos eu fecho a porta atrás de mim, Cecília olhou praquele quarto de "Mulher casada" que não combinava comigo, não mais.
-você disse que queria falar comigo no colégio, ela não me olhava estava perto da janela olhando pro jardim.
-Sim, gostaria de saber o por quê ?
-Eu decidi mudar apenas isso, ela não me olhava ainda.
Aproximei-me da mesma, a fiz me olhar nos olhos.
-Do que tanto foge? Minha voz saiu calma mais por dentro eu estava em chamas.
-De mim!
-De ti, mais por quê ?
Cecília fez um grande esforço pra voltar sua atenção pro jardim, mais só dela estar ali pra mim já e incrível.
-Eu gostaria muito de voltar a te dar aulas.
Nesse instante seus olhos se fixaram nos meus, meu quarto estava num breu apenas a lua a iluminava.
Era possível eu ver a sua agitação, o silencio chegava a ser constrangedor, parecia que a qualquer momento eu ouviria os batidos do seu coração.
Então comecei a me aproximar da mesma lentamente.
-Pare!
Lembro de ter a obedecido, eu não estava com pressa ou muito menos tentando sensualizar algo.
-Tem medo de mim Cecília?
Nossos corpos estavam quase colados, eu vi quando seus olhos fizeram um caminho conhecido.
Lembrei-me que estava apenas de roupão, meu cabelo estava úmido eu tinha molhado todo o carpete.
-É melhor eu ir ela ia se retirando mais a impedi, ficando em sua frente.
-Eu quero que fique disse firme.
-Pra que pro seu marido chegar daqui a pouco , ela deu uma ênfase em meu marido.
Aquilo me irritou muito, a pego pelos braços e a pressiono contra a parede lentamente.
Eu não estava a machucado mais minha atitude a assustou.
-Amanda..
-Não fala mais nada posiciono meu dedo em seus lábios pequenos.
-Não era pra você estar falando dele, muito menos ter agido daquela forma comigo, eu não quero que mude Cecília...
Eu disse tudo olhando em seus olhos, eu estava quase chorando comecei a fazer carinho em seu rosto.
Foi automático ela fechou os olhos, eu vejo seu peito arfar sua respiração ficou um pouco acelerada.
-Eu sò quero que volte a ser a mesma Cecília que eu conheci, meiga carinhosa sorridente é.
Ela abriu os olhos imediatamente, seus lábios estavam entreabertos.
-É o que Amanda, sua voz saiu baixa e falha.
-É... estrema mente apaixonante.
Não consegui me controlar mais , minha mao foi de encontro a sua nuca a puxei pra um beijo, o beijo mais delicado e doce e sensível da minha vida.
De inicio ela não correspondeu aos poucos eu fui ganhando espaço naqueles lábios macios, mordiscava puxava com cuidado, ela deu passagem pra minha língua explorar cada cantinho.
Minha mao apertava sua cintura, com um medo que ela fugisse a qualquer momento.
Fui controlando aquele beijo calmo, aos poucos fomos nos conhecendo bem ali.
Senti sua mãozinha deslizando pelo meu roupão, entre o beijo disse com a voz rouca.
-Você quer ver
Ela apenas sorriu timidamente.
Deixei-a ela continuar o seu trajeto tímido e sem jeito.
Ela o abriu com cuidado e delicadeza jamais visto por mim, aquele não era apenas o seu momento era o nosso, meu coração acelerava senti quando o beijo cessou ficamos ainda unidas.
Ela afastou um pouco o tecido, seus olhos fizeram uma inspeção dos pés aos seios, era um olhar diferente não de fome mais sim de conhecimento.
Ela me olhos e voltou a abaixar a cabeça, claro na hora eu achei que ela não tinha gostado.
-Não gostou, eu sei eu me cobri quando senti suas mãos em cima das minhas.
-você e linda, ela sorriu tímida.
-Então por que estar ruborizada? Ela fica uma gracinha vermelhinha, a senti sem jeito de falar.
-Não a por que se acanhar somos mulheres.
Então eu senti confiança naquele rostinho, ela sorriu mais uma vez e disse.
-Eu quero tocar em você
Fim do capítulo
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