O resto da semana foi tranqüilo sem maiores perturbações, a ruiva e eu não tivemos mas tempo para conversa, tanto eu quanto ela estávamos muito ocupadas.
Diana conseguiu as câmeras mas o que vimos não ajudou muito, pois o carro era coberto por vidro fume, o que dificulto ainda mas a identificação.
Estava agora na sala esperando o João para irmos buscar Bartolomeu.
- Adianta João!!! Demora da zorra, vai sair ou vai casar?!! - já tava perdendo a paciência.
- Calma mona, não posso chegar lá que nem uma bixa esfarrapada né?! -fala João gritando do quarto.
- Tenho que mostrar que estou no luuuxo meu amor. - falava ao mesmo tempo gesticulando com as mãos indo em direção a saída me seguindo.
- E tu quer mostra isso a quem mesmo? - falo o encarando com o sobrancelha erguida.
- As inimigas de plantão minha querida. - diz João, mais afeminado ainda.
Fomos para o ponto de ônibus pegar a condução para seguir a rodoviária, tinha procurado na internet a mais próxima para não corre o risco de me perder.
Não demorou muito para o ônibus chegar, eu e João estávamos sentamos no fundo, tava um pouco cheio mas dava para respirar normalmente.
Der repente vejo um homem com o rosto coberto por um capuz do casaco se levantar e retirar uma arma do bolso.
- TODO MUNDO QUENTINHO!!! ER UM ASSALTO E QUEM COMETER ALGUMA GRACINHA EU METO BALA TA LIGADO!! VAMO PASSANDO TUDO PORQUE NÃO ER NATAL MAS EU JÀ TO ARRECADANDO!!!!
Olhei para o João, que já pôs uma das mãos atrás das costas para pega sua arma, assinei para que ele ficasse parado, o assaltante veio em minha direção com a arma apontada.
- Borá tia passa a grana! celular a correntinha ai também. - falava enquanto ainda pegava os abjetos da senhora, que estava logo à minha frente.
Nesse momento de distração dele, desferi um chute no meio de suas pernas fazendo, ele cair se contorcendo de dor, largando a arma.
João o segurou dando uma gravata, peguei sua arma agora apontando para ele.
- E ai Mem é bom ter uma arma apontada para sua cabeça em!!!! - falo com a raiva já estampada em meu rosto.
- Atira não tia pelo amor de Deus, eu faço isso porque passo necessidade tia, desculpa ai mais não mata não por favor. - falava desesperado e chorando.
- Borá môto liga para a polícia, para levar esse engraçadinho. - falei ainda com a arma apontada, mas olhando para o motorista pelo retrovisor.
A polícia chegou rápido prendeu o meliante todos aplaudiram, fomos a delegacia fazer o B.O, não antes de levar um puxão de orelha do delegado, e seguimos nossa viagem.
Fim do capítulo

Lea
10/02/2022 às 12:36
Eles eram do exército,meio que perdem mais o medo. É o que parece!!
Anny Grazielly
15/08/2020 às 15:47
Caraaaaa... essa Mirian eh muito show
rhina
01/11/2016 às 17:45
Olá.
Míriam sempre em ação.
Puxa...dó o que não está legal é a separação no final das frases das palavras fica confuso.
A aventura está Boa.
Até.
Rhina.