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Once Upon a Time por Carla Gentil

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Palavras: 530
Acessos: 781   |  Postado em: 00/00/0000

Capítulo único

Era uma vez, num lugar muito muito distante, uma linda mocinha chamada Daniela.

 

Daniela morava no apartamento mais alto, do prédio mais alto da maior cidade daquela região e nunca saia de seu quarto, protegido por paredes grossas e pesada cortina, que ela nunca abria.

 

O acesso à Daniela exigia muita coragem. Vários desistiram no caminho. Fosse ao encontrar os dragões - que atendiam por “papai e mamãe” e protegiam a entrada, mas sempre deixavam um e outro escapar-, fosse pelas armadilhas que ela mesma colocara.

 

Na verdade, Daniela gostava de seu mundo escuro e solitário. Lá dentro, e isto só ela sabia, podia criar personagens e pintar o mundo da cor que bem quisesse. E seu mundo, aquele no qual ela vivia na tela de um computador, era bem colorido e movimentado.

 

A sempre séria e acanhada Daniela protegida na torre, era uma Dani muito alegre e amistosa no mundo paralelo. Tinha amigos e para eles estava sempre disponível. Emocionava-se com suas histórias, vivia uma parte de cada uma delas. Viajava através dos olhos das centenas de pessoas com as quais convivia.

 

- Daniela, minha filha, saia deste quarto. Está esperando o Príncipe Encantado?

 

Era o que seu pai sempre falava. E ao que ela respondia mentalmente: “não, espero por uma princesa encantadora”.

 

E Daniela, sob as cortinas da indiferença, realmente esperava por sua princesa. “Essa que eu hei de amar será assim tão bela e tão...”.

 

Não, Daniela não era como o poeta. Não queria uma pessoa linda, loira ou jovem. Queria alguém de carne e osso e que se importasse com ela mais do que com qualquer coisa do mundo.

 

Queria alguém que ficasse sem fôlego ao vê-la, não porque ela fosse bonita, loira ou jovem, mas por ser... Ela.

 

E assim, com seus sonhos encantados e o medo da vida de verdade montando arapucas ao seu redor, Daniela passava os dias a suspirar em frente à tela do seu computador. Esperando pela princesa que um dia viria resgatá-la.

 

Apesar do medo, no fundo no fundo, a moça do quarto escuro queria sentir o sabor da vida, já estava se enjoando do arremedo anêmico que era seu universo particular.  

 

Um dia, quando os drag... opa, seus pais foram viajar e ela, como sempre, negou-se a fazer-lhes companhia, ouviu a campainha tocar. Com imensa má vontade, abriu a porta de seu mundo para espiar o audacioso intruso.

 

- Olá, moro aqui no seu prédio – foi dizendo a estranha, e todos os seus vizinhos eram estranhos, assim que ela abriu a porta. – Você estaria interessada em ver uns catálogos?

 

A moça, Daniela percebeu, mudou o tom de voz à medida que a olhava. Viu seu reflexo em outro olhar e - ficou encantada em perceber - era única ali dentro.

 

 

Abriu a porta da casa e de seu mundo para a estranha. Sentiu, pela primeira vez, que poderia terminar a poesia: “Essa que eu hei de amar, a princesa que irá me encontrar no apartamento mais alto do prédio mais alto, vencendo todos os improváveis será... Uma vendedora da Natura”.  

Fim do capítulo


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Comentários para 1 - Capítulo único:
rhina
rhina

Em: 29/07/2016

 

Olá. 

Menina. 

Muito fofo... criativo. 

Amei. 

Até. 

Rhina. 

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