Capítulo 10
As 21h00min, como combinado Victória toca o interfone, Laís corre com o coração acelerado, cada dia que encontrava Victória parecia que seu desejo só aumentava. Laís autorizou a entrada de Victória, e foi espera-la na porta.
--Oi amor—diz Victória
--Oi, da próxima vez que voltar não precisara mais interfonar, nem me dei conta que não tinha deixado uma autorização pra você, mas já já falarei com o porteiro e problema resolvido – sorriu e beijou a morena na boca de forma delicada.
--Sem problemas, como você está? Perguntou a morena.
--Estou com saudade e também com fome–sorriu --acredito que você também, vamos pedir uma pizza o que acha?
--Por mim tudo bem – respondeu Victória dando um selinho na namorada.
Pediram a pizza enquanto não chegava, degustaram de um vinho acompanhado de muito papo. A pizza chegou! Comeram e continuaram com a conversa, o carinho, os beijos até que se renderam a mais uma noite de muito prazer e amor envolvido.
O dia amanheceu Laís já estava acordada admirando sua morena em seus braços.
--Nossa, meu Deus dormi muito, que horas são? –perguntou Victória desespera com o horário para o trabalho.
--Calma meu amor ainda são seis e meia.
--Ainda bem pensei que estivesse atrasada.
--Hummmm isso quer dizer que posso me aproveitar desse corpo mais um pouco? –falou Laís deitando sobre o corpo nu de sua morena.
--Isso quer dizer que podemos aproveitar! –afirmou Victória segurando a nuca de Laís a puxando pra um beijo demorado.
--Aí... Vi você me deixa doida, não me canso de te amar, você é perfeita!
--Você também minha flor, agora vem cá, vamos aproveitar.
Victória mudou de posição colocando a mulher menor por baixo, começou a beijar todo seu corpo, seguindo todos os seus instintos e desejos, mas não queira ali então Victória chama Laís para um banho:
--Hummm isso não vai prestar---sorriu e puxou a morena pela mão—mas estou disposta a me arriscar.
Victória seguiu a namorada, ligou o chuveiro os corpos se unem o beijo é demorado, Laís desce sugando os seios de Victória que gem* alta fazendo a outra intensificar suas investidas passa a mão em seu sex*, acaricia, percebe o quanto está molhado.
--Você está uma delícia molhada desse jeito, eu quero, me deixa beber todo esse prazer—Laís desce devagar entre as pernas da morena, ch*pa com carinho queria sentir o goste de cada gota do seu prazer, Victória gemia, queria mais, segura a cabeça da amada e a empurra contra seu intimo fazendo aquela dar início a ch*padas e lambidas vorazes.
--Meu amor não sei se vou aguentar....Ahhhh minhas pernas Ahhhhh.
Victória não segurou nem mais um segundo, goz*ndo de forma extraordinária na boca de sua namorada. Essa segura o corpo da morena que estava deslizando pela parede.
--É muito bom ter você, adora quando fazemos amor—disse uma Laís apaixonada beijando sua morena.
--É mesmo? Então vem cá que eu também quero—virou Laís, encostando suas costa no corpo maior, beijou sua nuca, desceu a mão pelos seus seios, barriga até chegar ao sex*, Laís joga a cabeça para trás vira de lado procurando os lábios de sua mulher, se beijam enquanto Victória a toca de forma, sutil e prazerosa...
--Ahhh Victória você não sabe o que está fazendo comigo, estou cada dia mais apaixonada por você Ahhh....hummmmm
Entre gemidos e palavras de amor Laís goz* de forma calma na mão de sua paixão.
Se beijaram por mais alguns minutos e correram para não perderem a hora, cada uma seguiu para seus trabalhos e os dias se passaram Victória e Laís cada dia mais apaixonada. Chegando a Quarta feira o dia da viagem, todos se comunicando o todo instante para não perder o mínimo detalhe da saída, resolveram sair as 17h00min, assim curtiam um pouco da tarde apreciavam a noite na estrada.
--Vamos manter velocidades parecidas para não nos separarmos ok? Falou Laís aos demais que já estavam a postos esperando somente a partida.
--Certo! Respondeu Carlos, sendo esse o condutor do carro onde estavam Fernanda, Julia e André.
--Vamos logo Laís –grita Paula de dentro do carro –parece minha mãe passando as informações de sobrevivência longe dela–todos riram e Laís retornou para o carro ainda rindo do Paula falou.
--Paula você sossega se não te deixo ai, hein. –disse Laís ainda rindo
--Deixa nada, você não vive sem mim meu amor–Paula debocha de Laís e Victória acha graça da forma como as duas se tratam.
--Vocês duas são uma figuras, viu. –diz Victória
--Você ainda não viu nada Vi, essa ai veio de encomenda pra minha vida. Soltaram uma gargalhada e deram partido no Veículo.
A viagem foi tranquila como haviam planejado, fizeram umas duas paradas para lancharem e usar o sanitário, esticar um poucos as pernas como dizem e além é claro de jogarem um pouco de conversa fora , o que demorou um pouco mas do previsto para estarem no local desejado.
Ao chegar ao portão um senhor aparentando seus 55 anos, pele morena queimada do sol, obviamente, por ele ser responsável por aquela imensidão de terra ficara bastante exposto, olhos claros não verdes, mas um castanho mais para mel, cabelos grisalhos, com um olhar acolhedor disse sem demora.
-- Laís, como vai? Vamos entrando. Inês esta a espera de você desde quando avisou que já estava chegando–disse sorridente e feliz por ver a menina que sempre esteve ali com eles pulando e brincando com sua filha quando criança e agora tão crescida.
--Estou bem, Sr. Antônio vamos entrando e nos falamos lá dentro.
-- Certo minha filha, entre, vamos.
Os carros seguiram uma reta, como era noite apenas observaram uma enorme casa muito bem iluminada e alguns lugares onde a luz alcançava.
Victória não pode deixar de expressar sua admiração pelo que via em sua frente:
--Você disse que a casa era grande, mas acho que esqueceu a parte de que ela é ENORME–falou de forma a da ênfase no enorme.
--É realmente isso aqui é bem grande, era dos meus bisavós, depois dos meus avós e acabou ficando para minha mãe, será sempre assim disse minha mãe, passado de geração para geração, pois nunca iremos desfazer dela. Victória não deixou passar despercebido o que a namorada acabara de falar:
--De geração para geração? Se eu bem sei Laís é filha única, ou seja, não tem sobrinhos nem nada, a não ser que......Você ira dar continuidade a esse ciclo? --Perguntou como um estalo na mente.
Laís respondeu abrindo a porta do carro e ao mesmo tempo olhando para o rosto da amada que a olhava surpresa pelo que acara de contar:
--Sim, mas isso é assunto para uma outra ocasião –saiu do carro
--Meu Deus ela vai querer ter filhos, tudo que eu sempre sonhei, ter uma família, uma mulher que me ame de verdade, crianças correndo pela casa, essas ultimas palavras ficara apenas no pensamento de Victória que desceu do carro com um sorriso que nem ela mesma conseguiria explicar
--seguiu os demais para cumprimentar o pessoal que os esperavam.
Todos se aproximaram, quando uma mulher aparentado seu 53 anos, pele clara, olhos verdes, estatura mediana, corpo magro, falou ao abraçar Laís:
--Menina Laís, como você está mudada, quer dizer o rostinho continua o mesmo de menininha, quanto tempo minha filha por que sumiu?
Laís abraçou aquela com todo o carinho que sempre tivera:
--Estou bem, Inês! Que saudade, realmente faz bastante tempo, como a senhora está?
--Estou bem minha filha, fiquei preocupada com você ai nessas estradas à noite, podia ter vindo pela manhã, mas graças a Deus correu tudo direitinho.
Deixa eu apresentar o pessoal pra vocês, a senhora já conhece o André?
--Sim, conheço, como vou esquecer comia tanto que quase morre pela boca–todos riram e André se defende:
--Mas isso é culpa da senhora, quem manda fazer tantas coisas gostosas–sorriu e abraçou forte a mulher.
--Bom essa é a Victória, minha namorada, Fernanda uma amiga, Julia namorada de Fernanda nossa amiga também, Carlos namorado de André e essa é Paula minha social e melhor amiga como a senhora já sabe
--Sim já sei, sendo que ela nunca quis vir aqui–Paula interrompe e diz:
--Nunca tive tempo, sempre que Laís vinha eu nunca podia, mas aqui estou –sorriu e saudou a mulher com um abraço caloroso.
--NÃO ACREDITO? –gritou Laís ao ver uma bela jovem saindo pela porta seguindo em direção a eles --Maria Isabel –correu de encontro a amiga que a tanto tempo não via, pulou em seu pescoço e apertou, rodou, sorriu, se afastou e falou.
--Meu deus como você está linda, quanto tempo, que saudades, porque nunca foi me visitar?
--Digo o mesmo, porque não veio me visitar senti saudades também, mas não foi por maldade –disse a bela jovem – estive morando fora, você sabe tinha que terminar a faculdade e a pós-graduação e, quando voltei peguei firme no trabalho, mas é muito bom tê-la de volta.
--Vem deixa eu te apresentar o pessoal, vamos aprontar aqui esses dias–sorriu agarrada ao braço da bela jovem.
Antes que as duas chegassem ao encontro dos outros o pensamento de Victória fora cruel com o seu coração, ao pensar na possibilidade dela duas já terem tido um caso ou alguma paixão, não sabia muito ao certo, mas sentiu ciúmes vendo a sua namorada pular nos braços de outra, porem logo tentou desfazer aquele sentimento ruim de seus pensamentos.
Ao contrario de Paula quem não tinha reação alguma ao ver tamanha beleza da jovem.
--Bom, Isabel....essa é Victória minha namorada
--Olá Victória, tudo bem?
Foi apresentando um por um, quando chegou em André, ele não deixou de admira-la por ter crescido e ter ser tornado uma bela mulher, até finalmente chegar em Paula, essa que até o momento não sabia explicar por que suas pernas não a obedecia, sua carne não parava tremia.
Fim do capítulo
Meninas, lindas do meu coração! Está chegando a hora kkkkkk
Minha querida Paula, como será sua vida daqui pra frente kkkkk
Meus amores muito obrigada pelo carinho nos comentários, como sempre procuro responder à todas com muito carinho.
Beijos no coração!
PS: Coloquei uma foto de como seria mais ou menos o lugar onde eles estariam, vamos "viajar" nessa imagem, rsrsrsrs.
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Neci
Em: 18/09/2018
Amo esse romance já é 4 vez que estou lendo
Resposta do autor:
Olá, boa noite. Que bom que você gostou. precisava fazer alguns ajustes nele, uma melhoria rsrs, principalmente passar todo texto na correção ortografica rs, mas me falta tempo e também penso como ficarai meus queridos que adoram ler esse conto e tirar de vocês assim seria muita maldade, não é verdade?
Muito feliz pelo seu comentário, muito obrigada pelo carinho um super abraço boa noite.
PS: tenho mais uns 4 contos escritos, me falta tempo para postar rsrs, bjs. Quem sabe um dia eu presenteio vocês, rs.... ;)
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