Capítulo 25 Como entender algumas coisas?
CAPÍTULO 25: Como entender algumas coisas?
Rachel estava sentada ao colo de Manuela e comandava o beijo, sentia as mãos da morena apertando suas pernas e isso a deixava com mais vontade ainda de passar dos beijos e tirar a roupa de Manuela.
Manu já tinha a respiração bem pesada e se entregou de vez ao beijo sentia um das mãos de Rachel na sua nuca para que o beijo não parasse e os dedos entrelaçados em seus cabelos a faziam ficar arrepiada e um tremor passar pelo seu corpo.
Não pode evitar um gemido quando Rachel começou a se movimentar vagarosamente em seu colo aprofundando o contato do corpo de ambas. Sentiu a outra mão de Rachel que estava livre invadir sua blusa e o toque suave sobre a sua barriga a arrepiou mais do que já estava, se é que era possível. Então sua barriga se contraiu o que Rachel percebeu e abriu um sorriso.
Seus lábios enfim deixou os de Manuela assim fazendo com que ambas conseguissem respirar, sentia o corpo de Manu todo mole e passou a dar alguns leves beijos molhados pelo pescoço da garota e foi erguendo sua blusa devagar.
A única coisa que se conseguia escutar no quarto era a respiração pesada de ambas.
Manuela sentiu sua blusa sendo levantada lhe causando mais tremores pelo corpo a arrepiando, ainda estava aérea somente sentindo o prazer que aquela pregação a levaria, os beijos molhados de Rachel ao seu pescoço e leves ch*pões que levava.
A língua da morena que estava em seu colo as vezes passava de leve em sua orelha o que a fazia suspirar, mas antes de ter sua blusa totalmente retirada um estalo de lucidez veio a sua cabeça.
Quando Rachel já se preparava para retirar totalmente a blusa de Manu a sentiu segurar sua cintura e impor um pouco de força a empurrando para o lado da cama.
Não estava preparada para ser retirada do colo da morena por estar segurando sua blusa e pensava que Manuela já estava entregue porem seu ato a surpreendeu.
-- Manuela -- Rachel falou incrédula e viu a garota se levantando então fez o mesmo.
Manuela ouviu seu nome ser chamado porem não respondeu, e nem iria, levantou com pressa e se virou de costas para a garota ainda controlando sua respiração e fechando os olhos por alguns instantes os apertando para entender o que tinha acabado de acontecer ou quase acontecer.
-- Manuela -- Rachel se levantou e viu a garota se virar de costas então deu um passo se aproximando mais e tocou suavemente o braço da garota que estava de costas -- Manu? – a chamou mais uma vez.
-- Não encosta em mim Rachel -- falou de forma baixa puxando seu braço do contato.
-- Olha pra mim Manu.
-- Não – disse se virando para pegar suas malas ainda sem a olhar. – eu vou embora
-- E pra onde você vai Manu? Não tem quartos disponíveis, fica aqui.
-- Não -- Manu disse pegando suas malas e começando a puxar em direção a porta porem foi parada novamente por Rachel que segurou seu braço e a puxou fazendo virar para si -- Me solta Rachel! -- disse elevando um pouco o tom, estava confusa com o que aconteceu e isso a deixou irritada.
Irritada consigo mesma porque apesar de forçar sua mente dizendo, e pensando que não podia e não queria aquele beijo, e o que tinha quase acabado de acontecer, seu corpo lhe dizia ao contrário, dizia que queria, que desejava aquele contato e queria mais, muito mais.
-- Manuela o que aconteceu agora foi...
-- Nada aconteceu Rachel, agora me solta -- cortou a morena que olhava dentro de seus olhos e puxou o braço se afastando.
-- Manuela eu te beijei, é lógico que aconteceu, vamos conversar -- Rachel dizia tentando fazer com que ela não saísse do quarto, que ficasse um pouco mais, nem ela entendia o que tinha acontecido, só quis aquele momento e desejou ter Manuela.
-- Não temos o que conversar, foi exatamente o que você falou, você me beijou -- disse dando ênfase no que dizia com a voz firme e se forçava a encarar a garota de cabelos castanhos a -- e isso não vai mais acontecer.
Ouvir as palavras de Manuela e a forma que eram ditas fez com que Rachel ficasse desacreditada e sua expressão era a mesma, cerrou um pouco os olhos quase juntando de leve as sobrancelhas e abriu um pouco a boca, tentando absorver o que lhe foi dito, respirou fundo e atacou.
-- Eu te beijei mas você correspondeu ou seja nós nos beijamos Manuela -- falou recuperando seu jeito arrogante tomando conta da situação, não deixaria Manuela colocar a culpa do beijo somente em si pois a outra também correspondeu.
-- Pode ser, mas isso não vai mais acontecer, foi um erro -- Manuela disse ainda a encarando e ao terminar de falar deu as costas e foi em direção a porta quando ia abrir parou com a mão na maçaneta ouvindo Rachel.
-- Um erro Manuela?! -- Rachel perguntou já com a voz elevada mudando o tom, estava irritada, alguma coisa na morena estava a tirando do sério.
Essa recusa, assim como a recusa de dormir na mesma cama com ela em outra noite a tinha magoado, mas dessa vez não ficaria triste sem fazer nada.
Sabia que Manuela tinha correspondido ao beijo, os gemidos da morena e seus suspiros não negavam isso, e mesmo assim a garota tentava fingir que nada tinha acontecido, que não havia sentido nada, mas ela não iria deixa-lá fazer isso, não iria.
Se aproximou com passos rápidos e firmes, seu maxilar estava cerrado pela raiva que sentia e tentava se controlar.Raiva por Manuela estar agindo dessa forma.
A pegou pelo braço novamente dessa vez de forma mais bruta e firme a fazendo virar de frente para si e empurrando com um pouco de força contra a porta. Ainda segurando forte pelos braços, a olhou nos olhos a encarando com uma irritação no olhar o que Manuela também percebeu pelo maxilar dela que estava nítido cerrado, como se tentasse se controlar.
-- Um erro Manuela?! -- Rachel perguntou seca e de forma quase agressiva ainda segurando firme os braços da morena para que ela não tentasse fugir.
-- Rachel solta o meu braço que você esta me machucando -- Manu tentou controlar a voz encarando a garota a sua frente.
-- Não, eu não vou soltar Manuela, sabe o por que? Porque você diz que foi um erro, mas quando eu te beijei você quis tanto quanto eu, seu corpo e seus gemidos diziam, sua respiração mostrava que você estava entregue e...
-- Rachel para! -- elevou um pouco o tom de voz cortando a garota -- você ta me machucando -- disse olhando para os olhos da garota a sua frente que parecia perturbada, conseguia ver isso em sua feição.
Rachel escutou a voz de Manuela e olhou para onde estavam suas mãos e realmente estava apertando com força, então afrouxou o aperto, percebendo que tinha machucado a garota baixou a cabeça e disse baixo em quase um sussurro.
-- Desculpa.
-- Esta tudo bem -- Manuela disse com a voz calma observando cada expressão do rosto de Rachel -- agora me solta.
-- Eu não queria te machucar, me desculpa -- Rachel falou ainda com a voz baixa dando um passo para trás.
-- Não me machucou ok? -- disse a encarando nos olhos tentando fazer com que aquela expressão do rosto da garota sumisse, se sentiu triste ao vê-la assim, teve vontade de fazer algo parar tirar aquela expressão triste do rosto da menina, mas logo se conteve -- eu vou embora Rachel, e eu peço que esqueça o que aconteceu aqui esta bem?
-- Esquecer Manuela? -- Rachel perguntou já com a voz normal porem ela soava com uma tristeza oculta, seus olhos se encarregavam de mostrar uma tristeza disfarçada, apenas quem olhasse com atenção notaria.
-- Sim esquecer Rachel.
A garota não pode acreditar que Manuela realmente estava pedindo aquilo, como poderia fingir que nada aconteceu dessa forma? Ela não podia, não queria.
Sem que Manuela esperasse Rachel se aproximou novamente deixando seus rostos a poucos centímetros e a encarou nos olhos, seu olhar se dividia nos olhos e a boca da morena.
Quando viu o olhar de Manuela também se dirigir até seus lábios, aproximou mais suas bocas em um leve roçar e teve Manu abrindo um pouco mais a boca como se desse a permissão para que acontecesse um beijo, e foi o que aconteceu.
Rachel puxou Manuela novamente para um beijo, ele começou calmo e depois as respirações já estavam ficando alteradas quando o beijo foi se aprofundando.
Empurrou Manuela contra a parede e começou a explorar sua boca com mais vontade, suas mãos foram aos cabelos da morena entrelaçando seus dedos, sentiu as mãos de Manuela irem até sua cintura apertando-a e puxando um pouco mais para que os corpos se grudassem.
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Rachel sentia cada parte da boca e língua de Manuela, os suspiros estavam presentes em ambas, suas mãos ja haviam deixado os cabelos da morena e passavam por seu corpo livremente, chegaram até os botões da calça que a morena usava os desabotoando. Porem de repente sentiu as mãos de Manuela deixando sua cintura e indo para o meio delas duas na altura do seu ombro tentando afasta-lá.
-- Rachel... espera... -- falava ainda com as bocas grudadas -- não dá Rachel... a gente não pode...
-- Pode sim Manu, relaxa vai – continuou a beijando e enfiou a mão dentro da calça de garota.
-- Para! – falou conseguindo a empurrar um pouco saindo do beijo e segurando o pulso da mão que estava dentro da sua calça lhe tocando.
Rachel parou irritada pela insistência de Manuela em recusa-lá, e assim que se afastou levou um tapa forte e ardido.
-- Eu falei pra você esquecer o que tinha acontecido e não para me beijar novamente -- Manuela respondeu irritada e deu outro tapa no rosto de Rachel que continuava parada a sua frente -- nunca mais faça isso entendeu?! – exclamou tirando a mão da morena de dentro da sua calça apertando com um pouco de força.
-- Manu... -- Rachel falou levando a outra mão até o rosto que ardia, mas foi interrompida.
-- Cala a boca Lennis, eu detesto você e ja falei que isso foi um erro, nunca mais encoste em mim -- falou empurrando a garota a sua frente.
Rachel ficou sem ação, não sabia o que devia fazer apenas se afastou quando foi empurrada e viu Manuela abrir a porta e sair apressada a batendo logo em seguida.
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Um tempo depois que Manuela saiu do quarto foi que Rachel teve alguma reação, passou a mão pelo rosto que ainda ardia e que provavelmente estaria vermelho, se sentia estranha, a recusa de Manuela estava lhe fazendo mal, se sentia irritada e triste ao mesmo tempo, nos seus olhos se formaram lagrimas as quais ela não sabia se era por raiva ou tristeza.
Levou a mão até sua cabeça e olhou para cima soltando um suspiro e prendendo o choro, um pouco depois tentou descontar essa sensação estranha na parede a chutando, mas não adiantou a sensação não passou.
Se sentou na cama e por la ficou pensando em tudo e ao mesmo tempo em nada.
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Amanda foi pega de surpresa por Júlia, sabia que a namorada estava querendo fazer amor há algum tempo porem ela ficou doente, o que a impediu de retribuir mais a fundo os carinhos da loira e suas investidas, porem agora a garota aparentava estar melhor e que realmente não iria esperar mais.
Não dando chance de deixa-lá escapar.
Sentiu Júlia em cima de si com uma perna de cada lado sentada na altura de seu quadril, mas sem colocar todo seu peso ali.
Depois que Júlia beijou-lhe os lábios com vontade e sede, como se precisasse daquele contato para respirar, seus lábios foram de encontro ao pescoço da ruiva deixando ali rastros quentes e molhados, suas mãos iam levantando a roupa que Amanda usava, passando os dedos devagar pela barriga que ficava amostra desceu seus beijos para aquela região e cada vez que subia lentamente a blusa da ruiva distribuía leves beijos pela pele branca e as vezes pequenas mordidas fazendo com que a respiração de Amanda que já era irregular aumentasse.
Retirou a camisa da ruiva sorrindo quando aqueles olhos amarelados a encararam repletos de desejo, não pode deixa de achar aquela cena linda e queria gravar cada momento na sua mente.
O desejo que Amanda tinha nos olhos e como ela estava apoiada nos cotovelos para poder lhe encarar, admirou por mais alguns instantes aquela cena olhando todo o corpo da namorada que estava a mostra, Amanda estava sem sutiã então assim que Júlia tirou sua blusa pode admirar a imagem dela trajando agora somente uma calça.
Sem perder mais tempo com um sorriso discreto no rosto desceu ate a boca da namorada e a beijou com carinho, era um beijo suave e antes de aprofundar o contato desceu beijando o queixo, dando uma leve mordida nele para depois morder o maxilar, e desceu beijos molhados com pequenas mordidas e ch*pões por todo o corpo da ruiva até chegar na calça.
Pegou pelas laterais da calça e começou a descer bem devagar dando beijos por toda a pele que era revelada, seus movimentos eram tão lentos que aumentavam a expectativa de Amanda que já que sentia sua umidade aumentando e não podia deixar de soltar pequenos suspiros em forma de gemidos.
Quando tirou por completo a roupa da ruiva foi puxada para cima e recebeu um beijo de tirar o fôlego.
-- Eu te amo -- a ruiva disse entre o beijo começando a despi-la.
Quando já estava sem roupa não deixou que Amanda tomasse conta da situação então desceu o beijando o corpo da namorada novamente. Não pode deixar de roçar de leve a boca em um dos seios e la dar uma mordida bem de leve, sentiu o corpo de Amanda se inclinar um pouco para ter um contato maior, um de seus braços sustentava seu peso sobre o corpo da ruiva e a outra foi traçando caminhos pela pele arrepiada da namorada ate chegar em seu sex* e la começar uma masturbação com movimentos leves.
O contato fez com que Amanda soltasse um pequeno gemido e buscasse contato maior com a mão de Júlia, antes disso acontecer a loira desceu para aquela região mordendo de leve e virilha e logo depois abocanhou a intimidade de Amanda que estava por completo molhada, sua língua passava de forma lenta e ate torturante, foi ouvindo os gemidos de Amanda aumentarem e a mesma levar as mãos para os seus cabelos tentando forçar um contato maior.
Júlia começou a ch*par de forma lenta e também forte o sex* de Amanda aumentando cada vez mais os gemidos da namorada e antes que Amanda pudesse pensar em goz*r Júlia a puxou mais pelas pernas a abrindo mais e dando uma ch*pada mais forte e intensa, fez com que Amanda soltasse um gemido alto que foi praticamente um grito que estava preso na garganta a fazendo fechar os olhos e aumentar os gemidos.
Se Júlia continuasse naquele ritmo ela goz*ria rapidamente, porem não era essa a intenção da loira.
De repente suavizou as ch*padas e começou a passar a língua de leve provocando Amanda, a mesma segurava seus cabelos empurrando sua cabeça de encontro ao seu sex* querendo que ela continuasse no mesmo ritmo, mas Júlia segurou seus pulsos a fazendo soltar seu cabelo, e então subiu a encarando ainda segurando seus pulsos.
Viu Amanda abrir os olhos cheios de desejos e de irritação por ter parado.
-- Júlia! -- disse quase sem voz encarando a loira que tinha um olhar como se devorasse ate sua alma, então praticamente implorou em um sussurro -- continua.
-- Shii -- Júlia disse grudando seus lábios.
-- Amor por fa...Ah! -- ia pedindo contra os lábios da loira, mas perdeu a fala e soltou um grito quando sentiu dois dedos da Júlia lhe invadir sem aviso, sua boca foi invadida pela língua quente da loira a impedindo que falasse qualquer coisa.
Júlia começou com movimentos sutis dentro da ruiva e logo quando viu que ela já gemia mais sem nem conseguir lhe beijar direito, aumentou os movimentos.
Amanda agarrou os ombros de Júlia a puxando para mais perto e cravou as unhas neles gem*ndo mais alto próximo ao ouvido de Júlia.
-- Não para!... nao... para... eu vou... eu vou goz*r... amor! -- Amanda dizia com a voz rouca e entre cortada, arranhando mais os ombros e costas da loira como se isso fosse conter seu corpo.
Júlia continuou no mesmo movimento até que sentiu o corpo de Amanda tremer e seus dedos serem levemente apertados dentro da ruiva e logo o líquido em sua mão.
Sentiu dor com o arranhão mais profundo que Amanda lhe deu, mas não pode deixar de sorrir a vendo ter temores pelo corpo ainda olhos fechados e respiração falhada.
O gemido que tinha soltado quando enfim alcançou o prazer foi o som mais gostoso que Júlia podia já ter escutado, esse sempre seria seu som preferido.
Sabia que seu coração já não era seu e não batia mais por si no momento que seus olhos cruzaram com o da ruiva no desembarque do aeroporto.
Se aproximou ainda sorrindo e deitou do lado apoiando sua cabeça no pescoço de Amanda, cheirou e beijou ali.
-- Ta bem amor? -- perguntou baixinho ainda sorrindo e deu mais um beijo em seu pescoço e se afastou para observa-lá.
Amanda que ainda não tinha dito nada e nem aberto seus olhos, mas ao ouvir a voz de Júlia praticamente em seu ouvido a despertou do estado que seu corpo se encontrava, como se estivesse em outro planeta.
Conseguiu apenas sorrir já com a respiração controlada. Esperou mais alguns segundos e se virou a abraçando e pondo seu rosto no pescoço da loira e sentindo os braços dela lhe envolverem o corpo e acariciar suas costas.
-- Como você consegue? -- perguntou com o rosto ainda escondido no pescoço de Júlia que continuava fazendo carinho nas suas costas.
-- Consigo o que?
-- Me deixar assim amor, mole desse jeito? Parece até que eu fiz uma viagem para outro planeta, nunca senti isso antes, só com você -- falou sorrindo e sentiu a loira rir, se afastou para a encarar.
-- É um dom amor -- disse com um sorriso no rosto -- Você só vai sentir isso comigo, porque você é minha, então se conforme.
-- Muito engraçadinha você, não acha? -- Amanda indagou erguendo uma sobrancelha e observava o sorriso satisfeito da loira. – sou sua?
-- Sou realista amor, você é minha, assim como eu também sou sua.
-- Então vamos comprovar se é assim mesmo.
Terminou de falar subindo em cima do corpo da loira a beijando, sua mão foi passando pelo corpo da namorada, mas antes de chegar ao seu sex* foi impedida por Júlia segurando suas mãos.
-- Amor não com essas unhas – disse sorrindo, mas com desejo evidente.
-- O que? -- Amanda perguntou sem entender e saiu de cima dela não entendendo.
-- Amor suas unhas estão grandes, olha -- Júlia disse ainda segurando suas mãos e mostrando.
Amanda nem tinha reparado e quando olhou viu que realmente precisava cortá-las para não machucar a namorada.
-- Já basta o que fez no meu ombro, imagina se me machuca lá? Não vamos arriscar não é? -- falou sorrindo divertida e teve Amanda a olhando sem entender com as sobrancelhas erguidas então apontou para seus ombros.
-- Ai meu Deus! -- exclamou assustada vendo quantos arranhões tinha os ombros da loira, naquela pele branca se destacavam ainda mais -- amor eu te machuquei, meu Deus foi sem querer! Deixa eu ver suas costas.
Júlia se sentou junto da ruiva e se virou para que ela pudesse ver suas costas.
Amanda se assustou vendo o estrago que tinha causado, havia marcas que estavam rosadas, outras bem vermelhas, e vergões que tinham até um pouco de sangue.
-- Amor me desculpa, eu não tinha reparado que minha unha tava grande, eu te machuquei bastante, você devia ter parado e me feito parar -- dizia de forma apressada -- me desculpa.
-- Ta tudo bem vida -- se virou e a puxou para si deitando -- vai só arder bastante quando eu tomar banho, mas valeu apena.
-- Valeu a pena se eu nem consegui te tocar? -- disse ficando sem jeito.
-- Mas eu consegui, é isso o que me importa -- falou sorrindo e a beijando -- te amo.
-- Eu amo você – disse apoiando a cabeça perto do pescoço da loira e depois de um tempo começou a fazer carinho no corpo de Júlia – posso te fazer carinho então sem usar as unhas?
-- Pode – respondeu de imediato pensando que aquela voz dengosa da ruiva poderia fazer o que quisesse.
Começaram um beijo que foi se prolongando e ja ficava quente quando Amanda tomou conta da situação e a amou de outras formas sem a machucar com suas unhas.
Passaram a manhã toda nesse clima e quando pararam já era quase tarde próximo ao horário do almoço.
Fim do capítulo
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