Meu corpo no teu por Julieta Adams


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— Aii Cate... Você mexe demais comigo. Me faz querer fazer loucuras com você.. - Ficou sentada arreganhada no meu colo, me olhando com tesão e ao mesmo tempo, inocência..

— Me chamou pelo primeiro nome... Hmmm.... - Ela rebolou nas minhas coxas, sussurrando meu nome. — Alanna... Você me tem...

Levantei da cadeira segurando firme no traseiro dela, e ela pendurada em mim. E fui com Bianca pra sala, joguei-a na sofá.

— Espere aí... Quero que faça algo comigo lá no meu quarto. - Comentei num tom misterioso.

— Quer me surpreender agora delegada? - Tentou ir atrás, mas, mandei voltar pra sala.

Cheguei na sala com uma caixinha de leite condensado, uma venda pra pôr nos olhos, uma corda e um chicote. Bianca estranhou, rapidamente enlacei as mãos dela na corda, prendi os pulsos dela, e fui puxando-a escadas acima, com a corda enrolada nos pulsos dela, estando com as mãos entrelaçadas.

— Nossssaaa Alanna... O que vai fazer comigo? - Falava num tom de voz agitado e meio acuado.

— Na verdade será o que você fará comigo... Quero que brinque comigo... - Sorri maliciosamente, e ela ficou sem reação, mas, com um olhar curioso, que estava prestes a executar meu pedido.

— Espere aqui, vou me preparar ... Quero te dar todo prazer do mundo hoje.- Disse roubando um selinho dela, com um olhar sedutor.

— Por que está fazendo tudo isso? - Pegou firme na minha mão, apreensiva.

— Nunca se sabe o dia de amanhã... Então temos que viver o hoje intensamente. - Sorri e fechei a porta.

Arrumei o quarto, e fui tirando minhas roupas. Me pego refletindo, a sensualidade da mulher é uma arma perigosa, que pode desorientar qualquer pessoa, é só saber usá-la ao seu favor, e Bianca me devolveu isso, essa sensualidade natural que nós mulheres temos. O que irei fazer tem que ser inesquecível para nós duas.

Coloquei som de música tântrica... Quero ensinar a Bianca, a arte do prazer em suas mais variadas formas, além do prazer pelas partes íntimas, algumas já devem ter ouvido falar do poder tântrico.

— Entre Bianca... - Logo deitei nua... Estilo sereia, e a luz da manhã habitando o quarto.

— Alanna o que é isso? - Olhou pro quarto e pra mim daquele jeito, e o incenso de ervas ao lado da cama.

— É uma forma mais gostosa de sentir o prazer no seu corpo... Nunca revelei esse lado sedutor meu a ninguém, será a primeira a experimentar isso.

Ela quis vim matando pra cima de mim, e eu neguei a atitude dela.

— Nada disso... Quero que amarre meus pulsos na cama e derrame o leite condensado em mim, menos na parte íntima. E massageie meu corpo com sua boca me devorando.

— Ainda não entendo... Por que quer isso? E você sabe que é a primeira experiência sexual que tenho com mulher.

— Estou querendo sentir a mulher que existe em mim novamente. Você me devolveu isso docinho, e quero que desperte a sua mulher interna também, jamais esquecerá de nós. Agora vem e faça seu trabalho comigo de me castigar com sua boca! - Falei num tom autoritário a ela.

Me abri a ela, olhando fixamente aos olhos dela e expressão de desejo que ali habitava. Aspirar seu cheiro delicioso, me entonteceu. Cate amarrou meus pulsos, e foi distribuindo por todo meu corpo o leite condensado, fazia isso me encarando séria.

Estou sendo seduzida mais uma vez por ela, Cate tem uma intensidade naqueles olhos, que parecem inocentes e cativantes durante o dia, e quando habita a noite no lugar, são a sua ruína.

Sua boca percorreu as curvas da minha cintura, passando perto dos seios, provocando uma excitação neles, meu corpo começou a se contorcer, o corpo não precisa em si de estímulos somente no nosso órgão sexual, estudar a nossa anatomia do corpo, nos faz conhecer ainda mais a alma da parceira, suas sensibilidades minuciosas. 

— Diga que eu sou a sua perdição... Alanna... - Dava leves abocanhadas no meu queixo e lambendo o leite condensando que passou ali.

— Aii... Isso que é prazer... Para uma mulher... Explorar em cada canto... Como se fosse um oceano... E você, achou meu tesouro. Você é a minha perdição. - Falava arfante e meu corpo em pleno êxtase com ela.

— Achei? - Sussurrou excitada.

— Meu tesouro está aqui entre minhas pernas.... - Tentei beijá-la e ela negou meu beijo, judiando de mim. — Vai, tampe meus olhos... E faça o que quiser comigo, eu te pertenço meu amor.

— Vai ficar sem meu beijo... Afinal, ainda tenho que te "castigar", por ter me torturado sem poder te tocar antes. - Lambeu minha boca, sorrindo satisfeita, e colocou a venda nos meus olhos. Lascou!

Suas mãos passaram suavemente nos meus seios... E depois foi descendo pela barriga, e desviou para a virilha... Jogou leite condensado na virilha e nos músculos internos da coxa, para me enlouquecer.

— Ahhhhh vou gozar assim... Pare! - Tentei impedi-la contorcendo meu corpo da boca dela, mas, esqueci que eu mesma pedi para ser amarrada.

Cate pegou o chicote, e o passou no meu rosto suavemente..

— Vai se comportar delegada? - Comecei a transpirar, essa menina/mulher sabe mesmo como satisfazer alguém, sabia que ela iria se sair bem na arte de "dominar" (Risos).

— Você está me torturando... Acaba logo comigo...

— Não, eu até que estou gostando disso...

Passeou com o chicote no bico dos meus seios... E depois mandou eu me virar de lado. Tacou leite condensado no contorno do meu traseiro, e chupou ali gemendo, após isso, deu uma chicotada ali forte, meu corpo ardeu em chamas na hora, obviamente dei um grito.

— Ahhhhhhhhhhh! - Dei um gemido junto de uma suspirada profunda. 

— Isso foi o que, hein? - Comentou excitada, fazendo sucção com a boca. — Tesão? Ou, dor? - Deu mais uma chicotada ali.

— Ahhhhh sua desgraçada! - Me virei frente a ela...

— É... Isso me pareceu dor... Melhor usar só minha boca mesmo para te castigar. - Deu um beijo demorado ali, onde meteu o chicote. E depois sua boca deslizou até meu clitóris... Ficou mamando nele por uns minutos longos, e eu tentando fugir, pois é uma das partes mais sensíveis nossas do corpo.

— Aiinnn garota! Que delíciaaa! - E o pior, não podia vê-la, isso me deixou com mais desejos por ela, pois provoca e estimula nosso corpo a imaginações ainda mais intensas.

Meu corpo estava transpirando era sinal de que estava atiçando bem meus hormônios. E nisso, acabei tendo um orgasmo daqueles, bem delicioso.... Juntando toda essa provocação e judiação dela ao meu corpo. Meu grito de tesão, deve ter sido escutado até pelos caseiros, pois aposto que assustou os pássaros que rondam aqui na varanda do meu quarto, não os escuto mais cantar. (Risos)

— Nossssa... Que coisa mais gostosa te ver assim... Ver seu corpo em choque.... Uma mulher sentindo prazer de verdade, é a coisa mais linda. - Colou seu corpo suado ao meu.

— Por isso quis... Que me "dominasse"... Você disse a mim antes: "Estou te mostrando o que é prazer de verdade".... - Sussurrei arfante, tremendo ainda toda.

— Aii que mulher deliciosa! - Caiu de boca entre minhas pernas... E se lambuzou do meu "leite condensado" natural.

— Porr.... você vai me deixar sem forças assim... Que fome é essa de mim, hein? - Dizia em gemidos enrouquecidos por ela.

Catarina deitou no meu peito suado... E lambeu meu pescoço, fazendo carinhos noutro seio.

— É tão gostoso sentir sua respiração quente em mim... - Comentei. Contundo tirou a venda dos meus olhos, colocou um dedo dela entre minha boca e a dela.

— Estou com seu cheiro... Quer? - Tentei roubá-lo dos seus lábios e ela recuou minha boca com o dedo indicador dela e sorriu com os olhos.

De repente ela pega forte no meu rosto e me surpreende engolindo minha boca num beijo devastador, que poderia fazer a alma sair do corpo e ir dançar por aí... Nossos corpos quentes ainda para intensificar mais nossa entrega, o beijo foi como um mergulho de almas.... Extasiadas pelo lado mais puro de se desejar alguém, não foi só algo carnal aqui, teve algo mais espiritual, e por isso quis fazer o ritual tântrico, pra que sua alma fique tatuada na minha para sempre...

Notas finais:

Que linda entrega! Tá pra nascer um belo sentimento... Não acham?



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