Lutas da vida por Esantos


[Comentários - 189]   Impressora Imprimir Capitulo ou História - Lista de Capítulos

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--Vem Deia, vem lá para casa – Juliana pegou uma das bolsas e saiu a levando para sua casa.

--Ela te expulsou ? – Paula perguntou assim que viu as sacolas.

--Eu não ficaria lá, nunca mais quero olhar na cara de nenhum dos dois, só temo pela Lidia, ela só tem a mim, e eu só tenho a ela, mas eu deixei aquele miserável bem avisado, se ele encostar nela eu o mato de tanto bater nele.

--Você não vai matar ninguém, vem vamos guardar suas coisas – Ela olhou para a mulher na sua frente, não entendeu bem

--Como assim guardar minhas coisas?

--Você ficará aqui, nunca deixaria você na rua, sei que não tem aonde ir.

--Não tenho mesmo, muito obrigada tia Paula, muito obrigada mesmo – Ela abraçou a mulher que retribuiu feliz. – Eu prometo não dá trabalho, durmo aqui no sofá mesmo, não vou atrapalhar vocês e vou ajudar como eu puder, assim que conseguir um trabalho saiu.

--Você dorme lá no quarto da Juli, ela não se importará, não é filha?

--Não mesmo, você dorme lá comigo – A menina a abraçou pela cintura

-- Então tudo certo, hoje vocês se apertam na cama, amanhã providenciaremos um colchão e depois veremos como vamos fazer.

--Eu não sei mesmo como agradecer, muito obrigada – Deram um abraço coletivo as três.

--Vem Deia, vamos arrumar um lugar para as suas coisas – Juliana saiu puxando a outra pela mão.

 

 

--Juli tem certeza que não vou atrapalhar? -Juliana estava abrindo espaço em seu pequeno guarda-roupas para a outra.

--Não vai Deia, vem coloca suas roupas aqui, vai ficar apertadinho, mas dá para nos duas – Andreia olhava para Juliana e tinha certeza que tinha um sentimento forte pela a morena. – Nossa essas são suas medalhas? – Ela perguntou vendo as medalhas da garota dentro de uma das bolsas

--Sim algumas, as mais importantes.

--Caramba, você não tem medo Deia?

--Não mais, treinei muito desde cedo, dai me acostumei.

--Você fica diferente, sei lá parecia que ninguém te seguraria.

--Mas você conseguiu, seus olhos me fizeram parar, me trouxe de volta. – Fez um carinho com o polegar na bochecha da morena.

--Eles estavam diferentes, não parecia com você.

--Eu sei, estava com raiva, muita raiva, deixei me levar por ela.

--Nunca deixarei você ficar daquele jeito novamente – Juliana abraçou-a, ela não aguentou e começou a chora.

--Meninas venham comer alguma coisa, aposto que estão com fome – Paula gritou e elas se afastaram.

--Vamos, daqui a pouco arrumamos o resto – Elas passaram o dia ali quietinha sentadas na sala assistindo algo na tv.

-- Andreia, você tem todos os documentos? – Paula perguntou enquanto jantavam

--Tenho sim, tenho também uma conta no banco que depositam um dinheiro da casinha que meu pai me deixou lá em Caruaru, é pouca coisa, mas é já posso ajudar com os gastos da casa, mas tem um problema a tia está com o cartão, mas eu não vou deixar ela tocar nesse dinheiro.

--Isso não será problemas, amanhã vamos no banco e você cancela o cartão, porem eu não quero seu dinheiro, guarde-o para você.

--Não tia eu não aceito, se vou morar aqui quero ajudar.

--Não vamos discutir mais isso, agora coma sua comida, você mal tocou nela. – Paula disse

--Então eu não quero mais receber pelo trabalho, a partir de hoje trabalho, mas sem receber.

--Nada disso, se você trabalha tem direito a receber.

--Não quero saber, será assim – Andreia falou e começou a comer, mesmo sem fome.

 

 

--Deia deita aqui, nos apertamos – Andreia estava arrumando uns lençóis no chão para dormir

--Não, essa cama mal dá para você e olhe que você é nanica – Andreia sabia que ela odiava ser chamada de nanica.

--Nanica nada, você que é muito grande, agora vem deita aqui – Puxou a maior pela a mão a fazendo deitar. – Agora ver se não ronca – Virou o corpo colando as costas em Andreia que sentiu  o corpo esquentar, só de lembrar que ela estava vestida apenas com um blusão velho, ela tentou se afastar mas a cama estreita as impediam, dai deixou-se levar por aquela sensação gostosa de ter a sua morena ali junto ao seu corpo, passou um tempo para conseguir dormir, e quando acordou com os gritos de Paula teve a certeza que desde da morte de seu pai aquela tinha sido a sua melhor noite de sono.

 

 

 

--Então foi por isso que não rolou a praia? Gente estou chocada – Junior disse assim que Juliana contou tudo que houve, estavam voltando para casa.

--Ela era para ter matado ele mesmo – Claudia disse revoltada.

--E aquela garota agora vai ficar morando na sua casa?

--Claro JM ela é minha amiga, nunca deixaríamos ela na rua, ela não tem ninguém

--Foi por isso que ela não veio para escola hoje? – Maria perguntou

--Ela foi resolver umas coisas com a minha mãe, mas amanhã ela vem. – Eles seguiram cada um para sua casa, quando chegou em casa Andreia já tinha saído para fazer as entregas.

--Filha comparamos um colchão, por enquanto ela fica dormindo no chão, assim que de compramos uma cama. – Paula falou enquanto Juliana fechava as marmitas.

--Mas será que dá para colocar uma cama naquele quarto pequeno?

-- E o pior que nem dá para eu trocar que o meu também é pequeno depois arrumamos uma solução.

--É eu sei que vamos – A tarde passou rápido e quando Andreia acabou seu trabalho e chegou em casa encontrou Junior, Maria e Claudia ali, se mostraram solidários a garota que ficou feliz em poder contar com amigos.

 

 

--Então mulher maravilha ver se não vai agarrar a Juli no meio da noite – Junior estava na cozinha com Andreia que cozinhava algo.

--Eu não sou louca, se bem que vontade é que não falta – Junior sorriu

--Você está louca por ela, não é?

--Estou, mas infelizmente acho que não tem nenhuma possibilidade, é um saco se apaixonar por hétero.

--Eu sei, é um saco, mas e a de menor daquele dia?

--A Katia? Liguei para ela hoje de tarde, ela me chamou para ir na casa dela amanhã  - Fez uma cara safada para o rapaz que gargalhou

--Essa cara quer dizer que você vai?

--Essa cara quer dizer que ela falou que não vai ter ninguém em casa e que eu vou adorar dá o que ela quer.

--Você é terrivelmente terrível

--Sou mesmo – Gargalharam alto.

 

--Nossa que felicidade – Juliana disse entrando na cozinha?

--É estão rindo do que?- Claudia perguntou

-- De nada – Andreia falou desfazendo o sorriso

--Como assim? Fala logo do que estão rindo – Juliana sentou na mesa.

--Estávamos falando de uma coisa minha. – Junior falou rápido

--Aposto que era safadeza, eu quero saber – Claudia falou com curiosidade.

--Foi sobre um boy que eu fiquei uma vez, ele era bem grande, dai quando eu vi fiquei com medo – Ele mentiu

--Jura, mas então você o deixou te comer? – Claudia perguntou

--Ai Clau deixa de ser assim, não se mete na vida intima das pessoas, que feio – Maria disse já com as bochechas rosadas.

--Mariazinha, deixa ele continuar, falar vai – Claudia disse bem interessada no assunto.

--Bem eu fiquei com medo, mas o boy era tão lindo, tão perfeito que acabei deixando e ... – Ele contou uma historia elas acabaram acreditando, até se distraindo com aquilo.

 

 

-- Olá crianças, boa noite – Paula disse entrando com várias sacolas.

--Tia era para a senhora ter falado que iria lhe pegar com a moto – Andreia foi ajuda-la.

--Não precisava sempre vi andando, já temos jantar pronto? - A mulher falou vendo as panelas no fogão.

--A mestre cuca ai que fez – Junior apontou para ela.

--Logico, até porque a Juli mal frita um ovo

--E quando frita deixa queimar – Maria falou e elas sorriram, a noite passou entre muito sorrisos e diversão, mas sempre que dava Andreia ia na pequena janela e olhava para casa da frente.

--O que você tanto olhava lá pra casa da sua tia Deia – Andreia arrumava o colchão no chão ao lado da cama de Juliana.

--A Lidia, fico preocupada com ela.

--Eu a vi hoje de tarde ela disse que estava bem, disse também que vai dá um jeito de vim aqui, pois a mãe dela a proibiu.

--Assim espero, senão eu mesmo vou lá.

--Nada disso, nem invente, não quero que você se arrisque assim, ninguém sabe o que aquele homem é capaz.

--Ele é um frouxo isso sim.

--Mesmo assim, não invente de ir lá entendeu? – Disse com o dedo em riste.

--Sim senhora– Andreia sorriu, achou uma graça ela com a testa franzida.

--Tá avisada, agora ver se não ronca, ontem você roncou  -Juliana disse deitando na cama.

--Eu não ronquei, quem ronca aqui é você, sem contar que quase morri sufocada com seu cabelo no meu rosto.

--Deixe meus cachos- Jogou o travesseiro nela.

--Vai dormir senão te acordo com um balde de água – Andreia disse devolvendo o travesseiro, depois de mais alguns minutos nessa brincadeira elas foram dormir.

 

 

 

--Oi Andreia, estava com saudades, vem entra – Katia puxou Andreia pelo braço.

--Você está sozinha mesmo? – Ela olhava para dentro da casa a procura de alguém.

--Estou, meus pais estão viajando a trabalho, só amanhã de noite – Passou os braços no pescoço dela.

--E ele deixa uma menina de dezesseis anos sozinha?

--Eles confiam em mim, vem vamos lá para o quarto – Falou com a voz carregada de maldade.

-- Confiam é? Que bom que eles não me conhecem, assim não confiariam em mim – Puxou a garota para si a levantando e a pressionando na parede, ela a beijava com força, deixando claras suas intenções com aquela garota, quando se separaram ela começou a beijar o pescoço, a menina já estava ofegante com aquilo.

-- Nossa vamos para o quarto, lá continuamos – Katia disse puxando a maior para si, emendaram em um beijo cheio de volúpia e desejo, não demorou muito ali em pé, a fez andarem até caírem deitadas na cama, Andreia começou a percorrer o corpo da menor com as mãos até alcançar a barriga dela, fez questão de apertar por debaixo da blusa, sentiu a menina gemer baixo com aquilo que foi a liberação para ela subir mais a mão e alcançar os pequenos seios, que cabiam perfeitamente em sua mão, os encontrou duros  demonstrando o quanto estavam desejosa, mas Andreia parou, não poderia prosseguir sem ter a certeza de duas coisas.

--Katia você realmente quer isso? – Perguntou olhando para a garota.

--Quero, quero muito – Ela disse já querendo voltar a beija-la.

--Mas você não é virgem? É?

--Não, não sou, deixa de besteira faz amor comigo – Andreia deu seu típico sorriso de lado, um sorriso nada inocente, iria transar com aquela garota ate perder as forças

-- Então vamos sem pressa – Ela disse já tirando a blusa da menina – Você é uma delicia Katia – Ela disse já tomando os seios dela com a boca, agradeceu mentalmente por ela está sem sutiã, chupou, lambeu mordeu aqueles pequenos montes depois desceu a boca pela barriga da menina e tirou o pequeno short já tirando a calcinha junto, a menina apoiou-se nos cotovelos par ver o que ela iria fazer, mas não conseguiu segurar naquela posição quando Andreia tomou seu sexo sem nenhuma cerimônia, ela chupo forte fazendo a menina gemer alto, algo que deixou Andreia louca de tesão ela adorava escutar as suas companheiras gemerem, ela explorou aquele sexo até sentir a menina gritar em sinal que tinha alcançado ao orgasmo, assim que os espasmos do corpo da garota cessaram ela subiu e deitou ao seu lado.

--Eu... eu nem sei o que falar, Andreia você é muito boa – A garota disse ofegante.

--Sou? Você não viu nada – Subiu novamente no corpo da menor e começou a se esfregar lentamente nas pernas da garota, desceu a mão e começou a massagear o sexo da garota que não demorou muito e estava gemendo novamente, quando a sentiu entregue a penetrou, os gemidos aumentaram e ela forçou mais o contato de seu sexo com a coxa da garota, não demorou muito para a menina gozar e ela a acompanhar, ela deitou ao lado da garota que estava com o sorriso aberto, ela esperou mais alguns minutos e voltou para cima da garota.

 

 

 

--Mãe a Deia está demorando hoje não é? – Juliana perguntou para a mãe que estava fazendo o jantar. –Ela sempre chega antes das quatro da tarde e já vai dá seis e meia.

--Ela não te disse? Parece que ela foi na casa de uma amiga dela, ela me avisou que chegaria mais tarde.

--Amiga? Que amiga? As meninas estavam aqui hoje à tarde.

--Deve ser outra amiga Juli, uma que não seja incomum.

-- Mas quem será que eu não conheço? – Ela ficou incomodada com aquilo.

--Ai já não sei, pega uma cebola ai na geladeira para mim – Ela começou a imaginar quem seria essa nova amiga dela.

 

 

--Tem certeza que não quer dormir aqui ? -Katia perguntou abraçada a Andreia que já estava na porta da sala.

--Não dá, lembra que eu te disse que estava morando com a tia Paula, ela já me deixa ficar lá de favor, não posso exagerar, e já está bem tarde.

--Agora que é nove horas, podia ficar até meia noite.- Tentou beijar a garota novamente.

--Não, eu tenho que ir, qualquer hora dessa te ligo novamente. - Deu um selinho na garota, pegou a moto e partiu para sua nova casa, quando chegou viu Paula assistindo a novela, estranhou que Juliana não estava ali com ela.

--Boa noite Andreia, já jantou?

--Boa noite tia, já comi sim, mas daqui a pouco vou lá beliscar alguma coisa – Paula sorriu e a garota não entendeu.

--O que foi tia?

--O seu pescoço – Ela apontou e a garota foi no pequeno espelho na sala ver o que era.

--Que merda – ela disse vendo uma pequena marca avermelhada.

--Uma chupada – Paula sorria da cara de desespero da garota

--A senhora não está brava?

--Eu? Por que estaria? Só tenha cuidado com doenças e gravidez, o mais a vida é sua você tem maturidade suficiente para saber o que faz de sua vida – Pula disse bagunçando os cabelos curtos da menina.

--Obrigada tia – Ela abraçou a mulher que sorriu.

--Não tem o que agradecer agora vai tomar um banho e se alimenta, que aposto que perdeu muitas energias – Ela estava zoando com ela.

--Ai tia está bom – Disse com vergonha.

--Está bem parei, mas olha direitinho o resto do corpo, se você não sentiu essa quase mordida ai vai que arrancou um pedaço, aposto que você não viu, - A mais velha  sorria

--Eu vou para o quarto, serio tia a senhora está me deixando com vergonha.

--Ao menos alguém nessa casa transa

--Ai já chega – Ela saiu para o quarto deixando Paula sorrindo, quando entrou no quarto encontrou Juliana sentada na cama. – Boa noite Juli – Foi pegar sua toalha de banho.

--Onde você estava até uma hora dessa? – Não estava com uma cara muito boa.

--Eu? Estava estudando – Mentiu.

--Me fala a verdade Deia – Juli disse olhando nos olhos da maior que logo desviou.

--Essa é a verdade estava na casa de uma amiga ensinando ela umas lições.

--Eu sei que não é verdade – Juliana disse saindo do quarto, rápido, Andreia não entendeu o que houve e foi tomar banho,a outra garota também não entendia o que estava se passando com ela, essa raiva que sentiu ao ver o pescoço de Andreia marcado claramente era um chupão, aquilo estava a deixando incomodada demais, só estava com vontade de chorar, não entendia o que aquilo significava, ficou ali na calçada de casa por alguns minutos até se sentir mais calma, quando entrou viu a Andreia e Paula sorrindo. – Nossa quanta animação, não sei o porquê de tanta alegria, vou dormir – Ela disse indo para o quarto.

--O que será que deu nela? -  Andreia perguntou surpresa.

--Ela está de TPM, não liga e acostume-se que ela fica um saco, bem voltando ao assunto, o canalha do pai da Juli era um homem lindo, tinha aquele sorrisão igual ao dela, mas era cafajeste, muito cafajeste eu só vim descobrir que ele era casado e tinha três filhos quando já estava gravida, mas ai eu me mudei de onde eu morava e nunca mais quis saber dele.

--Mas ele não sabe dela?

--Não sabe e se depender de mim nunca saberá, eu lutei muito para criar minha filha só e até hoje tenho conseguido.

-- Eu admiro muito a senhora por isso, não deve ser nada fácil.

--E não é mesmo, mas nunca podemos desistir.

--Bem tia amei a conversa e acho que vou dormir, amanhã tem aula

--Vai lá e tenta colocar algo para esconder a marca – Ela sorriu para a garota que saia já envergonhada., ao chegar ao quarto encontrou as luzes apagadas, não quis acordar Juliana, já tinha preparado sua cama, então apenas deitou para dormir, ficou lembrando a reação da garota, mas a única conclusão que chegou foi o que Paula tinha dito, TPM. A semana passou quase que voando, no sábado de manhã Lidia apareceu pelo quintal da casa agora de Andreia tambem, conversaram bastante, ela disse que iriam voltar para o casebre onde moravam duas ruas após aquela, pois aquela era paga com o dinheiro de Andreia, disse que o pai mal a encarava, não tinha mais encostado nela.

 

--Lidia vamos sair mais tarde, não quer ir? – Juliana chamou a garota, ela já não estava com raiva de Andreia pelo ocorrido dias atrás. –Ao menos comemoramos atrasado o aniversario dessa chata – Deu uma tapa no braço de Andreia

-- Vou dá meu jeito encontro vocês aqui mais tarde- Ela disse já se despedindo

--Vou esperar – Andreia falou abraçando a prima, logo a noite chegou e a hora de se arrumar chegou, Andreia estava no quarto em frente ao espelho arrumando os cabelos com gel e Juliana entra apenas de calcinha e sutiã, o coração de Andreia fica descompassado com a perfeição daquele corpo, sabia que ela tinha um copo bonito, mas não tanto quanto como aquele, aquela pele negra, perfeita, não existia outra palavra.

-- O que acha desse vestido? – Juliana mostrava um vestido azul, ele era florido e solto, ia até os joelhos. ---Está quente, o que acha?

--Er... ele é lindo – Ela falou quase que gaguejando, não conseguiu tirar o olho dela que colocava a peça bem lentamente.

--Fecha para mim?- Ela virou de costas para Andreia que respirou fundo sentindo o cheiro daquela menina, fez questão de se demorar para fechar aquele zíper.—Deia eu queria falar uma coisa para você – Ela disse assim que Andreia acabou com o zíper

--Pode falar, o que é?

-- Ai gente quase que não chegava, minha mãe está cada dia mais chata – Lidia entra no quarto interrompendo-as – Estou encima da hora, me ajuda com minha maquiagem Juli ?– Ela se despiu ali mesmo e começou a se arrumar, Andreia ficou intrigada, não sabia o que Juliana queria falar

--Estão prontas? Vamos? – Andreia perguntou impaciente. – Vocês estão há quase uma hora se arrumando, e olhe que é apenas um vestido.

--Você fala porque não passa maquiagem só esse lápis preto no olho, vamos e tira essa cara feia – Juliana disse seguindo para porta, despediram-se de Paula e foram pela rua de trás por causa de Lidia, logo chegaram no ponto de ônibus onde todos já esperavam, seguiram para o mesmo local de sempre no Recife antigo.

 

 

--O que você ia me falar quando a Lidia chegou?- Perguntou assim que se viu sozinha com Juliana

--Oi, demorei mais cheguei – JM chegou e abraçou Juliana a puxou para um beijo

--Nossa até que fim vocês começaram a namorar – Claudia disse animada

Notas finais:

Ola minhas flores, como vcs estão???

SIMMMM! MAIS UM CAPITULO!!!! KKKKK

 A pedido temos um capitulo hj

Bem vamos lá: E agora esse namoro? Como a Andreia vai reagir? 

O que vcs esperam disso tudo?

 

BJS ate breve.



Comentários


Nome: Mille (Assinado) · Data: 24/04/2018 17:17 · Para: Capitulo 6

Olá Lili 

Que golpe a Deia tomou agora foi um locauteada sem ser tocada e esse JM já se sentia imagina agora.

Bjus e até o próximo capítulo 



Resposta do autor:

Ele vai é se achar o bam bam bam, mas veremos se por muito tempo.

 

BJS Mille minha flor



Nome: Lili (Assinado) · Data: 24/04/2018 09:27 · Para: Capitulo 6

Fala sério esse JM e um pela saco.



Resposta do autor:

Acho q é a opnião de geral. kkk

BJS



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