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[Comentários - 407]   Impressora Imprimir Capitulo ou História - Lista de Capítulos

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Static void Main(){

                var Capítulo= 9;

var Título = “Cool For The Summer”;

                var POV= “Isabella”;

};

 

“Got my mind on your body and your body on my mind
Got a taste for the cherryI just need to take a bite. ”

 

Cool For the Summer (Demi Lovato, 2015)

 

-- Você o quê?

“Isso foi um grito. Não foi uma alteração de voz, foi um grito mesmo. A autora? Fernanda. O motivo? Contei a ela sobre o meu sonho erótico com Alice. Consegue imaginar a cara dela? Tá bom, vou tentar narrar pra você a reação, mas adianto que nada se compara à cena ao vivo.”

Diferente do que eu fiz com o Lucas, para Fernanda eu contei cada detalhe de todas as maluquices que haviam acontecido comigo no dia anterior.  Não escondi nada, um sentimento sequer. Adiantava esconder? Fernanda me conhecia tão bem que dava para afirmar, sem medo, que me conhecia melhor do que eu mesma. Fora que era uma baita de uma curiosa, como qualquer boa geminiana. Eu vivia dizendo que ela estava na profissão errada, que devia ter estudado jornalismo para se tornar uma daquelas repórteres de tabloides que descobrem todas as fofocas mais quentes do mundo dos famosos. Enquanto nos guiava até o meu trabalho, ela ouvia atentamente cada palavra que eu falava. Os enormes olhos verdes estavam arregalados, fixos na rua, mas de vez em quando me dava uma fitada de soslaio. O queixo estava caído. Caiu na hora em que comecei a descrever como me senti no momento em que pus meus olhos em Alice pela primeira vez e permaneceu suspenso, contrariando a tagarelice tão peculiar dela, até que eu finalizei a história, contando sobre o sonho e como ele acabou. Foi aí que o quase desastre aconteceu.

“É isso mesmo que você leu. Em pouco mais de um dia: dois quase acidentes de trânsito, um ataque de pânico e meio, um semi flagra de sexo explícito, um elevador em pane, uma carona, várias discussões, o par de olhos azuis hipnotizantes, milhares de pensamentos inoportunos, um quase beijo, mais uma discussão e um sonho erótico desconcertante com direito a orgasmo e tudo. Tudo ocasionado direta ou indiretamente pela mesma pessoa: Alice. Se tivesse passado um furacão pela cidade entre aqueles dois dias, eu certamente o batizaria de furacão Alice.”

Dava para entender o descontrole momentâneo da Fernanda, pois, até aquele instante, a coisa mais emocionante que eu já tinha narrado para ela sobre a minha vida sexual foi a noite em que Lucas e eu transamos no quarto dos meus pais enquanto eles estavam jantando fora. Aliás, aquela também foi a ocasião em que eu perdi a minha virgindade. Nós tínhamos 18 anos, foi no início do nosso namoro. Já estava enrolando-o fazia certo tempo, dizendo que queria que fosse especial e blá, blá, blá... Mentira. A verdade é que nem de longe eu estava tão empolgada quanto ele e só de pensar no que poderia acontecer, eu entrava instantaneamente em pânico. Meu medo: sentir dor, engravidar, não saber o que fazer, ser descoberta pelos meus pais... Eu tinha uma lista de mais ou menos uns dez metros de coisas que me deixavam apavorada, mas sabia que tinha que acontecer.  Ele queria ir para um motel, mas nem tínhamos carro. Recusei-me a fazer o trajeto de táxi, primeiro porque, como já narrei, eu não ando de táxi, segundo porque com que cara eu ia olhar para o motorista me julgando? E terceiro porque para quem queria uma coisa especial, motel era o lugar menos apropriado, né? Fora que eu não tinha coragem de deitar na cama de um motel, aliás, acho que não tinha coragem de tocar sequer na maçaneta da porta. Na verdade, eu tinha medo de contrair uma DST só de aspirar o ar do quarto. Enfim, para encerrar, nem foi bom. Eu estava tão tensa e tão nervosa que contagiei o Lucas. Logo o Lucas, tão experiente, o rei da escola. No final, ele levou menos de três minutos para chegar lá e eu fiquei a ver navios, porque, como falei que estava sentindo dor, ele ficou tenso e não conseguiu mais levantar. A verdade é que ao invés de me frustrar, aquilo me deixou aliviada. Não queria mais aquela coisa dentro de mim. Só de pensar me dava náuseas. Foi só depois de algum tempo que pegamos o jeito e só então eu consegui, finalmente, ter o meu primeiro orgasmo.

Pois bem, mas voltando à Fernanda e o nosso incidente de trânsito.

-- Fê, eu tive um sonho erótico com ela. Acordei tendo um orgasmo, o corpo todo tremendo, encharcada de suor...

-- Você o quê? – O grito do início.

Estávamos cruzando um semáforo o qual Fernanda não reparou que tinha fechado fração de segundos antes, pois havia acabado de desviar os olhos da via para me encarar assustada. Nisso, ela não viu a mudança do amarelo para o vermelho. Um motoqueiro apressadinho, que ao invés de conferir o próprio sinal que o interditava, olhava para o sinal na via perpendicular, aguardando que ficasse vermelho, antecipou-se ao ver acontecer, antes mesmo que o dele ficasse verde, e avançou na via. Foi tudo muito rápido. Os olhos arregalados de Fernanda não saíram de cima de mim, nem mesmo quando o motoqueiro buzinou forte. Instintivamente, desviei meu olhar do dela e fitei a rua. Quando vi, estávamos a pouco de colidir com o motoqueiro. Gritei:

-- Fernanda, a moto. Freeeeeeia!

Saindo do transe, ela virou rapidamente para a rua a tempo de frear. O motoqueiro também foi muito astuto ao fazer uma manobra radical, quase encostando o joelho no chão para desviar. O carro vinha rápido, por isso, com o freio brusco, giramos na pista. O semáforo da perpendicular ainda demorou alguns segundos para abrir e não deu tempo de nenhum outro veículo avançar a ponto de colidir conosco. De todo modo, quase morri do coração e Fernanda também ficou transtornada. Depois do susto e de conferir se o motoqueiro estava bem, embora estivesse mais puto do que torcedor da seleção brasileira no dia do 7x1 contra a Alemanha, seguimos o nosso caminho.

-- Foi culpa sua. Como me dá uma informação dessas assim, no seco?

Ela esbravejava falsamente. Passado o susto, sabia que estava se divertindo com a minha cara.

-- Aliás, seco não, né, minha filha? Pelo que entendi, você estava era bem molhadinha.

-- Ridícula. Não sei por que te contei isso.

Ela ria e se divertia horrores com a minha cara.

-- Isa, eu sou uma péssima melhor amiga. Como nunca percebi que você é lésbica? Tá tão na cara! Agora tudo está claro.

O tom dela era de indignação consigo mesma. Ela se culpava, balançava a cabeça e ria, incrédula.

-- Quê? Como? Eu... Eu não sou...

Gaguejei. Que absurdo o que ela estava falando. Fui interrompida pela sequência do devaneio em voz alta dela:

-- Claro, você nunca se interessou por meninos. Era fogo pra algum conseguir te levar pra sair. E você não gostar de sexo... Que óbvio, cara! E eu pensando que você era só frígida ou que o miserável do Lucas não sabia fazer o babado direito, mas não. Você não gosta é da fruta. Como deixei isso passar?

Dava conta da minha vida como se fosse um jogador de RPG manipulando um de seus personagens.

A Alice já explicou pra vocês o que é RPG, né?

Pois bem, Fernanda tinha esse terrível defeito: achava que além da vida dela, tinha que viver a minha também, já que eu não o fazia. Palavras dela. Era sempre assim quando eu tinha uma dúvida ou uma decisão importante a tomar. Ela tomava as rédeas da situação, analisava os fatos, ponderava sobre os prós e os contras e no final dava o veredicto. Metida total. Tudo bem que eu quase nunca ia pela cabeça dela e acabava decidindo por mim mesma, mas até que eu gostava daquela preocupação toda. Ela realmente se importava comigo. Só que naquele instante, especificamente, eu estava mesmo era com vontade danada de esganar aquela enxerida sem noção. Onde se já se viu? Eu, lésbica. Absurdo. Quem nunca se excitou com uma situação inusitada? Eu estava certa de que aquele sonho havia sido o bastante para extirpar aquela maluquice toda da minha cabeça.

-- Tá maluca, garota? Você tá ficando doida?

-- Não, na verdade, eu estou no meu mais perfeito normal e ainda arrisco a dizer que nunca enxerguei tão claramente. Você é que tá doida. Doidinha, doidinha... Louquinha pela Alice dos olhos azuis. Ui, ui...

E soltou uma gargalhada. Comecei a estapear os braços dela.

-- Quer que eu bata o carro? Para com isso, sua maluca.

Ela reclamava, mas ainda ria da minha cara, deixando-me cada vez mais enfurecida. Mas tinha razão, meu acesso de raiva poderia ocasionar um acidente e corríamos o risco de não ter a mesma sorte que tivemos no primeiro. Parei e cruzei os braços no meu banco, completamente emburrada.

-- Não devia ter de contado.

-- Ow, sua bocó, para com isso, vai?

-- É sério, Fê. Não tô te contando pra você fazer piada a respeito. Não gostei do que você falou.

-- Não? E o que queria que eu dissesse?

-- Que eu tô maluca, que isso não é certo, que foi só reação a um dia intenso, que não tem dúvidas sobre a minha heterossexualidade...

-- Entendi! Queria que eu mentisse.

-- Fernanda...

-- Isa, meu amor, você sabe que eu te amo, não sabe? Sabe que é a irmã que eu nunca tive, que é meu xodozinho e que me preocupo demais com você. Responde, você tem ciência disso?

-- Sim, tenho.

-- Então, embora eu tenha falado em tom de brincadeira, o teor era sério. Pra mim, agora tudo faz sentido. Pensa só um pouquinho...

-- Fernanda, eu não sou lésbica.

Respondi incisiva.

-- Não é ou não quer ser?

-- Eu não sou. Eu amo o Lucas, eu gosto da vida que nós temos... Estamos passando por uma fase ruim, mas isso não significa que...

-- Isa, isso não tem nada a ver com o Lucas.

-- Como não? Nós somos praticamente casados, moramos juntos e...

-- E nada. Vocês vivem de conformismo. Acho que nem ele gosta mais de você como no início. É só cômodo pra vocês ficarem juntos. Diga-se de passagem, mais cômodo pra ele do que pra você. Para pra pensar, Isa. Quais os planos de vocês para o futuro? Pretendem comprar uma casa, ter filhos, fazer viagem de férias? Vocês têm planos de casal, Isa?

Ela fez uma pausa, mas estava claro que a pergunta era retórica. Fiquei apenas administrando na minha cabeça as informações que recebia, tentando encontrar algum nexo. Continuou:

-- Não tô dizendo que você tá apaixonada por essa Alice aí. Talvez nem tenha dado tempo pra isso, pois nem se conheceram direito. Não digo, muito menos, que ela é a pessoa certa ou errada pra você e se é cafajeste mesmo do jeito que falou, acho até que o melhor é se manter longe. Além do mais é sua colega de trabalho e isso seria muito complicado. Mas uma coisa é fato, amiga: ela despertou em você algo que nem sabia que existia. Olha, eu te conheço melhor do que a mim mesma, Isa. Isso eu garanto. Nunca te vi se sentindo tão mulher na vida. Nunca te vi corar ou falar tão empolgada de alguém. Esse desejo todo pode ser só pela tal da Alice especificamente e pode ser uma coisa passageira ou então você realmente descobriu que estava presa em Nárnia esse tempo todo e agora encontrou a porta do armário para sair e viver no mundo real. Só te digo uma coisa, de todo coração, e espero que ouça sem subir os muros de defesa: não se boicote, não se bloqueie. Certo e errado são duas coisas muito relativas, Isabella. Permita-se. Pare de pensar nas situações e nas outras pessoas e comece a pensar em você. Dê a você a oportunidade de pensar sobre isso, faça uma autoanálise, procure ajuda se precisar, mas não fique se boicotando antes de saber o que se passa de verdade nessa cabecinha dura aí. Eu tô aqui para o que você precisar, sabe disso. Só quero o seu bem e acima de tudo só quero que seja feliz.

Nota da autora: Nárnia é um mundo fantástico criado pelo escritor Irlandês CliveStaples Lewis como local narrativo para As Crônicas de Nárnia, uma série de sete livros. Para entrarem em Nárnia, os personagens do primeiro livro precisam atravessar um armário que serve como portal entre a Terra e o mundo mágico. (Fonte: Wikipédia. Não me julguem. Onde vocês pesquisariam?)

Essa era a minha Fernanda. A criatura mais porra louca e estabanada que eu conhecia na vida, mas também a amiga mais linda e parceira que alguém poderia ter. Por pior que fosse a situação, ela sempre achava um jeito de fazer com que eu me sentisse bem. Fazia-me sentir mais segurança e mais autonomia sobre a minha própria vida, mesmo que na maioria das vezes eu sempre acabasse enfiando os pés pelas mãos. Sobre o Lucas, ela estava certa. Não era a primeira vez que me falava aquilo tudo, mas acho que foi a primeira vez que de fato eu dei ouvidos. Sobre os meus sentimentos recentes pela Alice ou por mulheres em geral, eu já não sabia. Mas ela tinha razão em uma coisa: diante de tudo, não dava para continuar insistindo em me convencer na marra que eu não era lésbica ou pelo menos bissexual. Fato incontestável: realmente nunca havia me sentido tão mulher na vida depois de um orgasmo... E olha que foi só um sonho.

-- Ok.

-- Ok?

-- Sim, ok. O que quer que eu diga a mais?

-- Sei lá... Algo tipo: “Fê, você é a guru do amor. Como vivi esse tempo todo sem seguir os teus conselhos?”

-- Idiota.

Gargalhamos.

-- Só quero que você não se sinta mal com isso. Se descobrir mesmo que gosta de meninas, isso não é o fim do mundo. Já não é há muito tempo, amiga. E tem mais, eu sempre quis ter um amigo gay, então, já que não veio, vou ficar conformada e feliz com uma lésbica.

-- Palhaça! Você não toma jeito, né?

Eu já não tinha mais raiva das coisas que ela falou. Naquele instante, parecia mais natural pensar sobre aquilo tudo.

-- Obrigada, Fê. Vou pensar sobre o que me falou.

-- Promete?

-- Sim, prometo.

-- Chegamos.

-- Tá cedo ainda e sei que você tá adiantada. Deixa eu te pagar o café da manhã pra te agradecer a carona?

-- Não sou tão barata assim, garota. Mas vou aceitar pra abater do débito.

-- Anda, sua ridícula. Estaciona logo essa lata velha.

Estacionamos e caminhamos até a padaria em frente ao prédio da empresa, a mesma que havia tomado café no dia anterior. No caminho, mudamos o foco do assunto. Conversamos algumas amenidades, mas minha cabeça não parava de girar com todos aqueles sentimentos e informações. Era fato que Fernanda tinha razão, mas mesmo assim tudo estava fadado ao desastre de diversas formas. Primeiro de tudo eu não teria coragem de trair o Lucas, embora ele não tivesse tido a mesma consideração por mim. Segundo, Alice, por mais que mexesse comigo e estivesse claramente interessada, já havia deixado nítido que não passava de uma conquistadora em série e, por último, o quão complicado seria me envolver com uma pessoa do meu trabalho? Não, aquilo jamais daria certo. Tudo bem, eu estava disposta a descobrir se havia realmente me bandeado para o lado colorido da força, mas o meu teste não poderia ser com Alice. Ainda nem havia conseguido raciocinar sobre qual seria a minha reação ao revê-la naquele dia, já que além daqueles olhos desconcertantes, agora também vagava pela minha cabeça a imagem dela nua e o sentimento dos beijos e carícias que trocamos no meu sonho. Complicado, muito complicado. Pelo menos eu ainda tinha alguns minutos para me preparar para aquilo... Bem, era o que eu pensava, pois antes mesmo de concluir meu raciocínio, logo que entramos na padaria, avistei Pedro que acenava animado para mim. Não dava para ver o rosto da mulher sentada na frente dele, mas pelo cabelo e pelo porte, estava claro. Era ela.

-- Isa, aqui... Senta com a gente?

-- Quem é aquele?

Fernanda me perguntou curiosa.

-- É o Pedro. Meu colega na empresa.

-- Gatinho, hein? É solteiro?

Aquela era a Fernanda. Não perdia uma oportunidade.

-- Fê, é ela.

-- Quê? Como? Você quer dizer que ele é ela? Digo... Um homem trans? É isso?

Doida. Maluca... Não entendeu nada e eu não tinha forças para explicar. Minhas pernas estavam bambas. Ela virou, meu coração disparou.

-- Anda Isa, fala.

-- Não, sua tonta. A Alice... Tá na mesa com ele.

-- Não acredito.

Ela soltou um ar de espanto e levou as mãos à boca.

-- Vem, vamos lá. Quero conhecer.

-- Não, Fernanda, tá louca...

Mas era tarde demais. Ela já estava me arrastando pelo braço padaria adentro. Nem sei como cheguei naquela mesa, já que eu sequer sentia as minhas pernas. A boca estava seca. Ignorei sem querer a presença de Pedro, pois não consegui desgrudar as vistas dela. Estava mais linda ainda do que no dia anterior. Ela me olhava fixamente, como em todas as outras vezes em que o fez, e eu já estava até me acostumando com aquilo. Pior... Posso até dizer que estava gostando. Sorri sem perceber e cumprimentei:

-- Bom dia!

“Eu quero essa mulher. Quero provar essa cereja... Só preciso dar uma mordida.”

 

 

Nome: menteincerta (Assinado) · Data: 23/02/2018 13:20 · Para: Capitulo 9 - Cool For The Summer

Woow!

Que narrativa gostosa de ler! Tô adorando as trapalhadas da Isa e já virei fã de carteirinha da Fê.

Alice vai se enrolar demais com esse jeito cafajeste, prevejo mil tretas com a tal da metidinha lá.

Esse sonho da Isa foi demais, adorei. De início, quando ela falo pra Alice que era hétero, pensei que viria uma personagem daquelas beeem homofóbicas, que não daria o braço a torcer pra admitir a atração tão cedo. Mas pelo visto o preconceito dela não se alonga tanto assim, é algo mais pelo choque de imaginar a possibilidade, creio eu.

Uma coisa que eu tô tosrando bastante também são as músicas que você tem escolhido para os capítulos. Ótimas! Essa última referência que a Isa fez a Cool for the summer... Sensacional hahahaha

 

Bjos e até mais

Ass: nat



Resposta do autor:

Menteincerta, 

Feliz demais que tenha gostado. A Fê é o máximo, né? De uma espontaneidade ímpar.

E sobre a Alice, de fato, ela vai se enrolar um bocado por conta dessa vida bandida dela. kkkkk

A Isa é mais lésbica do que a comunida do Lettera inteira. kkkkkk Só não percebeu isso ainda. 

Com relaçao às músicas, tô pensando em fazer uma trilha sonora no spotfy. Quando eu fizer, compartilho com vcs. 

Obrigada por estar acompanhando e por me deixar saber o que está achando.

Abraços!

 



Nome: Val Maria (Assinado) · Data: 04/01/2018 02:43 · Para: Capitulo 9 - Cool For The Summer

Boa noite autora.

 

 

Cara, morro de ri com essa Isa,ela é  hilaria.

Dizem que o sonho é o desejo da alma,pois é isso que aconteceu com a Isa.

 

 

Muito boa esta estória,legal demais.

 

 

Forte abraço, continua.

 

Val castro.



Nome: mtereza (Assinado) · Data: 03/01/2018 23:46 · Para: Capitulo 9 - Cool For The Summer

Minha nossa essa história é tão boa que só consigo pensar em quero mais quando vem o próximo capítulo a ansiedade é grande demais rsrsr



Resposta do autor:

Tereza, o capítulo 10 ja foi postado. Corre la pra ler.

 

Abraços!



Nome: Ana Gil (Assinado) · Data: 03/01/2018 09:11 · Para: Capitulo 9 - Cool For The Summer

Que estória gostosa de ler kkkkkkk não vejo a hora disso desenrolar logo mas prevejo muitas contusões tb 



Nome: Pouca Sombra (Assinado) · Data: 03/01/2018 01:12 · Para: Capitulo 9 - Cool For The Summer

Que Capítulo hein?? Ri demais, muito bom!



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 03/01/2018 00:19 · Para: Capitulo 9 - Cool For The Summer

Fernanda e ótima. Acertou em tudo. Uau. Esse reencontro promete. Bjs



Nome: Angel68 (Assinado) · Data: 02/01/2018 23:53 · Para: Capitulo 9 - Cool For The Summer

Linier, vc se supera a cada capítulo, arrasa em todos !! E falei que os povs da Alice eram mais divertidos, mas essa da Isa, rachei....essa frase/pensamento final do capitulo lacrou, disse tudo, Isa vai cair de boca literalmente na fruta proibida, vai experimentar o lado colorido da força, e não vai demorar muito....agora, que amiga sensacional que a Isa tem na pessoa da Fernanda, MARAVILHOSA !! Queria uma amiga assim pra mim, viu !! Será que não rola um climinha entre a Fernanda e o Pedro ?? Ia ser o quarteto fantástico.



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