If(true){love} //o código da atração por linierfarias


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Static void Main(){

                var Capítulo = 7;

  var Título = “Crazy In Love”;

                var POV = “Isabella”;

};

 

“Such a funny thing for me to try to explain how I'm feeling, and my pride is the one to blame, 'cuz I know I don't understand just how your love can do what no one else can.”

 

 Crazy In Love (Beyonce, 2003)

 

“Eu não sou lésbica, eu não sou lésbica, eu não sou lésbica...”

Foi o que eu comecei a repetir mentalmente para ver se conseguia convencer a mim mesma disso. Não fazia o menor sentido, porque, de fato, não sou e nunca fui lésbica. Nunca senti atração por mulher nenhuma... Aliás, pensando melhor, nunca senti atração por ninguém, além do Lucas, claro. Pelo menos não aquela atração instantânea, aquela que vem só de olhar para a pessoa e faz todos os pelos do corpo se eriçarem... Aquela que faz as pernas ficarem bambas e o coração acelerar... Aquela que faz a garganta secar e a respiração descompassar... Aquela que te deixa com água na boca e com vontade de beijar... Aquela que eu estava sentindo naquele instante pela dona do par de olhos azuis mais intensos do universo.

 

“Espera... Nunca senti isso nem pelo Lucas. Merda! Será? Não, não pode ser e não é. Vou repetir quantas vezes precisar até convencer meu corpo disso. Eu não sou lésbica.”

Quando o elevador deu o solavanco e parou, eu fiquei desesperada. Completamente tomada pelo medo, deixei que meu instinto me guiasse e me joguei nos braços de Alice, que me recebeu de forma tão calorosa que cheguei a esquecer o medo por um breve instante. Senti o abraço apertar e o cheiro dela me invadir. Naquele instante eu não sabia mais o motivo do meu corpo tremer. Fiquei alucinada. Ela afastou nossos corpos e me perguntou se estava tudo bem, foi quando a realidade pesou e lembrei que estávamos em um elevador parado que poderia despencar a qualquer momento do vigésimo andar ou então nos matar sufocadas. A breve excitação que senti deu lugar ao desespero novamente e mais uma vez naquele mesmo dia eu estava tendo um ataque de pânico. Alice pareceu perceber e foi tão gentil, tão doce, tão delicada em tentar me acalmar que me deixou sinceramente comovida. A melhor maneira que encontrei de agradecê-la por me ter salvado de duas crises no mesmo dia foi convidá-la para subir e tomar uma bebida. Ela aceitou e, de repente, estava ali na minha sala, cara a cara comigo, devorando-me com aquele olhar faminto, tirando de mim qualquer controle que eu tinha sobre o meu corpo. Se bem que eu nem podia reclamar, pois fui eu quem a provocou quando a questionei sobre o relacionamento dela com a Giselle. Aquilo não era da minha conta, mas eu estava absolutamente tomada pela curiosidade desde a hora em que flagrei as duas juntas. Mesmo assim não passava pela minha cabeça perguntar a ela de forma tão direta. Quando percebi, as palavras já haviam saído da minha boca e ela já estava a centímetros de mim, enquanto nós debatíamos sua vida sexual. O olhar dela sobre a minha boca não deixava dúvidas sobre suas intenções. Eu cheguei a sentir o beijo iminente, inclusive entreabri os lábios para receber os dela, mas não... Aquilo era errado de muitas maneiras. Eu era comprometida, meu namorado poderia chegar a qualquer momento, ela era minha colega de trabalho e... Bem... Era uma mulher.

 

“O quê? Não, eu não sou preconceituosa, só não sou lésbica. Ah, se eu não sou lésbica, por que uma mulher está me deixando excitada? Você já viu a Alice? Acho que até um cubo de gelo ficaria excitado olhando para aquela mulher. Acho que até ela mesma fica excitada se olhando no espelho. Ela tem o tipo de beleza que você acha que só vai ver no cinema ou na televisão. É desconcertante encarar tanta beleza de frente. E além de linda, ela tem todo aquele porte, aquela atitude... Aqueles olhos... Ela é imponente, sabe? Natural ficar admirada, mas isso não faz de mim uma lésbica.”

 

A despeito da vontade alucinante que eu estava sentido de ser tomada por ela e descobrir o sabor daquela boca rosada, resgatei um fio de lucidez e interrompi o clima, perguntando se era hábito dela fazer sexo casual com as colegas de trabalho. Não sei se fiquei frustrada ou feliz com a resposta cafajeste que recebi:

 

-- Não. Só com as lindas como você.

 

Frustrada por meu desejo não ter se materializado e feliz pelo mesmo motivo. Entretanto, o que senti mesmo foi um balde de água fria sendo jogado em minha cabeça, pois aquela resposta arrancou de mim qualquer vontade de seguir adiante com aquela loucura. Não consegui controlar o tom de escárnio na minha voz quando me afastei e disse a ela, em outras palavras, que aquele joguinho podia ter funcionado com a Giselle, mas não funcionaria comigo. Acho que ela se arrependeu no exato momento em que falou, pois virou-se para mim com um olhar tão desesperado que se eu não estivesse tão frustrada, teria rido. Abriu e fechou a boca várias vezes, como se tentasse falar algo, mas antes de conseguir dizer qualquer coisa, Lucas chegou. Meu coração quase parou com o susto e com a possibilidade de ter sido flagrada por ele naquela cena maluca de instantes atrás, mas incrivelmente consegui agir com naturalidade. Alice não. Apresentei os dois, que se cumprimentaram e conversaram rapidamente, e em seguida ela saiu apressada, usando qualquer desculpa. Sequer esperou que eu a acompanhasse até a porta.

 

“Deus, o que tá havendo comigo?”

 

Eu nunca havia parado para pensar sobre a maneira como as pessoas me atraíam. Lucas foi o meu único namorado de verdade. Antes dele, tive pequenos affairs com garotos da escola, mas nada que passasse de alguns beijinhos ou amassos. Sempre fui muito nerd, a melhor da turma, e essa era a minha principal preocupação na época do colégio: ser a melhor. Isso me rendeu até uma fama de metida. Alguns meninos até se aproximavam, cantavam, convidavam para sair, mas eu raramente aceitava.  As vezes que cedi foram quase sempre motivadas por Fernanda, que insistia que eu devia parar de me cobrar tanto e curtir um pouco a adolescência. O Lucas não foi muito diferente dos outros. Sabia que ele era o garoto mais cobiçado da escola toda, mas mesmo assim eu nunca me interessei. Foi só quando ele deu em cima de mim que finalmente algo se acendeu. Foi ele o primeiro e o único a conseguir fazer meu coração acelerar e eu me sentir apaixonada. Talvez por isso eu tenha decidido que ele seria o homem da minha vida. E com ele fui feliz por muito tempo. Não que eu não fosse mais, mas as coisas estavam desgastadas entre nós, principalmente depois da traição. Sem contar que ele não dava uma dentro e, por mais que eu tentasse defendê-lo para meus pais e Fernanda, sabia que eles tinham razão. Nossas discussões aumentavam a cada dia e na mesma medida o sexo diminuía. Eu tentava o tempo todo me convencer de que era uma fase, mas a verdade era que tudo estava ficando cada vez mais difícil entre nós. A última havia sido a batida no meu carro, que me deixou furiosa e me trouxe um prejuízo de proporções homéricas. Eu já não tinha mais a menor paciência com ele, que, ao contrário de mim, parecia ser o mais apaixonado e dedicado namorado de todos. Isso, às vezes, fazia com que eu me sentisse muito culpada pela forma com que eu estava tratando-o, afinal, não era possível que ele fizesse as burradas que fazia por mal. Ele era só um meninão que precisava amadurecer, mas que me amava muito, e eu também o amava e não cogitava a possibilidade de ficarmos longe um do outro. Separação era algo impensável, por isso, eu havia decidido me esforçar para mudar a minha atitude, mas nem sempre eu conseguia.

 

-- Tá tudo bem com ela? Parecia meio... Sei lá... Nervosa.

 

-- T... Tá sim. Ela... Ela tinha um compromisso. Estava atrasada.

 

Respondi meio nervosa.

 

-- Que linda que ela é, né? Parece aquelas atrizes de cinema...

 

-- Ficou interessado? Quer o telefone dela?

 

Respondi sem pensar, usando um tom absolutamente rude. O que deve ter soado muito estranho para Lucas, porque nunca fui ciumenta. Ainda mais diante de um comentário tão trivial e pertinente daqueles, porque Alice era, de fato, lindíssima. Nem eu mesma entendi meu tom e o que me incomodou de fato.

 

-- Ei... Calma aí! Que novidade é essa agora de ciúmes?

 

Ele me perguntou incrédulo, com um sorriso no rosto. Acho que estava satisfeito, pensando que eu estava com ciúmes. Puxou-me para os seus braços e encaixou a boca no meu pescoço, mas... Não me acendeu. Ao contrário, senti uma vontade enorme de me desvencilhar daquele contato, mas me mantive. Abracei-o de volta e recebi o carinho sem muita vontade. Trocamos um beijo morno que logo foi ficando mais intenso. As mãos dele começaram a passear pelo meu corpo e... Fiquei incomodada. Precisava sair daquela situação, mas sem deixar que ele percebesse a minha falta de vontade.

 

-- Amor, tive um dia cheio. Tô com os nervos à flor da pele, quase fui atropelada, tive um ataque de pânico...

 

-- Quê?

 

Funcionou. Ele se afastou e me perguntou com olhos assustados:

 

-- Atropelada? Ataque de pânico? Que história é essa, Isa?

 

-- Calma, já tá tudo bem. Senta aí que vou te contar tudo.

 

Sentamos no sofá e, como era de praxe, acomodei minhas pernas sobre as dele, que imediatamente começou a massageá-las. Aquele sim era um carinho bem-vindo. Fiz um resumo dos fatos ocorridos naquele dia e ele ouviu tudo com atenção. Ficou bastante assustado com o fato de eu ter tido uma crise depois de tanto tempo.

 

-- Puxa vida, amor. Eu sinto muito que tenha passado por tudo isso.

 

-- É bom que sinta mesmo, pois tudo só aconteceu porque eu estava sem carro.

 

“Ai, que droga! Vivo prometendo que não vou jogar as coisas na cara dele, mas quando vejo já fiz. Merda!”

 

Ele se chateou. Largou minhas pernas e se levantou do sofá para ficar andando de um lado para o outro da sala. Eu poderia ter me desculpado... Na verdade eu queria ter feito isso, mas não fiz. Fiquei calada, esperando o que ele ia dizer.

 

-- Já disse que vou pagar o prejuízo, não disse? Já pedi desculpas, não pedi? O que mais você quer que eu faça?

 

Sim, ele disse que ia pagar o prejuízo, mas não tinha como fazer isso. De onde tiraria dinheiro? E sim, ele pediu desculpas, mas desculpas não iam fazer o carro se materializar.

 

-- A questão não é o prejuízo financeiro, Lucas. O problema é eu ter que ficar pedindo carona para um e para outro até a seguradora resolver liberar o carro reserva ou o meu ficar pronto. A questão é você parar de ser inconsequente e achar que seus atos irresponsáveis não geram transtornos nas vidas de outras pessoas...

 

-- Chega, Isa. Tô cansado de você jogando essas coisas na minha cara. Fugi mais cedo do ensaio porque estava todo empolgado pra ver você e saber como foi o seu primeiro dia, daí chego aqui e sou recebido dessa forma.

 

-- Ai, Lucas, não se faz de vítima, porque você não é. Não tente virar o jogo.

 

-- Quer saber? Eu devia ter ficado no meu ensaio.

 

-- Você veio mais cedo porque quis. Não pedi isso.

 

“Cara, como eu sou estúpida. E pior, mesmo tendo consciência disso, não consigo fazer nada a respeito.”

 

-- Ok, Isa. Tem razão. Vim mais cedo porque quis, porque sou um idiota apaixonado que fica correndo atrás de você feito um cachorrinho, mas que só leva patada. Vou voltar pra lá. É o melhor que faço. Tchau.

 

E sem dizer mais nada, saiu batendo porta. Eu estava chateada comigo mesma por tê-lo tratado daquela forma, mas foi impressionante constatar o alívio que senti em ficar sozinha. Não queria ter que conversar com ele ou encontrar formas de me desvencilhar de suas investidas. Só queria tomar um banho, comer alguma coisa e deitar, talvez ler um pouco, até apagar. E assim o fiz, exceto a parte de ler. Bem que tentei, mas não consegui me concentrar, pois, na minha cabeça, a imagem daquela mulher linda era predominante. Começou com a lembrança daquele comentário cafajeste que ela fez, mas rapidamente aquilo se apagou. Involuntariamente comecei a imaginar como teria sido aquele beijo que não se concretizou. Meu corpo chegou a arder só com a lembrança. Senti meu sexo contrair forte e imediatamente lembrei que nem os beijos e as carícias mais quentes do Lucas tinham o poder de me deixar tão excitada. Minha imaginação ganhou asas e adormeci pensando nela. Comecei a sonhar. No sonho, estávamos na sala e o beijo se concretizava. A boca tão macia, a língua quente explorando a minha boca com tanta perícia. Meu corpo foi suspenso e me senti sendo carregada no colo até o sofá. No caminho, afundei meu rosto no pescoço dela e aspirei forte o cheiro alucinante que ela exalava. Mordi, chupei, passei os lábios em toda a extensão daquele pescoço comprido. Senti meu corpo sendo acomodado delicadamente no sofá e quando vi, já estávamos nuas. Ela estava sobre mim e me encarava com toda aquela intensidade azul. Senti minha alma sendo invadida por aqueles olhos lindos. Mais uma vez nos beijamos com sofreguidão. Um beijo desesperado, molhado, delicioso. As mãos dela começaram a percorrer meu corpo. Agarraram e acariciaram os meus seios e depois uma desceu até meu sexo, que já aguardava ansiosamente o contato. Ela soltou minha boca e desceu até o seio livre. Abocanhou, primeiro com delicadeza, mas aos poucos foi dando mais intensidade à carícia. Senti um par de dedos longos me penetrar com vontade e imediatamente todo o meu corpo convulsionou. Acho que gritei, não sei se só no sonho ou se de verdade. Impressionante era ter consciência de que era um sonho. Ela começou a movimentar os dedos dentro de mim. Devagar... Devagar... E então foi acelerando. Meu corpo ardia, tremia, suava... O prazer era alucinante e só aumentava mais e mais... Até que eu explodi em um orgasmo surreal. Acordei ainda com o corpo tremendo e me sentei imediatamente. O coração a mil, a respiração descompassada e o corpo encharcado... De suor... De prazer... Sorri sem querer. Olhei para o lado e ainda estava sozinha. Alívio. Joguei o corpo para traz e me permiti apreciar aquele momento sem me julgar.

 

-- Ela me fez gozar sem sequer me tocar... Sem sequer estar presente. Que mulher é essa? Garota, você está me fazendo parecer uma louca.

 

 

 

 

Notas finais:

 



Comentários


Nome: mtereza (Assinado) · Data: 03/01/2018 09:15 · Para: Capitulo 7 - Crazy In Love

Nossa que sonho foi esse kkkk Lucas já era bebê vc dançou a sua namorada esta totalmente apaixonada por uma mulher rsrs



Resposta do autor:

Tereza, 

Quero ver a reação do Lucas quando descobrir que a namorada tá apaixonada por uma mulher. Vai surtar, no mínimo.

Treta demais

Abraços!



Nome: Day-chan (Assinado) · Data: 02/01/2018 23:43 · Para: Capitulo 7 - Crazy In Love

É sempre um grande prazer acompanhar sua história! 

Fiquei muito feliz pela atualização. 

PS: Adorei o descontrole imaginário de Isa. Espero que todo esse "entrosamento" não demore em se tornar realidade. Rs



Resposta do autor:

Day-chan,

Obrigada!!!

Ainda vai demorar um pouquinho pra Isa realizar o sonho dela, afinal, foi só o primeiro dia, né? Mas vai ter muita treta ainda entre essas duas.

Abraço!



Nome: Mille (Assinado) · Data: 31/12/2017 23:31 · Para: Capitulo 7 - Crazy In Love

Olá Linear 

“A aventura da vida renova a cada 365 dias e só desejo que os próximos sejam os melhores de sempre.“

Que você tenha inspiração e continue nos proporcionando a alegria de histórias maravilhosas personagens cativantes.  

 

Feliz Ano Novo!



Resposta do autor:

Mille, 

Muito obrigada pelos votos e pelo carinho.

Feliz 2018 pra vc.

Grande abraço!!



Nome: Val Maria (Assinado) · Data: 31/12/2017 04:28 · Para: Capitulo 7 - Crazy In Love

Boa noite  autora.

Amei esse capitulo, a Isa estar é gostando da Alice,isso foi a amor a queima roupa.Ela não se conhece,LESBICA sim.

Isa tem é que se livrar desse mala  chamado Lucas, que deve ser um aproveitador, pois o que ela nunca sentiu por alguem,ela sente agora,é por uma MULHER ,é paixão das boa.




Feliz 2018 autora. Tim Tim para o seu taleto, e por vc nos presentear com suas estorias maravilhosas.



Beijos e ate a proximo.



Val Castro



Resposta do autor:

Val Maria, 

Adorei o "amor a queima roupa". Isa realmente está precisando fazer um tour pelos sentimentos dela pra se entender melhor. Tá tão focada no que é "certo" e confortável que ficou cega.

Fico muito feliz que esteja gostando. Não deixe de dar sua opinião, tá bom?

Feliz 2018 pra vc também. 

Abraços!!!



Nome: NovaAqui (Assinado) · Data: 30/12/2017 21:14 · Para: Capitulo 7 - Crazy In Love

Piradinha não kkkkk ela está se apaixonando

E Isa! Você é lésbica sim kkkkk

Abraços fraternos procê!



Resposta do autor:

Oie,

Será que ela é lésbica mesmo e não sabe ou será que tá só com falta de sexo, hein?

Vamos ver como isso vai se desenrolar, né?

 



Nome: Angel68 (Assinado) · Data: 30/12/2017 20:48 · Para: Capitulo 7 - Crazy In Love

Ufa, depois de uma pequena crise de pânico, por conta da abstinência de Código, hoje tô me sentindo melhor, hehehehehehe....tô calminha desde ontem, quando eu vi tua resposta num comentário, que viria dose dupla esse final de semana....fiquei boazinha instantaneamente, kkkkkkkkkk.....depois do draminha básico e da brincadeirinha, só posso dizer que deusolivre ficar sem meu xodó.....ah, Isa tá ferrada !! Tá com o quatro pneus arriados pela Alice, nem venha com auto afirmação furada, tá tendo até sonhos eróticos, e completinho, com orgasmo e tudo, hehehehehehe.....quero ver amanhã o Pov da Alice, depois da cagadinha com a Gisele....quero ver sair fora, tá numa roubada.



Resposta do autor:

Angel68,

Fiquei preocupada. Quase mandei a Alice aí pra te socorrer. kkkkkk Desculpe, não vou mais fazer você passar por isso, ok? Ah, e desculpe também por não ter avisado por aqui que atrasaria. Eu avisei só lá no grupo do Lettera no Facebook, mas acho que tem muita gente que acompanha que não está no grupo. =( Foi mal mesmo. 

Sobre o capítulo, Isa tá doida pra conhecer o lado colorido da força, né não? E a Alice deveria mudar o sobrenome dela para Murphy. Daria mais certo, não acha?

kkkkk

Abraços!!



Nome: Bia08 (Assinado) · Data: 30/12/2017 20:27 · Para: Capitulo 7 - Crazy In Love

Que delícia de capítulo e era só um sonho hein kkkkkk  A Isa tida confusa, tadinha.... Bjsss



Resposta do autor:

Bia08,

Já pensou quando acontecer de verdade? Isa é capaz de ter um ataque de pânico na hora.

kkkkk

Abraços!!!



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 30/12/2017 20:04 · Para: Capitulo 7 - Crazy In Love

Ta piradona. Kkkk. Louca pra provar do brejo. Esse Lucas e um panaca. Bjs



Resposta do autor:

Patty,

"Louca pra provar do brejo" kkkkkk morri.

Quem nunca teve um sonho loko desses, né não?

Abraços!!



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