If(true){love} //o código da atração por linierfarias


[Comentários - 459]   Impressora Imprimir Capitulo ou História - Lista de Capítulos

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StaticvoidMain(){

 

                varCapítulo= 3;

  var Título = “Crash! Boom! Bang!”;

                varPOV= “Isabella”;

};

 

 

“Nos atropelos da vida, entre idas e vindas, portas se abrem, janelas se fecham... Circunstâncias dificultam o percurso, mas a esperança alimenta minha alma sedenta em direção à sua. ”

 

- Cecília Lemos

 

Dizem por aí que quando se fica cara a cara com a morte é comum que uma retrospectiva de toda a vida se passe na mente em fração de segundos. Bom, se isso for realmente verdade, existem três possibilidades que podem determinar o motivo de não ter acontecido comigo. Primeira: aquela não era a hora da minha morte; segunda: a minha vida era tão chata e tão monótona que não havia nada de interessante para lembrar; terceira e mais provável: eu era tão obcecada com os meus compromissos que a minha maior preocupação naquele instante – mesmo estando em pânico com a ideia de morrer – era a imagem que eu iria passar caso chegasse atrasada ou não comparecesse à empresa no meu primeiro dia.

 

“É, eu sei o que estão pensando. E entendo... Já estou acostumada com os julgamentos. Fernanda concordaria com vocês em gênero, número e grau e ainda seria capaz de completar o meu raciocínio, dizendo: ‘Quarta: todas as opções anteriores’.”

 

O impacto do carro contra o meu corpo foi mínimo e praticamente indolor. E embora eu tenha sido lançada contra o chão, as sequelas foram somente algumas raladuras nas palmas das minhas mãos, que eu precisei usar como apoio para me salvar de dar de cara com o asfalto. Felizmente, o motorista irresponsável havia conseguido frear a tempo de evitar um desastre... Um maior, porque o estrago que aquele quase atropelamento causou no meu psicológico poderia facilmente ter me levado a óbito, caso a possibilidade de morrer de um colapso nervoso existisse.

 

Àquela altura, o caos já havia sido instaurado. Algumas pessoas que passavam pela calçada correram até mim e rapidamente fizeram um círculo em minha volta, fazendo com que respirar se tornasse uma tarefa bastante difícil. O carro parado na via impedia a fluência do trânsito e, pelo barulho ensurdecedor das buzinas – que, por sinal, estavam fazendo os meus nervos ficarem cada vez mais agitados – mesmo do chão, sem ter uma visão clara do que acontecia, era possível inferir que um engarrafamento já se formava atrás dele. Vi quando um senhor de meia idade correu até a porta do motorista e começou a xingá-lo. Percebi a porta se abrindo e alguém descendo, mas não consegui enxergar quem, pois, no mesmo instante, dois rapazes abaixaram e começaram a falar comigo, tentando saber se estava tudo bem e perguntando se era preciso chamar uma ambulância. Contrariando o forte incômodo que senti quando os dois tentaram agarrar os meus braços para me ajudar a levantar, agradeci gentilmente a preocupação e neguei a ajuda que me ofereciam. Eu não suportava a ideia de ser tocada. As únicas pessoas com quem eu compartilhava contatos físicos sem me sentir incomodada eram meus pais, Lucas e Fernanda. Eu também não estava precisando de um hospital e mesmo que estivesse, àquela altura, já vergonhosamente atrasada, não estava disposta a procurar atendimento médico. Tudo o que eu queria era levantar dali e correr em direção ao meu compromisso, embora no fundo houvesse em mim um desejo latente de tirar satisfações com aquele irresponsável, inconsequente, filho da...

 

“É uma mulher...”

 

Não sei por quê, mas tomar ciência de que “o” motorista era, na verdade, “a” motorista, causou-me certa estranheza. E o estranhamento não parou por aí... As pessoas abriram caminho para dar passagem a ela, que caminhava nervosamente em minha direção. Enquanto isso, eu, após negar a ajuda dos dois rapazes, tentava levantar do chão com certa dificuldade. Impressionante foi constatar que todo o nervosismo e a angústia que eu estava sentindo se esvaíram por um ínfimo instante, dando lugar a um sentimento que eu jamais poderia definir ou nomear, quando meus olhos encontraram os dela. O tempo ficou em suspenso enquanto aquele mar azul, quase transbordando de tanta intensidade, invadia-me sem pedir licença, como se tentasse enxergar além do físico. Senti-me completamente exposta com aquele contato. Quando o tempo voltou a correr, pisquei nervosamente e desviei o foco. No entanto, não fui capaz de afastar a necessidade que senti de avaliá-la da cabeça aos pés. Ela era bem mais alta do que eu. – Uns dez ou quinze centímetros, talvez. – O corpo esbelto, vestindo uma calça jeans muito justa, cheia de rasgões, uma camiseta branca – também muito justa – e um blazer vermelho, com as mangas arregaçadas até os cotovelos.  Os cabelos claros, muito lisos, cortados à altura dos ombros, a boca pequena, avermelhada, bem desenhada. Não estava usando qualquer maquiagem, mas nem precisava, pois, a pele rosada praticamente resplandecia sob a luz do sol. Ela era linda... Muito linda... Desconcertantemente linda. Além disso, algo nela, não sabia dizer o quê, deixava claro que era também extremamente autoconfiante e segura de si. Impossível para uma reles mortal como eu não reparar naquele obra-prima de mulher. Abobalhada e sem ser capaz de juntar simples palavras em uma frase coerente, emudeci. Ela também nada falou. Ficamos paradas de frente uma para a outra por um longo instante. Então as buzinas se intensificaram e alguns motoristas começaram a xingar. Foi nesse exato momento que fui trazida de volta à realidade e as milhares de sensações que percorriam meu corpo começaram a entrar em conflito. Olhei ao redor e o número de pessoas nos cercando já havia aumentado consideravelmente. Então... Começou. O ar fugiu dos meus pulmões, as pontas dos meus dedos começaram a formigar, as mãos começaram a suar, todos os pelos do meu corpo se eriçaram e fui tomada por uma tontura que fez minhas pernas falharem. A intensidade daquele olhar azul sobre mim, as pessoas ao meu redor, a ânsia de chegar logo ao meu destino, a experiência de quase ter sido atropelada... Aquilo tudo estava sendo demais para mim. Era nítido. Eu estava tendo um ataque de pânico. Perdi de vez o controle sobre as minhas pernas e os meus sentidos. Desfaleci... Pane no sistema, tela azul. Não sei por quanto tempo fiquei desacordada, mas quando recobrei a razão, me pareceu que havia sido apenas alguns instantes. Antes de abrir os olhos, senti um corpo abraçado ao meu. Eu estava no colo de alguém que me carregava... Alguém com um perfume maravilhoso o qual aspirei involuntariamente. Quando ouvi a voz falando:

 

-- Saiam da frente, por favor. Vou colocá-la no carro. Preciso levá-la a um hospital.

 

Tive certeza de que era ela. Tentei abrir os olhos, mas estavam pesados demais. Movi minha cabeça contra seu peito e pude ouvir as batidas aceleradas do coração. Inexplicável, inenarrável, indizível... Foi a sensação que senti com aquele contato. Por mais incrível que pudesse parecer, contrariando todas as minhas loucuras, estar abraçada àquela completa desconhecida que havia quase me matado, ao invés de me deixar mais angustiada, estava me acalmando. Fazia mais de um ano que eu não tinha um ataque de pânico. Justamente por conta do medo de tê-los, eu havia programado toda a minha vida para evitar que acontecesse. Fugia de situações que me causassem desconforto ou medo, evitava lugares muito lotados, – quando ia aos shows do Lucas, ficava sempre no cantinho do palco – não usava mais transportes públicos, não viajava de avião, a menos que fosse extremamente necessário... Eu havia estabelecido uma rotina que considerava segura para o meu bem-estar, contrariando todas as orientações do meu analista, que me dizia para fazer justamente o inverso: encarar os meus medos. Como se isso fosse tão simples.

 

Senti meu corpo sendo largado cuidadosamente no banco do carro e o contato com a mulher desconhecida sendo quebrado. Foi quando finalmente abri os olhos e encontrei novamente os dela. Sua expressão estava ainda mais assustada do que antes. Mais uma vez, calada eu estava e calada permaneci. Não sei dizer por quê, mas a maneira como ela me encarava estava me tirando o senso. Ela estava com medo, lógico, sem ter conhecimento da minha síndrome do pânico, devia estar achando que o meu desmaio havia sido por conta do acidente. Mas tinha algo além do medo nos olhos dela... Algo muito intenso na maneira como me encarava. Algo que eu não conseguia decifrar, mas que estava fazendo meu coração bater descompassado.

 

Foi ela quem finalmente quebrou o silêncio ao perguntar com toda a cautela:

 

-- Moça, você tá melhor?

 

Silêncio...

 

“Por que eu não consigo falar? ”

 

Ela insistiu. A voz mansa, baixa, quase sussurrada:

 

-- Moça... Moça, por favor, me responda: você tá bem?

 

Nada... Eu estava completamente paralisada.

 

-- Ok, vou te levar pra um hospital. Deixa só eu pôr o sinto em você...

 

“Hospital? Quê? Não, não, não...”

 

Finalmente eu recobrei a razão e a realidade pesou como mil toneladas em minhas costas.

 

“Fui quase atropelada, tive um ataque de pânico e... Atrasada... Estou muito atrasada.”

 

Antes que ela conseguisse passar o sinto de segurança pelo meu tórax, eu a empurrei bruscamente e saltei para fora do carro.

 

-- Não!

 

Praticamente gritei, já quase que completamente recuperada do choque. Quase... Pois quando olhei ao redor, a multidão ainda nos observava com curiosidade. Os sintomas começaram a voltar, mas, naquele instante, já plenamente consciente de que não poderia perder mais nem um segundo sequer, respirei fundo e me esforcei para manter a calma.

 

-- Eu preciso ir... Estou... Estou atrasada.

 

Minha voz saiu gaguejada, trêmula...

 

-- Você acabou de desmaiar. Deve ter batido a cabeça ou... Sei lá. Precisa ser examinada.

 

-- Olha, tá tudo bem, ok? Eu tô bem... Preciso ir...

 

Falei meio atordoada e já ia saindo quando ela me interceptou, segurando-me pelo braço. De novo aquela sensação... Respirei fundo novamente quando ouvi a voz dela dizendo:

 

-- De jeito nenhum. Não vou deixar que vá a lugar algum sem antes ser avaliada por um médico. É minha obrigação garantir que você fique bem.

 

Aquilo foi demais para mim. Ouvi-la falar daquele jeito me fez recuperar o senso perdido e instantaneamente me lembrei que a imprudência dela poderia ter ocasionado um desastre. Indo totalmente contra a sensação inexplicavelmente boa que eu estava sentindo com o contato, sacudi forte o meu braço para me livrar de sua mão e me virei para encará-la, desta vez disposta a falar tudo o que eu havia calado.

 

-- Olha aqui, garota, sua obrigação é dirigir com atenção, respeitar a sinalização... Respeitar a faixa de pedestres.

 

Meu tom arrogante a deixou visivelmente desconcertada. A imperatividade dela de instantes antes se esvaiu como em um passe de mágica, dando lugar a um rubor forte que fez as maçãs do rosto dela parecerem exatamente duas maçãs. Muito constrangida com a minha reação, ela respondeu meio que gaguejando:

 

-- Des... Me desculpe. Você tem toda a razão, moça. Eu sinto muitíssimo por ter causado...

 

-- É bom que sinta mesmo. E é bom que você comece a prestar mais atenção quando estiver dirigindo. Já parou pra pensar que poderia ter me matado?

 

Ela se incomodou com o meu comentário. Tanto que foi perceptível a mudança em sua postura, ao que ela se defendeu em um tom exasperado:

 

-- Olha o exagero, garota! Não aconteceu nada demais. Pra que isso tudo? Além disso, é muito fácil me culpar, né? Tua mãe não te ensinou que tem que olhar pros lados antes de atravessar a rua?

 

-- Ah, que lindo! Agora você vai culpar a vítima? Escuta aqui, só não vou registrar um BO contra você por tentativa de homicídio porque eu estou extremamente atrasada para o meu compromisso.

 

Se a minha intenção era deixá-la desconcertada, acho que fui muito eficiente nisso. Ela emudeceu. Levou as mãos à cabeça e começou a mexer nervosamente no cabelo. Abriu e fechou a boca diversas vezes, mas não conseguiu falar nada. Acabei por me sentir um pouco culpada e tentei amenizar as coisas:

 

-- Moça... Olha, eu tô bem. Não precisa se preocupar. O desmaio não teve nada a ver com o acidente. Foi só uma queda de pressão, mas já passou. Agradeço a sua preocupação, mas preciso ir. Estou realmente muito atrasada.

 

Funcionou. O alívio dela foi nítido, ao que me respondeu:

 

-- Tem certeza? Eu realmente ficaria mais confortável se...

 

-- Certeza absoluta. Relaxa! Não foi dessa vez que você matou alguém, mas se não tomar mais cuidado, esse dia vai chegar rapidinho.

 

Sem mais delongas, sem ao menos esperar a reação dela, arrumei a bolsa no ombro e saí, atravessando a barreira formada pelas pessoas que ainda nos cercavam, fazendo mil malabarismos para evitar qualquer contato com elas. Caminhei em direção ao prédio ainda zonza, lutando para tentar reestabelecer a calma. Milhares e milhares de pensamentos rondando a minha cabeça. Nada conciso, apenas um emaranhado de coisas desconexas. Um ataque de pânico depois de tanto tempo, um atraso de quase vinte minutos no meu primeiro dia de trabalho, um par de olhos azuis desconcertantes... Uma sensação de medo, raiva, frustração e... E... De quê?

 

“Que sensação é essa?”

 

Já no elevador, tentando reorganizar as ideias, suspirei. Quando o fiz, senti de novo aquele perfume. Instintivamente levei o rosto ao ombro e inalei profundamente. Estava lá... O cheiro dela impregnado na manga da minha blusa. De forma involuntária, fechei os olhos e me deixei ser conduzida por uma força estranha que fez milhares de borboletas se agitarem no meu estômago. Ao me dar conta disso, abri-os novamente e sacudi a cabeça na tentativa de afastar aquela sensação demasiadamente esquisita que estava querendo se apoderar de mim.

 

“Que coisa louca... Coisa mais estranha! Deixa isso de lado, Isa. Você tem muito mais com o que se preocupar.”

 

Lutei para afastar os pensamentos.

 

Na empresa, fui recebida por Pedro, um rapaz muito simpático, a quem tive que explicar de forma superficial o que acabara de me acontecer depois de ter dado um baita gemido quando ele apertou minha mão machucada. O bom foi que a oportunidade serviu para que eu justificasse o motivo do meu atraso.

 

-- Isabella, eu lamento pelo que aconteceu e ao mesmo tempo fico feliz que tenha ficado tudo bem, mas não se preocupe em justificar o seu atraso para mim. Tecnicamente, você é a minha chefe e não o contrário.

 

Olhei confusa para ele. Não estava entendendo nada.

 

-- Como assim? Achei que fosse o gerente do projeto.

 

Ele sorriu e me respondeu:

 

-- Não... Imagina! Ainda não tenho cacife pra isso, mas quem sabe um dia, né?

 

Sorri de volta. Minha ideia inicial era dar força à ambição dele, mas a curiosidade não me permitiu.

 

-- Se você não é o gerente, então quem é?

 

-- A Alice...

 

Ele fez uma pausa e me encarou, como se esperasse que eu reagisse àquela informação, mas o nome não significava nada para mim. Leandro havia me falado apenas que eu dividiria a gerência com outra pessoa, mas jamais me dissera quem?

 

-- Alice Schultz. O Leandro não te falou dela?

 

-- Na verdade, não.

 

-- Ela já deveria ter chegado, mas teve um imprevisto e se atrasou. Antes, ligou, pedindo que eu te recebesse e fosse apresentando a empresa.

 

“Nossa, quanta gentileza! Certamente deve estar incomodada com a ideia de ter alguém metendo o dedo no projeto dela e já quer começar me dando um chá de cadeira para mostrar quem manda.”

 

­-- Sei... Entendi.

 

Tentei disfarçar a ironia na minha voz, mas falhei miseravelmente. Prova disso foi a resposta quase indignada de Pedro:

 

-- Ei, ela nunca se atrasa, tá? É a pessoa mais comprometida desta empresa. Está aqui praticamente desde a fundação e é uma das maiores responsáveis pelo nosso sucesso. Além disso...

 

-- Pedro...

 

-- As pessoas aqui a idolatram. Ela o máximo. Um dia, estávamos em uma reunião com um cliente que...

 

-- Pedro, espera... Espera...

 

Finalmente se calou. Precisei interromper, pois ele parecia mais o líder do fã clube da tal Alice do que um funcionário da empresa. Continuei:

 

-- Eu não quis ofender. Imagino que para estar à frente de um projeto como este, ela deva ser extremamente competente e responsável. Não ousaria pôr isso em questão, ok?

 

Ele relaxou e abriu um sorriso brilhante, antes de dizer:

 

-- Fico feliz em ouvir isso. Você vai adorá-la! É impossível não gostar dela.

 

Sorri de volta e respondi sinceramente:

 

-- Espero que sim.

 

-- Vem. Vou te mostrar a empresa.

 

Ele me levou para um tour detalhado do ambiente. Apresentou-me aos setores, às pessoas e, por fim, disse que me levaria até a minha sala. A mesma da tal Alice. Explicou que como trabalharíamos juntas na nova versão da plataforma, era essencial que ficássemos o mais próximo possível. Enquanto ele falava sem parar sobre o tamanho da sala, que, além das nossas estações de trabalho, contava ainda com uma mesa de reuniões e uma enorme tela interativa que era usada para os desenhos dos projetos, eu só conseguia pensar em uma coisa...

 

“Azul...”

 

Mais uma vez, recriminei-me por tais pensamentos. Busquei focar na tagarelice de Pedro enquanto caminhávamos e comecei a entoar um mantra, pedindo repetidamente para que ele estivesse certo e a tal Alice fosse realmente uma pessoa bacana, pois desde que ouvira o nome dela pela primeira vez, desenhei em minha cabeça a imagem de uma megera, que pretendia pagar de santinha, absorver tudo o que poderia de mim e depois me descartar.

 

“Espero estar errada.”

 

Finalmente chegamos. Comigo ao seu lado, Pedro abriu a porta. Pelo que eu havia entendido, a sala deveria estar vazia, vez que a minha colega de trabalho estava atrasada. Mas, ao contrário disso, haviam duas pessoas presentes no ambiente. Duas mulheres que, aparentemente, estavam... Estavam... Se agarrando? Não posso afirmar ao certo, pois em concomitância com a abertura da porta, as duas se afastaram rapidamente. Uma delas, uma morena muito elegante, lindíssima... E a outra... Bem, a outra...

 

“Azul...”

 

 

 

“Acho que estou tendo outra crise...”

Notas finais:

Gostaram da promoção da Black Week? Deixem seus comentários, por favor.

 

E enquanto esperam o próximo capítulo, caso ainda não tenham lido, que tal darem uma conferida em Amor… E Outros Dilemas ???

 

É a minha primeira história publicada e já está completíssima.

 

Abraços!!

 

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CRÉDITOS:

 

Texto: Linier Farias;

 

Capa: Linier Farias;

 

Revisão: Joelma Leite;

 

Colaboração Técnica: Israel Reis.



Comentários


Nome: Ana_Clara (Assinado) · Data: 04/03/2018 19:50 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Definitivamente sou fã da Isa. Espero que ela continue sendo essa garota fofa haha. E gente,  a Alice com esse jeito sem vergonha e irresistível. Tudo para arrasar e abater o coraçãozinho da miss inteligência.



Resposta do autor:

Ana Clara, a Isa é complicada e perfeitinha. kkkkk Mas ela é o máximo. E sobre a Alice, impressionante como esses tipos cafajestes conseguem ser charmosos, né? kkkkk

Abraços!



Nome: luaone (Assinado) · Data: 08/01/2018 23:48 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Adoro teus textos... mas eu gostaria muito que passassem por uma revisão... uma olhada "amiga" ajuda nos pequenos erros, concordância e expressões. Como exemplo: concorda-se em gênero e número, o grau não se modifica.

Mas juro que não deixarei de ler... apenas uma crítica construtiva.

Repito: Gosto muito da forma que escreves e desenvolve as ideias. ????



Resposta do autor:

Luaone,

Aceito sua crítica e assumo que falta revisão. Acontece que nem sempre dá tempo de dar uma olhada mais a fundo antes de postar. Amor e outros dilemas, por exemplo, só consegui fazer a revisão completa após conclui-la e ainda nem tive tempo de atualiza-la no lettera. 

Eu mesma sou uma que se incomoda ao ler uma história cheia falhas.

Vou tentar ter mais atenção, ok?

Obrigada.



Nome: Flavia Rocha (Assinado) · Data: 04/12/2017 00:36 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Ansiosa pelo próximo capítulo...

A Isa disse que acha a sociedade muito sexista, usando isso como desculpa arcar com as contas da casa e ele não ajudar com dinheiro. Pensei: será que ele pelo menos ajuda ela na arrumação da casa, a fazer comida, ou ele só da chifre pra enfeitar a testa dela? 

Alice, muito cafa kkkkk Ter um "colegismo colorido" kkkkkkkk ri muito com esse termo. 

Gostei da Fernanda.



Resposta do autor:

Flávia, já leu o capítulo 4? Já está disponível, viu?

Sobre o Lucas, não é por ser homem. É pq é folgado mesmo. Se fosse uma mulher folgada assim tb estaria errado, não acha?

Abraços!



Nome: Enaile Araujo (Assinado) · Data: 28/11/2017 22:40 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Miiiga, ainda bem que Dezembro tá bem ai, hein?! kkkkk  Saudades da sua escrita...Bjos, querida e boa inspiração!



Resposta do autor:

Miigaaa... Nunca mais tinha te visto por aqui. RSrsrs 

Sim, dezembro está aí. Postarei o capítulo 4 dia 06/12.

Abração pra vc!!!



Nome: josi08 (Assinado) · Data: 26/11/2017 23:22 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Amei o começo da história. Ja vou favoritar aki. Pelo visto essa história promete ein. ;)



Resposta do autor:

josi08,

Ebaaaaa... que felicidade!!!

A história promete sim, viu? Quarta (06/12) já tem capítulo novo.

Enquanto espera, já leu a minha primeira história?

Link:  Amor... E Outros Dilemas

Está completíssima, viu?

 



Nome: FlexoesLesbicas (Assinado) · Data: 25/11/2017 03:24 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Adorei o capítulo! E essa Giselle não perdeu tempo em ir atacar a Alice né? Nem conheço mas também simpatizei com ela ahahhaha



Resposta do autor:

kkkk

A Giselle é lokinha na Alice. Não vai facilitar as coisas pra ela.

Abraços!



Nome: Geek (Assinado) · Data: 21/11/2017 23:40 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

#include <adorei.h>

#include <destino.h>

main()

{

nosssa esse capitulo caiu do ceu , muito bom , nossa ansiosa pra ver oque vai dar essa reunião hahaha

dezembro ta perto, muito bom

abraços!!!

getch();

}

 



Resposta do autor:

Geek,

Haha... amo seus comentários.

Faltam só 10 dias... daqui a pouquinho tá no ar. Estou ansiosa para postar.

Em homenagem ao seu comentário, vou dar um spoiler do próximo capítulo:

Static void Main(){

                var Capítulo = 4;

  var Título = “Ironic”;

                var POV = “Alice”;

 

};



Nome: mtereza (Assinado) · Data: 21/11/2017 23:40 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Kkkk amei o capítulo e mais ainda o final dele estou para lá de ansiosa pelo próximo e para saber o que a Alice sentiu ao encarar a Isabella



Resposta do autor:

Tereza,

Acho que a Alice ficou tão transtornada quanto a Isabella, não acha??

Faltam só 10 dias para o próximo capítulo!

Abraços!

 



Nome: Angel68 (Assinado) · Data: 21/11/2017 23:19 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Ah, Linier, fala aí quem é essa atriz que vc se inspirou na Alice, vai !!!! Eu fico que não me aguento, sou assim mesmo....te prometo ser fiel até o último capítulo dessa e das trocentas histórias que vai postar, hehehehehehe...claro, né ? Vou fazer figa/promessa pra isso acontecer....e a Isabella ? A própria Alice vai descrevê-la ? Também tô curiosa sobre ela.....



Resposta do autor:

kkkkk

Tá no grupo do lettera no facebook? Se estiver, comenta lá na postagem que eu fiz divulgando esse capítulo, que eu respondo com a foto da atriz.



Nome: Mille (Assinado) · Data: 21/11/2017 21:16 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Oi Liner

Adorei o capítulo antecipado será que teremos mais alguns se choramos um pouquinho kkkkk

Alice e Isabela vão entrar em batalha dentro do escritório e acho que a Isa vai deixar a Alice doidinha.

Bjus e até o próximo capítulo



Nome: Karen (Assinado) · Data: 21/11/2017 19:41 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Oi, boa tarde! 

Vixe, não entendi o caso do Crach! Boom! Bang! Rsrs!

Achei q iria sair tiro menina, kkkk...

Sim, gostei do cap, seu romance, acho q vai ter mta coisa cômica... pena q vc só volta em dezembro.

Ahhhh... tomara q venha outros SURPRESA, rsrs!!!

Bjs e até mais.



Resposta do autor:

Crash = O atropelamento

Boom = A explosão de sentimentos e sensações (incluindo o ataque de pânico)

Bang = O tiro certeiro que ela levou no peito (paixão a primeira vista)

Não tem necessariamente relação com a música... heheheh

Abraços!



Nome: naybs (Assinado) · Data: 21/11/2017 16:38 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Estou apaixonada! kkkkkkkkkkk

 

Estou apaixonada pela Alice, pela Isa e pela história! hahaha

 

São poucas as autoras que conseguem fazer a gente sentir o que a personagem sente. E nesta história, assim como em Amor... e outros dilemas, eu consigo sentir! Senti até as borboletas no estômago que a Isa sentiu lembrando da Alice. É tão legal isso. Sensacional como você descreve os sentimentos e as sensações delas! Falando na Alice, a mulher é de arrasar quarteirão! Armaria kkk Acho que o que a Isa sentiu foi paixão à primeira vista. :O Já estou imaginando esse encontro delas! Aiai

 

Outra coisa,  amei o nome do capítulo, amei o começo com aquela linguagem de programação, amei a frase. Amei tudo!  Querida autora Linier, você está se superando. Arrasou!

 

Essa promoção Black Week foi a melhor! kkk Ansiosa é pouco! Dezembro, chegue logo! :D



Resposta do autor:

Nay,

Até eu estou apaixonada pela Alice.. kkkkkk Acho que no lugar da Isa, eu nem teria voltado do desmaio. Agora, nesse segundo encontro, acho que o encantamento da Isa deve sumir um pouquinho, pois vai começar a conhecer a versão cafajeste da outra.

Sobre a Alice Arrasa Quarteirão: vou repetir o que falei para outra leitora...

Gosto de deixar os detalhes na aparência das personagens  a cargo da imaginação de quem está lendo, mas no caso da Alice, eu descrevi  a imagem especifica de uma pessoa... uma atriz que eu acho lindíssima e que causaria em qualquer reles mortal a mesma sensação que a Alice causou na Isa, independente de homem, mulher, gay, hétero, trans, pan, bi... Não vou falar o nome pra não induzir vc a imaginar a mesma pessoa, mas eu não consigo pensar em mais ninguém para dar forma a ela. Na verdade, sempre escalo a imagem de alguém para dar vida aos personagens, tanto das histórias que eu leio como das que eu escrevo. Com isso, eu crio um mini cineminha na minha mente e tudo fica mais divertido.

 

Sobre o nome do capítulo: Crash! Boom! Bang! é o título de uma música do roxette;

Sobre a linguagem de programação: Créditos do meu amigo e colaborador Israel;

Sobre a frase: Créditos para a autora da frase...

Agora, sobre o texto: recebo os créditos e os elogios. Muitíssimo obrigada! Minha busca incessante, graças a tanto carinho que recebo de vocês, é melhorar mais e mais.

 

Abração!

 



Nome: Bia08 (Assinado) · Data: 21/11/2017 14:49 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Preciso de mais promoções como essa kkkkkkkk. Muito feliz e vc ter postado, obrigada. Que loucura foi esse encontro e essas sensações que a Isa sentiu,foi forte hein.  bjsss e já me apaixonei pelas meninas.



Resposta do autor:

Bia, 

A Alice é de tirar o fôlego de qualquer uma... ou um... não importa. Ela é um arrasa quarteirão. Com a Isa não poderia ser diferente.

 

Abração e até dezembro!!!

 



Nome: Karen (Assinado) · Data: 21/11/2017 13:59 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Oi Lineie, bom dia!

Não, não, eu não achei ruim vc postar, rsrs!

Não li ainda, mas já gostsei do título, curte Roxette então??? Esse título é uma música deles! Amo a banda, pena q está sumida!

Bjs e até mais...



Resposta do autor:

Karen, eu AMO Roxette.

Não esquece de me contar o que achou do capítulo, tá?

Abraços!!!



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 21/11/2017 02:12 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Aí linier, vc foi legal e não legal, ao mesmo tempo. Legal pq postou este capítulo maravilhoso, e nao tão legal pq terei q esperar até dezembro pra ler outro. Vou ter um atak de pelanca até lá. Kkkkk. Tudo azul pra isa, quer dizer, nem tanto, foi atropa, mas conheceu a lindíssima Alice e depois na empresa, surpresa! A atropeladora e a colega de trabalho são as mesmas pessoas. Putz. Agora to frita, ficarei imaginando o q vai acontecer. Ta bom, vou testar minha paciência. Hehehe. Obrigada amore, bjs.



Resposta do autor:

Patty, então eu fui muito legal...

 

Raciocina comigo... só ia postar esse no início de dezembro, então o quarto só seria postado na segunda semana de dezembro... COmo postei o terceiro agora, o quarto vai ser postado ainda na primeira semana.. sou legal ou não sou? kkkk

Não tenha um ataque: nem de pelanca nem de pânico, pelamordideus...

E sobre o que vai acontecer??? Vamos ver o ponto de vista da Alice na situação do atropelamento... e depois a confusão que vai dar esse reencontro.

Abraços!!



Nome: preguicella (Assinado) · Data: 21/11/2017 02:10 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Maravilhosa a promoção black friday!

Tristeza é saber que só vamos saber como foi esse reencontro em dezembro! O bom é saber que falta bem pouquinho pra dezembro chegar! hahaha

Bjão e até a volta!



Resposta do autor:

Preguicella, 

Não falta nem duas semanas.

Abração!!

 



Nome: Angel68 (Assinado) · Data: 21/11/2017 01:23 · Para: Capitulo 3 - Crash! Boom! Bang!

Cara, essa história vai ser um arraaaaso !!!! Essa Isabella é uma figura, aquela do desmaio como se fosse uma pane de sistema, rachei o bico....e que encontro, viu....é o começo da queda da Isabella hétero, porque olha....do jeito que a Alice é descrita, é um arrasa quarteirão....já tô até vendo o que as paredes dessa sala verão futuramente....só tô prevendo !!!! Falar o que dessa antecipada de capítulo ?? Miga, lacrou !!!! Valeu !!!!



Resposta do autor:

Angel, gosto de deixar as leitoras imaginarem como são as personagens fisicamente, mas no caso da Alice, eu descrevi exatamente a imagem de uma pessoa real... uma atriz que eu acho lindíssima e que causaria em qualquer reles mortal a mesma sensação que a Alice causou na Isa, independente de gênero ou orientação sexual. Não vou falar o nome pra não induzir vc a imaginar a mesma pessoa, mas eu não consigo pensar em mais ninguém para dar forma a ela.

Haha não se iluda, viu? A Isabella não vai dar o braço a torcer tão facilmente.

Abração e até dezembrooooo....  



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