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Static void Main (){

                var Capítulo= “25”;

                var Título = “Misunderstood”;

                var POV= “Alice”;

};

“I should have drove all night
I would have run all the lights
I was misunderstood
I stumbled like my words
Did the best I could
Damn, misunderstood”

Misunderstood (Bon Jovi, 2002)

 

— Amor, espera aí… você não tá achando que…

— Achando o quê? Que você ficou com raiva de mim e transou com a jacutinga das trevas pra se vingar? Bem, você é de convir que a situação aqui não colabora pra que eu pense diferente, né? Mas estou te dando o benefício da dúvida, Alice, e espero que tenha uma explicação bem convincente pra me dar.

Eu já ia abrindo a boca para falar, mas então a cascavel dos infernos me interrompeu, enquanto se aproximava de mim cheia de mãos:

— Alice, amor… desde quando você dá satisfações da sua vida? Deixa essa idiota pensar o que quiser…

— Cala a boca, Giselle.

As palavras saíram gritadas da minha boca, e ao mesmo tempo em que gritei, empurrei a vaca pelos ombros para evitar que conseguisse me tocar.

“Acredita que a piranha é tão cara de pau que riu com ironia?”

Ignorei a vontade que tive de escorraçar Giselle dali e virei para Isa – era com ela que eu estava preocupada de verdade – Notei que estava fervendo de ódio, beirando um ataque de nervos. Abri a boca para falar, mas ela tomou a frente:

— Alice, tira essa mulher daqui, antes que eu dê motivos a ela pra me acusar de algo também. Só que no meu caso, a acusação vai ser por agressão.

— Você e mais quantas mais vão me bater, sua pintora de rodapé?

Isa não se deu mais nem ao trabalho de responder com palavras. Aconteceu tudo muito rápido, nem consigo narrar em detalhes. Só sei que antes mesmo da Giselle terminar a frase, as duas já estavam engalfinhadas no meio da minha sala.

“Acredite ou não, mas em todos esses anos nessa vida bandida, esta é a primeira vez que isto me acontece. Nunca duas mulheres brigaram por minha causa antes. Em outros tempos… e com outras mulheres, eu talvez até estivesse me divertindo, mas nessa situação… porraaaa… E agora, o que eu faço? Bem que você poderia me dar uma ajudinha, né? Ao invés de ficar aí me julgando. Ah, já saquei, não vai mover um dedo pra me ajudar sem ter uma explicação sobre o que rolou aqui antes da Isa chegar. Tá bem, vou explicar logo, até porque tenho mais medo de você do que da Isa.”

Início do flashback:

— Ok, Isa. Então resolva. Depois que resolver, aí você me procura, tá? Porque eu não quero e nem vou competir com esse cara pela tua atenção. Tchau…

— Alice, espera…

“Esperar é o caralho.”

Desliguei.

“Está lembrando disso? Pois é, como acha que eu me senti depois de ouvir que a minha namorada havia se atrasado para um encontro comigo porque tinha que dar banho no ex-namorado vomitado que estava caído de bêbado no apartamento dela? Ah, vá tomar no…”

Ódio era o sentimento mais bonito que tinha no meu coração depois de desligar o telefone. Eu não conseguia acreditar que a Isa fosse tão idiota e tão ingênua a ponto de não enxergar que estava sendo manipulada pelo folgado do Lucas, então, o cérebro traiçoeiro começou a fantasiar que ela ainda o queria e que faltava pouco para que terminasse comigo para poder voltar com ele. Isso foi o bastante para que eu ficasse completamente angustiada, tanto que cheguei a chorar de raiva e a me xingar por ter caído na besteira de me apaixonar. Andei de um lado para o outro na sala por um bom tempo e cheguei a pegar a bolsa e as chaves do carro para ir até lá, mas, em um fio de lucidez, percebi o quanto aquilo seria estúpido. Sem saber mais o que fazer, só me restava ligar para o Pedro, mas por conta da minha ausência na empresa, ele estava tendo que trabalhar dobrado, e naquela noite não tinha hora para sair do trabalho.

Não tinha jeito, eu precisaria esperar e torcer para estar enganada. Tomei um banho demorado e usei a água fria que caía sobre a minha cabeça para tentar reorganizar as ideias. Sequei o corpo com uma toalha e depois, despida mesmo, deitei na cama. Sabia que não conseguiria dormir, mas não tinha mais nada que eu pudesse fazer, então tentaria ao menos relaxar.

Cerca de dez minutos depois, a campainha tocou, e meu coração disparou de imediato.

“É a Isa, só pode ser. Ela veio… ela veio…”

Não sabia se estava mais feliz ou tensa.

“Deixa de ser insegura, Alice, isso nem combina com você. Pensa em tudo que aconteceu até aqui, essa mulher te ama. Você está sendo incompreensiva, devia tê-la apoiado e não agido feito uma idiota, pondo uma faca no pescoço da garota.”

Levantei rápido para atender e já ia correndo para a porta sem roupa mesmo, sorte que voltei atrás e peguei um roupão, porque se estivesse pelada, a cena teria sido no mínimo inusitada. Não dá para narrar o tamanho da minha frustração quando abri a porta e dei de cara com Giselle.

— Que porra você veio fazer aqui e por que não avisou que viria?

— Eu preciso muito conversar com você, Alice. Não avisei porque sabia que me daria um fora.

Minha vontade era de assassinar o seu Jonas, o porteiro, por tê-la deixado subir sem avisar, mas depois lembrei que a culpa era toda minha, pois não havia dito a ele que a presença maligna da Diabolin não era mais bem-vinda em meu apartamento.

— Giselle, vai embora. Não temos nada pra conversar, nosso assunto em comum vai ser resolvido através dos nossos advogados.

Falei em um tom mal-humorado e fui fechando a porta, mas ela a segurou, impedindo, ao mesmo tempo em que falou:

— Me escuta, por favor. Eu vou retirar a acusação, mas preciso que me ouça.

“Retirar a acusação? Tá, agora estou ficando interessada nessa conversa. Mesmo assim…”

— Beleza, você quer conversar? Vamos conversar, mas nem aqui e nem agora. Isso é inadequado. Eu ligo pra você e marcamos dia, hora e lugar… e o Leandro vai estar presente.

— Alice, que bobagem. Do que tem medo? Sou eu.

— Isso deveria significar alguma coisa? Eu não conheço você, Giselle, e maldita foi a hora em que me envolvi…

— Não fala isso, por favor! Assim você me magoa.

Falou em um tom sofrido, os olhos marejaram.

“Eu devo ser uma anta mesmo, porque tô morrendo de pena da cara de cachorro abandonado que ela tá fazendo.”

— Ok, fala o que tem pra falar.

— Não vai me deixar entrar?

— Não.

Na mesma hora em que neguei, a porta do elevador abriu, e de dentro dele saíram dona Chica e dona Iraci, minhas vizinhas do lado. Eram irmãs gêmeas e deviam ter uns 184 anos. Nunca casaram ou tiveram filhos, e eu suspeitava que a maior diversão da vida das duas era dar conta do que eu fazia ou deixava de fazer, porque não paravam de xeretar.

— Boa noite, minha filha.

— Boa noite, dona Chica. Como tem passado? Dona Iraci, tudo bem com a senhora?

Nem sabia se estava trocando os nomes. Éramos vizinha havia anos, mas nunca fui capaz de distingui-las.

“Tanto faz.”

— É, minha filha, você sabe, né? A gente tá levando como Deus quer.

“Eu mencionei que são evangélicas e que acham que têm a missão de me salvar do mundo obscuro e pervertido em que eu vivo?”

— Estamos vindo da Igreja agora. O pastor estava pregando sobre céu e inferno… Alice, minha querida, porque não aparece no culto de quarta-feira? A palavra do senhor é tão bonita e tem o poder de transformação. Tenho certeza de que vai se sentir melhor.

— Mas eu não estou me sentindo mal, dona Chica.

— As coisas do mundo fazem as pessoas terem essa ilusão, Alice. É uma falsa sensação de que está tudo bem que o pecado causa. Quando você morrer e tiver que prestar conta, o inferno vai estar esperando.

— É, minha querida… nós temos que garantir nosso lugar no paraíso…

“Se elas soubessem que eu estava com o diabo bem na minha frente…”

— Anda, Giselle, entra… Ok, dona Iraci, mas agora eu tenho que resolver umas coisas aqui, tá? Depois a gente conversa e a senhora me ensina como despachar uns demônios. Boa noite para as duas.

Nem esperei mais que falassem qualquer coisa, arrastei Giselle para dentro.

“Que outro jeito eu poderia dar?”

— Acho que você poderia ir ao culto com elas, pra ver se tira um pouco dessa maldade do teu coração.

— Alice…

— “Alice” é uma ova, Giselle. Que porra de acusação foi essa? O que passou pela sua cabeça? Quer destruir a minha carreira, e tudo por ciúme? Isso foi baixo demais, até pra você.

— Me desculpa, por favor. Eu fiquei cega de ódio quando soube que você tinha me trocado por aquela va…

— Olhe a língua. Não vou admitir que xingue a Isa. E eu não troquei você por ninguém. Nós não tínhamos nada sério, sempre deixei isso claro.

— Mesmo assim doeu… e ainda dói. Alice, eu amo você, sempre amei. Eu sabia que tentar te amarrar seria uma idiotice, por isso nunca exigi fidelidade. Você me pegou completamente de surpresa quando terminou comigo do nada. Como acha que eu me senti depois, vendo você toda apaixonadinha por outra? Fiquei sem rumo, perdi completamente a razão e agi por impulso, mas eu me arrependi. Olha, amanhã mesmo eu vou conversar com o Leandro e esclarecer tudo, prometo.

“E agora? Será que eu confio no que ela está me dizendo? Parece que está sendo sincera, mas vindo dela, melhor ficar sempre com os dois pés atrás.”

Eu não sabia o que pensar. Minha razão dizia para expulsá-la do apartamento, mas eu queria muito que as coisas se resolvessem, então decidi pelo menos ouvir tudo o que tinha para dizer. Depois eu pensaria em uma reação.

— Ok, você venceu. Vou ouvir o que tem a dizer, mas antes preciso vestir uma roupa.

— Que besteira é essa? Como se eu não conhecesse em detalhes o corpo debaixo desse roupão.

— Giselle, facilita, vai?! Já volto.

Fui para o quarto me vestir e assim que abri a porta do armário, ouvi a campainha tocar.

“Porra, só falta ser a Isa. Ela não vai entender nada. Merda, merda, merda… como eu consigo me meter em tanta presepada?”

Fim do Flashback

Depois de muito trabalho e uns dois tapas perdidos na cara, consegui separar as duas. Isa não deixou barato para Giselle. Tive que segurar o riso quando olhei para a cara da Demônia e a vi toda descabelada e com um arranhão no rosto.

“Minha baixinha só é pequena, mas atrevimento não lhe falta.”

Voltemos ao foco:

— Giselle, vai embora daqui, agora.

— Alice, você não viu o que projeto de hobbit fez comigo? Era ela quem deveria ser expulsa daqui.

“Porra, cara, que inferno! Pelas rugas de Matusalém, eu devo ter picado salsinha na tábua dos dez mandamentos pra merecer isso.”

— Garota, você não ouviu o que eu disse? Pois vou dizer com todas as letras e em alto e bom tom: CAI FORA… AGORA.

Mas quem reagiu, ao invés dela, foi Isa, para o meu completo desespero.

— Não precisa expulsa-la. Eu que cheguei para atrapalhar. Pode deixar, eu vou.

— QUÊ? Não, você não vai a lugar nenhum. Não sem antes eu explicar o que aconteceu aqui.

— Quer saber, Alice? Não quero mais explicações, eu não tenho que passar por isso. Agora faço minhas as suas palavras: resolva o que tem pra resolver com essa piranha e depois você me procura. Não vou ficar competindo com ela pela sua atenção.

“Touché. ‘A indireta que eu te dei, se ainda lembra, não sei, mas se lembrar, devolva-me’. Eu e a minha boca grande.”

— Amor, espera…

Mas foi tarde demais, ela saiu. Eu até pensei em correr atrás, mas estava só de roupão. Precisava me vestir antes. Pensei rápido e corri para o interfone, ignorando completamente a voz da Giselle, que azucrinava os meus ouvidos.

— Seu Jonas, é a Alice, do 1203.

— Dona Alice, opa, o que a senhora manda? Tá boa?

— Escuta, seu Jonas, sabe a moça que eu autorizei a subida, a Isabella?

— Sei, ela subiu faz pouco tempo. O que tem ela?

— Ela tá descendo, e preciso que a segure aí na portaria até eu chegar.

— Como?

— Não sei… sei lá… finge tá passando mal… um ataque cardíaco, pronto, finge que tá tendo um ataque cardíaco e pede a ajuda dela.

— Mas dona Alice, aí eu teria que deixar a portaria. Eu posso perder o meu emprego, a senhora sabia?

— Seu Jonas, é rapidinho. Eu tô chegando.

— Eu sei, eu sei… Mas sabe como é, né? Emprego tá difícil, eu tenho quatro filhos pequenos, mulher… a senhora sabia que o que eu ganho aqui mal dá pra pagar as contas?

“Desgraçado, tá querendo me extorquir.”

— Cem reais, seu Jonas.

— Além disso, é começo de ano. Tenho que comprar material escolar pros quatro…

— Duzentos…

— Meu aluguel vai ser reajustado…

— Trezentos…

— Minha filhinha quer entrar no balé…

“Filho da puta.”

— Quatrocentos, seu Jonas… quatrocentos.

— Ai…

— O que foi? Senti uma pontadinha bem de leve aqui no meu coração.

“Desgraçado, chantagista do caralho.”

— Tá, tá, tá… quinhentos e o senhor cai na frente do portão agora.

— Dona Alice, eu tenho que desligar. Não tô passando muito bem, acho que tô tendo um ataque cardíaco.

— Beleza, chego já aí.

— Nada de cheque, hein? Quero em espécie.

“Se eu continuar me metendo em encrenca assim e tiver que pagar pra me livrar delas, vou a falência em uma semana.”

Vesti-me na velocidade da luz, nem liguei para a presença da vaca satânica buzinando besteira no meu ouvido enquanto fazia isso. Peguei o dinheiro do porteiro sacana e corri para o elevador, ainda com os sapatos na mão. Deixei a megera trancada pelo lado de fora do apartamento e não permiti que descesse comigo.

Quando cheguei na portaria, se eu não estivesse tão desesperada, teria rido à beça da cena. Seu Jonas caído no chão… ele tinha entendido errado, eu falei “ataque cardíaco”, mas ele estava simulando um ataque epilético. Isa gritava por socorro, porém, devido ao horário, não tinha ninguém por lá. Quando me viu, pediu:

— Alice, me ajuda aqui. Esse homem tá passando mal.

Aproximei-me do homem caído no chão e toquei seu ombro para que me olhasse. Falei:

— Seu Jonas, já tá se sentindo melhor, né?

Ele percebeu a minha presença e parou de tremer. Sentou-se, e lhe entreguei o dinheiro.

— Tô sim, dona Alice. Obrigada por ajudar.

— Sua desgraçada, filha da mãe. Você o pagou pra fazer isso?

— Lógico, eu não podia deixar você sair sem me ouvir.

Ela começou a me estapear nos braços enquanto me xingava de todos os palavrões que eu conhecia e com mais alguns que eu nunca tinha ouvido. Dei-lhe um abraço forte, para fazer com que parasse. Funcionou para os tapas, mas a boquinha suja não se calava:

“Coisa linda! Como pode ser tão linda assim? Bravinha fica mais encantadora ainda.”

— Me larga, sua filha da puta safada…

— Para de xingar a tua sogra, caramba. Ela é tão boazinha! Vai ver quando conhecer.

— Para de me zoar… tô querendo te matar de tanto ódio que tô sentindo.

— Amor, calma… não é nada disso que você tá pensando.

— Ah, e essa é a frase que deveria me convencer? Que outra explicação você tem, Alice? Cheguei na tua casa, e você estava sem roupa com a tua ex.

— Se você me ouvir, eu explico.

— Não, eu não dou conta de passar mais um segundo perto dessa mulher.

Vi que ela olhava em direção ao elevador. Segui seu olhar e vi Giselle, que já se aproximava de nós novamente. Olhei para a bolsa no braço da Isa e vi as chaves do carro dela pendurada. Peguei e anuncie:

— Pois vamos conversar em outro lugar, vem… cadê o teu carro?

Felizmente ela não questionou.

— Tá estacionado aqui em frente.

— Vamos, então. Mas antes… Seu Jonas, a dona Giselle não tem mais permissão pra subir, ok? Avise ao porteiro do dia também, por favor.

— Tá certo, dona Alice. Pode deixar.

Isa estava muito nervosa, por isso, achei melhor dirigir o carro dela. Não tínhamos para onde ir, não queria voltar para o meu prédio e arriscar encontrar aquela maluca lá, e o apartamento dela estava ocupado pelo ex folgado e embriagado. Só me restou encontrar algum restaurante que estivesse vazio o bastante para conseguirmos conversar em paz. A missão não foi difícil, era segunda e estava tarde. Pegamos uma mesa e fiz um pedido qualquer, só para que o garçom nos deixasse à vontade.

— Amor, não acredito que você esteja pensando que te traí, ainda mais com a Giselle. É sério isso?

Ela respirou fundo e me encarou. Durante todo o trajeto até ali, não havia falado nada, e eu deixei assim. Sabia que ela estava precisando organizar as ideias.

“Não é possível que ela imagine uma coisa dessas. Tá bom que a minha reputação não é das melhores, mas, porra, é a Giselle. Seria idiotice transar com ela de novo mesmo que eu estivesse solteira.”

— Alice, só me diga o que ela estava fazendo na sua casa uma hora daquelas e por que você estava sem roupas.

— Tá bom, vou te explicar tudo.

Contei tudo a ela, que felizmente confiou em mim, sem questionar. Isso não a impediu, no entanto, de me chamar de ingênua e idiota, por ter acreditado mais uma vez nas falsas boas intenções da Giselle. Depois disso, ensaiamos uma pequena briga, porque não pude deixar de devolver a acusação a ela, afinal, a história com o Lucas não era lá muito diferente. Terminamos rindo uma da outra, pois éramos um casal de idiotas ingênuas. Mas o bom de tudo é que as duas situações serviram para nos alertar de que para vivermos o nosso presente e construirmos o nosso futuro, teríamos que encontrar um jeito de deixar o passado no passado. Selamos nossas pazes com um beijo apaixonado e seguimos para a minha casa.

“Sobre a Giselle? Ah, eu não vou deixar barato. Amanhã cedo estarei no escritório do Leandro. Ele vai ter que dar um jeito nisso imediatamente.”

Notas finais:

Então, me livrei do autoracídio? kkkkkkkkkkkk

Pois é, a bomba não era essa. Os dois últimos capítulos foram só ameaças. O perigo de verdade ainda estar por vir. 

Espero que tenham gostado.

Ah, aproveitando... queria convidar quem ainda não leu para ler o primeiro capítulo de Traiçoeiro:

http://projetolettera.com.br/viewstory.php?sid=1509

Abraços, bom domingo e até semana que vem.



Comentários


Nome: valadaresdanni (Assinado) · Data: 14/04/2018 15:26 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

Eu disse que Alice era inocente kkkk

Gente, coloco minha mão ? no fogo ??”? por essa Criatura.

 

Adorei, super hilario! ???? 

 

Beijo. 



Nome: Corpes (Assinado) · Data: 12/04/2018 18:49 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

So pra mim rir..

Pelo jeito a Alice perdeu esse costume feio de ser safada..kkkk

Egg o melhor estar por vim entao...Nos surpreenda heim. ..



Resposta do autor:

Corpes,

kkkkkkk pelo bem do romance dela com a Isa, né? kkkkkk

Espero não decepcionar.

Abraços!



Nome: mtereza (Assinado) · Data: 11/04/2018 01:07 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

Esta salva mesmo e vc conseguiu transformar uma quase tragédia em uma comédia das boas dei boas risadas no capítulo agora a informação de que a bomba me ainda está por vim me deixou preocupada vc gosta do perigo nem autora cuidado com o que irá aprontar visse kkkk bjs



Resposta do autor:

Tereza,

Ufaaa..... kkkk ......... e eita... mordeu, soprou e depois mordeu de novo. kkkkkk Vamos ver no que vai dar.

Abraços!



Nome: Gi Costa (Assinado) · Data: 10/04/2018 15:19 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood
Olá, Linier.
Quase sempre vi tuas postagens lá no grupo do Lettera e, consequentemente, os comentários das leitoras... ficava pensando “tenho que ler essa história”, mas acontecia uma coisa ou outra e acabava adiando o começo da leitura. Enfim, comecei a leitura semana passada e devo dizer que estou apaixonada pelas personagens e pela tua escrita. Ganhou mais uma fã que aguarda por novos capítulos.
Beijo

Resposta do autor:

Gi Costa,

Que bom que finalmente consegui ler e melhor ainda que gostou!!! Obrigada mesmo. Espero não decepcionar.

Abraços!!!



Nome: lusilenesetubal (Assinado) · Data: 10/04/2018 02:12 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

que capitulo foi esse estou chorando de tanto rir da cena do porteiro ela mandar ele ter um ataque cardíaco ele tem um ataque epiléptico 

essa Gisele e um demônio que mulherzinha safada 

o lucas ainda vai aprontar com a Isa pq ele nao vai querer perder 

a vida boa que ele tem na ksa da Isa 

aguardando o proximo capítulo 

bjs e parabéns 



Resposta do autor:

Lu,

kkkkkkkkkkkkkkk Junta a doida da Alice com aquele porteiro mala e dá nisso.

Eu to achando que o Lucas é pior do que a Giselle. Não acha?

Obrigada pelo carinho.

Abraços!



Nome: Lili (Assinado) · Data: 09/04/2018 05:48 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

Lucas tá vindo aí com suas merdas, ele não vai querer perder a Isa, pois quem sustenta ele é ela.



Resposta do autor:

Lili,

Giselle é santa perto do Lucas.

kkkk

Abraços!



Nome: FoxyLady (Assinado) · Data: 09/04/2018 04:19 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

como assim, o perigo de verdade???



Resposta do autor:

FoxyLady,

Ameaça de bomba. Já chamei o esquadrão.

Abraços!



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 09/04/2018 02:26 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

Ainda bem Alice. Que tiro foi esse? Rum. Foi bem assustador. A diabolin e uma peste. Bjs



Resposta do autor:

Patty,

Ufa... fui salva pelo gongo, digo, pela Alice apaixonada.

kkk

Abraços!



Nome: Angel68 (Assinado) · Data: 08/04/2018 23:33 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

Quando eu penso que vou chorar de raiva, eu acabo chorando de tanto rir....o que foi a cena do porteiro ?? E a briga da Isa com a Giselle ? As tiradas geniais da Alice ? Linier, vc é show !!!!



Resposta do autor:

Angel68,

kkkkkkkkkkkkkkkkk que bom que não te fiz chorar... ou melhor, que bom que o seu Jonas te fez rir.

Obrigada pelo carinho.

Abraços!



Nome: luaone (Assinado) · Data: 08/04/2018 19:19 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

Perdoada...

Bomba é?! Afff



Resposta do autor:

kkkkkkkkk

Só ameaça. Já liguei pro esquadrão.

Abraços!



Nome: Mille (Assinado) · Data: 08/04/2018 17:58 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

Olá Linier 

Demorou uma semana mais eu tinha certeza que a Alice não irei querer nada com a cobra. 

E com certeza o momento arrependido da Gisella foi embora junto com o corte da Alice.

E esse porteiro mala ri muito aqui.

Bjus e até o próximo capítulo 



Resposta do autor:

Mille, 

Alice agradece a credibilidade. kkkkk A Giselle é uma falsa, só estava tentando se passar por boazinha pra Alice, mas a másca caiu rápido.

Seu Jonas é mala, né? kkkkkkkkk

Abraços!



Nome: sonhadora (Assinado) · Data: 08/04/2018 17:51 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

kkkkkkkkkkkkkkk, perfeito!!!! Cara tu é showww!!!! Gente tô rindo muito dessa Alice e cada dia mais apaixonada por sua história!!!! Parabéns moça e sabia que minha garota não ia trair de jeito algum!!!!

Beijos de Luz!!!



Resposta do autor:

Sonhadora, kkkkkkk

Alice é uma figuraça, né? To perdoada?

Abraços!



Nome: Ana Little (Assinado) · Data: 08/04/2018 17:42 · Para: Capitulo 25 - Misunderstood

Capítulo mega engraçado. Ri muitoda Alice, cara. A Alice é um anjinho atrapalhado kkkk

Ah, eu nunca comentei. Ma acompanho sempre

Hostória fodaa. Parabéns

Bjs



Resposta do autor:

Ana Little, kkkk

Alice é uma maluquinha, né? Impossível não amar.

Obrigada por ter comentado. Fico feliz em saber que acompanha. Já leu as outras?

Abraços!!!



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