If(true){love} //o código da atração por linierfarias


[Comentários - 459]   Impressora Imprimir Capitulo ou História - Lista de Capítulos

- Tamanho do Texto +

Static void Main (){


                var Capítulo= “22”;


  var Título = “Luxúria”;


                var POV= “Isabella”;


};


“Eu quero é derrapar nas curvas do teu corpo, surpreender seus movimentos, virar o jogo


Eu quero é beber o que dele escorre pela pele e nunca mais esfriar minha febre...”


 


Luxúria (Isabella Taviani, 2007)


 


“Tá, eu sei que você deve estar esperando que eu fale de como consegui encontrar a Alice, do quanto ainda estou incomodada com a minha conversa com o Lucas e de como estou furiosa com aquela Diabolin de araque da Giselle. Não me entenda mal, não é que eu não queira falar sobre isso, mas é que não posso entrar em assunto algum antes de compartilhar o que estou pensando agora: cara, como pude passar vinte e oito anos da minha vida sem perceber que era completamente... absolutamente... exageradamente... incalculavelmente... absurdamente lésbica? E não tem aquele lance de ‘Ah, eu me apaixonei pela pessoa. O fato de ser uma mulher é só um detalhe’. Nada disso. Claro que eu me apaixonei pela pessoa, mas o corpo dela veio junto e... vou te contar... que corpinho, hein? Olha isso? Ah, desculpa... você não tá vendo, né? Bem, azar o seu, porque eu tô me esbaldando aqui. ”


Estávamos no quarto da pousada. Havíamos acabado de tomar café da manhã, e Alice, já de biquíni, passava protetor solar no próprio corpo para depois irmos à praia. Meus olhos acompanhavam cada movimento sem pestanejar, e se a simples visão já estava me deixando completamente excitada, acho que dá para imaginar o que eu senti quando ela pediu:


-- Pode passar nas minhas costas?


A tentação era grande, mas se eu atendesse aquele pedido, certamente não sairíamos do quarto tão cedo, por isso perguntei:


-- Você tem certeza disso?


Até aquele momento, ela ainda não havia notado que estava sendo observada, mas minha pergunta fez a ficha cair e percebendo o meu olhar desejoso, provocou:


-- Por quê? Acha que não vai conseguir controlar as mãos?


-- Provavelmente não.


O olhar dela mudou também. De sereno, ficou selvagem.


-- Sabe...  – Falou e foi se aproximando. – Não tem muito tempo... – Entregou-me o frasco com o protetor solar e continuou a falar enquanto se sentava de costas para mim. – Lembro de você me falando, em um tom bem grosseiro, diga-se de passagem, que não era lésbica.


“Já ouviu a frase: ‘Você tem o direito de permanecer calada. Tudo o que disser poderá ser usado contra você no tribunal’? Pois bem, se me permite um conselho, nunca perca uma boa oportunidade de permanecer calada.”


-- Sim, mas isso foi antes...


Minha frase saiu em um fio de voz. Despejei um pouco do creme nas mãos e comecei a espalhar em suas costas. Àquela altura, meu corpo já estava completamente dominado pelo desejo, e eu não era a única. Ela não conseguia disfarçar o efeito que o contato das minhas mãos em sua pele estava lhe causando. Seu desejo ficou ainda mais claro quando suspirou profundamente, ao mesmo tempo em que jogou o pescoço para o lado. Com um tom de voz rouco e absurdamente provocativo, perguntou:


-- Antes de quê?


Minhas mãos começaram a apertar a pele com mais força, ajoelhei-me na cama, por trás dela, e passei a massagear seus ombros. Aproximei a boca de seu ouvido e respondi, devolvendo o tom provocativo:


-- Antes de você me seduzir com esse charme devastador.


Mordisquei o lóbulo da orelha e desci com a boca pelo pescoço, enquanto as mãos se moviam para os seios e os massageavam suavemente por cima do biquíni. Com isso, arranquei dela um gemido delicioso, seguido de mais uma provocação:


-- Se vamos falar de sedução, precisamos conversar sobre o teu comportamento...


Antes que ela concluísse a frase, pus uma das mãos por dentro do biquíni e comecei a brincar com o biquinho eriçado. Ela gemeu novamente, deixando a frase em suspenso. Interrompi os beijos para instiga-la a continuar:


-- O que tem o meu comportamento?


Com a outra mão, desfiz o laço do biquíni e depois agarrei com vontade os dois seios.


“Já disse que morro de tesão neles?”


Minha boca voltou a explorar nuca e pescoço. Àquela altura, nossas respirações já estavam completamente alteradas. Senti suas mãos agarrando as minhas coxas por trás e puxando o meu corpo para mais perto do dela.


-- Não lembra do jeito que me provocou no carro? E do que fez comigo na festa de virada de ano? E de todo o resto?


-- Sim, eu lembro, mas foi tudo culpa sua. Não parava de me olhar com esses olhos azuis hipnotizantes. Eu me sentia invadida, completamente despida quando me olhava daquele jeito... ainda sinto, na verdade. Além disso, você não tem espelho em casa? Até uma árvore teria tesão em você, meu amor. Gostosa demais, nossa!


Uma das mãos dela já havia percorrido o caminho até a parte de baixo do meu biquíni e, naquele exato instante, se instalava por dentro dele.


-- Gostoso é te sentir assim, toda pronta pra mim.


Minha vez de gemer alto ao sentir aqueles dedos hábeis deslizando pelo meu sexo e massageando-o com perícia. Meu quadril começou a se mover em sincronia, ao mesmo tempo em que copiava sua ação, descendo uma das mãos para dentro da calcinha do biquíni dela. Estava tão molhada, tão pronta, tão gostosa...


“Viu? Eu disse que era lésbica demais, não disse?”


Comecei a massagear aquele pontinho entumecido que se oferecia para mim e clamava por atenção. Meus dedos escorregavam com facilidade, e a cada movimento, ela ofegava mais. Movimentava os quadris, acompanhando o ritmo que eu impunha. Eu queria mais, muito mais... queria senti-la por completo, de todas as formas. Precisava tomar posse mais uma vez do que já era declaradamente meu.


-- Quero você na minha boca.


Meu pedido causou efeito imediato nela, que antes mesmo de me deixar terminar a frase, já havia se virado de frente para mim. O olhar completamente selvagem, azul escuro, a boca entreaberta, o rubor queimando seu rosto... mordi o lábio em antecipação e fui tomada por um beijo avassalador. Enquanto nos beijávamos, as mãos percorriam os corpos uma da outra com urgência e sem qualquer pudor. Aos poucos, completamente trêmulas, fomos desfalecendo sobre a cama, ela por cima de mim. Separou nossos lábios e desceu os dela pelo meu pescoço até chegar nos seios para abocanhar um e depois o outro. Foi então que percebi que ela estava tentando me enrolar, ignorando o meu desejo de toma-la. Enfiei a mão em seus cabelos e interrompi o que estava fazendo. Ela me olhou confusa e ficou mais ainda quando girei nossos corpos, ficando por cima.


-- Eu disse que queria você na minha boca.


Não dei tempo para que fizesse ou pensasse em nada. Deslizei meu corpo para baixo e encaixei a boca em seu sexo, tomando-o para mim com vontade. O gosto era perfeito, a iguaria mais saborosa que eu já havia provado. E a reação dela ao meu contato fazia o prazer crescer ainda mais. Ela gemia, rebolava para mim e falava de forma absolutamente sedutora:


-- Que boca gostosa... Que delícia!


Provoquei o quanto pude, queria postergar ao máximo seu prazer. Entrei nela com os dedos e sincronizei os movimentos com os da minha língua. Quando sentia o sexo dela se contraindo, interrompia... tirava os dedos, a boca... subia para os seios, brincava com eles, estimulava... E depois voltava a penetra-la e chupa-la. Ela estava alucinada, completamente fora de si. As palavras saiam sem qualquer nexo, mesmo assim, com muito esforço, ainda consegui compreender algumas coisas, tipo:


-- Isso é tort... tortura... me deixa gozar...


E apenas para continuar com a provocação, parei o que estava fazendo para perguntar:


-- Quer gozar?


-- Si... sim... continua, por favor...


Voltei a movimentar os dedos, passei a língua suavemente e continuei a provocar:


-- E o que eu vou ganhar se fizer você gozar agora?


-- O que você quiser...


-- Jura?


-- Juro, eu juro... o que você quiser, mas me faz gozar agora, por favor?


-- Hum... o que eu quiser?


-- Isa, já disse que sim... vai, por favor! Não aguento mais.


Não pude deixar de sorrir, primeiro por estar achando uma graça aquele desespero dela, meu tesão estava transbordando com aquilo, literalmente. Segundo, porque ela nem imaginava o que eu tinha em mente. Aquela promessa seria certamente cobrada em um futuro bem próximo.


Voltei a me concentrar no prazer que eu estava proporcionando. Devorei cada pedacinho de Alice enquanto a penetrava forte, mantendo um ritmo frenético. Senti mais uma vez meus dedos sendo comprimidos, mas daquela vez, ao invés de interromper, mantive o ritmo, até que ela gozou deliciosamente em minha boca, fazendo-me quase gozar junto de tanto prazer que aquilo me causou. Mal deu tempo de tirar a boca e os dedos, e já senti meu corpo sendo dominado. Em um movimento rápido, ela me puxou e me fez ficar de joelhos sobre o seu rosto, literalmente sentada na boca dela.


-- Também quero você na minha boca. Minha vez...


Nem consegui responder. Ela me devorou com tanta intensidade que se não fosse a cabeceira da cama para eu me agarrar, minhas pernas não teriam dado conta do recado. Gozei tão forte, tão intenso, que cheguei a ver fogos de artifício explodindo em minha frente. Tenho certeza de que nossos vizinhos de quarto ouviram os meus gemidos.


“Já reparou como o tempo se arrasta quando estamos fazendo algo que não gostamos e como ele parece voar quando estamos fazendo algo que nos deixa felizes?”


Era assim quando eu estava com a Alice. O tempo parecia voar. Em um piscar de olhos, aquele final de semana passou e o momento de encarar de frente os nossos problemas chegou. Em um acordo tácito, tínhamos decidido não tocar no nome de Lucas ou no de Giselle durante todo o tempo em que ficamos na praia, mas na noite de domingo, já de volta à cidade, o momento fatídico havia chegado. Estávamos jantando em um restaurante que ficava próximo ao prédio de Fernanda. Alice até tentou me convencer a dormir com ela, mas, embora a proposta fosse tentadora, eu estava devendo uma conversa à Fernanda. Já tinha combinado que dormiria na casa dela, que até havia desmarcado um encontro com Pedro por minha causa. Não seria justo desmarcar. Pois bem, durante o jantar, um assunto levou ao outro, até que:


-- Sabe uma coisa que não entendo, Isa? Se o apartamento é seu, por que foi você quem teve que sair de lá?


“Ih, outra Fernanda na minha vida!”


-- Porque ele não tem pra onde ir.


Alice até tentou disfarçar a frustração ao ouvir a minha resposta vaga, mas falhou.


-- E ele não poderia ficar na casa de um amigo ou em um hotel, enquanto não encontra um lugar pra alugar?


-- Os amigos deles não têm espaço, e ele não tem grana pra pagar um hotel.


-- E família, ele não tem?


-- A mãe morreu, o irmão é casado e mora em outra cidade, e o pai rompeu com ele.


-- E como vai ser isso? Sei que você tem a Fernanda e tem a minha casa também, mas... e a sua privacidade, suas coisas... Digo, é a sua casa, né? Sei que não é da minha conta, mas isso não parece certo.


-- Claro que é da sua conta. Somos namoradas, não somos?


Ela apenas assentiu com a cabeça. Estava nitidamente desconfortável com a situação. Tentei explicar:


-- Alice, é só por um tempo, até ele encontrar um lugar pra ficar.


-- Quanto tempo?


“Pra quem não costumava namorar, até que ela aprende rápido a cobrar satisfações, né?”


-- Não sei... Eu dei a ele o final de semana, mas acho difícil que tenha conseguido algo.


-- Olha, Isa, me desculpa, mas eu preciso falar. Desse jeito, as coisas ficam bem cômodas pra ele...


-- Pode ser, mas o que eu posso fazer? Eu o peguei desprevenido. Ele não esperava por esse término. Está arrasado, só não quis dar a ele mais uma coisa com o que se preocupar, por isso, não pressionei para que saísse logo.


-- Isa, ele é adulto... vai se virar, vai sobreviver.


“Por que as pessoas não entendem, hein?”


-- Alice, ele é adulto sim, mas não amadureceu. Sei que você não vai entender, mas eu meio que me sinto responsável por ele.


-- Você não é mãe dele.


-- Não sou, mas não posso simplesmente colocá-lo na rua.


-- Sim, você pode.


-- Não, Alice. Não é assim que funciona. Nós temos uma história... um vida inteira juntos. Eu te amo, e é com você que quero ficar, mas isso não muda o fato do Lucas fazer parte da minha vida. E antes que você me pergunte... Não, eu não quero mais ficar com ele, mas ainda me importo com seu bem estar e não vou ficar bem sabendo que ele está na rua, sem ter pra onde ir.


-- Ele não vai amadurecer nunca se continuar sendo tratado com uma criança.


Suspirei exasperada. Aquela conversa estava se tornando a nossa primeira briga oficial de namoradas.


-- Tá, e o que você quer que eu faça?


-- Eu quero que se ponha no meu lugar. Como se sentiria se eu te dissesse que a Giselle ia ter que ficar na minha casa por tempo indeterminado?


-- Você há de convir que são duas situações bem diferentes.


-- Tudo bem, mas e se não fossem? E se fossem situações similares?


-- Alice, eu não vou ficar lá com ele...


-- Não, mas e quando precisar de roupa limpa? Ou mexer no teu computador... sei lá. Eventualmente vai precisar ir lá, não vai?


“Deus, isso tá indo longe demais. Preciso dar um jeito de parar, antes que se torne uma briga feia.”


Agarrei as mãos dela por cima da mesa e apertei forte, ao mesmo tempo em que a encarava firmemente. Tentando passar toda a segurança que eu pude, falei:


-- Escuta, eu vou resolver isso essa semana ainda, tá bom? Eu prometo. Só não vamos brigar por isso, por favor.


Ela respirou fundo, claramente, tentando se acalmar. Respondeu:


-- Desculpa, eu surtei. Mas é que não concordo com isso, Isa. Não consigo entender os teus motivos, por mais que eu me esforce.


-- Mas eu preciso que você tente entender e preciso que confie em mim. Eu amo você e estou dizendo que vou resolver isso o mais rápido possível, só que vai ser do meu jeito. Não posso, não quero e nem vou colocá-lo na rua, mas essa semana mesmo ele sai de lá, nem que eu mesma tenha que procurar um lugar pra ele.


-- Isa, você precisa se ouvir, isso é ridículo. O que mais você vai fazer? Dar pensão alimentícia pra ele?


-- Ele não tem nada... não tem casa, não tem família, não tem dinheiro... e os amigos não são amigos de verdade. Eu não posso deixa-lo à mercê da própria sorte...


-- Não, Isa... por favor, para.


-- Parar?


-- Sim, pare, porque só está piorando as coisas. Olha, eu não vou concordar com você nunca sobre isso, mas também não vou pôr uma faca no seu pescoço. Então só te peço que resolva isso o mais rápido possível e tenha cuidado pra não fazer papel de idiota.


-- Alice, compreenda...


-- Não adianta. Eu não vou compreender. Faça o que tem que fazer, mas, repito, tenha cuidado.


“Será que ninguém consegue entender que eu não posso simplesmente dar um pé na bunda do Lucas?”


A verdade era que eu estava apavorada com o que poderia acontecer com o Lucas depois daquele término. Nem tinha tido coragem de falar para ele sobre a Alice, porque o simples rompimento já havia tirado toda a estabilidade emocional que ele tinha. Durante o final de semana inteiro não tive notícias dele, e preciso conferssar que, por mais que estivesse transbordando felicidade por estar com a Alice, em momento algum consegui parar de pensar no que ele poderia estar fazendo ou pensando. O meu medo maior era de que fizesse alguma besteira. Se isso viesse a acontecer, eu certamente me sentiria a maior responsável e não fazia a menor ideia de como lidaria com a culpa. Sabia que as minhas atitudes poderiam afastar Alice de mim, mas se ela me amava de verdade, teria que aprender a confiar no meu julgamento e enfrentar o problema ao meu lado, da mesma forma que eu estava disposta a ficar ao lado dela no caso da Giselle.


-- Amor, confia em mim, por favor. Eu prometo que tudo vai ficar bem.


Tentei usar o tom mais meigo que pude e funcionou. Ela amoleceu um pouco. Olhou-me com olhos gentis e esboçou um sorriso, antes de pedir:


-- Repete.


-- Repetir o quê? Que tudo vai ficar bem?


-- Não... você me chamou de amor...


Não aguentei, tive que rir da carinha boba e apaixonada que ela fez.


-- Repito... quantas vezes você quiser. Amor, amor, amor, amor, amor, meu amor...


-- Ok... Amor! – Sorriu. – Vou confiar em você, mas, por favor, não me deixa esperar muito tempo. Resolva isso logo.


-- Tão linda com ciúme!


-- E quem disse que é ciúme?


-- Ah, e não é?


-- Claro que não. Sou uma mulher adulta, madura, segura, que... que...


-- Que...?


-- Que está morrendo de ciúmes da namorada dela com o ex.


Caí na gargalhada.


-- Sua boba, não tem qualquer motivo pra sentir ciúmes. Eu amo você... amo demais. Será que já não te provei?


-- Já, mas bem que você poderia provar mais um pouquinho, indo dormir comigo, né?


-- Amor, eu não posso. Você conhece a Fernanda. Tô devendo uma conversa a ela há dias. Entenda isso, por favor.


-- Tá bom, isso eu entendo. É só que já tô mal acostumada com a tua presença... e amanhã nem vou te ver no trabalho.


-- A gente se vê à noite, eu prometo. Mas vem cá, falando em trabalho, como vai ser? Quando você volta?


-- Amanhã vou tentar almoçar com o Leandro. Eu devo desculpas a ele, fui extremamente estúpida. Só depois dessa conversa é que vou saber como as coisas vão ficar.


-- Você deveria mesmo pensar sobre processar aquela vaca demoníaca. Se não fizer isso, vai tornar as coisas muito fáceis pra ela.


-- É, eu sei, mas não quero pensar nisso até provar a minha inocência.


-- O que não vai ser muito difícil, né? Porque todo mundo sabe que aquela piranha passava o tempo se jogando pra você.


-- Sim, mas vamos ver. Não vou cantar vitória antes do tempo, porque aprendi que jamais devo subestimar a Giselle.


-- Tem razão, mas vai dar tudo certo, você vai ver.


-- Tomara, amor. Tomara!


-- Melhor pedirmos a conta. Já tá tarde, e eu ainda vou ter que enfrentar a inquisição da Fernanda, antes de finalmente poder dormir.


-- Tá bom. Que jeito, né?


-- Eu te compenso amanhã, prometo.


-- Vou aproveitar pra passar no shopping e comprar um celular novo. Te mando uma mensagem quando estiver funcionando.


-- Tá. Ah... já ia esquecendo. Se prepara, tá? Amanhã vou cobrar a sua dívida.


-- Que dívida?


-- Agora você não lembra, né? Mas ontem, quando estava me implorando pra te fazer gozar, disse que faria qualquer coisa que eu quisesse.


-- Ei, isso é sacanagem. Eu nem estava pensando direito.


-- Problema seu, meu amor. Prometeu, vai ter que cumprir. Se prepara, porque vou cobrar caro.


-- Tô ficando com medo. Não vai me dar nenhuma pista?


-- Não. Na hora certa, você vai saber.


Pegamos a conta e ela me acompanhou até meu carro. Nos despedimos com um beijo intenso, carregado de saudade antecipada. No caminho para o apartamento de Fernanda, comecei a procurar uma maneira célere e indolor de resolver o problema do Lucas, mas não tive sucesso em encontrar a solução. Só tinha uma certeza: eu precisava urgentemente dar um jeito naquela situação, ou aquilo poderia se transformar em um grande problema para o meu namoro.

Nome: Day-chan (Assinado) · Data: 24/03/2018 17:28 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Olá, autora! Continuo acompanhando fielmente todo o desenrolar do romance entre Isa e Alice, e estou adorando. Já estou ansiosa pela próximo capítulo!



Nome: mtereza (Assinado) · Data: 24/03/2018 00:43 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Tive uma semana tao corrida que só consegui hj ler o capítulo e sinceramente menina vc se supera q capítulo foi esse muito bom e essa da Isa se achar na obrigação de encaminhar a vida do ex olha Alice tem razão de ficar ressabiada esse Lucas já se mostrou manipulador antes vai ser problema.



Nome: ABarros (Assinado) · Data: 22/03/2018 11:55 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Isa miga super te entendo apesar de nao concordar, eu ja passei por isso de forma bem parecida e pra quem tem uma linha de pensamento assim realmente e complicado, e como se todo mundo pensasse diferente de voce.

Lucas vai dar um trabalhao ainda, certeza

Cap excelente, amei. Ansiosa por o proximo

Bjo, ah tira uma duvida minha, tu é programadora ou so pesquisou pra fazer os cabecalhos? Kkk quase que desisto de ler quando peguei o primeiro capítulo, trauma de java 



Nome: Sagita (Assinado) · Data: 21/03/2018 12:42 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Respondendo a pergunta da Isa: eu entendo; tbem não colocaria alguém na rua assim sem eira nem beira, eles tiveram uma história juntos por mais folgado e espaçoso que o Lucas seje daria um tempo pra ele conseguir arrumar um lugar para ele; mas Isa tem que virar mulherzinha lésbicas de verdade nada de abraços e beijinhos no rosto do ex. Só bom dia boa tarde e perguntar se escovo os dentes e  penteou o cabelo. (Brincadeira).

Seique é complicado para a Alice aceitar essa situação por ciumes ou até insegurança, mais depois daquela passada de protetor no corpo, minha irmã kkkk coloca Isa para dormir contigo e o Lucas que fique lá falando com as paredes. 

Autora adoro de paixão essa veia cômica que vc traz para suas histórias fica leve, gososo de ler; me divirto pacas. Boa semana.



Nome: mcmota (Assinado) · Data: 20/03/2018 14:26 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

A parte ruim desse capítulo é que ele acaba (muito muito rápido)... Aí eu adapto esse trechinho: "Já reparou como o tempo se arrasta quando estamos esperando um capítulo ser postado e como ele parece voar enquanto estamos lendo esse capítulo?" 

Olha a isa meio que debochando da gente: "... vou te contar... que corpinho, hein? Olha isso? Ah, desculpa... você não tá vendo, né? Bem, azar o seu, porque eu tô me esbaldando aqui." Ahhhh, isso não se faz dona Isa!!!

Essas duas são de tirar o fôlego, minha nooooooossa!!!

BebeLucas ainda vai dar um trabalhinho pra Isa, o carinha parece que não se manca. Imagina quando ele descobrir que Isa está com Alice Maravilha?!! :O

Avisando que já estou MEGA ansiosa para o próximo ;-)

=*

 

 

 



Nome: PK LIMA (Assinado) · Data: 20/03/2018 12:33 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Não sei se deixo concluir a história toda para ler?! Rs, na verdade não aguento, ansiedade fala mais alto, principalmente a ansiedade de esperar a semana passar.

 

Esse Lucas é um fardo aff, não tem nada e nem ninguém.

Dá para entender Isa sim, mas estou com a Alice, quase inaceitável essa situação.

Mas pela paixão ou até mesmo pelo o amor, acabamos aceitando certas coisas.

 

Que domingo chegue logo ou vai que acontece um EXTRA para nossa felicidade rs.



Nome: Mandy89 (Assinado) · Data: 20/03/2018 11:18 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Agora chegou naquela parte da história,que eu paro de ler ,pois não aguento.. pois sei que vai ter brigas e separações ,sinto .. :(  melhor só voltar a ler depois . Mas espero que as meninas fiquem juntas ! Bjos 



Nome: Angel68 (Assinado) · Data: 20/03/2018 01:02 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Lá vem o drama do empata fôda parte 1....pelo medo de perder a boa vida, quero ver o que esse folgado vai aprontar....e a Isa vai cair na dele, já tô até vendo...vai rolar estresse e muito....



Nome: Lili (Assinado) · Data: 19/03/2018 15:12 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Lucas vai dá trabalho, pq vai perder a boquinha que a Isa mantém pra ele.



Nome: Mille (Assinado) · Data: 19/03/2018 14:12 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Infelizmente a Alicia tem razão o Lucas vai usar da generosidade da Isa e vai usá-la e prejudicar o relacionamento dela com a Alicia.

Bjus e até o próximo capítulo 



Nome: sonhadora (Assinado) · Data: 18/03/2018 20:38 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Poderia se transformar num grande problema????? Eita Isa enrolada viu. Caramba ela está se comportando como a mãe do cara, eu hein!!! Tô vendo que a coisa vai ser pior do que pensei!!!

Mas beleza mocinha, gostei do capítulo cenas hots e tudo mais.....

Agora só nos resta esperar pelo domingo... ow coisa que demora é semana quando estamos ansiosa pelo fim de semana....

Beijos de Luz!!!



Nome: NovaAqui (Assinado) · Data: 18/03/2018 20:36 · Para: Capitulo 22 - Luxúria

Esse Lucas vai trazer problemas para elas. Sei não....

Vamos ver o que Isa vai pedir kkkkk 

Abraços fraternos procês!



Você deve fazer login ou se cadastrar para comentar.