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Static void Main (){


                var Capítulo= “17”;


  var Título = “Locked Out Of Heaven”;


                var POV= “Isabella”;


};


“Cause your sex takes me to paradise


Yeah your sex takes me to paradise...”


 


Locked Out Of Heaven (Bruno Mars, 2012)


 


-- Largar? E quem disse que eu permitiria? Não tem mais volta, Isa. Eu quero você pra mim... Só pra mim.


“Eu entendi errado ou isso foi um ultimato velado?”


Em resumo, Alice estava me dizendo que me queria, mas que não aceitaria me dividir com o Lucas. Eu tampouco pretendia tê-la como amante, mas sabia que dali em diante seria impossível resistir a ela, por isso, se quisesse dar asas àquele sentimento, teria que dar um fim ao meu relacionamento de mais de dez anos. A pergunta que não queria calar era: como?


“Pois é, ainda não sei como, mas sei que vou ter que fazer assim que essa viagem acabar.”


Engraçado mesmo era o tipo de culpa que eu estava sentindo. Eu não conseguia me julgar errada por estar traindo o Lucas, pois estar com Alice parecia ser a coisa mais certa que já havia feito na vida. O que eu julgava ofensivo mesmo naquele instante era impor a existência dele para ela. Por isso, decidi não mais ligar aquele telefone.


Naquela noite, fizemos amor até a exaustão nos abater. Amamo-nos tanto que passamos a conhecer cada minúcia do corpo uma da outra. Tínhamos uma cumplicidade ímpar, natural, como se já nos pertencêssemos por séculos. Não havia vergonha ou pudor entre nós, o que era novidade para mim, que sempre me limitei tanto na cama. Deixei que ela me explorasse como bem entendesse, pois eu já era toda e completamente dela.


“Pra quê resistir?”


Dormimos enroscadas uma na outra. Nossos corpos se encaixaram com uma facilidade e naturalidade assustadora. Era como se eu estivesse viajando por vinte e oito anos e finalmente tivesse voltado para casa. Ela deitou no meu peito e escondeu o rosto no meu pescoço. Era bem maior do que eu, uma mulher enorme e linda, aparentemente tão segura de si, tão dona dela mesma, mas o jeito que se acomodou no meu corpo mostrou que não passava de uma garotinha frágil, que precisava de alguém em quem confiar, que necessitava de um coração para fazer morada. E eu percebi, naquele instante, que queria ser esse alguém, por isso, a acolhi com todo o calor do meu corpo, afundei meu rosto em seus cabelos e enlacei sua cintura com uma de minhas pernas.


Dormi como um anjo, como há séculos não dormia. Um sono tranquilo e profundo. Acordei sentindo os lábios dela beijando o meu pescoço de um jeito apaixonantemente terno e doce, mas meus olhos se recusaram a descolar. Ainda sentia muito sono, por isso, sequer fiz qualquer esforço para abri-los. Apenas me mexi e ronronei preguiçosamente. Ela subiu a boca até o meu ouvido e depois de mordiscar levemente o lóbulo da minha orelha, sussurrou:


-- Bom dia!


Eu até tentei, mas nem todas aquelas sensações maravilhosas que ela me fazia sentir me livrou do meu mau humor matinal. Resmunguei:


-- Bom dia, nada. Me deixa dormir.


Ela sorriu no meu ouvido. Um sorriso gostoso, rouco, que quase me fez querer acordar. Quase, porque eu estava acabada. Após um beijo atrás da orelha, retrucou:


-- Sua preguiçosa, já passa das 7h.


-- E daí? Nossa reunião é só às 15h. Me deixa dormir, Alice. Tô exausta.


-- Que coisinha mais mal humorada de manhã cedo, Senhor! Nem parece que gozou várias e várias vezes a noite inteira.


“De fato. Mas é justamente por isso que estou exausta.”


-- Tá arrependida? Não me quer mais?


-- De jeito nenhum. O teu bom humor noturno super compensa esse abuso matinal.


E dizendo isso, se posicionou sobre mim e começou a me encher de beijos pelo rosto e pescoço, enquanto falava:


-- Anda, dorminhoca... – Mais beijos... – Acorda... – e mais... – Vamos tomar banho... – “Posso me acostumar a ser acordada assim todos os dias...” – Quero te levar em um lugar.


“Agora ela me acordou... Ou melhor, a curiosidade me acordou.”


Abri os olhos de repente e girei meu corpo para ficar por cima. Estávamos nuas e o simples atrito de nossas peles despertou a minha libido.


“Menina, tô parecendo a Anastacia Steele de Cinquenta Tons de Cinza, essa minha deusa interior não se aquieta, que coisa!”


Comecei a beijá-la, da mesma forma que ela havia feito comigo instantes antes, enquanto falava:


-- Que lugar? – Beijos e beijos... – Eu já conheço quase tudo no Rio, tá? – E mais beijos... – Acho que eu prefiro ficar aqui e repetir a maratona de ontem à noite.


-- Não, esse lugar, tenho certeza de que não conhece.


-- Humm... Tô curiosa.


-- Pois vai ficar até chegarmos lá. Anda, vamos tomar banho.


-- Ei, isso não se faz, sabia?


-- Banho...


A desgramada não me falou nada e ainda ficou fazendo suspense. Tomamos um banho delicioso...


“Muito delicioso, se é que me entendem.”


Ela vestiu uma calça jeans e uma regata preta bem justa, o que me proporcionou uma visão maravilhosa de seus ombros e costas definidos.


“Ai, ai... Valei-me, nossa senhora da eletricidade, dai-me resistência. Alguém aí liga o ar condicionado, pelamordideus! Tá quente demais, gente.”


Flagrou-me secando seu corpo descaradamente, encarou-me com aquele olhar azul mágico, sorriu e brincou:


-- Que foi, perdeu alguma coisa?


-- Não. Na verdade, eu achei.


Sorriu... Não só com a boca, mas com os olhos. Um sorriso lindo, encantado. Um sorriso que era só para mim. Sorri de volta e acho que fiz a mesma cara de apaixonada.


-- Sua boba.


Levantei-me para beijá-la. Estava ainda só de roupão, os pés descalços. Ela era bem mais alta do que eu, então tive que ficar de ponta de pé, mas ela ajudou, enlaçando a minha cintura e me erguendo. Indescritível a sensação de senti-la tão minha. Eu estava embevecida, embasbacada, enlevada, arrebatada por aquele sentimento maravilhoso que fazia meu coração pulsar descompassado e o meu corpo se sentir pleno. Trocamos um beijo cálido, delicado, carinhoso... que logo ganhou mais intensidade. Estava tudo tão perfeito que nem parecia ser verdade. Sabia que era errado, que estava traindo o meu namorado, mas nem essa ciência disso me fazia sentir culpa. Só havia uma palavra presente no meu vocabulário naquele instante: “Felicidade”.


“Acho que tem uma música que fala algo do tipo: ‘O problema dos erros é que às vezes eles beijam bem’. Pois é... Pior que beijam bem pra caralho e ainda fazem outras coisinhas a mais.”


Senti meus pés tocarem o chão novamente e o corpo dela se afastar do meu. Já ia protestar, mas fui interrompida antes:


-- Desse jeito a gente não vai sair desse quarto nunca mais.


-- Por mim tudo bem, não me importo.


-- Sua safadinha.


-- E tem como não ser com você?


-- Então é isso? Sou um pedaço de carne? Teu objeto sexual?


Retrucou com falsa indignação.


-- Boba, lógico que não. Mas não posso negar que estou adorando me aproveitar desse corpinho delicioso e branquinho aqui.


-- Ok, tenho que admitir que não estou sendo nenhuma santa. Esse corpinho moreno aqui também está me deixando louca, mas vou ser obrigada a pedir para você vesti-lo e de preferência com uma roupa bem confortável, porque o que vamos fazer exige isso.


-- Meu Deus, Alice, quer me matar de curiosidade?


-- Anda, se veste. Quanto mais rápido você se vestir, mais rápido vai saber dos meus planos.


Ela tinha razão, por isso, desisti de tentar descobrir o que estava tramando e me vesti. Também pus uma calça jeans, uma camiseta regata e um all star. Descemos e tomamos café rapidamente no restaurante do hotel mesmo. Pegamos o carro e seguimos. Não prestei muita atenção no caminho, pois não conseguia tirar meus olhos dela e a minha mente das lembranças alucinantes de tudo o que tínhamos feito na noite anterior. Eu estava sonhando acordada e sorrindo de graça. Alice dirigia sem usar GPS, como se já estivesse mais do que familiarizada com a cidade. Depois de vários minutos, chegamos a uma estrada estreita que parecia nos levar para cima e para cima infinitamente. Mais alguns minutos e chegamos a um pequeno estacionamento, onde apenas alguns carros estavam parados. Não havia muita movimentação no local, então não devia ser nenhum ponto turístico, como eu havia pensado.


-- Daqui a gente segue a pé.


Falou, ainda tentando manter o mistério. Quis perguntar novamente do que se tratava aquele passeio, mas como já sabia a resposta, desisti. Apenas saí do carro e segurei a mão que ela estendia para mim. Seguimos de mãos dadas por uma trilha estreita que também subia. Eu já estava começando a ficar preocupada, porque percebia que não parávamos de subir. Quando finalmente chegamos ao nosso destino, meu coração quase parou com o medo que senti só de me dar conta dos planos dela. Era uma rampa de voo livre e de cara já vi uma asa delta saltando. Comecei a tremer.


-- Alice, não. Nem pense nisso.


Ao invés de falar qualquer coisa, ela me abraçou forte e beijou o topo da minha testa. Só depois falou:


-- Não precisa saltar se não quiser, mas eu ficaria muito feliz se você saltasse comigo.


Desvencilhei-me de seus braços de forma brusca antes de esbravejar:


-- Tá doida? Tá de sacanagem comigo, né? Só pode estar. Você sabe que eu tenho pânico de altura. Já tô tremendo toda só de olhar.


-- Isa, calma. Eu não vou te obrigar...


-- Acho bom mesmo, porque...


-- Ei, ei... Me deixa falar?


-- Alice, eu não vou saltar e não tem nada que você diga que possa me convencer do contrário.


-- Eu posso pelo menos tentar? Prometo que se mesmo assim você não quiser, a gente volta pro carro e vai embora.


-- Não adianta, não vai funcionar.


-- Posso?


“O que ela tá pensando? Asa Delta? Eu tenho tanto medo de altura que não consigo olhar nem da janela do meu apartamento, e olha que eu moro no terceiro andar. Essa foi uma bola fora e tanto, Alice. Lamento, mas vou te frustrar.”


-- Tá bom, fala.


-- Você acha que eu tenho medo de alguma coisa?


-- Como assim, do que você tá falando?


-- Estou te perguntando se você acha que eu sinto medo de alguma coisa. De saltar de asa delta, por exemplo. Então, você acha?


Alice era impetuosa, intempestiva. Não parecia ter medo de nada. Na verdade, ela parecia dominar o mundo com seu atrevimento. Só havia uma resposta para aquela pergunta:


-- Não, acho que você não tem medo de nada.


-- Pois você está completamente equivocada. Eu tenho medo de tudo o que você tem. Eu tenho medo de voar de avião, tenho medo de ser assaltada ou estuprada por um motorista de Uber, tenho medo de um elevador enguiçar e cair comigo dentro, tenho medo de saltar de asa delta e tenho medo... Eu tenho muito medo do que eu estou sentindo por você, Isabella.


“Caramba, por essa eu não esperava.”


-- Do que... Do que você tá falando, Alice?


-- Eu tô falando que eu sou tão medrosa quanto você e como qualquer outra pessoa. A diferença entre nós é que eu escolhi lidar com isso, ao invés de usar como desculpa para abdicar das coisas boas da vida. Decidi encarar meus medos de frente e mostrar que embora o mundo me assuste, me recuso a me deixar abalar. E sabe o que eu descobri depois que comecei a agir dessa forma?


-- Não. O quê?


-- Que eu superestimava o medo. Que as coisas não são tão assustadoras quanto parecem. Na verdade, algumas delas, ao invés de assustadoras, acabam se mostrando extremamente prazerosas quando nos permitimos apreciá-las, como saltar de asa delta, por exemplo... Ou estar com você.


“Essa mulher existe, gente? Que linda, que fofa, que doce, que meiga, que gentil... Como pode? Por onde ela andou que não a encontrei antes?”


Fiz a única coisa que poderia fazer depois de uma declaração linda daquelas. Joguei-me em seus braços e abracei-a forte. Enquanto apreciava aquele contato, lembrei-me de todas as situações que me amedrontavam e de como reagi quando tive que encará-las e ela estava ao meu lado. Alice me acalmava, fazia com que tudo parecesse simples e inofensivo. Foi então que eu percebi que com ela eu não tinha medo de nada. E foi ali, naquele exato momento que eu percebi que a amava.


-- Vem comigo, Isa. Vamos saltar juntas? Você confia em mim? Confia que eu não vou deixar você se machucar? Salta comigo e te garanto que vai ser a experiência mais incrível de toda a sua vida.


Eu não sabia se havia duplo sentido naquelas palavras. Não sabia se estava falando de nós, ou da asa delta, ou das duas coisas, mas sabia que independente da intenção dela, estava sendo absolutamente sincera, então me senti segura. Completamente segura.


“Impressionante”


-- Eu quero saltar com você, Alice.


Ela abriu aquele sorriso mágico, ergueu-me em um abraço de urso e falou:


-- Obrigada por confiar. Você não vai se arrepender, prometo.


“Tá, confesso que as minhas pernas estão tremendo mais do que vara verde e que eu estou muitíssimo assustada, mas como eu poderia dizer não depois de tudo o que ela falou? Você diria?”


Caminhamos um pouco mais através da rampa e pude perceber que Alice não era figura rara por ali, pois conhecia todo mundo. Apresentou-me a algumas pessoas e acabei descobrindo que ela já voava há anos e inclusive era habilitada pela Confederação Brasileira de Voo Livre para fazer voos de instrução, ou seja, ela podia fazer voos duplos, sendo ela a instrutora, acompanhando alguém sem experiência, no caso, eu. Pusemos os equipamentos e em seguida ela e outro instrutor me explicaram cada detalhe do voo e me passaram um breve treinamento. Aparentemente era tudo muito simples, exceto pelo fato de que estaríamos voando por cima das montanhas e pela Floresta da Tijuca sem qualquer motorização.


“O que é que eu tô fazendo aqui, meu Deus! Será que ainda dá tempo de desistir?”


Eu estava apavorada, mas mesmo assim dei um voto de confiança para Alice. Não queria decepcioná-la, pois ela parecia tão empenhada em me levar naquele passeio. Além do mais, eu estava extremamente orgulhosa de vê-la lidando com aqueles equipamentos todos com a maior naturalidade. Era linda demais, perfeita demais... Tudo demais... Era até boa demais para ser de verdade. Acabei me dando conta de que o medo que eu sentia de que o que tínhamos acabasse era bem maior do que qualquer outro medo. Saltaria até sem asa delta, se estar com ela passasse a depender disso.


-- Pronta?


-- Não. Mas vamos mesmo assim.


Ela gargalhou.


-- Confia em mim, linda. A gente vai ficar bem.


-- Tá bom, eu confio.


E saltamos. Achei que fosse morrer no momento em que saímos da terra firme. Gritei, tremi, cerrei os olhos e não abri. Até que comecei a sentir uma calmaria.


-- Isa, abre o olho. Você tá perdendo a melhor parte.


Fiz o que ela ordenou. Abri o olho bem devagar, primeiro um, depois o outro. Lindo, maravilhoso... Ela estava coberta de razão. A sensação era tão incrível e a vista tão deslumbrante que o medo se foi. Foi perfeito... Ou melhor, mais do que perfeito. Foi sensacional. O voo durou cerca de doze minutos. Pousamos na praia de São Conrado. Eu não conseguia parar de sorrir, estava extasiada demais para isso. Após nos livrarmos dos equipamentos, ela me abraçou e me beijou.


-- E então? Tá arrependida?


-- Não. – Comecei a falar sem conseguir desmanchar o sorriso do meu rosto. – Eu tô é muito feliz. Quero ir de novo.


O sorriso de satisfação dela aumentou mais ainda a minha felicidade.


-- Vamos sempre que você quiser.


-- Obrigada, Alice. Foi incrível... Você é incrível.


-- Não, você é que é. Obrigada por confiar em mim.


“Ah, foda-se! Que se dane. Nunca fui de guardar o que sinto mesmo, então vou logo soltar.”


-- Alice...


-- Oi?


 


-- Eu te amo.

Notas finais:

Meninas lindas do meu coração, vocês não sabem o quanto me deixaram verdadeiramente emocionadas com os comentários lindos e carinhosos que recebi. Só tenho a agradecer tanta generosidade. Essa continuação de capítulo cheia de amorzinho foi a melhor maneira que encontrei de mostrar o quanto estou feliz com o apoio e a compreensão de vocês. 

Tenho uma coisa para dizer: EU VOLTEEEEEEEEI e agora é pra ficar, porque aqui é o meu lugar.

Espero que estejam gostando do rumo que a história está tomando. 

Não deixem de falar o que estão achando, por favor.

Abraços!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

 



Comentários


Nome: Andys (Assinado) · Data: 16/02/2018 23:52 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

Putz autora!!

Que alivio que voltou!

Olha se eu encontrasse uma "Alice" eu pulava até de  Bung Jump!!

Deve ser o máximo essa sensação de voar de asadelta..mas que medo!

Ta tudo lindo esses dias no RJ  ansiosa por mais!

TSC..Tsc me senti velhinnha quanto a escolha do carro devia ter dito Brasilia heheheh!



Resposta do autor:

Andys,

Eita, que vc é corajosa. Se de Asa Delta eu já teria dificuldades, Bungee Jump acho que nem cogitaria.

kkkkkkkkkk eita que brasília é das antigas. É do meu tempo esse. kkkkkk

Obrigada por comentar. Já viu o capítulo 18? DOmingo que vem tem mais.

Abraços!



Nome: Mis (Assinado) · Data: 16/02/2018 20:56 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

Que forma maravilhosa de conduzir a história autora

Estou cada capitulo mais encantada 

Que lindas estão essas duas 

Parabéns querida 

Bjos



Resposta do autor:

Mis, 

Obrigada!!!!

Espero não decepcionar.

Abraços!



Nome: Drixavier (Assinado) · Data: 16/02/2018 01:29 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

A melhor voltoou o/ 

Como sempre você arrassou e você é sensacional!!

 



Resposta do autor:

Drixavier,

*o

Obrigada pelo "a melhor" e pelo "sensacional". kkkkkkk 

Voltei mexxmo. Agora pra ficar.

Abraços!!!



Nome: Mille (Assinado) · Data: 15/02/2018 21:22 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

Olá Linier

O que o amor não faz, a segurança que a Alice transmite para a Isa fez ela saltar mesmo com medo. Mais eu não teria coragem como ela demonstrou.

Espero que logo ela resolva com o Lucas e que a Alice não fiquei doida da cabeça depois do eu te amo.

Bjus e até o próximo capítulo 



Resposta do autor:

Mille, 

Acho que eu também não teria essa coragem, viu!? Sei não, asa delta? Só  muito amor envolvido mesmo. kkkkkkkkk

Vc acha que a Alice vai pirar com o "Eu te amo"? Será? 

Vamos ver no próximo capítulo.

Abraços!!



Nome: mtereza (Assinado) · Data: 15/02/2018 18:51 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

Muito feliz por vc ter voltado é isso aí moça acima de tudo força e resiliência . Quanto ao capítulo lindo agora a Alice era o remédio que falta para as fobias da Isa ou o amor dela kkk melhor e mais rápido que qualquer terapia bjs moça até logo menos.



Resposta do autor:

Tereza, 

Obrigada pela força e pela compreensão.

Alice era mesmo o remédio para as paranoias da Isa. Tá lindo demais as duas juntas, né?

Abraços!



Nome: Mafalda_ (Assinado) · Data: 15/02/2018 14:06 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

Ela voltou!! Oba!!!!



Resposta do autor:

Mafalda,

Hahaha... também estou feliz de ter voltado.

Abraços!!!



Nome: Angel68 (Assinado) · Data: 15/02/2018 10:24 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

Linier, acho que minhas orações surtiram efeito, vc voltou arrebentando !! Não esperava menos, vc é uma escritora sensacional....Alice comprovou dois fatos na vida da Isa, sua deusa interior do sexo tava lá beeeeem escondida, e a barreira do medo, muitas vezes irracional....quebrou dois paradigmas da Isa....mas também com aquela Ferrari, Porsche, Lamborghini Alice, quem não ?? São almas gêmeas que se completam....bora agora depois da viagem enfrentar as tretas.....



Resposta do autor:

Angel68,

Vc viu que a Isa se valeu da tua nossa senhora da eletricidade? kkkkkkk

Obrigada pelas orações e pelo "sensacional". 

Isa tá entregue, né? Ela descobriu que não tinha problemas. Na verdade só os inventava. Alice é linda de mais com ela, naõ acha?

Agora vamos ver a realidade nua e crua depois da viagem. Será que elas vão resistir?

Abraços!



Nome: ladybug (Assinado) · Data: 15/02/2018 09:43 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

????????????????Que Nossa Senhora da Inspiração sempre te acompanhe!! Capítulo Show!!! Parabéns!!???????? 



Resposta do autor:

Ladybugm

Ameeeeeeeeeeeeeeeeeem.... kkkkk

Obrigada.

Abraços!!!



Nome: NovaAqui (Assinado) · Data: 15/02/2018 06:37 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

Elas estão in love. Muito bom

Abraços fraternos procês aí!



Resposta do autor:

NovaAqui,

Simmmmm... estão cheias de amor para dar uma para outra.

Tá lindo, né?

Abraços!!!



Nome: Minerva (Assinado) · Data: 15/02/2018 06:20 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

Primeira vez comentando aqui, mas sou uma admiradora da sua escrita.

"Era como se eu estivesse viajando por vinte e oito anos e finalmente tivesse voltado para casa." Adorei essa frase! Vc ñ cansa de me surpreender.

Só quero ver a Isa dispensando a "pílula azul".



Resposta do autor:

Minerva, 

Muito feliz por vc ter decidido comentar. =D

Obrigada, viu? Espero continuar te surpreendendo.

Abraços!!!



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 15/02/2018 02:43 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

Gente. A isa saltou. Pelamor. Eu nao conseguiria . Nem com a incrível Alice  ou sera q sim? Num sei. Mas foi tao lindo . O capítulo inteiro. Se vc ficar sem inspiração e voltar com um capítulo desse. Pode ficar mais vezes. Kkkkk. Muito bom. E a isa ta tao segura q mandou o eu te amo. Oooooo. Ela vai precisar de toda essa coragem pra terminar com o lucas. E muito apego. Maravilhosas As duas juntas. Parabéns e obrigada por postar. Bjs



Resposta do autor:

Patty,

Eu também acho que não conseguiria. Isa se mostrou muito audociosa. kkkk Foi lindo, né? Lindo demais o amorzinho das duas.

Ah e Deus me livre de perder a inspiração de novo. Quero não...

Isa amando é tuuuudo, né? O Rio de Janeiro continua lindo, e com essas duas lá nesse love todo, tá mais lindo ainda. Mas a realidade as espera e a Isa vai ter que ter essa mesma coragem aí que teve pra dizer que amava a Alice para poder terminar com o Lucas. Vai ser treeeta.

Obrigada pelo carinho e obrigada por ler. <3

Abraços!!



Nome: preguicella (Assinado) · Data: 15/02/2018 02:27 · Para: Capitulo 17 - Locked Out Of Heaven (Parte II)

Gostando muito! E tem como não gostar dessas duas juntas assim tão lindas de amorzinho!? 

Meu sonho, uma Alice que me levasse pra saltar com ela de asa delta! Casava na hora! hahaha

Que maravilha que vc voltou para ficar! 

Bjão e até o próximo capítulo! ;)



Resposta do autor:

Preguicella,

Muito amorzinho mesmo, né? Essa viagem está um sonho. Quero ver quando voltarem pra realidade. 

Cara, eu num sei se casava não. Acho que nem a melhor de todas as Alices me convenceria a saltar de asa delta. Que agonia...

Obrigada pelo carinho, viu?

Abraços!!!



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