Desejo e loucura por Lily Porto


[Comentários - 152]   Impressora Imprimir Capitulo ou História - Lista de Capítulos

- Tamanho do Texto +

 

Agnes

Consegui me adaptar até que rapidamente por aqui. A reforma da minha casa terminou hoje, e agora vem a melhor parte, a mobília. Não estava muito animada para tal, mas o vovô me ajudou. Ele fez questão de me ajudar em toda essa parte de adaptação e mudança também.

Mais uma reunião terminada e estava elaborando algumas planilhas em minha sala, até a porta ser aberta:

– Posso entrar?

Sorri olhando para a porta: – Fica a vontade.

Ela me deu um beijo no canto dos lábios e disse sorridente: – Posso te pedir uma coisa?

– Fique a vontade!

– Vamos comigo no casamento da Clara na segunda, por favor!

– Liu, já conversamos sobre isso.

– Eu sei. Mas dá tempo de providenciarmos um belíssimo vestido para você ainda. Se quiser, passamos o final de semana na capital. E voltamos na segunda pela manhã, o casamento está marcado para as 13h.

Havíamos conversado sobre aquele convite antes, e minha resposta foi não. Depois de tudo o que tive com a Cal não me sentia bem em casamentos, e não queria jamais ser protagonista de um.

– Não posso me ausentar da cidade Liu. Ficaram de entregar alguns moveis amanhã, e outros segunda. Sinto muito, mas mesmo que quisesse não teria como ir, vou passar o dia na minha casa.

– Algo me diz que você tá fugindo de mim Sra. Bartolli. – sorriu me abraçando. – Vamos Ag., por favor. Será uma honra ter a sua companhia lá.

– Seria um grande prazer te acompanhar. Mas não vai dar mesmo!

Meu telefone tocou e ainda segurando sua cintura, atendi:

– Sim!

– Agnes, a Lívia tá por ai? Já rodei a empresa toda atrás dela e não encontrei.

– Tá sim Clara, quer falar com ela?

– Sim, por favor.

– Clara quer falar contigo.

– Oi noiva – disse sorridente. Calma Clara, deixa de agonia, eu sei o que tenho que fazer. Tchau Clara Vidal! – bateu o telefone, e me olhou sorridente: – Essa mulher vai me deixar maluca até segunda, aff.

– É o grande dia dela, releva. – a puxei para mais perto de mim beijando seus lábios.

– Não apoia não. – olhou para o relógio – Deixa eu ir, ou então ela vem me buscar aqui. – me deu outro beijo e foi saindo, ao chegar a porta virou-se, falando: – Não nos veremos no final de semana. A noiva da semana solicitou a minha presença, segundo ela temos muitas coisas para fazer até segunda. E começaremos de agora.

Sorri: – Tudo bem, ajuda a sua amiga. Qualquer coisa me liga.

Soltou um beijo no ar e saiu andando daquele jeito provocativo dela. Estava no final do expediente já, e guardei minhas coisas indo pra sala do meu avô. Sua secretária me informou que ele estava com algumas pessoas na sala e fiquei por ali esperando. Quando saíram entrei.

– Quer carona? – perguntei beijando seu rosto.

– Quero sim! – sorriu – Mas, e a bela diretora do jurídico, não vai para a casa dela hoje?

– Não vovô. Ela tem compromissos com a Clara.

– Ahhh, e diante disso, resolveu vir buscar esse velho para lhe fazer companhia! Entendi.

– Nada disso. Assim fica parecendo que não ligo para o senhor. E as coisas não são assim.

– E como são?

– Eu te amo vovô, e esse amor jamais será abalado por ninguém. Achei que soubesse disso – disse fazendo bico.

Ele pegou a pasta e me abraçou pelos ombros dizendo sorridente: – Claro que sei meu amor, eu também te amo.

– Achei que não me amasse mais. – gargalhei e ele me acompanhou.

Fomos pra casa naquele clima animado. Em determinado momento ele perguntou curioso:

– Vai ao casamento da Clara?

– Não! – minha resposta saiu mais seca do que pretendia.

Percebendo isso ele voltou a dizer:

– Porque? A Lívia será madrinha, achei que fosse com ela.

– Ela até insistiu muito para que eu fosse, mas não tenho interesse em cerimônias de casamento, elas não me fazem nada bem. E me trazem péssimas lembranças. – batuquei no volante na tentativa de não olhar pra ele.

– Ainda sobre a Carolina, você não a esqueceu filha?

– Digamos que esquecer, não seja a palavra certa vovô. Mas não se preocupe, não tenho plano nenhum de voltar a ter nada com ela.

– Ela não é, e nunca foi mulher para você.

A voz dele estava mais grave que o normal, naquele momento o olhei sem deixar de prestar atenção na estrada, perguntando:

– O que quis dizer com isso vô?

– Apenas o que disse!

– Tem certeza?

– Sim! Mas porque não quer acompanhar a Lívia? Essa sua desculpa não me convenceu.

Inspirei fundo, dizendo cansada:

– Nunca mais fui a casamentos desde que terminei com a Cal, assim como não sustentei relações por mais de um ano, e nunca quis constituir família. Perdi o encanto, digamos assim.

– Não se deixe abater por ela filha. Ela nunca te mereceu.

– Achei que gostasse muito dela, sempre a trata tão bem.

– Gosto dela, mas não para namorar você. Tem coisas que descobrimos ao longo da vida, que nos faz ter outras visões sobre certas pessoas.

– Foi assim com ela?

– Não quero mais falar sobre isso. Pode ser?

– Claro vovô, – esbocei um sorriso fraco, visivelmente algo na Carolina o incomodava – O senhor vai ao casamento?

– Sim! Não seria de bom tom não comparecer. Sou amigo dos pais da Clara a muitos anos.

– Entendi seu Giovani, vai ser bom para o senhor. Quem sabe não arranja uma namorada por lá.

– Não estou a procura de namorada.

– Olha só! Não deseja encontrar alguém para compartilhar a felicidade?

– Se for da vontade de Deus, isso acontecerá sem que eu precise me esforçar. Já vivi um grande amor, e isso me basta. Você também deveria viver um também.

– Não estou a procura vô. O senhor bem sabe, além do mais, estou saindo com a Liu e está tudo bem entre nós.

– Vocês e essa mania de desapego. – sorriu abrindo a porta do carro – Um dia você ainda viverá um grande amor, e estarei aqui para lhe dizer o quão bom é a sensação de amar e ser amada de forma verdadeira.

Meu avô é um homem sábio, e disse aquilo na esperança de que um dia eu esquece a Carolina, mas, infelizmente a gente não manda nos sentimentos. E ela ainda se fazia muito presente em meus pensamentos, e principalmente no meu coração...

Passei o final de semana em casa descansando, a loja me informou que meus moveis só poderiam ser entregues na segunda. A Liu me mandou algumas mensagens dizendo que a Clara a estava deixando quase careca, rsrs, mas não nos vimos. Falei com minha amiga e ela conseguiu adiantar a viagem para a próxima semana. Na segunda, levantei cedo, mesmo não indo trabalhar, meu avô liberou todos os funcionários do setor administrativo por conta do casamento.

Fui pra minha casa esperar a mobilha chegar, consegui arrumar meu quarto, e depois sai pra almoçar. Como ainda faltava muito para o meio da tarde, que seria quando o restante dos moveis chegariam, fui na casa do Cadu.

E pra minha surpresa encontrei a Carolina por lá, querendo conversar. Nem imagino o que ela possa querer conversar comigo. E sinceramente, não quero saber. Quanto mais longe eu conseguir me manter dela, melhor pra mim. Só Deus sabe o esforço que precisei fazer pra ser indiferente e fria com ela na casa do Cadu.

Meu coração batia na garganta, não tinha como continuar ali. Mesmo sabendo que os moveis só chegariam a partir das 15h, aleguei ao Cadu que tinha um compromisso inadiável e sai de lá quase correndo. Dentro do carro respirei aliviada, e tratei de sair logo dali. Não queria que a Carolina me visse abalada por sua presença.

Estava distraída em casa, assistindo um episódio de Hawaii Five-0, quando ouvi um barulho de carro, achei que fossem os moveis, mas sai e não vi ninguém. Estava voltando para dentro quando vi marcas de pagadas, e não eram minhas. Fui pela lateral da casa, em direção ao roseiral e qual não foi a minha surpresa ao encontrar uma mulher vestida de noiva parada ali, me aproximei calmamente e toquei em seu ombro.

E só quando virou vi que se tratava dela. Mas o que ela fazia ali? Pelo horário deveria estar curtindo sua festa de casamento. Conversamos rapidamente, e ela parecia triste e apreensiva. Algo não estava certo, afinal, a Liu ligou e ela pediu para que não dissesse que ela estava ali. Voltamos a conversar e ela do nada caiu desmaiada em meus braços.

– Clara... Clara... Clara, fala comigo, pelo amor de Deus... Clara.

Não tinha muitas opções ali, estávamos no meio do quintal com o sol sobre nossas cabeças, a única coisa que fiz foi pega-la no colo e entrar. Minha casa estava semi mobilhada, ou melhor, o quarto apenas estava mobilhado, afinal, estava ali esperando o restante dos moveis serem entregues. A coloquei na cama, e sai em busca de uma toalha, e água.

Na cozinha, encontrei uma toalha limpa, a umedeci, enchi um copo com água e voltei para o quarto. Olhei a temperatura dela e parecia normal, passei a toalha em seu rosto e pescoço na tentativa de mantê-la fresca. Quando entramos ela parecia um papel, de tão branca que estava. Sua cor já estava voltando ao normal. A pressão dela deve ter caído, aquele vestido parecia além de quente, bem pesado.

Mas o que ela estava fazendo ali? Pelas feições, parecia ter dado errado a celebração do seu casamento. Não podia esperar por muito tempo para que ela acordasse, nem lhe daria álcool para cheirar, não sabia o que ela tinha ao certo e não sou médica. Se foi apenas um desmaio por queda de pressão, logo ela acordará.

Meu celular tocou, e atendi sem nem olhar de quem se tratava, ouvi um sotaque italiano do outro lado, assim que atendi:

– Vadia brasileira, já cheguei!

– Me respeita Ki, onde você está?

– São Paulo!

– Achei que fosse vir direto pra cá...

Olhei para trás pra conferir se a Clara já tinha despertado, nada ainda. Estava dispersa ao que Kiara falava, e a mesma percebendo, disse de forma mais alta:

– Agnes! – afastei o celular do ouvido.

– Calma criatura.

– Parece que dormiu. Você me escutou?

– Sim! – menti – Continue.

– Vim visitar meu tio. Minha mãe me pediu.

– E vem hoje pra cá?

– Onde você está? Na lua? Acabei de falar que só chegarei ai na quarta. Tenho alguns compromissos familiares pra cumprir aqui. Uma prima vai casar hoje a noite, amanhã é o batizado do filho de outra. E só encontrei vaga no voo de quarta a tarde. Você bem que poderia vir me fazer companhia aqui – disse manhosa.

– Não posso, estou arrumando minha casa para te receber.

– Sério que ninguém pode fazer isso por você?

– Ao contrário do que esteja pensando, eu estou trabalhando aqui. Logo, não posso me ausentar de uma hora pra outra, pra ir te encontrar em São Paulo.

– Tá Agnes. Você vai poder ir me buscar no aeroporto? Porque só pra constar, minhas férias na infância eu passava aqui em São Paulo, não conheço o Rio Grande do Sul. E meu português não é dos melhores, você sabe bem disso.

Gargalhei, adorava ver a minha amiga fora da zona de conforto dela.

– Para de rir, vai poder me buscar? – perguntou brava.

– Vou sim. Inclusive, esse é um dos motivos de não poder sair daqui hoje pra ir ficar contigo. Na quarta estarei a sua disposição, e como ainda não sabia o dia, nem horário que chegaria. Combinei com o vovô de que folgaria por uma semana depois da sua chegada aqui, é basicamente o tempo que precisa pra se adaptar por aqui.

– Te amo Agnes. Obrigada pela consideração, e agradece ao seu Giovani por mim.

Clara balbuciou alguma coisa atrás de mim. Olhei rapidamente e ela se mexia na cama.

– Ki, preciso ir. Qualquer coisa, me liga, beijo.

– Tchau, beijo.

Corri, me ajoelhando ao seu lado e passei novamente a toalha úmida em seu rosto. Ela abriu os olhos, me olhou ainda piscando. Tentou levantar, mas voltou a deitar.

– Clara! Como se sente?

Levou a mão a testa, e fez uma careta.

– Eu, estou... onde... – perguntou olhando de um lado para o outro – Onde estou?

– Na minha casa.

– Você me trouxe pra cá, mas como? Eu não lembro.

– Você desmaiou enquanto conversávamos lá fora.

– Mas... – piscou os olhos e levou a mão a boca – Onde fica o banheiro?

Apontei para a porta ao lado tentando ajudá-la a levantar, com um movimento feito com a mão ela dispensou minha ajuda e correu para o banheiro. Voltou alguns minutos depois, parecendo um papel novamente. Fui ao seu encontro e segurei levemente seu braço, ela parecia que ia cair novamente.

– Você tá bem?

– Não sei, estou com um desconforto no estomago e um abafamento.

– Acho que sua pressão caiu. Sente aqui, – a levei até a cama – entreguei-lhe o copo de água. – Talvez o vestido esteja te deixando assim.

Ela me olhou envergonhada devolvendo o copo e disse baixinho:

– Desculpa, não queria te incomodar. – puxou a gola do vestido – Você poderia abrir o feixe pra mim? – apontou para o pescoço.

– Tá tudo bem, não precisa se desculpar. Estou apenas preocupada com você, – abri o grande zíper que ia até final da sua coluna – pronto. Quer que eu te leve a algum lugar? Precisa de alguma coisa?

Me olhou entre envergonhada e desconcertada, dizendo:

– Poderia me emprestar alguma coisa para vestir? – olhei pra ela sem entender muito bem o que pedia, e ela continuou: – Está quente, e o vestido tá me deixando ainda mais desconfortável. Estou de short, mas em cima...

– Entendi, levantei tirando o boné e abri os botões da camisa, estava de regata por baixo. Entreguei a camisa perguntando:

– Quer ajuda para tirá-lo?

– Não! Mesmo assim, obrigada – abaixou a cabeça e foi para o banheiro. Pouco tempo depois ela saiu enxugando o rosto, sentou na cama olhando para o vestido em suas mãos e disse num sussurro – Ele não tinha o direito de fazer isso.

Será que o noivo a tinha abandonado? Não era possível! Ela estava visivelmente abalada, mas e o amor que um sentia pelo outro... Espantei aqueles pensamentos, perguntando:

– Você precisa de mais alguma coisa?

– Sumir! – disse de forma seca e logo passou a chorar compulsivamente.

Detesto ver mulher chorando, me corta o coração. Não sabia o que tinha acontecido, e nem ia perguntar a ela, ainda mais na situação em que se encontrava no momento. Não tinha nada a dizer, mesmo porque não sabia a origem do seu pranto. Apenas sentei ao seu lado na cama.

Ela por sua vez me vendo ao seu lado, encostou a cabeça em meu ombro e deu vazão ao seu pranto. Acariciei seus cabelos e fique ali esperando e torcendo para que ela ficasse bem.

Ficamos ali sentadas por horas, a tarde se foi e dava pra ver nas janelas o escurecer da noite. Em dado momento o corpo dela tombou pra frente, coloquei a mão a frente da sua barriga pra que não caísse, seu pranto havia cessado e com isso ela adormeceu. Coloquei-a deitada e fui em busca de roupas na minha mochila para tomar banho.

Quando sai do banheiro, meu celular estava tocando. Atendi saindo do quarto:

– Oi vô!

– Você não volta hoje?

– Acho que não. Alguns moveis chegaram hoje e o restante ficaram de entregar amanhã as 8h.

– Entendi. Você se alimentou filha?

– Ainda não. Estou pensando em sair pra comprar alguma coisa.

Ele ficou mudo, só ouvia sua respiração, mas logo voltou a falar: – Filha?!

– Oi vô!

– Por um acaso, não tem ninguém ai com você não, né?

– Seja mais direto seu Giovani – sorri, sendo acompanhada por ele, do outro lado da linha.

– A Clara, está ai?

Inspirei fundo, dizendo cansada: – Sim vô.

Já estava preparada para a bronca que viria depois, ao contrário disso ele disse animado:

Grazie, mio Dio. Ela vai dormir ai?

Estranhei a pergunta, e respondi receosa: – Não sei dizer. Na verdade, ela está dormindo no momento.

– Certo, isso é bom. Ela comeu alguma coisa antes de dormir?

– Não! Por isso também quero providenciar alguma coisa para comer, ela não está muito bem desde que chegou. E creio que sua pressão tenha caído devido ao peso e abafamento do vestido.

– Pode ter sido mesmo filha. Vou avisar ao pai dela que está em boa companhia, e que eles podem dormir sem grandes preocupações.

– Vô, e se ele vier busca-la? Ela me pediu pra não falar a Liu que estava aqui mais cedo, e o senhor quer contar ao pai dela agora.

– Não se preocupe, ele não irá busca-la. Mas não seria certo de nossa parte saber onde está a filha dele, e não lhe contar.

Meu avô tinha razão, não podíamos deixar os pais dela sem notícias suas. Concordei com o vovô e logo encerramos a chamada. Peguei as chaves de casa e do carro, e sai de casa falando ao celular:

– Onde está?

– Na casa da Clara!

– Pode me fazer um favor?

– Claro!

Conversamos rapidamente... já dentro do carro ajeitei o retrovisor central e sai em rumo ao centro da cidade. Passei em um restaurante e comprei algumas coisas para jantar, estava sem fome, mas era bom ter uma refeição decente pra quando a minha “hospede” acordasse.

Parei em frente a casa da Clara, não demorou muito e a porta do carro foi aberta. Ela estava visivelmente preocupada, ainda estava de vestido vinho longo, maquiagem, salto alto, no cabelo um lindo penteado, uma trança larga na lateral direita, que terminava na altura da orelha, lembrava uma tiara lateral, e o restante do cabelo solto. Não demorou muito e perguntou ansiosa:

– Onde ela está?

Respirei fundo, encostando a cabeça no banco: – Quer passar em sua casa?

– Conhecendo a Clara como conheço, é melhor pegar uma peça de roupa pra mim. Se ela sumiu até agora não vai querer voltar hoje. – balancei a cabeça e ela continuou: – Sim, quero passar em casa.

Passamos por lá rapidamente e seguimos para a minha, ela me olhava de canto de olho, como se perguntasse pra onde estávamos indo, não a tinha levado lá ainda. Percorremos todo o caminho em silêncio, quando enfim estacionei o carro e abri a porta, ela desceu perguntando temerosa:

– Ela tá bem?

– Creio que sim.

 

Notas finais:

Olá meninas! 

Um dia de paz a todas, e uma excelente Páscoa.

Bjs



Comentários


Nome: Tati_ntl (Assinado) · Data: 01/04/2018 21:19 · Para: Capitulo 9 - Agnes: Fala comigo...

Amando o conto, meu único problema é  a ansiedade, Lily mais ... mais......

Viajo nas leituras <3

Parabéns pelo conto, é  divino.



Resposta do autor:

Bom dia Tati!

Ei moça, segura um pouquinho mais a ansiedade, hoje sai mais um cap, tá.

Que bom que viaja, temos sempre boas viagens proporcionadas em meio a leitura, e isso é impagavel.

Obrigada pela companhia, se cuida querida. Bjs.



Nome: mtereza (Assinado) · Data: 31/03/2018 11:06 · Para: Capitulo 9 - Agnes: Fala comigo...

Essa Kiara parece ser uma figura e eu continuo desconfiada de q Clara esta grávida



Resposta do autor:

Bom dia Tereza!

Menina, a Ki é bem maluquinha, vem pra "ajudar" a amiga na nova jornada.

Clarinha tá começando a me preocupar... gravidez a essa altura do campeonato é algo delicado, mas vamos ver né, afinal, tudo pode acontecer.

Um ótimo domingo. Bjs querida, se cuida.



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 31/03/2018 04:30 · Para: Capitulo 9 - Agnes: Fala comigo...

Que situação terrível. Feliz pascoa.



Resposta do autor:

Bom dia Patty!

Situação meio complicada por ai, mas as coisas vão se resolver, eu acho, rsrs.

Obrigada querida. Um ótimo domingo.

Bjs.



Nome: Baiana (Assinado) · Data: 30/03/2018 16:46 · Para: Capitulo 9 - Agnes: Fala comigo...

Eita, será que a Clara está grávida do traidor? Ou foi só mesmo queda de pressão?

Agora a Agnes vai poder votar a olhar a Clara com interesse,ela não é mais comprometida,ou talvez a Kiara que vai consolá-la... Tudo é possível kkkk



Resposta do autor:

Bom dia Baiana!

Caramba, essas respostas por hora, não poderei dar. Mas olha, até então, o mal estar dela se deve a queda de pressão, segundo a Agnes. Vamos ver o que nos será mostrado mais a frente quanto a isso...

Opa, Agnes ou Kiara para consolar a Clarinha... fiquei curiosa aqui, qual das duas você prefere para isso? rsrs.

Um ótimo domingo querida, se cuida. Bjs.



Nome: Mille (Assinado) · Data: 30/03/2018 12:26 · Para: Capitulo 9 - Agnes: Fala comigo...

OI Lily

Será que a Clara está esperando neném???

E será que essa novidade a Agnes se sentirá a vontade de forma uma família com a pequena??

Bjus e até o próximo capítulo um ótimo feriado. 



Resposta do autor:

Bom dia Mille!

Mulher, essas suas perguntas eu não posso responder com exatidão no momento. Tô tão surpresa quanto você com tudo o que tá acontecendo. Inclusive, me pergunto o mesmo sobre a Agnes se sentir a vontade  de formar a própria família se essa nossa suposição se confirmar...

Um ótimo domingo, se cuida. Bjs



Você deve fazer login ou se cadastrar para comentar.