O cotidiano do amor por Sorriso


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A dias tentava mandar uma mensagem pra Vanessa não seria fácil, o que eu poderia dizer oi aqui é a sua ex esposa que te traiu a quero de volta, passei alguns dias pensando em como chegar resolvi por fim mandar uma simples mensagem.Soube por um amigo nosso que ela tinha realizado o seu sonho resolvi dar uma passadinha em seu restaurante depois de uma reunião chata com uns amigos, ao entrar pra minha surpresa vi uma morena flertando com a minha ruiva aquilo me tirou do serio, possuo uma reputação invejável não desceria ao nível daquela mulher minha voz despertou o belo romance das duas, me aproximei ignorando a suposta adversária e cumprimentando a minha nessa.

 

 

Claro não deixei de olhar pra mulherzinha ao meu lado, quando nessa se retirou notei uma marca de mão em seu braço pensei por um momento a onde a minha nessa tinha se metido, logo ela me disse que era sua vizinha pro meu fim, por fim depois de uma pequena discussão entre eu e minha ex degustei do sanduíche enquanto a vizinha se meteu em ajudá-la.

 

 

Eu via as duas entrando é saindo com bandejas elas falavam coisas banais, mas os sorrisos e olhares estavam me tirando do serio, alguns minutos depois notei que elas não saíram da cozinha isso me deixou intrigada resolvi sondar, ao entrar as vejo abraçadas nessa sempre foi muito gentil não deixando a idiota escorregar feio naquele chão.

 

 

Eu não queria mais problemas entre nós então fiquei na minha, minha ex foi arrumar algumas coisas deixando-nos a sós mais uma vez isso já estava virando rotina, despejei tudo o que estava vendo naquela mulher abusada seu tom de voz me surpreendeu quando revelou que não estava afim da minha nessa, ao passar por mim cheia de posse voltou a mirar meus olhos é disse

 

 

-Eu ainda não a quero.

 

 

 

Resolvi esperar pela minha ex esposa no escritório essa nossa conversa teria que ser produtiva, caso contrario teria que mexer os pauzinhos pra investigar a vida dessa tal vizinha.

 

 

 

 

Estava cansada, mas a savana tinha ficado até agora decidi ouvir o que ela tinha pra me falar.

 

-Agora podemos conversar, estamos literalmente fechados.

 

 

-Quem é essa mulher nessa ? 

 

 

-Minha vizinha, você não era assim olhei pra mulher a minha frente um pouco altera.

 

 

-É você desde quando ficou atiradinha assim ? Quando éramos casadas você mal chegava em mim agora fica ai abraçadinha com a vizinha.

 

 

-Eu não vou tolerar que você fale nesse tom assim comigo, bem que você disse quando éramos casadas agora se você me esperou até essa hora pra brigar pode se retirar abri a porta dando passagem pra mesma sair.

 

 

-Nessa, me desculpa eu não quero ir de verdade preciso mesmo conversar contigo.

 

 

-Promete sem brigas?

 

 

-Prometo!

 

 

Fechei a porta me sentando diante da mesma, savana continuava muito bonita usava uma calça preta com um blazer dava um certo charme.

 

 

-Ainda trabalhando na empresa do seu pai ?

 

 

-Estou montando um escritório por fora agora sem a ajuda dele, me fitava seria ela sabia o quanto eu detestava que ela dependesse do pai pra crescer na vida.

 

 

-Parece que o seu sonho se tornou realidade sorriu.

 

 

-Você sabe que eu sempre gostei desse mundo nerd, isso não é novidade pra ninguém.

 

 

 

Aposto que aquela vadiazinha ja entrou no apartamento dela.

 

 

 

-Eu sinto saudades toquei em sua mão fazendo um leve carinho, seus olhos buscaram os meus era evidente a nossa química mesmo depois da minha traição.

 

 

-Eu não posso savana me desculpe, retirou a mão quebrando nosso contato.

 

 

-Hei a errada aqui sou eu lembra? Como eu fui uma tola em te trair

 

 

-Isso é passado, não merecemos guardar coisas ruins.

 

 

-Mas esse passado me atormenta nessa, é por isso que eu estou aqui eu gostaria muito de mais uma chance.

 

 

-Isso não será possível savana, me levantei me dirigindo ao frigobar procurando alguma bebida.

 

 

 

Será que aquela mulherzinha já fez a cabeça dela, será que já foram pra cama mas seria impossível.

 

 

 

-Nunca é passado pra quem ainda se ama.

 

 

-Refrigerante de limão ainda é o seu preferido não é me entregou a latinha.

 

 

-Sim, Nessa segurei em sua mão mirando seus olhos confusos é tristes.

 

 

-Eu ainda te amo

 

 

-Quem ama não trai Savana, desfiz o toque colocando a latinha em cima da mesa.

 

 

-Foi um erro grande todo mundo comete erros fizemos tudo nos conformes prometemos não nos vermos mais, mas eu não consigo ficar sem você ao meu lado.

 

 

 

-Meio tarde não acha.

 

Nessa estava irredutível e eu entendia a sua frustração, eu a amava de verdade mesmo que ela não sentisse mais nada por mim.

 

 

 

-Todo mundo merece uma segunda chance van, eu não sou exceção mais vou deixar você pensar.

 

 

 

-Estar de carro ?

 

 

-Sim estou, quer uma carona ? Disse quase atropelando as palavras.

 

 

-Não precisa eu moro aqui perto, vamos eu te acompanho até a porta.

 

 

Fechei o restaurante a rua estava um deserto, como eu moro perto pensei em ir a pé, mas sua mão me impediu.

 

 

-Eu levo você pelo que eu sei você não é o Batman ainda, é nem moramos em Ghotan

 

 

Acabei rindo da sua frase realmente ela não tinha esquecido, decidi aceitar afinal estava bem tarde ao entramos no carro ela ainda usava o mesmo aromatiza dor de jasmim.

 

 

-Pote diferente, mas o mesmo cheiro. Fechei os olhos inspirando aquele aroma delicioso que me trouxe uma nostalgia incrível da nossa época de inicio de namoro.

 

 

-Você continua com a mesma mania de Observamos as pequenas coisas do mundo falamos juntas é acabamos rindo.

 

 

-Pra onde ?

 

 

-Siga em frente é subindo a ladeira, primeiro prédio

 

 

 

O caminho realmente era curto ficamos conversando sobre coisas banais durando pequeno percurso, ao chegarmos dou uma olhadinha  pro prédio em frente.

 

 

-Obrigada pela carona retirou o cinto se preparava pra sair quando eu a impedi, dando-lhe um beijo no rosto sentindo aquela pele macia é jovial por fim passei as mãos em suas madeixas ruivas.

 

 

-De nada, tenha uma boa noite

 

 

-Igualmente.

 

 

 

Quando ela entrou arranquei com o carro o medo de ser assaltada naquela região desconhecia me deixava com calafrios. 

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