Sunshine: esperança. por femarques


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CAPÍTULO 5:

 

“Tina, estou chegando!”

            “Tudo bem, a sua reunião não começou ainda.”

            Me atrasei na corrida da manhã e depois na cama com Allegra, me desculpando pela grosseria da noite anterior. Disse a ela que fiquei nervosa com uma empresa que a B&M tinha negócios, inventando que eles descumpriram o contrato.

            Entrei no prédio onde trabalho e dos quatro elevadores, vi apenas um com a porta começando a fechar. Agarrei minha bolsa contra o peito e corri, escutando os barulhos dos saltos batendo contra o chão, soltando um som alto demais. Consegui por sorte entrar no elevador, com a respiração ofegante.

            Entretanto, como o desastre gosta de rir de mim, uma de minhas pernas não foi rápida o suficiente, e durante a passagem de sair do hall e entrar no elevador, ela ficou presa na porta do mesmo que estava terminando de fechar. Logo que minha perna ficou presa, meu corpo continuou o movimento de entrada e sem muita demora, me vi espatifada no chão. De quatro, para variar, com uma perna presa pelo elevador que agora começava a se abrir.    

            Alguém começou a rir de mim e me estendeu a mão. Minha bolsa já havia sido pega por um homem. Segurei na mão estendida e no mesmo instante, senti um calor percorrer meu corpo. Quando levantei a cabeça e olhei diretamente nos olhos de quem me ajudava, vi Scoutt, rindo baixinho enquanto sorria maravilhosamente.

            Puxei minha mão e agradeci ao homem que pegou minha bolsa, enquanto minha cabeça imaginava algum jeito de voltar no tempo e evitar esse desastre. Preferia ficar caída.

            “Se machucou?” Ela perguntou baixinho quando me posicionei entre ela e o homem.

            “Não, tudo bem. Obrigada pela ajuda.”

            “Vim buscar meu contrato.”

            Balancei a cabeça assentindo e olhei para baixo. Fiquei encarando meus pés.

            “Como você está?”

            Respirei fundo e olhei para ela. A cada vez que eu a olhava, meu coração saltava em meu peito, meu estômago embrulhava, minha pele ansiava seu toque. Que saudade. E ao mesmo tempo, meu coração doía e meu corpo se retorcia de lembrar de suas palavras duras. Ela vestia uma calça jeans clara e uma camisa polo branca, apenas com o logo da marca bordado no canto superior direito, os cabelos penteados para trás, como se ela estivesse acabado de acordar. Estava linda como sempre. Tinha esse poder de ter uma beleza de tirar o fôlego, de parecer que acabou de acordar e ainda assim estar incrivelmente sexy. A situação era estranha demais, como ficamos tanto tempo sem nos ver e agora nos esbarramos assim? Quer dizer, eu me esbarrando nela.

            “Não vamos ter esse tipo de conversa.”

            Sem tempo, ainda bem, para aguentar a conversa com ela, o elevador se abriu no 17º andar eu sai mancando, com a perna que foi presa doendo.

            “Você vai me tratar como se não me conhecesse?” Ela perguntou saindo do elevador andando atrás de mim.

            “Não vamos falar sobre nós.” Resmunguei sem olhar para ela.

            Tina nos viu saindo do elevador e veio em nossa direção. Segurou em meu braço e começou a me arrastar para dentro de minha sala, enquanto acenava para uma outra secretária, indicando Scoutt.

            “O que foi isso?” Ela perguntou fechando a porta de minha sala.

            Me sentei no sofá preto de couro e estiquei a perna nele, começando a me massagear. “Eu cai no elevador, e adivinha quem me levantou?”

            “Já sei.”

            “Pois é. O que ela veio fazer aqui agora?”

            “Ué, buscar o contrato dela. Você já assinou?”

            “Não! Cheguei atrasada, lembra? Manda ela esperar, ainda vou olhar os documentos que você me passou e aí assino. Preciso do advogado, mande ele vir até minha sala depois que eu sair da minha reunião.”

            Tina concordou e saiu, às pressas.

            Já estava atrasada para a reunião e corri para a sala de conferências. Não durou mais do que uma hora. Eu estava tentando assinar uma parceria com uma faculdade de Chicago para instalar um plano de estágios na empresa.

            Depois do meu compromisso, voltei para minha sala com pressa e vi de relance Scoutt sentava na recepção com uma expressão emburrada no rosto. Peguei os documentos que continham todas as informações sobre os dois livros que seriam lançados e as exigências dos clientes, organizados por William. Logo o advogado, que sabia que seria substituído por Tom, chegou e me ajudou com o contrato. Lemos o tempo e o provável gasto que dispenderiam os lançamentos, garantindo todas as exigências conforme nossa análise, que ainda seria feita. Eu gostava de acompanhar com o advogado os contratos que William me passava, para ver se tudo estava correto. O processo de lançamento era lento.

            Olhei no relógio e já haviam se passado uma hora e meia. Chamei Tina pelo interfone e pedi que ela trouxesse Emma até minha sala. Ela gaguejou e tentou insistir para que ela mesma entregasse o contrato, mas eu precisava por um ponto final nisso.

            Sem muita demora, Tina abriu a porta e deu passagem a minha nova contratante. Ela andou até a frente de minha mesa, sem esconder em sua expressão o quanto estava adorando tudo aquilo.

            “Pode se sentar.” Falei indicando a cadeira na frente de minha mesa.

            Ela se sentou e cruzou os braços. Estendi o contrato em sua frente. “Você pode levar para discutir com seu chefe. Aqui estão todas as especificações sobre os projetos, envie pelo correio depois, nossa empresa cobra o frete.”

            Ela deu risada e balançou a cabeça, pegando o contrato e o guardando em uma bolsa, tipo pasta.

            “Sabe, eu vou ficar por aqui até te entregar esse contrato. Nem acredito que consegui te encontrar.”

            “Uma pena que me encontrou. Não queria.”

            Ela franziu o cenho e me encarou. “Você não sentiu a minha falta?”

            “Isso não é conversa para agora. E nem depois, se você quer saber. O tempo que tínhamos para conversar já acabou.”

            “Eu não acredito em você.”

            Encarei Scoutt, tentando não demonstrar a dor que sentia em meu peito, a vontade de poder abraçá-la e sentir seu cheiro de recém-saída do banho. Não podia demonstrar a saudade que me sufocava de sentir o gosto do seu beijo, de hortelã que tentava mascarar o gosto do cigarro.

            “Eu tenho alguém, Emma. Nosso tempo já passou. Eu vou te falar como vai ser de agora em diante, já que nossos caminhos se encontraram profissionalmente”, fiz questão de frisar a palavra, “você vai se comunicar somente com a Tina. Vou passar tudo para ela conforme eu for trabalhando nisso e você acerta com ela.”

            “Você o que? Tem alguém? Quem?”

            “Não interessa quem. Isso não é da sua conta.”

            Scoutt mordeu o lábio inferior com força e franziu o cenho de novo. “Você está com raiva pelo livro.”

            “Posso até estar, mas eu estou com alguém de verdade, não é mentira. Eu segui em frente.”

            “Não gostou do livro?”

            Suspirei e umedeci os lábios antes de responder. “Não achei certo você me expor dessa maneira.”

            “Nossa, como você está contida.”

            “E você continua fazendo piada das coisas.”

            “Continuo te achando contida demais.”

            “É que não quero entrar de novo naquele ciclo de brigas com você, não adianta. Mas se você quer sinceridade, eu não gostei do livro. Você acabou comigo por não querer contar sobre o abuso que você sofreu. Ou se esqueceu de como falou comigo? E aí resolve se abrir para o mundo e ainda me expor. Quando começarem a ler sua história, vão se perguntar quem é a sua salvação, e aí serei exposta.”

            “Eu achei que você fosse ficar feliz de me ver falando sobre meus problemas.”

            “Eu ficaria se fosse para mim primeiro. Porque quando eu estava do seu lado, minha vontade de cuidar de você foi completamente ignorada.”

            “Posso te falar agora sobre o que aconteceu comigo.”

            “Não!” Estendi a palma da mão para ela, pedindo que parasse. “Não quero saber nada de você. Acabou, entendeu? Pode ir embora agora, já te entreguei o contrato. Nunca mais falaremos sobre nós duas em ambiente de trabalho.”

            Scoutt se levantou, com os maxilares flexionados e caminhou até a porta. Segurando na maçaneta, se virou para mim. “Seja feliz com esse alguém, mas eu ainda não te esqueci.”

            Logo que ela saiu da sala corri para meu banheiro particular e descarreguei todas as emoções que estava sentindo no vaso sanitário, vomitando algumas vezes, até cair em um choro silencioso, que no final eram soluços altos e patéticos, mostrando toda a minha fraqueza.

            Esse era o problema de um relacionamento com Scoutt, bastava ficar perto dela alguns segundos que todos os seus problemas nos atingiam com uma força muito intensa.

            Tina me encontrou no banheiro e se ajoelhou ao meu lado, me puxando para um abraço caloroso de mãe.

            “O que vocês conversaram?”

            “Eu tentei fazer ela entender que não a quero mais, e ela disse que sente minha falta.”

            Tina afagou meus cabelos e começou a me balançar, como se me ninasse.

            “E você não mesmo mais nada com ela?”

            Fiquei em silêncio e me levantei, me desvinculando de seu abraço. Dei descarga no vaso sanitário e fui até a pia para lavar as mãos e o rosto. Fiquei me olhando no espelho e pensando na pergunta de Tina, que agora se levantava do chão, batendo as mãos com cuidado em sua saia, limpando uma sujeira invisível para mim.

            Por vezes me peguei reclamando da tranquilidade de Allegra, da sua preocupação extrema que chega a ser demais, me sentindo saudosa das piadas de mau gosto de Scoutt, das babaquices dela, das brincadeiras e da perversão. Mas ao mesmo tempo, até que ponto o lado divertido dela compensa seu passado sombrio que a torna tão sombria quanto?

            “Eu não sei, Tina. Eu me senti...”, suspirei, tomando fôlego, “...me senti estranha quando peguei na mão dela, quando a vi. É claro que sinto saudade dela. É algo tão forte, sabe? Mas não sei se vale a pena. Já sofri demais. E tem mais, Allegra não merece que eu não resista. Eu busquei uma vida nova para mim por ser capaz o suficiente de entender os riscos que Scoutt traz com ela. As minhas esperanças acabaram.”

            Tina segurou em meu ombro e apertou de leve. “Amiga, eu entendo, mas a sua cara, mesmo triste, está toda iluminada, e acho que foi por vê-la.” Ela balançou a cabeça de um lado para o outro antes de completar. “Allegra realmente não merece, então seja forte.” E assim saiu do banheiro pequeno, me deixando sozinha e com medo de me olhar no espelho de novo e encontrar o tal brilho.

            É claro que o restante do dia não foi nada produtivo. Tive uma conferência com meu pai para passar alguns dados do andamento dos projetos.

            “Você parece distraída, Mea.”

            “Desculpa, chefe.” Brinquei com ele.

            “Não, falo como seu pai. O que aconteceu?”

            “Pegamos um projeto de uma editora de Seattle, vou ter que trabalhar com alguém que não quero.”

            “Alguém quem?”

            “Deixa para lá, pai.”

            Meu pai estava no time das pessoas que torciam para que eu realmente esquecesse Scoutt. Pessoas as quais sabiam que eu ainda me doía de saudade.

            Mais tarde, em casa, a senhorita sensor-preocupação percebeu meus olhos e a ponta do nariz avermelhados por ter chorado, e correu me sentar na cozinha enquanto ela preparava o jantar.

            “O que aconteceu, doce?”

            Comecei a tirar os sapatos de salto que sempre me matavam no fim do expediente. Era melhor contar a ela a verdade sobre Scoutt do que ela descobrir sozinha.

            “Encontrei com a Emma hoje.”

            “Quem?”

            “A Scoutt, Allegra.”

            “Ahh.” Foi só o que ela conseguiu dizer, endireitando sua postura enquanto mexia algo no fogão.

            “Ela trabalha em uma editora em Seattle. Lembra do projeto da editora que eu te disse?”

            “Ahã.”

            “Então, eu não sabia que ela estava envolvida. E ela veio fazer o contrato. Só quis te contar para que você não saiba por outra pessoa e não se preocupe.”

            “Tudo bem. Como foi o encontro de vocês?”

            Allegra não olhava para trás, acho que ela não tinha coragem.

            “Normal, só entreguei o contrato a ela e pedi que Tina cuidasse de tudo. Não vou ficar a encontrando. Não falamos nada além de trabalho.”

            Ela finalmente se virou para me encarar, segurando uma colher de pau. Talvez eu fosse apanhar, pensei soltando uma risada baixinha.

            “Porque chorou?”

            “Porque fiquei irritada de ver ela.”

            “Entendi. Tem certeza que foi tudo bem?”

            Me levantei da cadeira e suspirei. Segurando os sapatos com uma mão, fui até ela e acariciei seu rosto com a mão livre, beijando seus lábios. “Sim, relaxa.”

            Fui para o quarto e me joguei na cama. Abri a bolsa e peguei o livro dela encadernado que peguei com Tina. Era melhor Allegra não saber desse livro agora. O guardei na gaveta do criado-mudo do meu lado da cama, que sabia que ela não costumava mexer, e mesmo que visse, não leria na hora.

            Peguei meu celular e mandei uma mensagem para Tom.

            “Vi ela hoje.”

            “Como ela estava?” Ele perguntou de volta, me fazendo rir por sua capacidade de entender rapidamente de quem eu falava.

            “Linda. Ai, Tom, meu coração dói.”

            “O meu dói mais por você, gata. Conversaram? (diga que não).”    

            “Eu caí nos pés dela de novo, acredita?”

            “hahahahaha infinitos.”

            “Ria mesmo da minha desgraça. Eu falei que tenho alguém.”

            “Ela já sabe que é a nome-de-remédio?”

            “hahaha infinitos2. Parem vocês de chamar Allegra assim. Não tive coragem de falar quem era.”

            “Isso é uma péssimo sinal.”

            “Sinal de que?”

            “De que ainda sente algo por ela? Seu coração saiu pela boca quando a viu?”

            “Meu corpo parecia desmoronar, cara.”

            “Mea, não faça isso.”

            “Tom, não me peça isso.”

            “É serio. Eu não quero ver acontecer tudo de novo.”

            “Tom, eu tenho medo de ficar perto dela.”

            Allegra entrou no quarto, com uma cara estranha e foi direto para o banheiro.

            “Contei para Allegra e ela ficou estranha.”

            “Mea, se você tiver uma recaída vou pessoalmente te dar um puxão de orelha. A garota pode ser a deusa do sexo, mas é um cavalo problemático. Não se esqueça.”

            “É claro, você contou? Maluca. Deve ser ciúme.”

            “Eu contei. E se um dia ela vê a outra andando em Chicago? Me fodo.”

            “hahaha. Sua vida é complicada, eu hein.”

            “Não era antes. Enfim, só precisava saber que você não vai me apoiar caso eu tenha uma recaída.”

            “Estou rindo aqui, sério. Sabia que você ia falar isso. Eu não apoio mesmo que você fique com ela, mas você sabe que estou aqui se precisar, é claro. Sou um bobão.”

            “Te amo.”

            “Interesseira.”

            “Eu não quero nada com ela, hoje fui bastante grossa e direta com ela, mas é tão difícil ver ela, sabe? Não achei que fosse vê-la tão cedo, e nem que fosse me sentir tão...assim.”

            “Nem vou te falar nada. Vai agradar sua mulher, vai.”

            “Chato.”

            “Mea, Allegra não merece isso.”

            “L

            “Sério, gata.”

            “Eu sei! Não vou fazer nada, por isso abri o jogo com ela. Eu só queria falar para alguém como me sinto. É difícil ficar perto dela. Mas não quero sofrer de novo.”

            “Tudo bem. Agora vai dormir.”

            “Não é hora de dormir ainda. Beijo, te amo.”

            “Te amo, gata.”

            Allegra saiu do banheiro enrolada em uma toalha e fiquei a olhando enquanto ela se trocava para dormir.

            “Está tudo bem, amor?”

            Ela olhou para mim e sorriu. “Sim, só fiquei com ciúme.”

            Sorri para ela e bati a mão ao meu lado da cama. “Vem cá.”

            Ela terminou de vestir o pijama e se deitou ao meu lado. Comecei a acariciar seu braço. “Não precisa, eu só te contei para que se caso você visse ela na empresa, não achasse estranho. Tudo bem? Não quero nada com ela.”

            Eu podia falar que a amava agora, mas isso era algo ainda difícil. Eu gostava dela, e muito.

            “Te amo.” Ela disse sem dificuldade e sem saber o que responder, a beijei demoradamente, a fim de fazê-la deixar de esperar por uma resposta.

            “Vamos jantar.” Allegra pediu entre o beijo.

            Me afastei dela e respirei fundo, retomando o fôlego.

            “Claro.” Sorri e me levantei da cama, estendendo a mão para ela.

 

            Inevitavelmente, acabei jantando pensando em Scoutt. Com certeza a comida estaria esfriando enquanto ela me comia na cama, descarregando em mim a raiva que a fiz sentir por ciúme. Cruzei as pernas embaixo da mesa e tentei me concentrar na situação real que eu vivia agora.

Nome: lohs (Assinado) · Data: 14/12/2015 07:48 · Para: Capitulo 5

Minha autora lindaaaa, vim atualizar a leitura, né?

 

O encontro tinha que ser com Mea caindo "aos pés" de Scoutt ;)

Intensidade é o que define essas duas.

Olha, que coisa mais sem graça essa senhorita sensor-preocupação. Tipo, ela é uma boa pessoa, mas é muito calmo esse namoro das duas. Allegra precisa é de alguem como Scoutt é para Mea, alguém para bagunçar sua vida , dar uma adrenalina nessa coisa previsível que ela é.

 

Beijão da fã número 1 da Scoutt linda :))

 



Resposta do autor em 11/03/2016:

Liguei numa gráfica e mandei fazer uma Scoutt em tamanho real para você. Logo entregam aí, junto com um babador. 



Nome: Ada M Melo (Assinado) · Data: 06/12/2015 00:59 · Para: Capitulo 5

pensei que a Scoutt fosse desistir de publicar o livro, pelo ou menos por enquanto.....como a Mea reagiria?



Resposta do autor em 11/03/2016:

Mea ficaria puta, não acha?

Scoutt não é de desistir...

beijos, obrigada por ler!



Nome: lih (Assinado) · Data: 05/12/2015 21:30 · Para: Capitulo 5

Nossa, pirei no reencontro das duas,  senti um certo amadurecimento por parte da Emma,  pelo menos ela não foi babaca (acredito que ela não será mais,  mostrará para mea que cresceu como pessoa).  Quanto a reação da mea a volta da scoutt,  foi melhor do que eu esperava,  ela ainda ama mto a scoutt e esse sentimento já se mostra mais forte que a mágoa,  ela meio que admite que pode ter uma recaída...  Isso eh só questão de tempo. 



Resposta do autor em 11/03/2016:

Scoutt está mesmo melhor, mas ainda precisa convencer Mea disso. Tarefa árdua...

Beijos, obrigada por ler!



Nome: Angeloliveira (Assinado) · Data: 05/12/2015 18:14 · Para: Capitulo 5

parabéns pelo capitulo...agora ta na hora da scoutt parar de ser a idiota e reconquistar a mia..espero que a Allegra conheca alguem especial que a ame e que a mereca..pois a mea ama a emma...



Resposta do autor em 11/03/2016:

Obrigada!

Allegra merece alguém que a ame na mesma intensidade que Mea e Scoutt se amam!

Beijos!



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