Última noite de amor por Vandinha


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Última Noite de Amor -- Capítulo 39
 
 
-- Deixe-me ver... Macarrão integral, cenoura, milho, vinho tinto seco... Acho que está tudo aqui.
Isabel juntou todos os ingredientes sobre a pia e colocou o macarrão para cozinhar. Enquanto isso começou a preparar o molho.
-- Macarronada vegetariana. Quem resiste a essa delicia?
Ligou o rádio que estava sobre o balcão e começou a cantar junto com os cantores.
 
Anjo de Cabelos Longos -- Fernando e Sorocaba

Se eu estivesse em um deserto sozinho. Com sede e com medo
Você apareceria com um copo d'água e gelo.
Se eu estivesse a deriva no meio de um oceano
Você chegaria num bote dizendo sobe, eu te amo.
 
Meu anjo de cabelos longos. Meu anjo de cabelos longos.
 
Anjo que me beija, anjo que me abraça. Anjo que me ama, anjo que me cuida.
Anjo que me leva anjo que me salva. Anjo que me guia anjo que me cura
 Não sei se eu estou em uma nuvem. Ou estou em suas mãos
Meu anjo de cabelos longos. Meu anjo de cabelos longos...

 
 
Do quarto, Alexandra escutava Isabel soltar a voz lá na cozinha. Fazia caretas, gestos e mudava o sentido de cada frase que ela cantava.
-- Se você estivesse em um deserto sozinha. Com sede e com medo.
Eu apareceria com um copo cheio de veneno.
-- Se você estivesse à deriva no meio de um oceano. Eu chegaria num bote dizendo morre, eu te afogo.
-- Sua santinha do pau oco. Sua santinha do pau oco...
 
 
Em Copacabana.

-- Caracas!!! -- Valentina pulou do sofá feliz -- Isso tudo é bom demais! Gostei... Gostei muiiiito... -- Sem pensar duas vezes abraçou Heitor e saiu rodopiando pela sala.
-- Pega as taças Heitor -- Gustavo estourou a champanhe -- Isso merece um brinde.
-- Cara quem é esse Bob? Já me tornei fã dele.
-- O Bob é um cafetão boa pinta. Ele pertence a uma máfia que faz tráfico de mulheres para o exterior.
-- Quer dizer que a poderosa escapou de mim para cair nas garras de uma piranha. Justo ela toda orgulhosa e arrogante. Daria tudo para ver a cara dela agora.
-- Elas estão juntas e eu tenho que descobrir aonde. Preciso contar para Alexandra antes que outra pessoa conte e faça a cabeça dela contra mim.
-- Você acha que a Alexandra vai ficar contra você e a favor dela Gustavo?
-- Pensa Valentina. Quando ela souber que eu transei com a Isabel ela vai ficar tão louca que é bem capaz de mandar me capar -- engoliu em seco e virou a taça de champanhe de uma vez -- Por isso tenho que contar do meu jeito.
-- É Gustavo vendo por esse lado acho que mesmo contando, será muito difícil você escapar de uma punição severa. A Alexandra vai ficar uma fera com você.
-- Você acha Valentina? -- Gustavo estava temeroso.
-- Tenho certeza. Cara não queria estar na sua pele.
 
 
No Leblon.

-- Algo me dizia que esse namoro das duas não ia dar certo -- Edna arrumava a mesa para o almoço -- Elas não têm nada a ver uma com a outra.
-- Ai Edna quanta besteira. Isso não existe. Quer ver?
O elefante estava apaixonado pela formiga, queria casar com ela de qualquer jeito. O leão foi tentar demovê-lo da ideia:
-- Mas elefante, você é muito grande e ela é pequenina...
-- Mas eu a amo!
Não teve jeito, acabaram se casando. Alguns dias depois o leão volta a encontrar o elefante, chorando:
-- O que houve elefante?
-- A formiga...
-- Eu não disse? Não ia dar certo...
-- Não! Estava indo tudo bem. Estava trepando com ela, mas na hora que gozei ela explodiu!
-- Viu, se dá certo entre um elefante e uma formiga, porque não pode dar certo entre elas?
-- Mas não deu certo André, a formiga morreu.
-- Ela morreu porque o elefante foi descuidado. Se ele tivesse gozado...
-- Chega André, me poupe dos detalhes -- Edna colocou os copos na mesa e ajeitou os talheres -- Está substituindo a Alexandra é? Ela que gosta de contar piadinhas só para me infernizar a vida.
-- Você é uma pessoa infeliz Edna -- falou olhando para as unhas -- Espirito das trevas.
-- Para de falar bobagens e vai chamar o povo para almoçar. E vê se cuida para não derrubar o suco na toalha limpa.

Na Ilha.
O aroma que vinha da cozinha era estonteante e estava deixando Alexandra louca. O que adiantava ter tanto dinheiro e não ter como comprar um pão com margarina? No estágio de fome em que estava comeria até capim.
Foi até a porta e espiou para fora. Escutou barulho de louças vindo da cozinha. Com certeza Isabel estava preparando a mesa para almoçar. Esperaria ela sair e procuraria algo para matar a sua fome.
 
Isabel colocou dois pratos na mesa. Tinha quase certeza que Alexandra não aceitaria comer da comida que ela preparou, mas, mesmo assim, faria o convite.
Foi até o quarto e deu duas batidinhas de leve na porta.
-- Xanda, vem almoçar -- esperou ela responder e nada -- Xanda vem. Fiz macarronada vegetariana. Está uma delicia -- insistiu e nada dela responder.
Isabel respirou fundo e voltou para a cozinha. Alexandra não era fácil, tinha uma personalidade forte e marcante. Seria capaz de passar fome por dias só para não dar o braço a torcer de aceitar a ajuda de Isabel.
Preparou o prato, encheu uma taça com vinho e sentou-se a mesa. Tentou comer, mas, a comida não passava na garganta.
-- Droga! -- jogou os talheres na mesa e se levantou chorando -- Droga de vida!
Não queria desistir de Alexandra, nem dos sonhos, muito menos do futuro lindo que as reservava. Não queria desistir de morar com ela, das viagens que ela prometeu que fariam juntas. Mas estava tão difícil, queria tanto beijá-la, abraçá-la, voltar a ficar numa boa com ela.
Bebeu um gole do vinho olhando pela janela a paisagem lá fora. Enxugou as lágrimas com a costa da mão e bebeu mais um gole.
-- Eu não vou desistir de você Alexandra Girani. Mesmo que levem anos, eu não vou desistir -- colocou a taça na pia e quando se virou para sair viu a mochila de André jogada no chão. Abriu receosa e olhou o que tinha dentro. Deu um sorriso maroto e balançou a cabeça.
-- Esse André é um fofo mesmo.


Angola.
 
Quando Malú chegou perto da escada ouviu barulho de tiros e um berro abafado. Desceu os degraus correndo e quando chegou ao salão principal deu um grito ao ver o corpo da amiga caído no chão.
O corpo da garota estava destruído. Havia marcas roxas como se ela tivesse sido espancada. Sangue para todos os lados.
Malú sentou ao lado da amiga para chorar.
Algumas mulheres não aguentam a escravidão a que são submetidas. Tentam fugir e são mortas. Outras são assassinadas como uma espécie de queima de arquivo mesmo. Sabem como funciona aquela rede e estão dispostas a denunciar.
Para despistar, as organizações criminosas tentam maquiar os crimes levantando hipóteses de suicídio e de assassinato cometido por companheiros das vítimas.
 Vemba parou de pé próximo à mulata.
-- Levanta daí Malú. Ela sabia dos riscos que estava correndo. Aquele cara com quem ela estava de caso não presta. É um traficante assassino.
Malú se levantou e ficou de frente para ele. Cara a cara. Seus olhos vermelhos pelo choro demonstravam toda a raiva e revolta que sentia.
-- Seu cretino. Você sabe muito bem que não foi ele quem matou ela.
-- Malú, Malú. Não brinque comigo -- Vemba afastou-se um pouco não queria ter que eliminar mais uma de suas garotas. A mulata era muito procurada pelos clientes devido à beleza de sua raça.
-- Ela estava tentando fugir para ficar com ele. Tinham feito planos de fugirem para o México -- falou chorando.
Vemba deu uma gargalhada.
-- Vocês sonham demais. Uma vez puta, sempre puta. Só saem dessa vida depois que morrem -- estava saindo, mas lembrou de algo e voltou -- Por falar nisso... Lembra-se da sua querida amiga fujona?
Malú olhou para ele assustada.
-- Pois é... Ela gostou tanto daqui que está prestes a voltar. Não é uma boa notícia?
Malú caiu de joelhos. Isabel era a única esperança de todas aquelas garotas.
-- Meu Deus te peço... Proteja ela -- pediu de todo o coração.


Na Ilha.
 
Isabel parou diante da porta do quarto de Alexandra e berrou:
-- Xandaaaa... Estou saindo para tomar um banho de mar e pegar um solzinho. Talvez demore um pouquinho. Comporte-se hein -- deu uma risadinha e saiu.
Antes deu uma passadinha na cozinha e deixou a tigela com a macarronada bem a vista. Tinha certeza que ela estava com muita fome e não resistiria. Pegou a espreguiçadeira e uma toalha de banho e finalmente saiu.
 
Alexandra esperou alguns minutos. Abriu a porta e olhou para fora. A casa estava no mais absoluto silêncio; tudo o que se ouvia era o barulho do vento soprando.
-- Finalmente. Mais um pouco e ficaria tão fraca que não teria forças nem para sair do quarto -- resmungou de cara fechada.
Assim que chegou a cozinha foi de imediato até a geladeira e abriu. A primeira coisa que viu foi a tigela cheia de macarronada. Ficou parada olhando como se fosse um cachorro em frente a um assador de frango.
-- Não vou comer essa macarronada. Vou fazer a minha própria comida.
Pegou pão, manjericão... Uma olhadinha para a macarronada... Pegou tomates fatiados, mussarela... Uma olhadinha para a macarronada...
-- Senhor afasta de mim essa macarronada... -- fechou a geladeira e começou a preparar o sanduíche.


Valéria entrou no apartamento com uma mala pequena em sua mão. Olhou ao redor reparando na bagunça que estava. Balançou a cabeça pensando que já passava da hora de arranjar um lugar para morar sozinha.
Aquele apartamento cheirava a bebida e a cigarro. Sem contar que não podia mais olhar para a cara da irmã e do cunhado sem lembrar-se do que eles haviam feito para a Alexandra e a coitada da Giovana.
Estava caminhando em direção ao quarto quando ouviu risadas vindas da cozinha. Encostou o ouvido à porta tentando escutar o que conversavam.
-- Valentina, meu amor. Eu acho que estamos no ramo de negócio errado. Esses velhos aposentados não ganham nem para comprar fralda geriátrica.
-- Eu acho que o Heitor tem razão. Pensa bem Valentina. Esse negócio de tráfico de mulher dá muito dinheiro. Vamos ficar milionários logo no primeiro ano.
-- Será Gustavo?
-- Gustavo? -- Valéria colocou a mão sobre a boca -- Meu Deus!
Apurou mais ainda o ouvido e tornou a escutar atentamente a conversa tão assustadora.
-- Tenho certeza Valentina. Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) de 2005 (último levantamento referente ao tema), o tráfico de pessoas é apontado como uma das atividades criminosas mais lucrativas do mundo, que envolve cerca de 2,5 milhões de vítimas, e movimenta aproximadamente U$ 32 bilhões por ano. Isso em 2005 imagina em 2016.
Os olhos de Valentina cresceram.
-- Tudo isso? É inacreditável -- estava entusiasmada com a ideia -- Qual é o seu plano?
-- Podemos oferecer nossos serviços ao Bob. Eu como advogado e vocês como aliciadores. O que vocês acham?
Valéria estava assombrada.
Quando o escritor português José Saramago afirmou que os animais podem ser selvagens, mas que apenas o homem é cruel, ele estava chamando a atenção para um fato bastante inquietante, que subverte profundamente a imagem que temos de nós mesmos. Ele estava dizendo, da maneira mais clara e assustadora possível, que a crueldade é um fenômeno humano (e não animal).
A cantora saiu do apartamento e tomou a rua, atordoada. Pensando no monstro em que sua irmã se transformou. Agradeceu pelos pais estarem mortos e não passarem por esse desgosto.
Como pode dois filhos com personalidades tão distintas?
 
 
Isabel se deixou cobrir pela primeira onda. A água bate suavemente no seu corpo. Mergulha de novo e quando retorna a tona luta para ficar de pé parada no mar. Assim fica por algum tempo, a água bate, volta, bate. Caminha dentro da água de volta à praia. Um último mergulho e o corpo de mulher surge das ondas encaminhando-se para a areia.
O mar impõe alguma resistência puxando-a para trás, mas ela com a força de mulher decidida avança em direção ao seu objetivo com a água do mar escorrendo pelo corpo perfeito e bronzeado.
Pegou a toalha, tirou um pouco o excesso de água do cabelo e deitou-se na espreguiçadeira. O sol se abre mais e arrepia-a ao secá-la. Fechou os olhos para tentar relaxar. Ficaria o tempo suficiente para que Alexandra roubasse algo da cozinha para comer. Sorriu. Ela era tão previsível em seu orgulho que Isabel saberia descrever todos os seus atos desde que ela saiu da casa. Olhou no relógio que estava em cima da toalha e voltou a fechar os olhos.
-- Mais meia hora dona Xanda. Só mais meia hora.
 
 
Janaína abriu a porta e se surpreendeu com Valéria parada diante dela. A garota trazia na mão a mesma mala que trouxe da viagem a São Paulo.
-- Aconteceu alguma coisa? -- perguntou angustiada.
-- Posso ficar aqui hoje?
-- Claro. Entra - afastou-se para que ela pudesse entrar -- Você pode ficar o tempo que desejar.
-- É só até arrumar algum lugar para ficar -- abaixou a cabeça -- Não quero incomodar.
-- Você não incomoda sua boba. Aqui todos os amigos são bem-vindos -- olhou para ela e piscou -- Amigos e namoradas.
Valéria sorriu.
-- Mas me conta. O que aconteceu? Você e a Valentina brigaram?
-- Pior que isso Jana -- bufou antes de falar -- Parece inacreditável, mas o Gustavo e o casal de bandidos estão planejando se unir ao tal do Bob.
-- Capaz... Aquele cafetão que está perseguindo a Isabel?
-- Ele mesmo -- segurou as mãos da namorada entre as suas e apertou -- A Isa está correndo grande perigo Jana. Precisamos alertá-la.
 
 
Na Ilha.
Alexandra deu uma mordida no sanduíche e cuspiu fora.
-- Que horror... Que nojo -- passou a mão pela boca -- Levei uma hora para preparar esse sanduba monstro e agora parece que estou mastigando um sapo vivo -- jogou o sanduíche no lixo e pegou a tigela de macarronada da geladeira -- Se eu comer um pouquinho a Isa não vai nem perceber -- com um garfo comeu na tigela mesmo. Estava com tanta fome que o estômago chegava a doer. Aquela macarronada, com certeza, era a comida mais gostosa que havia comido em toda a sua vida.
 
Isabel colocou a espreguiçadeira na varanda e a toalha no varal. Bateu a rasteirinha contra o piso para tirar um pouco da areia e entrou na casa.
Andava como se estivesse desfilando numa passarela, não se exibindo, mas com graça e estilo natural.
Passou pela porta da cozinha entreaberta em direção ao quarto, mas parou e resolveu voltar.
Empurrou a porta devagar e entrou.
Alexandra deu um pulo com o susto que levou. Esqueceu até que estava com a boca cheia de macarrão.
Olhou de alto a baixo para aquele corpo enfeitado por um minúsculo fio dental. Que visão maravilhosa!
Ela não podia ser humana. Ela era o produto da inspiração divina, diante do qual o ser humano não chegava nem aos pés.





 

 

http://www.cefep.org.br/divulgacao/prostituicao-escravidao-e-morte-marcam-brasileiras-vitimas-do-trafico
http://www.anda.jor.br/29/01/2012/a-crueldade-humana-uma-primeira-reflexao

Nome: SSenseiGabii2 (Assinado) · Data: 03/01/2017 00:37 · Para: Capitulo 39

Que raiva da Valentina, Gustavo e Heitor, tomara q morrem...........já a isabel kkkk não perde a esperança elas fazem um lindo casal perfect s2,, tomara q ela consig logo estou preocupada com o q pode acontecer quando ela volta pro Rio 



Resposta do autor:

Olá SSenseiGabii2

Quero que saibas que estou lendo todos os seus comentários, mas como não consigo lhe acompanhar kkk... Respondo quando você terminar de ler.

Beijão garota. E obrigada por ler A Última Noite de Amor.



Nome: lucy (Assinado) · Data: 20/07/2016 02:55 · Para: Capitulo 39

kkkkkkkkkkkkkk sanduba X macarronada !! e Alex não ia conseguir eu fiquei aqui com água na boca

que bom que Valéria ouviu o papo da quadrilha  todo , e tem que alertar Isa, fiquei com dó da mulata em Angola

mas ela vai ter um final feliz, eu torço pra isso....

bjs adoooro este conto 



Nome: patty-321 (Assinado) · Data: 06/02/2016 14:44 · Para: Capitulo 39
Um assunto o do tráfico humano. Tanta crueldade. Na faculdade abordamos nos trabalhos interdisciplinares. Ouvir depoimentos de pessoas q teabalham em ong. Galera, e estarecedor. Quanta crueldad o ser humano e capaz.
Q bom a isa nao desistiu. Boto fé nela e q ela consiga ajudar aquelas mulheres pelo menos na ficção termos uma vitória perante o mal. Bom carnaval. Bj

Resposta do autor em 09/02/2016:

Não sei você Patty, mas quando lia noticias sobre esse assunto, parecia algo tão irreal, tão fictício. Hoje pesquisando para escrever sobre isso vejo que tudo acontece logo ali e infelizmente é bem real e triste. Vamos em frente. Continue comigo. Bjs.



Nome: NatySilver (Assinado) · Data: 06/02/2016 12:15 · Para: Capitulo 39

É pra rir mesmo, a Alexandra é muito birrenta kkkkk to amando a força de vontade da Isa, epsero que ela não desista mesmo.

E sério, concordo com o que diz aí sobre a crueldade do ser humano. A escavidão, os genocídos, as barbaridades da santa inquisição e muito mais estão aí pra contar história que desde que o mundo é mundo o ser humano é cruel.

Engraçado é que uma massa gigantesca da população pensa que a exploração humana acabou há muito tempo, é difícil abrir os olhos. To gostando de ver esse tema sendo tratado mais a fundo, numa história que amooo de paixão <3 e que me conquistou desde o 1º capítulo.

Abraços e tenha um ótimo fim de semana :)



Resposta do autor em 09/02/2016:

Oi Naty. Você está certa. A violência, essa crueldade e maldade que nos cerca não é atual. Ela nos persegue desde a criação do mundo, transpassa gerações e chega até nós de todas as formas. Tudo o que é escrito aqui sobre exploração sexual é viridico e será até o final. Vamos continuar a falar sobre isso precisamos conhecer mais. Até o cap.40. Bjã. 



Nome: Pietra (Assinado) · Data: 06/02/2016 11:47 · Para: Capitulo 39

Bom dia!

Kd a tempestade para juntar logo essas duas?

Muito bom esses dois últimos capítulos. Espero que pelo menos Alex, mesmo que não fique por agora com Isa, proteja sua amada e ajuda as meninas lá em Angola.

Bom carnaval para você!

Beijos e abraços!



Resposta do autor em 09/02/2016:

Tempestade a vistaaaa... Bjã Pietra.



Nome: jull (Assinado) · Data: 06/02/2016 08:37 · Para: Capitulo 39

Vandinha 👏👏👏👏👏👏 segue  normal vc se superando a cada capítulo 😙 😘 😘 😍

O orgulho da Alex é  genuíno  como ela e  a Isa uma linda sem igual, vamos seguindo firme e forte na rendição da Alex ao amor 😉😉😉

Bjos 



Resposta do autor em 09/02/2016:

Vamos que vamos Jull. Bjã querida.



Nome: NayGomez (Assinado) · Data: 06/02/2016 02:43 · Para: Capitulo 39

Uhul a Valéria ouviu a conversar, agora quando ela contar pra Xanda sobre essa quadrilha que é  Heitor, Gustavo e Valentina?!   Ela vai fuder com a vida dos três  e eu não perco isso por nada... 



Resposta do autor em 09/02/2016:

Vai mesmo. Eles estão com os dias contados, pode ter certeza Nay. Bjã.



Nome: graziela (Assinado) · Data: 06/02/2016 02:09 · Para: Capitulo 39

Alex começando a dar sinais de rendição será?

Com aqueles 3 atrás da Isa agora só com a Alex é todos os policiais amigos da Alex para tentar salvar a Isa. 

A e não podemos esquecer a trupe dos amigos da Alex,  que cambada de palhaços,  mas super amigos.  😂 😂 😂 

Vamos ver o que vem por aí. 

 

Adorei a piada no comentário da Mille.  😂 



Resposta do autor em 09/02/2016:

Muita emoção ainda pela frente Graziela. Vale a pena esperar. O André também gostou muito da piada e tá louco pra contar para a galera. Bjã querida. Continue comigo.



Nome: Mille (Assinado) · Data: 06/02/2016 01:19 · Para: Capitulo 39

Para encerrar minha noite, nada como rir das birras da Alex, pega e da uma olhadinha na macarronada. kkkk 

Muito bom, é parece que o Gustavo, Valentina e Heitor iram amarga se algo acontecer com a Bel, pois tenho certeza que a Alex arracará o couro deles. 

Foi até bom a Valeria descobrir a trambigues deles para cima da Bel, Deus proteja a Bel e que ela salve as meninas de Angola.

Bjus minha querida autora. 

Ah tenho uma piada não sei se será boa

A loira chegou na auto escola, vestida de goleira.

O instrutor estranhou pergunta porque ela chegou vestida assim

Bom o senhor disse ontem que o Palio estava estragado, e que o senhor iri me treinar no Gol.

 



Resposta do autor em 09/02/2016:

Olá Mille. Muito, mas muito boa a piada. O André gostou e vai contar para o pessoal. Contar piada é tudo de bom Mille, fazer as pessoas sorrir é melhor ainda. Bjã querida. Continue comigo.



Nome: lenna11 (Assinado) · Data: 06/02/2016 01:15 · Para: Capitulo 39

Kkkkk quero ver até onde o orgulho da Alex vai! Se ela não resistiu à macarronada como vai resistir uma mulher como a Isabel! 



Resposta do autor em 09/02/2016:

Missão quase impossível para a nossa poderosa, Lenna. Vamos ver até quando a birrenta vai suportar. Bjã e continue comigo.



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